Mapa Meu - Travel Experiences Lda
+351 917 434 117

Sri Lanka, mar de especiarias

Detalhes da Viagem

  • Sri Lanka
  • Cultural, Trekking
  • 8 Nov, 2020 - 21 Nov, 2020
  • 14 dias / 13 noites
  • NOVEMBRO | 1130€ / pessoa
  • 10
  • 16
Google+LinkedIn

Destaques

Sobe a uma rocha fortaleza que a UNESCO elevou a Património da Humanidade!

Descobre as ruínas do complexo de Polonnaruwa, a antiga capital do Império Chola!

Deslumbra-te com um dos trajectos de comboio mais míticos do mundo, por entre campos de chá!

Perde-te pelo antigo Porto de Galle e descobre uma tentadora cidade colonial!

Caminha pelos carris dos comboios e descobre paisagens que te atiram sobre o abismo!

A Experiência

Camões eternizou-a na mais conhecida estrofe dos Lusíadas: “As armas e os barões assinalados / Que da ocidental praia Lusitana / Por mares nunca de antes navegados / Passaram ainda além da Taprobana / Em perigos e guerras esforçados / Mais do que prometia a força humana / E entre gente remota edificaram / Novo Reino, que tanto sublimaram”

A antiga Taprobana, dos verdes imensos dos inúmeros parques naturais, dos elefantes que passeiam livremente por entre as aldeias, dos picos de onde observamos tudo de cima – alguns deles com fortalezas milenares – ao azul turquesa do oceano Índico, o Sri Lanka pode parecer uma pequena ilha que se separou há milhões de anos do subcontinente indiano, mas que trouxe com ela toda a beleza e contrastes que a natureza é capaz. Centro de uma diversidade religiosa invejável, o país conseguiu ultrapassar a guerra civil que o massacrou durante décadas. Um mar de especiarias e chá que fez com que portugueses, holandeses e ingleses travassem duras lutas pelo seu domínio, é hoje um dos maiores segredos da Ásia.

Itinerário

1
Dia 1 | Origem - Negombo
Este dia está reservado à viagem até ao Sri Lanka. O aeroporto situa-se na cidade de Negombo. Não há qualquer actividade planeada para este dia, sendo que dependendo da hora de chegada e se chegares neste mesmo dia, um transfer levar-te-á até ao alojamento e a partir daí, terás o resto do dia livre.

Combinaremos depois uma hora para nos reunirmos.
Hotel
2
Dia 2 | Negombo - Sirigyia
Hoje a manhã será dedicada a uma curta visita ao centro da cidade de Negombo. O nome da cidade vem da interpretação pelos portugueses do seu nome original – Neerkolombu – em Tamil, os autóctones desta área. Chegados à ilha em 1505, os portugueses construíram um forte em Negombo, controlando o comércio de canela e convertendo a maioria da sua população ao cristianismo, estes que eram hindus e budistas. Por essa mesma razão, a cidade é conhecida como Pequena Roma, pois dois terços da sua população é cristã. O que resta hoje é quase nada, sendo que uma das ruas ainda contém algumas construções, mas somente da época holandesa e inglesa e o canal que atravessa a cidade é, ainda hoje, um meio de comunicação. O nosso foco, nesta manhã, vai para o mercado do peixe e para a Igreja de Santa Maria.

Depois disso, voltamos ao hotel e apanhamos um transporte para norte, para o verde que circunda alguns parques nacionais, em direcção a Sirigyia, onde chegamos ao fim da tarde.
Hotel
3
Dia 3 | Sirigyia
Este é um dia dedicado inteiramente à pequena povoação de Sirigyia. Acordamos ainda de madrugada para subir – de lanternas na mão – o Pidurangala, uma montanha 1 metro mais baixa que a afamada Lion’s Rock e de onde, no topo, teremos uma visão de toda a paisagem que rodeia a fortaleza sagrada. Uma caminhada de uma hora, degraus acima, que nos fará sentir no céu à chegada. Toda a envolvência é, simplesmente, magnífica. Descemos e retomamos ao hotel onde tomamos o nosso pequeno-almoço.

Ao fim da manhã, apanhamos um autocarro local e viajamos até Dambulla, onde visitamos o maior e o mais bem preservado complexo de templos dentro de grutas no país, que a UNESCO classificou como Património Mundial da Humanidade. São dezenas as grutas existentes na área que circunda o local que vamos ter o privilégio de visitar, sendo que somente 5 delas estão acessíveis ao público. Dentro destas, imagens de Buda, representadas com pinturas ou esculturas, relacionadas com a sua vida. Para lá chegarmos, teremos de subir uma longa escadaria, pois claro.

