Viajar em grupo, dentro de um grupo

Esta é a história de cinco amigos, que se dividem entre o interior alentejano e a cidade de Lisboa, viajantes frequentes da Landescape. Um grupo, de alguma forma díspar, mas que tem um objetivo em comum: conhecer um bocadinho do mundo e fazer dessa viagem a melhor de todas. Sem esquecer, claro, a charcutaria de qualidade que os acompanha sempre em qualquer aventura. Não fossem as regras de transporte de bagagem e acho que teríamos as refeições garantidas para a totalidade da viagem (risos). São eles João Sorrilha, António Guerreiro, Fernanda Almeida, Fátima Clemente e Irene Silva que já contabilizam juntos um total de 13 países. Fomos falar com eles para perceber o que é isto de viajar em grupo, dentro de um grupo, o que os motiva a continuar juntos e quais as vantagens que encontram neste formato.

Estivemos à conversa com três deles. As mulheres, pois claro, que são sempre muito mais receptivas a esta abordagem. E uma coisa ficou a ressoar logo no primeiro contacto: “a vida é uma grande ou pequena viagem, não sabemos, e temos que a saber aproveitar, porque dias faltarão ao imenso que é o mundo.” A Fátima tem 59 anos e é natural de Lisboa. Casada, e bem casada como frisa, trabalha há quase 40 anos como E2E Coordinator numa empresa multinacional. Confessa que todos os dias tenta fazer da vida uma “festa”. Irene Silva, por sua vez, com 62 anos, trabalhou toda a sua vida na área da saúde, em ambiente de bloco operatório. Hoje está reformada, a desfrutar da vida e a aproveitar para viajar. Reside no concelho de Sintra e o seu tempo é dedicado às caminhadas e à dança, embora se interesse particularmente por música e fotografia. Confessa que o seu sonho é ser feliz todos os dias e continuar a ter saúde para seguir à descoberta do Mundo. Já a Fernanda Almeida, com 55 anos, tem o 12º ano de escolaridade e trabalha como empregada de limpeza no Hotel Museu, em Mértola, e numa empresa de limpeza na Escola de Mértola. Sim, a sua carga horária é pesada mas foi a forma que encontrou de aumentar as poupanças para poder continuar a viajar. Vive numa pequena aldeia do interior alentejano chamada S. João dos Caldeireiros e viaja sempre com o  marido, o António, que todos conhecem como Toi. Entre risos tímidos, diz “Nós adoramos viajar e conhecer o mundo, descobrir outras culturas, conviver com as pessoas. Já tive muitos sonhos e, felizmente, concretizei já alguns, sendo que neste momento o meu maior sonho é ir à Patagónia Argentina e Chilena.”

Vamos conhecê-los um pouco melhor?

1. Como tomaram conhecimento da Landescape e o que vos fez querer arriscar a viajar connosco até ao Peru, que foi o primeiro destino que fizeram connosco em 2018?

FC: É verdade, o Peru foi o nosso baptismo com a Landescape. Gostei muito do conceito da agência, mais ligada à aventura e pensei “deve ser giro ir com os putos que têm idade para ser meus filhos” e assim foi. Acho que, na altura, até disse isto mesmo ao João Amorim que era o líder da viagem no briefing de apresentação, em Lima. Éramos 6 amigos, bastante mais velhos que os restantes viajantes, num grupo de 11 pessoas, e tudo correu lindamente.

IS: A minha primeira viagem com a Landescape foi à Bolívia e tomei conhecimento da vossa agência através da Fernanda Almeida, que é minha amiga de infância. Depois disso outros destinos se juntaram, mas sempre por influência positiva e motivação dos meus amigos: a Fernanda, a Fátima, o Toy e o João.

