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Enzo & Eva, sustentabilidade em família

Sustentabilidade na primeira pessoa: Enzo & Eva, produtos para a vida em família

Proprietária e diretora de uma creche, jardim de infância e escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico, Rita Marques é a cara por trás da Enzo & Eva, uma marca inspirada no nome dos seus filhos e que se assume como sustentável, unissexo e pensada para toda a família amar e brincar.

Musgo Design, mobiliário que se reinventa

Sustentabilidade na primeira pessoa: Musgo Design, mobiliário que se reinventa

Depois de três anos no Rio de Janeiro, Margarida e Rui regressaram a Portugal em 2016, com uma ideia em mente. Criar uma marca portuguesa de design de mobiliário sustentável, com soluções práticas e simples, que respeitassem sempre as características dos materiais.

O que privilegiamos na escolha de um alojamento?

Hoje, dia 19 de Março, assinala-se o Dia Mundial do Sono. E como na Landescape uma das perguntas que mais vezes nos fazem é precisamente acerca dos alojamentos que elegemos para as nossas viagens, quisemos partilhar convosco quais os critérios que privilegiamos na hora de eleger os locais onde iremos pernoitar.

De bicicleta, talvez a forma mais bonita de viajar

Quando em 2009 comecei a viajar de bicicleta, um meio de transporte que até ali, só me ligava de casa à praia, olhei para mim a pensar o tempo que havia levado a descobrir que esta, era talvez a forma mais bonita de conhecer o mundo. Temos, é verdade, muito a descobrir quando o fazemos de mochila, de carro, de mota ou ainda mais de comboio ou a pé, mas nenhum destes nos traz a velocidade ideal.

Um dia diferente no sorridente Uganda

Pedro Quirino

Perdi os chinelos. Mas isso não me impediu de caminhar descalço pela estrada barrenta até um lugar que, olhando ao Google Maps, me parecia bastante promissor num pequeno promontório numa das margens do Nilo. Na verdade, até ando melhor sem eles mas não creio ser também essa a mesma razão pela qual metade das pessoas no Uganda andarem descalças. É tão comum que até lhe deram um verbo! “Why are you footing?” pergunta um deles intrigado pois na lógica deles, um “Mzungo” descalço, simplesmente não faz sentido. Presumo que todos tenham umas sandálias ou um par de botas domingueiras para levar à missa ou a casa dos sogros mas apenas e só para isso, ocasiões especiais. Tudo o resto, por aqui e por ali, se faz descalço.

Ana Moura, voluntária da From Kibera With Love

Marta Baeta e Ana Moura na associação From Kibera With Love

A Ana Moura é professora de Matemática no Ensino Superior, numa escola de Engenharia. Tem 43 anos e é natural de Lamego, apesar do Porto lhe ter conquistado o coração há já bastantes anos. Confessa-se uma viajante compulsiva e uma apaixonada por pessoas, e talvez tenham sido estas duas características que ainda que inconscientemente a tenham feito despertar para o projecto da Marta Baeta e ser voluntária no projecto From Kibera With Love.

Viver o Pantanal, viver um sonho!

O Pantanal vivia no meu imaginário desde criança. Dos vários documentários de vida selvagem que assistia com o meu avô, os que mais me impressionavam eram os episódios que se passavam no Brasil, nas florestas tropicais da Amazónia e no Pantanal, naqueles pântanos imensos e misteriosos. Foi nessa altura que comecei a sonhar com a visita àquelas paisagens ricas em biodiversidade.

Passadas duas décadas, estava eu a terminar a licenciatura em Ecoturismo, resolvi candidatar-me a um trabalho como guia/tradutor numa pousada no Pantanal. Fui aceite e parti, para concretizar mais um sonho. Desta vez, o sonho de criança que me acompanhara até aqui!

Tbilisi, não foi amor à primeira vista

Centro histórico de Tbilisi

O sentimento que tive por Tbilisi, na minha primeira viagem, e enquanto olhava para trás do banco traseiro do táxi desenrascado que me levou ao aeroporto da capital, naquela noite cerrada, com chuviscos ao barulho, foi mesmo esse: não foi amor à primeira vista.

Dois meses antes, ainda em casa e depois de já ter feito a compra dos voos para a Geórgia, pensava se valeria mesmo a pena dedicar parte do tempo que tanto me faltava naquela altura, a percorrer um país que, diziam, ser dos mais hospitaleiros, simpáticos e genuínos da Europa, ou se havia errado na minha escolha de um destino – a sensação que tenho sempre que parto para um novo destino, curiosamente.

Nápoles, de Pompeia ao Vesúvio

ruas nápoles itália

Polvos vivos em bacias com água, vermelhíssimos tomates do Monte Vesúvio expostos em montinhos e rodeados das mais variadas ervas aromáticas, fatias de pizza vendidas em cada esquina, centenas de motas a cruzarem continuamente as ruas e milhares de mãos no ar a acompanhar as palavras, que se escutam muito alto. Este poderia ser um bairro de periferia da cidade mas é o seu epicentro mais interior, aqui se percebe a dinâmica desta cidade que se faz de pessoas e para as suas pessoas. Nápoles vai buscar mais inspiração ao norte de África do que às suas cidades irmãs do norte de Itália.