Landescape - Agência de Viagens
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Mustang, o reino perdido do Tibete

Detalhes da Viagem

  • Nepal
  • Aventura, Cultural, Montanha
  • 29 Out, 2017 - 14 Nov, 2017
  • 17 dias / 16 noites
  • 1050€ / pessoa
  • 4- 12 pessoas
  • + 18
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Destaques

Conhece Mustang, uma das mais bem preservadas áreas tibetanas do mundo;

Visita o templo de Muktinath, um templo de peregrinação hindu e budista, a quase 4000 metros de altitude;

Viaja no tempo em Bhaktapur, a antiga capital do Nepal;

Visita a praça Durbar, património mundial da UNESCO, parcialmente destruída no terramoto 2015;

Explora um dos melhores treks do mundo, na região protegida de Annapurna.

A Experiência

Esta aventura vai levar-te até às aldeias da zona de Mustang, um antigo reino no interior do Nepal, extinto há 9 anos, apenas! Começando por Kathmandu, a capital, partimos depois para Pokhara, a “capital da aventura”. Exploramos as incríveis montanhas de Annapurna, onde subimos até à região de Mustang, o antigo reino de Lo, uma das regiões tibetanas mais bem preservadas do mundo! De mosteiros a campos de refugiados tibetanos, por entre picos que rasgam os céus a altitudes incríveis, a lagos em forma de coração, esta será certamente uma viagem que nunca te esquecerás!

Itinerário

1
Dia 1 | Origem - Kathmandu
Chegada a Kathmandu, capital do Nepal. Hoje fazemos check-in no hotel e aproveitamos o dia para passearmos pelo Thamel, o epicentro do entretenimento e das compras em Kathmandu. Aproveitamos o dia e a zona para conhecer melhor a cultura Nepalesa, e jantamos pelo Thamel num restaurante ao nosso gosto, mas que nos sirva uma típica refeição Nepalesa, para ficares familiarizado com os sabores que o país tem para nos oferecer.
Hotel
2
Dia 2 | Kathmandu
De manhã tomamos um pequeno-almoço reforçado e caminhamos até ao Swayambhunath, mais conhecido por Templo dos Macacos, situado num dos pontos mais altos de Kathmandu. Daqui vais poder ter uma vista privilegiada sobre a cidade, já que o Templo é situado no monte mais alto do vale da cidade. No caminho de volta para o centro, almoçamos num restaurante à escolha e seguimos rumo à praça Durbhar, património mundial da UNESCO. Apesar desta zona, uma das mais bonitas de Kathmandu, ter sido fortemente afectada pelo terramoto de Abril de 2015, ainda é possível admirar muitas das casas típicas, que sobreviveram. Voltamos então à zona do Thamel para jantar e descansar.
Hotel
3
Kathmandu - Pokhara
Dia 3 | Tomamos o pequeno-almoço no hotel e fazemos check-out. O nosso autocarro para Pokhara parte bem cedo, e precisamos de estar junto do mesmo logo às 6.30 da manhã. Prepara-te, pois apesar da curta distância de 207 quilómetros, a viagem dura cerca de 7 horas. Este trajecto vai-te permitir ver a paisagem alterar-se, de seca para tropical, de citadina para rural.

Pokhara oferece temperaturas estáveis o ano inteiro, e o lago Fewa traz-nos tranquilidade. Aqui, mesmo nesta altura do ano, podemos facilmente passear de calções e t-shirt junto ao lago Fewa. Aproveitamos as noites amenas para ver um filme no Movie Garden, um cinema ao ar livre que tem uma programação feita a pensar na história e cultura locais.
Hotel
4
Dia 4 | Pokhara
Amanhã começamos a nossa aventura pelas montanhas, por isso hoje tens o dia livre para os últimos preparativos: vamos tratar dos cartões de acesso à área reservada de Annapurna (ACAP - Annapurna Conservation Area Project) e o cartão de trekkers (TIMS - Trekkers' Information Management System). Depois disso vamos às compras: precisas de comprar ou alugar algum equipamento? Esta é a tua ultima oportunidade!
O resto do dia é livre, por isso aproveita ainda para relaxar com um passeio junto ao lago, ou visitar o templo do lago (Taal Barahi Mandir), um templo numa pequena ilha no lago Fewa, acessível apenas de barco.
Hotel
5
Dia 5 | Pokhara - Marpha
De manhã cedo fazemos o check-out e apanhamos o jeep para Marpha. A viagem é atribulada, mas a paisagem é incrível: aproveita para admirar agora as cores alaranjadas que pintam os cumes dos Himalaias às primeiras horas do sol. A viagem é longa e a subida é de quase 2000 metros. Uma vez mais, apesar da curta distância, as horas prolongam-se. Paramos para almoço pelo caminho, num restaurante local. No trajecto, observamos a vida local, a paisagem tornar-se mais insípida e crescente. O rio estreita-se e os campos vão-se tornando mais exímios também. Apesar de tudo, a chegada a Marpha presenteia-nos com largos campos de maçãs e alperces, produtos locais muito apreciados, que fazem o típico licor de maçã local.