FA: Nós tomamos conhecimento da Landescape através das redes sociais. Eu há muito tempo que andava a pesquisar viagens ao Peru, que nessa altura era um dos destinos que queria muito conhecer, mas nenhum programa me agradava. Era tudo muito caro e não incluía tudo o que eu queria ver. Foi aí que vi o vosso itinerário que me agradou imenso. No entanto, não conhecia a agência e apesar de à primeira vista me parecerem ser de confiança, achei prudente ligar à Fátima primeiro. Conversamos e combinamos arriscar, marcamos com mais de 1 ano de antecedência. 

2. Já tinham viajado previamente em grupo neste conceito de viagens de aventura? Se sim, com que agência?

FC: Nunca tinha viajado neste conceito, mas adorei. Aliás, cada vez que vejo o João Amorim nas redes sociais, entro no mundo da Landescape.

IS: Já tinha viajado em grupo, mas não neste conceito de viagens de aventura. As viagens que vocês propõem são espetaculares! 

FA: Foi a nossa primeira vez em viagens neste conceito e correu super bem, adaptamo-nos muito bem. 

 

3. E que rescaldo podem fazer dessa primeira aventura?

FC: Foi uma experiência muito positiva, daí termos continuado. E, a brincar a brincar, já lá vão cinco países explorados na vossa companhia. 

FA:Esta primeira grande aventura foi demais. Nunca mais me esqueço do episódio em que dormimos os seis todos juntos, vestidos, num saco-cama, numa casa que parecia abandonada no meio das montanhas, sem luz eléctrica e com um frio de rachar lá fora…até subir às montanhas coloridas (e sabe Deus o que custou a subida). Mas conhecer Machu Picchu, visitar Cusco, andar de avioneta, enfim foi das melhores viagens que fiz. E foi giro porque tivemos dois líderes ,o João Amorim e o João Fonseca que depois ficou a liderar esse destino. Foi um grupo muito porreiro, gostei imenso!

4. Na altura, o João Amorim era o líder da viagem ao Peru, mas atualmente, já não faz parte da equipa de líderes da Landescape. Continua, no entanto, a trabalhar connosco mas agora na qualidade de Embaixador. Tiveram oportunidade de ver o vídeo documentário que ele produziu sobre Ausangate? O que sentiram ao visionar?

FC: A voz do João Amorim remete-nos para o Peru.

FA: Sei que o João Amorim já não é líder da Landescape mas continuo a seguir as suas “aventuras” nas redes sociais e, portanto, sim, vi o vídeo dele sobre Ausangate. É espectacular…aquelas paisagens deslumbrantes, transportei-me logo para a nossa viagem pois nos dias que estivemos em Cusco tivemos um dia livre e eu e o Toi fizemos o passeio até à Laguna Humantay, que ficou para sempre na minha memória. Era o dia do meu aniversário, foi uma boa comemoração. A laguna é simplesmente maravilhosa, é das paisagens naturais mais bonitas que já vi. A caminhada até lá é que foi dura mas conseguimos.

5. Desde 2018, data da primeira viagem com a Landescape, muitos outros destinos já se seguiram, nomeadamente a Bolívia em 2021, o Quénia em 2022, Bali em 2023 e, finalmente, Costa Rica este ano. O que vos faz continuar a querer viajar connosco?

FC: Sim, cinco viagens com a Landescape e mais virão! Dessas cinco viagens, ficaram amigos para a vida, num carrossel de emoções e novas aventuras. Aliás, a Costa Rica foi um bom exemplo disso com a nossa viagem “piloto” e espero, muito em breve, repetir a façanha mas agora no Japão! 

IS: Porque adoro o vosso espírito de equipa e a adrenalina que as viagens me proporcionam aos 62 anos. Fazem-me sentir viva! E quando estamos juntos, sinto-me eu própria, sempre com muita cumplicidade.

FA: Sim, entretanto já fizemos mais viagens convosco. Gostamos muito da Landescape, têm uma boa equipa, confiamos em vocês, estamos à vontade para qualquer dúvida que surja. É quase como se fossem da “nossa família”.