Ao fim da tarde regressamos a Sirigyia e o resto do dia é livre.
Hotel
4
Dia 4 | Sirigyia - Polonnaruwa
O nosso dia começa…de madrugada, uma vez mais. Demoramos cerca de hora e meia a subir os degraus que nos levam ao topo de Lion’s Rock, a fortaleza mandada construir sobre um impressionante maciço de origem vulcânica pelo rei Kashyapa I, no século V. A fortaleza tem a forma de um leão prostrado e seria pela sua boca que a entrada era feita. Parte das imensas patas do leão são ainda hoje visíveis e para os que observem a impressionante rocha de longe, conseguem imaginar o animal por completo. Sigiriya reúne ainda um grande complexo de jardins geométricos, piscinas, fontes e edifícios. Do seu alto, assim como no dia anterior de Pidurangala, consegue ter-se a noção da grandiosidade da cidade na altura da sua fundação, com todas as suas construções defensivas, áreas agrícolas e recintos para acumulação de água.

Demoramos agora uma hora a descer os 370 metros da fortaleza incluída pela UNESCO na sua longa lista e já no hotel, tomamos um bom pequeno-almoço.
Ao fim da manhã, partimos para Polonnaruwa, 60 quilómetros a este. Depois do checkin, o resto do dia é por tua conta.
Hotel
5
Dia 5 | Polonnaruwa - Kandy
Levantamo-nos bem cedo para visitar o complexo da antiga capital da dinastia Chola, iniciada por Raja Raja Chola I após a conquista e destruição de Anuradhapura no século X. Inicialmente uma cidade hindu, foi já no século XI que, depois da derrota contra o exército de Vijayabahu I, a cidade se dedicou à filosofia budista. Todas as antigas ruínas desta antiga civilização estão em muito bom estado de conservação e a melhor forma de as percorrer é de bicicleta, já que todas estão a curta distância umas das outras e devidamente assinaladas. São mais de 1000 anos de história ao nosso redor! São mosteiros, templos hindus, esculturas de Buda, piscinas para retenção de água, jardins, banhos públicos, palácios, num impressionante e gigante complexo que faz parte da lista da UNESCO.

É já depois da hora de almoço que saímos deste imenso monumento a céu aberto e regressamos ao centro da cidade para almoçarmos. Partimos depois para Kandy, que no mapa parece mesmo ao lado, mas que fica a umas boas horas de transporte. Chegaremos ao fim do dia. O cansaço acumulado nestes 3 últimos dias começa a notar-se e vai saber bem descansar.
Hotel
6
Dia 6 | Kandy
Kandy é a segunda maior cidade do país e conhecida por uma cultura muito própria, sendo que o que traz mais pessoas a este local, é o Sri Dalada Maligawa, conhecido por todos como o Templo da Relíquia do Dente Sagrado. Neste local e depois de ter passado por várias outras cidades ao longo de centenas de anos, repousa agora aquele que se acredita ser um dos dentes caninos do próprio Buda, guardado num pequeno cofre de ouro e por isso motivo de visita de milhares de curiosos, mas sobretudo peregrinos, que enchem o mosteiro de cor, de cheiro das flores que servem de oferendas e de rituais religiosos. É a um desses rituais que vamos ter a oportunidade de assistir logo pela manhã. Vamos, após o ritual, vaguear pelo templo e logo a seguir, dar uma volta pelo centro histórico da cidade, em busca dos edifícios coloniais que se concentram no coração da antiga cidade.
Ao fim da tarde, vamos assistir um espectáculo de danças e rituais tradicionais desta zona do país. Um evento muito massificado pelo turismo, mas nem por isso menos interessante e etapa obrigatória nesta cidade.

À noite, um restaurante é escolhido por nós e o descanso merecido vem logo de seguida.
7
Dia 7 | Kandy - Ella
Bem pela manhã partimos naquele que é considerado um dos trechos de comboio mais épicos do mundo, que nos levará até Ella. Serão umas longas 7 horas de caminho, mas será porventura uma das viagens mais fotografadas desta tua aventura. O comboio azul, como é conhecido, desbrava o terreno por entre plantações de chá e o seu transporte foi o seu propósito aquando da sua construção. Mais tarde, já na segunda metade do século, com a explosão demográfica, começou a ser utilizado sobretudo por pessoas e é neste momento o postal do Sri Lanka. Não será raro vermos turistas e locais arriscando a gravidade, pendurados do lado de fora do comboio, experimentando as mais diversas poses, para as quais, trazem até vestimenta apropriada.

