Ana Mano publica artigo dedicado ao Monte de Moisés, no Egito

É na recente edição deste mês de Maio da revista Volta ao Mundo que a Ana Mano, líder de viagens da Landescape a destinos como a Colômbia, Japão e Costa Rica, assina um artigo de 10 páginas dedicado ao Monte de Moisés, no Egito, local de peregrinação anual para milhares de devotos e um dos pontos de visita obrigatória no itinerário de 16 dias que organizamos ao país dos faraós e que hoje está entregue ao líder Miguel Judas. No mesmo artigo, fala-nos também da caótica cidade do Cairo e de como, mesmo no barulho das luzes de uma capital como esta, famosa pelas Pirâmides de Gizé, é possível encontrar a hospitalidade de um lar egípcio.

“Ergo o olhar, iluminando o trilho pedregoso com o frontal que levo à cabeça. Finalmente o último marco: faltam 750 degraus e para trás estão 4,2 quilómetros de caminho ascendente. Questiono-me novamente sobre o que o terá levado até esta cimeira, este fim de mundo que, recuando três milénios na história da humanidade, certamente não estaria arquitetado com estas desconcertadas escadas. Um verdadeiro prodígio. Terá sido a fé, unicamente a fé? E porquê neste lugar austero e infértil? É que não há cá nada. Rodeiam-me pedras de todas as formas, das pequenas às gigantes. Rochas empilhadas pela natureza em montanhas de granito. Completamente áridas, num ar que carece de humidade. Castanhos, tons crus e secos, que a esta hora nem se notam, tal escuridão. E é tudo, podia terminar aqui. Mas de súbito recordo-o. Desligo a lanterna para maior clareza, fito-o e deixo escapar um uau involuntário perante aquele manto de estrelas. À lua nem a vejo por agora, e ainda bem, para que não roube o protagonismo aos astros que pintam o céu. De repente a subida aligeirou-se e a coragem para continuar regressou. Falta pouco!”

“Será possível dormir-se bem num Cairo de ruídos constantes que nem as janelas duplas do hotel conseguem abafar? Foi o meu primeiro pensamento ao esticar a mão para desligar o alarme e pegar no telemóvel. O alerta permanente de um líder de viagens leva-me a espreitá- lo logo e a verificar que não há novidades. Ótimo! Num instante me preparei para me juntar ao grupo lá em cima. “Pequeno-almoço às 7h30m” – disse-lhes na noite anterior. Subi o último degrau para o terraço e sustive de imediato a respiração para não verbalizar um “Uaaau!”. Ainda antes de identificar caras conhecidas, seria inevitável que os olhos não caíssem nos três pináculos de mais de 4 mil anos que emolduram a melhor vista de Guiza e que, mesmo após sete voltas ao Egito, ainda me continuam a arrebatar.”

Lê o artigo completo na edição de Maio da revista Volta ao Mundo, já nas bancas. E se ficaste com vontade de saber mais sobre esta viagem consulta o nosso itinerário completo. Ainda temos vagas na próxima edição de 7 a 22 de Novembro de 2026.

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