6. Alguma destas viagens se pode considerar a viagem das vossas vidas?

FC: Ora aqui está uma pergunta que não sei responder. Posso dizer que foi um desafio ir à Bolívia em pleno COVID.

IS: Ainda não sei responder a esta pergunta.

FA: Todas estas viagens foram a viagem das nossas vidas, cada uma à sua maneira, porque gostamos de todas.

7. É engraçado que quando viajam, fazem-no normalmente os cinco. Conheceram-se em viagem ou já eram amigos antes? Como surgiu esta ideia de se juntarem os cinco à descoberta do mundo?

FC: Eu e o João, que era marido de uma amiga minha de infância, conhecemos a Fernanda e o Toy na Índia, corria o ano de 2016. De manhã, num hotel em Nova Deli, ouvimos um casal a falar português, juntamo-nos a eles em parte da viagem e a partir daí não paramos mais. A Irene, por sua vez, é amiga de longa data da Fernanda e entrou para o grupo com a viagem à Bolívia. Posso dizer que somos uma família. Juntos, não se percebe quem é amigo de quem há mais tempo, cada um com a sua individualidade e respeito pelo outro, mas com o gosto de conhecer um bocadinho do mundo.

IS: Alguns deles já os conhecia há muito tempo, o caso da Fernanda e do Toi, mas resolvemos juntar-nos e viajar sempre juntos. Diria que foi fácil, é só ir dizendo que sim e fazer as malas.

FA: Nós agora costumamos viajar os cinco. Conhecemos a Fátima e o marido, bem como o João e a mulher, numa viagem à Índia, no ano de 2016. A partir daí, começamos a viajar juntos. A Irene já a conhecia desde criança, pois os pais dela moravam também em S. João e eram meus vizinhos. E um dia que ela veio cá à aldeia falamos em viagens e eu disse-lhe que nós íamos à Bolívia e perguntei-lhe se ela não queria ir connosco. Ela ficou logo muito entusiasmada com a ideia e dias depois confirmou que também vinha. E foi assim que começamos os cinco a viajar juntos: eu, o meu marido, a Irene, a Fátima e o João (que entretanto, infelizmente, perdeu a mulher).

8. Nem sempre é fácil viajar com amigos, como sabem, e neste caso ainda por cima juntam-se a um grupo de outros aventureiros que não conhecem. O que sentem ser a maior dificuldade de viajar com amigos? E também qual a vantagem?

FC: Viajarmos os cinco é engraçado porque, na verdade, durante o ano pouco nos vemos. Vivemos em sítios diferentes, temos nossas vidas agitadas e, por isso, marcar uma viagem é o início de mais uma aventura e de novas histórias em conjunto. A partilha com outros elementos do grupo é um desafio e há pessoas que ficam para a vida…mesmo! No lançamento do livro do Luís Godinho, por exemplo, foi uma alegria. Cada um que chegava era o abraço sentido. O bom ambiente durante a viagem é de extrema importância.  

IS: Não encontro dificuldades, sinceramente. Em Portugal, cada um tem a sua vida, e, quando viajamos, partilhamos toda a experiência da viagem.Adoro conhecer novas pessoas e o nosso grupo está muito à vontade com isso.

FA: Viajar com amigos, para mim, é muito bom pois nós já estamos habituados uns aos outros, conhecemos bem a maneira de ser de cada um e lidamos bem com isso. Até agora tem corrido bem. O facto de sermos um grupinho de cinco e nos juntarmos a outras pessoas também não tem trazido qualquer desvantagem. Se as outras pessoas do grupo forem porreiras, se tiverem espírito de equipa e de aventura, e se respeitarem uns aos outros, “a coisa” funciona bem. Nós temos tido alguma sorte com os grupos em que temos viajado, só houve um que correu menos bem por causa de 2 ou 3 pessoas, mas, no final, o rescaldo é muito positivo. 