Chegamos a Ella, uma cidade esquecida que, de um momento para o outro, teve um boom de turismo e parece-nos hoje uma espécie de Ocidente nesta pequena ilha do Índico. Depois de deixarmos a bagagem no nosso alojamento, caminhamos para duas das mais atrações da cidade: a Ponte dos Nove Arcos e logo de seguida, o Pequeno Pico de Adão, de onde vamos ver o pôr-do-sol.

Na descida para a cidade, caminhamos por entre campos de chá, que se prolongam até onde a nossa vista alcança. Jantamos e deixamo-nos levar pela conversa.
Hotel
8
Dia 8 | Ella
Neste segundo dia em Ella, temos uma caminhada que nos vai tirar o fôlego, mas que nos vai permitir apreciar uma das paisagens mais bonitas da viagem. Começamos por entrar na pequena estação de comboios e contrariando os sinais de proibição, metemo-nos a caminho pelos carris, assim como fazem os locais, em direcção a Ella’s Rock, um penhasco que nos proporciona uma visão sobre o abismo. A caminhada, garanto-te, é das mais bonitas que vais fazer na tua vida. Esta jornada vai tomar-nos pelo menos duas horas para subir e mais duas horas para descer. Pelo caminho, uma cascata, onde nos podemos refrescar.

Regressados a Ella, a tarde é por tua conta. Almoçamos e desfruta do tempo para um livro, caminhares ou apanhares um transporte até uma das cascatas mais conhecidas da região – Ravana, onde te podes banhar se o clima o permitir – ou simplesmente senta-te num dos muitos cafés e aproveita e troca ideias com outros viajantes.
Hotel
9
Dia 9 | Ella - Tissa
Pela manhã partimos para uma pequena povoação a sul do país, que cresceu em volta de um lago. A viagem levar-nos-á a manhã inteira a fazer e à tarde, entraremos selva adentro para um safari, que nos dará a oportunidade de ver alguns dos animais selvagens que povoam o Sri Lanka, no seu habitat natural. O Parque Nacional Lunugamvehera é um dos menos turísticos do país e por isso a nossa escolha, fugindo assim ao Yala, o parque vizinho, com melhores acessos, mas também com muito mais gente.

Ao início da noite voltamos a Tissa, onde pernoitamos.
Guesthouse
10
Dia 10 | Tissa - Ahangama
Partimos cedo para a costa do país. É aqui, na costa sul, que a maior parte dos viajantes vem para praticar surf, devido às boas condições do mar. Mas não é só de ondas que é feita esta costa, mas de retiros de Ioga, de comida cingalesa e internacional, de peixe, marisco, extensos lençóis de areia e um mar com água quente.

Escolhemos uma das praias menos procuradas, onde poderemos recuperar dos últimos dias. Tudo o que queremos neste momento é dar um mergulho!
Hotel
11
Dia 11 | Ahangama
Pela manhã e depois do pequeno-almoço e, quem sabe, de um mergulho rápido, apanhamos uns tuk tuks e vamos percorrer meia dúzia de quiómetros até uma das plantações de chá mais originais do país, pois só produzem chá branco. Faremos uma visita pela quinta, onde nos explicarão todo o processo da planta até chegar à nossa mesa e depois de uma degustação, poderemos até fazer algumas compras.

Regressamos depois a Ahangama e o dia é todo teu. Podes optar por várias coisas, entre elas o surf ou, se nunca praticaste, fazer uma aula; fazer mergulho, alugar uma scooter e descobrir outras praias em volta ou simplesmente, apanhar sol, estendido na areia.

Ao fim do dia encontramo-nos para jantar.
Hotel
12
Dia 12 | Ahangama - Galle
Hoje partimos para Galle, o local onde os portugueses desembarcaram em 1505 e construíram um pequeno forte para defesa do porto. Mais tarde, derrotados pelos holandeses, partiram para norte, para Colombo e foi nessa altura que os holandeses decidiram ampliar o forte português e rodear a antiga cidade por muralhas. Dentro das muralhas, construíram uma cidade inteira, que a UNESCO classificou como Património Mundial da Humanidade.

