Landescape Talks recebem Diogo Tavares e a sua travessia em bicicleta pela Jordânia

O líder de viagens Landescape Diogo Tavares pedalou a Jordânia “dura de roer” de Norte a Sul (até um dos pneus rasgar) e vai partilhar connosco a sua experiência no dia 22 de Março, sexta-feira, pelas 21h30 no Lugar . Landescape.

Nesta conversa o líder vai transportar-te para os mais de 700 quilómetros de trilhos de terra, singletracks e estradas pouco óbvias. Das ruínas de Decápolis de Umm Qais, perto da fronteira norte com a Síria, ao sobe e desce interminável dos desfiladeiros profundos, percorrendo o planalto que se eleva acima do Vale do Jordão e, finalmente, a descida tranquila até ao deserto e às águas azuis do Mar Vermelho, em Aqaba.

Para além de ser um dos reinos com maior património histórico e cultural do Médio Oriente, a Jordânia oferece-nos a maior das suas riquezas: as pessoas gentis e curiosas. E, claro, o Knafeh.

Aldeias nómadas beduínas, ruínas milenares, desfiladeiros e wadisduros de roer” nas subidas. O que fica deste Jordan Bike Trail — que percorre toda a extensão da Jordânia, conectando mais de 700 quilómetros de trilhos de terra, singletrack e “estradas perdidas” entre vales e montanhas — são as florestas de olival e os “encontros em família” para a apanha à antiga, os chás inusitados a toda a hora com as pessoas gentis e curiosas que abrandaram a marcha de Diogo Tavares (“às tantas tive que fingir que não ouvia ou não andava“).

Junta-te a nós no dia 22 de Março, pelas 21h30, para a primeira Landescape Talks em Ovar.

A entrada é livre!

São muitas as histórias, os quilómetros e as fotografias desta aventura que começa bem perto da fronteira norte com a Síria, “sobe e desce à bruta as profundas cordilheiras que cortam o planalto que se eleva acima do vale do Jordão” e desce “nas calmas” até ao deserto do sul e as águas azuis do mar Vermelho, até à ocidentalizada cidade portuária de Aqaba, deixando para trás marcos como Karak, Madaba, Dana, “as maravilhas” de Petra e, claro, a “arte de bem boiar” no mar Morto. Ponto mais alto da viagem: 1699 metros.

1 Comentário

  1. Nuno Castanheira 21 Março 2024 (13:24)

    Olá boa tarde, sou de Lisboa e não dá muito jeito ir para esses lados.
    Que tal uma transmissão via YouTube ou outra plataforma?
    Fica a ideia que já tinha transmitido diretamente á Carina.

    Responder a Nuno Castanheira

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