Marpha é a primeira localidade que visitamos que pertencia ao antigo reino de Mustang e aqui começamos a ver duas bandeiras com mais frequência: a do reino de Mustang, e a do budismo.
Alojamento local
6
Dia 6 | Marpha
Hoje passamos o dia em Marpha, não só para aclimatização (vê o ponto 4 - “Saúde”, do Manual do Viajante), mas também para nos familiarizarmos com esta região tão peculiar do Nepal. Com sorte, podemos assistir a uma dança tradicional com máscaras, com performance dos monges, no mosteiro Karma-Pa, chamada de Dhekep. Podemos ainda admirar a tradicional arquitectura da zona de Mustang: as estradas pavimentadas, as casas de lama com janelas detalhadamente trabalhadas em madeira e os toros de madeira cuidadosamente empilhados nos telhados. A interacção com crianças que brincam nas ruas com rodas e ferros é inevitável. Podemos provar a típica tarte de maçã, licor de maçã ou alperces secas. A tribo predominante em Marpha são os Mawatan Thakalis.

Depois, visitamos a aldeia de Chhairo, onde existe ainda um campo de refugiados tibetanos, com cerca de 200 habitantes. Caminhamos mais um pouco para ver o lago Dhumpa, um pequeno lago em forma de coração, antes de voltarmos ao nosso alojamento para jantar e descansar.
Alojamento local
7
Dia 7 | Marpha - Ranipauwa
Já aclimatizados, hoje partimos de madrugada rumo ao ponto mais alto da nossa aventura, Ranipauwa, a cerca de 3710 metros de altitude. Começamos com uma caminhada até Jomsom, a 2743 metros, de onde apanhamos os jeeps até Ranipauwa. Quando chegarmos ao destino, aproveitamos para descansar, e observar o pôr-do-sol com vista para o Monte Nilgiri, a mais de 7000 metros!

Ranipauwa, também conhecida por “Muktinath” (nome do templo que se situa ali perto), é popular por duas razões distintas: a primeira é, claro, pelo templo; a segunda é por ser a paragem imediatamente a seguir à passagem mais dura do famoso circuito de Annapurna, a passagem de Thong La, onde se descem abruptamente 1000 metros. A razão que nos traz a Ranipauwa é, no entanto, outra: tem alojamento e comodidades que nos permitem pernoitar aqui, enquanto fazermos pequenos treks que nos dão a conhecer aldeias que até 2015 estavam interditas ao público em geral, pertencentes ao reino de Mustang. Estas aldeias, com forte cultura tibetana, estão quase intocadas pela sociedade externa e têm uma história incrível. O reino de Mustang, que apenas foi cartografado em 1989, e foi um reino independente desde 1380, posteriormente adjudicado ao Nepal em 2008, manteve o seu estatuto de zona preservada, sendo necessário um passe especial para visitar a região. Em 2015 o ACAP (ACAP - Annapurna Conservation Area Project) levantou a restrição às aldeias que visitaremos nos próximos dias: Phurang, Jharkot, Chongur e Jhong.
Alojamento local
8
Dia 8 | Ranipauwa - Jharkot - Phurang - Ranipauwa
Hoje vamos visitar o templo de Muktinath. Muktinath é um templo que serve tanto a religião Budista como a Hindu. Diz-se que é o único templo do Mundo a ter presentes os cinco elementos que constituem a natureza: Ar, Terra, Fogo, Água e Céu. É considerado o 106º divya desams dos 108 existentes no Mundo, de acordo com a religião Hindu, e como tal recebe imensos peregrinos em todas as alturas do ano, especialmente da Índia. Diariamente são realizadas aqui cerimónias hindus e budistas, com a principal a acontecer ao nascer do sol.
Depois de visitarmos o templo, continuamos a nossa caminhada até Phurang, passando pela Tharpa Chyoling Nunnery, uma espécie de templo budista para mulheres. Nesta zona podemos facilmente ver vários cavalos selvagens, junto ao pequeno lago junto à pequena aldeia. Visitamos ainda Jharkot, onde existe um importante mosteiro da região, antes de regressarmos ao nosso alojamento em Ranipauwa.
Alojamento local
9
Dia 9 | Ranipauwa - Chongur - Jhong - Ranipauwa
Hoje caminhamos até às aldeias de Chongur e de Jhong. As aldeias por aqui começaram por ser formadas por uma única família, que posteriormente se foram agregando, até formarem pequenas aldeias. Chongur é das maiores das cinco aldeias “proibidas” de Mustang que aqui visitamos, com quase 200 habitantes. Convém levarmos snacks para comer pelo caminho, e talvez um chá tibetano para nos aquecer e hidratar durante a caminhada. O dia é mais calmo, o que nos permite observar com mais paz a paisagem da região e a cultura local. Jhong tem um templo cujo monge (oriundo da Rússia) passa música em altifalantes de manhã e de tarde, para que tanto Jhong como as aldeias circundantes a possam ouvir.
Alojamento local
10
Dia 10 | Ranipauwa - Kagbeni
Hoje deixamos o nosso alojamento em Ranipauwa e voltamos a pôr as mochilas às costas. Começamos a nossa descida a caminhar até Kagbeni, uma das principais aldeias da região, pois é a entrada para a zona ainda restrita, onde habita a família real de Mustang. Kagbeni tem pouco mais de 1000 habitantes e muitas centenas de cabras e, também, o mais antigo alojamento da região, o Showboat Hotel, com mais de 40 anos.