9. O que podem dizer dos vários líderes de viagem com os quais estiveram no terreno, nomeadamente João Amorim, Carina Silva, Marta Baeta, Luís Godinho e Ana Mano?

FC: O João Amorim é a minha referência na Landescape, talvez por ter feito com ele a minha primeira viagem na agência, mas todos os líderes que apanhamos garantiram o sucesso da viagem. O Luís Godinho, por exemplo, é um grande líder e ser humano excepcional. A Ana Mano, muito boa profissional, serena, transmite segurança. A Marta Baeta, experiente, embora um pouco impulsiva. A Carina, chancela da Landescape. Só tenho coisas boas a dizer.

IS: Os vossos líderes são todos muito profissionais. Adoro a Carina pelo seu espírito aventureiro, o Luís Godinho pela sua sensibilidade e simpatia, e a Ana Mano pela sua empatia com as pessoas e meiguice. 

FA: Ora bem, indo por partes. O João Amorim é um “puto” (no bom sentido da palavra) incrível, com muitos sonhos e sempre pronto a desafiar o impossível. Lembro-me dele nas montanhas coloridas lançar o drone ao ar e, quase logo de seguida, levar uma desanda do guarda, pois era proibido. Foi por um triz que não pagou uma multa (risos). Vou falar também do João Fonseca, que embora não fosse o líder principal da viagem ao Peru estava a acompanhar o Amorim. É uma pessoa muito pura e muito doida também, cheio de aventuras para contar, mas muito porreiro. Gostei de o conhecer. A Marta também se mostrou uma boa líder. É uma pessoa muito frontal e humana, diz tudo o que pensa. A Carina, por sua vez, é uma pessoa muito responsável e sempre pronta a ajudar e a resolver qualquer problema que surja. É divertida e bem disposta, muito querida. O Luís Godinho é um grande ser humano, uma pessoa muito simples, divertida e responsável. Gostei também muito dele. E por fim, a Ana Mano, que considero ser a simplicidade em pessoa. Uma grande líder, divertida, competente e aventureira.

10. Como nasceu a vossa paixão pelas viagens, lembram-se?

FC: Nós desafiamo-nos uns aos outros constantemente e tentamos coordenar férias para irmos juntos, o que por vezes não é fácil. Mas, na prática, tudo surgiu por acaso, do estilo “Vamos? Bora!”.

IS: A paixão pelas viagens surgiu com a minha lua mel à Madeira. Sempre viajei com o meu companheiro e o nosso amor pelas viagens permanece comigo até hoje.

FA: A minha paixão pelas viagens começou desde muito nova. Sempre gostei muito de passear, ia sempre  às excursões que faziam aqui na minha terra. Mas as viagens a sério começaram quando fui aos Açores, em 2008. A partir daí não parei mais. Comecei a ir uma vez por ano, agora já vou 2 ou 3 vezes, sempre que consigo.

11. E de todas as viagens que já fizeram, com a Landescape ou não, conseguem de alguma forma deixar o top 3 e porquê? 

FC: Em primeiro lugar escolho o Peru, e a visita a Machu Picchu. Por alguma coisa é uma das sete maravilhas do mundo moderno. Em segundo lugar, o Sri Lanka que considero uma espécie de África na Ásia. E em terceiro lugar, Bali por ser tão místico.

IS: Começo por destacar Cuba, especialmente pela visita a Havana que é uma viagem no tempo e na História. Segue-se a Colômbia pelas cores e pela relação com as comunidades indígenas. Termino com Bali, onde visitei vários tempos e assisti a rituais lindíssimos. 

FA: O meu top 3 de viagens está com a Landescape. Em primeiro lugar, sem dúvida, o Peru. A seguir, talvez, a Bolívia e, depois, as restantes. Ainda há muitos países que gostava de visitar: Japão, Argentina, Brasil, Namíbia, Tanzânia, Malásia, Singapura, Quirguistão, Uzbequistão, Ilhas lofoten, Noruega, Islândia, Tibete, o Butão. A lista é grande (risos).