Demoramos menos de uma hora para chegar a Galle e depois de deixarmos a bagagem no alojamento, vamos explorar a pé a cidade antiga. Galle é, possivelmente, a cidade mais bonita do país, com todas as suas casas coloniais, hospitais, mesquitas, igrejas. É um deslumbre para os olhos e para a carteira, pois aqui encontrarás as lojas mais alternativas, com mais qualidade e mais tentadoras de toda a viagem. Vamos passar o resto do dia a explorar, rua a rua, este pequeno centro histórico.

No final do dia, o pôr-do-sol, sentados nas muralhas do forte.
Hotel
13
Dia 13 | Galle - Colombo
Pela manhã, partimos para a gigante capital do país, a uma hora de Galle. Colombo tem mais de 5 milhões de habitantes e não sendo uma cidade com muito para se ver a nível histórico, é um chamar de novo à realidade, à confusão, à urbe verdadeira, como nós a conhecemos.

Vamos explorar calmamente aquele que é talvez o templo mais bizarro do Sri Lanka, o Gangarama e percorrer depois o antigo centro histórico, onde podemos encontrar algumas construções coloniais, entre elas, o antigo Hospital Holandês, hoje transformado numa espécie de espaço alternativo com restaurantes e lojas, com um ambiente nocturno muito mais jovem. É ali a poucas centenas de metros que fica a marginal, conhecida como Galle Face e de onde, ao final do dia, turista e locais se cruzam em busca do melhor pôr-do-sol, mas também de comida de rua servida em pequenos estabelecimentos espalhados ao longo da marginal. Para jantar, podemos escolher entre a street food e um restaurante mais in, para acabar em bem a viagem!
Hotel
14
Dia 14 | Colombo - Origem
Dependendo da hora do teu voo, um trasfer levar-te-á ao aeroporto. Se o teu voo for só de tarde, aproveita ainda a manhã para uma última volta pela capital.

Resta-me agradecer a tua confiança e desejar-te boa viagem.

Obrigado!

O que está incluído?

  • 13 Noites de alojamento em hotel ou guesthouse
  • Todos os pequenos-almoços
  • Entradas e actividades seguintes:
  • . Safari no Parque Nacional Lunugamvehera
  • . Templo Gangarama em Colombo
  • . Música/Dança tradicional em Kandy
  • Acompanhamento do líder da Landescape
  • Todos os transportes dentro do período da experiência (excepto de cariz pessoal)

O que não está incluído?

  • Voos internacionais (a partir de 700€) - Recomendamos a Geostar
  • Todas as actividades não incluídas:
  • . Complexo de Sigiriya (30$)
  • . Pidurandula (3$)
  • . Ruínas de Polonnaruwa (25$)
  • . Templo de Dambulla (10$)
  • . Relíquia do Dente Sagrado (10$)
  • Alimentação não especificada (+- 20€ dia)
  • Despesas pessoais
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Seguro pessoal (Obrigatório) - Recomendamos IATI SEGUROS

Landescape EXPLORAÇÃO - Viagem 8 - 21 Novembro 2020

As viagens Landescape Exploração são uma nova vertente nas propostas da Landescape que visa a descoberta de um novo destino, juntamente com um líder da Landescape e que, futuramente, será lançado ao público em geral. Estas, como o nome diz, são viagens feitas para explorar um destino pela primeira vez, tendo já o líder estado no local ou não, sendo que o percurso, assim como todos os tempos de deslocação e visitas/actividades propostas, são planeados à distância. Convém chamar a atenção para a possibilidade de o percurso poder sofrer alterações, assim como a sequência das visitas e/ou dias. Não é regra de que tudo esteja marcado nestas viagens (alojamentos, visitas, tours, etc.), embora a Landescape parta sempre com uma margem de controlo muito grande, que possibilita que tudo o que está ao nosso alcance, corre bem. Tentamos que todos os valores excluídos no preço da viagem, estejam dentro daquilo que calculámos, embora possam existir contratempos que exijam que os viajantes despendam valores adicionais. São viagens que apresentam um valor de venda mais baixo do que aquele que será posteriormente colocado ao público.

Marcação

InícioFimEstadoPreço
Data Domingo 8 Nov, 2020 Sábado 21 Nov, 2020 Vagas 2 Preço NOVEMBRO | 1130€ Agendar
Data Sábado 20 Fev, 2021 Sábado 6 Mar, 2021 Vagas 9 Preço FEVEREIRO | 1160€ Agendar

O Líder

Rafael Polónia

Curioso, observador, bem disposto e sempre pronto para novas aventuras, os destinos que lidero surgem-me quando me apaixono por um país.
Mais informação sobre o líder