Aproveitamos o resto do dia para descansar, admirar a paisagem, e até visitar os templos da aldeia.
Alojamento local
11
Dia 11 | Kagbeni - Jomsom
Deixamos o nosso alojamento em Kagbeni antes de amanhecer, para evitar os fortes ventos que se formam na região a partir das 9 da manhã. Vamos rumo a Jomsom mas, pelo caminho, podemos parar para um chá quente e descansar as pernas no pequeno (e acolhedor) Roc Café - um cafézinho só para trekkers, no meio de uma paisagem que nos relembra a superfície lunar. À chegada a Jomsom fazemos o check-in no nosso alojamento local e o resto do dia é livre| Aproveitem para se despedirem das montanhas de Annapurna, antes do nosso regresso a Pokhara na manhã seguinte! Porque não experimentar lanchar um croissant de chocolate na Modern Bakery ou ver os aviões a hélice aterrar e descolar no pequeno aeroporto de Jomsom, paralelo à rua principal?
Alojamento local
12
Dia 12 | Jomsom - Pokhara
Mais um dia que acordamos bem cedo. Hoje é dia de apanhar o jeep e descermos de volta para Pokhara. Mais uma vez, viagem é atribulada, mas recompensante. Paramos pelo caminho para almoçar num restaurante familiar local. Após chegarmos a Pokhara, aproveitamos para tomar aquele duche quente que tanto merecemos, e trocar para as nossas roupas mais confortáveis. O resto do dia é para jantar e relaxar. As montanhas já nos deixam saudades! Aproveita para beber uma Nepali Ice, a cerveja local, num dos muitos bares junto ao lago, enquanto observas o sol reflectido no pico de Machapuchare, o pico “postal” de Annapurna.
Hotel
13
Dia 13 | Pokhara
Para quem quer fazer parapente, hoje é o dia! Esta actividade é opcional, mas recomendada, especialmente para principiantes, pois o salto de Sarangkot é um dos mais bonitos do mundo e também um dos mais fáceis. O clima estável e ameno de Pokhara faz com que esta zona ofereça as condições perfeitas para o salto de parapente e o lago, ao fundo, faz com o que o salto seja uma experiência única, não só pela aventura mas como pela beleza da paisagem. Saltem de Sarangokt com os pilotos mais experientes de Pokhara (devidamente testados e recomendados pela vossa líder de viagens, claro!) e aterrem junto ao lago Fewa, num voo inesquecível que durará entre 30 e 40 minutos.