12. E o que se segue para o futuro, que países ainda gostavam de visitar em grupo? Alguma próxima viagem na calha connosco?

FC: Sim, vamos continuar a viajar em grupo e com vocês, isso é certo. Então, a viagem ao Japão já está apalavrada, estamos só a aguardar datas. E depois disso, seguem-se Filipinas, Tanzânia…mas cuidado com as caminhadas nas viagens que a malta não vai para nova (risos).

IS: Já está decidida, será o Japão com a Ana Mano.

FA: Sim, será no próximo ano, o Japão. A Ana Mano vai fazer a prospecção este ano e vamos ver se também somos os pioneiros como fomos na Costa Rica.

13. Quem vos conhece sabe que são muito divertidos e bem-dispostos. O que consideram serem atributos fundamentais para integrar um grupo de viajantes

FC: O atributo principal, na minha opinião, é deixar o estatuto em casa, porque ali o objetivo comum é a viagem. Por isso, saber aceitar e respeitar o outro são fundamentais, porque nunca sabemos o perfil de quem vamos encontrar. Temos também que entender o registo da viagem. Não podemos esperar um hotel de cinco estrelas com mordomo para carregar as malas, por exemplo. Não é essa a experiência que a Landescape promove.

IS: Boa disposição, capacidade de comunicação, empatia, estar disposto a ajudar os outros e ter espírito de aventura.  

FA: Para integrar um grupo de viajantes temos que ter um bom espírito de equipa, saber colaborar, compreender o outro e aceitar os feitios das outras pessoas, ser divertido.

14. Quais são os objectos que não dispensam numa mochila de viagem? 

FC: O que não pode faltar é o telemóvel da Fernanda para tirar as fotos (risos).

IS: Chapéu, óculos de sol, calçado confortável e, sobretudo, muita energia. 

FA: Os objectos que não dispenso numa mochila de viagem, além das coisas básicas, é um frasco de café instantâneo, secador de cabelo, umas bolachinhas, rebuçados de café e frutos secos.

15. Qual é a melhor memória de viagem que guardam dos cinco juntos?

FC: Opá, dormirmos todos no mesmo quarto, numas camas minúsculas e um frio de rachar lá fora. Dormimos vestidos, imaginem! A casa de banho era uma pia na rua….Isto no Peru, nas montanhas de Ausangate! Só de me lembrar, desato a rir.

IS: A paisagem do Salar de Uyuni, na Bolívia.

FA: Temos muito boas memórias dos cinco, juntos, mas assim de repente não me vem nenhuma em especial à cabeça. São todas boas!

16. E de forma individual, que história ou memória têm de uma viagem nossa que de alguma forma vos tenha marcado? 

IS: Quando estava em Bali a fazer uma oração, senti uma paz diferente.

FA: Uma memória que me marcou, infelizmente de forma negativa, foi aquela situação da viagem da Bolívia e Chile em que eu e o João não pudemos seguir com o resto do grupo para o Chile, em plena pandemia, porque não nos validaram as vacinas tomadas em Portugal para a COVID. Tivemos que regressar a Lisboa um dia antes, tirar novos bilhetes. Toda a ajuda que tivemos da Landescape e dos nossos companheiros de viagem, não há palavras. Nunca me vou esquecer desse dia e desses gestos de amizade.

17. Enquanto viajantes frequentes da Landescape e, mais do que isso, amigos que queremos muito ter presente nesta caminhada da agência, gostava de vos perguntar isto. Para aqueles que nunca experimentaram viajar connosco, que mensagem deixas?

IS: Vai sem hesitar, vai ser uma boa experiência.

FA: E, por último, a mensagem que deixo para quem não conhece a Landescape e também a que transmito aos meus conhecidos é que são uma agência muito bem organizada, com muito bons líderes, programas excelentes e variados, que nos proporciona experiências muito enriquecedoras. Obrigado por tudo e até breve!

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