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Blog

Há meio ano na estrada, crónica de viagem por Pedro Moreira no Togo

Há meio ano atrás chovia como se alguém não quisesse que partisse. Havia quem não quisesse que partisse. Com o coração apertado, tinham receio que o meu deixasse de bater no próximo ano que ia durar a minha aventura. Ou que batesse demasiado rápido, demasiadas vezes face aos perigos que ia enfrentar.

Musgo Design, sustentabilidade na primeira pessoa

Depois de três anos no Rio de Janeiro, Margarida e Rui regressaram a Portugal em 2016, com uma ideia em mente. Criar uma marca portuguesa de design de mobiliário sustentável, com soluções práticas e simples, que respeitassem sempre as características dos materiais.

O que privilegiamos na escolha de um alojamento?

Hoje, dia 19 de Março, assinala-se o Dia Mundial do Sono. E como na Landescape uma das perguntas que mais vezes nos fazem é precisamente acerca dos alojamentos que elegemos para as nossas viagens, quisemos partilhar contigo quais os critérios que privilegiamos na hora de eleger os locais onde iremos pernoitar.

De bicicleta, talvez a forma mais bonita de viajar.

Quando em 2009 comecei a viajar de bicicleta, um meio de transporte que até ali, só me ligava de casa à praia, olhei para mim a pensar o tempo que havia levado a descobrir que esta, era talvez a forma mais bonita de conhecer o mundo. Temos, é verdade, muito a descobrir quando o fazemos de mochila, de carro, de mota ou ainda mais de comboio ou a pé, mas nenhum destes nos traz a velocidade ideal.

Um dia diferente no sorridente Uganda, crónica de viagem por Pedro Quirino

Pedro Quirino

Perdi os chinelos. Mas isso não me impediu de caminhar descalço pela estrada barrenta até um lugar que, olhando ao Google Maps, me parecia bastante promissor num pequeno promontório numa das margens do Nilo. Na verdade, até ando melhor sem eles mas não creio ser também essa a mesma razão pela qual metade das pessoas no Uganda andarem descalças. É tão comum que até lhe deram um verbo! “Why are you footing?” pergunta um deles intrigado pois na lógica deles, um “Mzungo” descalço, simplesmente não faz sentido. Presumo que todos tenham umas sandálias ou um par de botas domingueiras para levar à missa ou a casa dos sogros mas apenas e só para isso, ocasiões especiais. Tudo o resto, por aqui e por ali, se faz descalço.

Ana Moura, voluntária da From Kibera With Love

Marta Baeta e Ana Moura na associação From Kibera With Love

A Ana Moura é professora de Matemática no Ensino Superior, numa escola de Engenharia. Tem 43 anos e é natural de Lamego, apesar do Porto lhe ter conquistado o coração há já bastantes anos. Confessa-se uma viajante compulsiva e uma apaixonada por pessoas, e talvez tenham sido estas duas características que ainda que inconscientemente a tenham feito despertar para o projecto da Marta Baeta e ser voluntária no projecto From Kibera With Love.

Viver o Pantanal, viver um sonho. Crónica de viagem por João Oliveira

O Pantanal vivia no meu imaginário desde criança. Dos vários documentários de vida selvagem que assistia com o meu avô, os que mais me impressionavam eram os episódios que se passavam no Brasil, nas florestas tropicais da Amazónia e no Pantanal, naqueles pântanos imensos e misteriosos. Foi nessa altura que comecei a sonhar com a visita àquelas paisagens ricas em biodiversidade.

Passadas duas décadas, estava eu a terminar a licenciatura em Ecoturismo, resolvi candidatar-me a um trabalho como guia/tradutor numa pousada no Pantanal. Fui aceite e parti, para concretizar mais um sonho. Desta vez, o sonho de criança que me acompanhara até aqui!