Os que não quiserem fazer parapente, podem aproveitar o dia para passear e admirar o lago, a cidade ou comprar souvenirs. Porque não encomendar uma peça de roupa a um dos muitos costureiros da região? Uma lembrança muito especial e feito à medida!
Hotel
14
Dia 14 | Pokhara
Não nos despedimos de Pokhara, sem fazer a visita obrigatória à World Peace Pagoda, mas de uma forma original: fazemos um trekking circundante ao lago Fewa, atravessando várias aldeias locais, campos de arroz, bananeiras e coqueiros e subimos ao monte, de onde admiramos o pôr-do-sol com uma estonteante luz vermelha reflectida nas incríveis montanhas de Annapurna, que ascendem acima dos 8000 metros de altitude. Depois descemos pela trilha florestal e apanhamos um barco, que atravessa o lago Fewa e nos traz de volta a Pokhara. Este último trekking é o mais longo e recomenda-se o uso de lanterna, botas confortáveis à prova de água e, claro, câmera fotográfica, pois vais ver cenários incríveis!
Hotel
15
Dia 15 | Pokhara - Kathmandu
Hoje é dia de regressar a Kathmandu. Mais uma viagem de autocarro pelas serpenteantes estradas nepalesas! Entretanto, paramos pelo caminho para almoçar num restaurante local. Chegamos a Kathmandu durante a tarde, ainda a tempo de fazer umas últimas compras e jantar no Thamel. Aqui podes encontrar artesãos especialistas em arte budista, costureiros, incensos, artesanato local. A escola é quase infindável!
Hotel
16
Dia 16 | Kathmandu - Bhaktapur - Kathmandu
De manhã cedo apanhamos um autocarro para Bhaktapur, onde passamos o dia a visitar esta cidade que era a antiga capital do Nepal, durante o séc. XV. Os templos confundem-se com as montanhas que circundam o vale, nesta cidade que cresceu economicamente devido à sua posição privilegiada nas trocas comerciais entre o Tibete e a Índia. Hoje é um sitio UNESCO, e tal como Kathmandu, também foi fortemente prejudicada no terramoto de Abril 2015: 67 dos 116 pontos de interesse histórico da cidade foram completamente destruídos, e 49 parcialmente danificados. Já no anterior terramoto em 1934 vários edifícios tinham sido danificados, e nunca foram reconstruídos. Aqui no Nepal, os nepaleses referem-se a Bhaktapur como “Khwopa”, que significa, literamente, “cidade dos devotos” e assim continua, uma cidade de peregrinos religiosos e turísticos. Aproveita esta oportunidade para absorver não só a importância histórico-cultural do sitio, mas também para reflectir sobre o poder efémero em que vivemos, e admirar toda a beleza da arquitectura que perdura: as janelas talhadas em madeira, o chão calcetado.

Regressamos ao nosso hotel em Kathmandu ao final do dia, mas ainda temos tempo para aquela última cerveja no Thamel, para falarmos desta aventura incrível, das memórias que levamos para casa e já a pensar em planear a próxima!
Hotel
17
Dia 17 | Kathmandu - Origem
Partida de Kathmandu. Vemo-nos na próxima aventura da Landescape! Foi um prazer ter-te connosco!

O que está incluído?

  • Todos os alojamentos:
  • . 4 noites hotel em Kathmandu
  • . 5 noites guesthouse em Pokhara
  • . 7 noites em alojamento local no resto do circuito
  • Todos os transportes (excepto de cariz pessoal)
  • Templo dos Macacos em Kathmandu
  • Entrada em Bhaktapur
  • Bilhete de cinema | Movie Garden em Pokhara
  • Taxas de entrada em Annapurna e cartão TIMS (trekking Annapurna)
  • 2 jantares | chegada a Kathmandu e chegada a Pokhara
  • Pequenos-almoços durante toda a viagem

O que não está incluído?

  • Voos internacionais | a partir de 800€
  • Visto de entrada no país | 40 dólares
  • Seguro de viagem | obrigatório
  • Carregador em Annapurna | +- 130€ (não necessário)
  • Salto parapente | 75€ (+- 45 minutos)
  • Entrada Durbhar Square | +- 9€
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais

Landescape EXPLORAÇÃO - Viagem de 29 de Outubro a 14 de Novembro

As viagens Landescape Exploração são uma nova vertente nas propostas da Landescape que visa a descoberta de um novo destino, juntamente com um líder da Landescape e que, futuramente, será lançado ao público em geral. Estas, como o nome diz, são viagens feitas para explorar um destino pela primeira vez, tendo já o líder estado no local ou não, sendo que o percurso, assim como todos os tempos de deslocação e visitas/actividades propostas, são planeados à distância. Convém chamar a atenção para a possibilidade de o percurso poder sofrer alterações, assim como a sequência das visitas e/ou dias. Não é regra de que tudo esteja marcado nestas viagens (alojamentos, visitas, tours, etc.), embora a Landescape parta sempre com uma margem de controlo muito grande, que possibilita que tudo o que está ao nosso alcance, corre bem. Tentamos que todos os valores excluídos no preço da viagem, estejam dentro daquilo que calculámos, embora possam existir contratempos que exijam que os viajantes despendam valores adicionais. São viagens que apresentam um valor de venda mais baixo do que aquele que será posteriormente colocado ao público.

Marcação

Início Fim Estado Preço
Data Domingo 29 Out, 2017 Terça-feira 14 Nov, 2017 Vagas 12 Preço 1050€ Agendar

O Líder

Tânia Neves

Nasceu em Lisboa e viveu em Bristol e Amesterdão. Adora pôr a mochila às costas e partir ao desconhecido e, quando não está a viajar, é a contar histórias e a partilhar experiências que se sente feliz.
Mais informação sobre o líder