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VIAGEM GUATEMALA – O melhor da América Central

Detalhes da Viagem

  • Belize / Guatemala
  • Aventura / Cultural
  • 14 dias / 13 noites
  • 1370€ / pessoa
  • 4 - 12 pessoas
  • + 12 anos
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Viagem à Guatemala, a eterna Primavera

Nesta viagem pela Guatemala, vamos deixar que a natureza e a história se fundam numa só palavra! Prepara-te para mergulhar num dos países mais fascinantes da América Central, repleto de cor e tradições, que impressiona pelas suas paisagens compostas por montanhas e vulcões, e pela sua incrível oferta de locais arqueológicos, mas também pela simpatia contagiante dos guatemaltecos. E, se depois desta aventura quiseres aproveitar para relaxar, na tranquilidade de um cenário idílico, considera a nossa extensão e adiciona uns dias de férias no Belize. Nada como uma viagem às Caraíbas, com águas cristalinas e quentes, para descansar um pouco e recarregar energias antes de regressar a casa.

Este país da América Central, não sendo muito grande, merece ser visitado com calma até porque não lhe faltam pontos de interesse. Nesta viagem de aventura à Guatemala começamos por visitar Antigua, a antiga capital do Império espanhol, assim como as minorias étnicas do Lago Atitlán e o famoso mercado de Chichicastenango. Logo depois, descobrimos a magia do vulcão Acatenango que iremos subir calmamente até chegar ao seu cume, de onde iremos testemunhar as explosões constantes do vulcão Fuego, mesmo à nossa frente. A viagem não fica completa sem mergulharmos nas lagoas de Semuc Champey, de um verde indescritível e que ficam em plena selva, e sem a visita às ruínas Maia de Tikal, um impressionante complexo arquitetónico que alberga o legado da civilização pré-colombiana, antes dona destas terras. 

O que iremos visitar na Guatemala

  • O centro histórico de Antigua
  • Panajachel, nas margens do Lago Atitlán
  • Mercado tradicional de Chichicastenango
  • Subida ao vulcão Acatenango
  • Trekking até Semuc Champey
  • Praça Central e a catedral de Flores
  • Visita às ruínas Maia de Tikal

Itinerário

1
Dia 1 | Origem – Cidade da Guatemala – Antigua
O primeiro dia é reservado à tua viagem de chegada à Guatemala. Bem-vindo!

À chegada ao aeroporto, quarenta quilómetros te separam do local onde vais pernoitar, em La Antigua Guatemala. Não há actividades programadas para este dia pelo que podes aclimatar-te suavemente pelas ruas de paralelepípedos e fachadas coloridas, de uma das jóias coloniais melhor preservadas da América Latina. Tens encontro marcado comigo e com o restante grupo à hora de jantar.
Hotel
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Dia 2 | Antigua – Lago Atitlán
Bem cedo, vamos para a estrada. Prepara-te que esta vai ser uma das experiências mais inesquecíveis desta viagem e da tua vida! Vais dar muitas gargalhadas, mas também vais exigir da tua paciência, acima de tudo. Os trajetos são longos na Guatemala, e caricatos. As horas em transportes vão compensar-te com paisagens lindíssimas e aos poucos vais começar a absorver a essência de que esta aventura se trata. Vamos para Panajachel, nas margens do Lago Atitlán.

Com uma profundidade máxima de 340 metros e uma superfície de 130km quadrados, numa bacia de origem vulcânica, preenchendo uma caldeira formada por uma erupção de há 84.000 anos atrás, Atitlán é conhecido como um dos lagos mais bonitos do mundo. Se é ou não é, és tu quem vai decidir, enquanto esperas a lancha. Ela vai levar-nos até à morada idílica com vista para o lago e vulcões, e vamos começar a ter o primeiro contacto com a etnia Kaqchikel Maia. Neste momento vai estar tudo a parecer um sonho. Relaxa, estás bem acordado e vais ter tempo de o registar em fotografias e dar uns mergulhos nestas águas encantadas.
Alojamento local
3
Dia 3 | Lago Atitlán
Pela fresquinha, e em estado boquiaberto com a paisagem inacreditável em que nos encontramos, viajamos de barco, em lancha pública, para irmos conhecer algumas das aldeias do lago.

Um mercado tradicional, tecedeiras Maias e tinturarias naturais, cacau e algumas surpresas depois, nem vais acreditar na quantidade de coisas que se consegue absorver num só dia. Privar com estas gentes humildes e lutadoras, aprender sobre os produtos locais e envolver-nos no estilo de vida ancestral, vai abrir as hostes para a transformação que nos espera nesta viagem. A última aldeia é San Marcos, provavelmente a capital das terapias alternativas do mundo. Sugiro que jantemos por aqui.
Alojamento local
4
Dia 4 | Lago Atitlan - Antigua
Acorda para ver o sol nascer e aproveita o fresco da manhã para fazeres uma aula de Yoga ou stand up paddle no lago (opções extra), com os vulcões como cenário de fundo.

A meio da manhã regressamos de barco a Panajachel e despedimo-nos desta paisagem idílica. O destino, novamente por terra, é Antigua, onde nos conhecemos, desta vez para explorarmos juntos os segredos que esta carismática cidade oferece. Antigua Guatemala foi fundada no século XVI e foi, durante mais de 200 anos, a sede do Governo do Império Espanhol da Colónia da Guatemala, região que incluía quase toda a América Central e parte do México. Esta riquíssima cidade colonial foi, na verdade, a segunda capital do país, que acabou por ser novamente movida para a actual Cidade da Guatemala, por razões idênticas de ambas as vezes.

Vais aprender tudo isto ao percorrer a pé este vale florido entre três vulcões, Água, Fuego e Acatenango. Antigua é Património Mundial pela Unesco desde 1979 e tem um charme incomparável, com os seus pátios, ruínas românticas e mansões coloniais. Vais-te perder de amores.
Hotel
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Dia 5 e 6 | Antígua - Subida ao Vulcão Acatenango
Depois de um bom pequeno-almoço, partimos para o mais importante desafio desta viagem: a subida ao vulcão Acatenango onde, à chegada ao topo, vamos pernoitar. De lá, podemos desfrutar de uma vista incrível sobre o vulcão Fuego, um dos vulcões mais activos do continente americano.

A subida é desafiante, levando por vezes seis horas de caminhada, num desafio para pores à prova as tuas capacidades físicas, e sobretudo mentais. Existe sempre a possibilidade de subires a cavalo (opção extra), acompanhado por um dos homens da aldeia de onde partimos. Durante a noite e já depois de montadas as tendas, teremos talvez a sorte de bebericar um chocolate quente e marshmallows, enquanto observamos o Fuego e as suas constantes explosões e, quanto a isto, de facto não há mesmo nada que possa ser dito que te faça perceber quão mágica é esta experiência.

Neste dia, acordamos bem cedo para ver o nascer do sol e descer o vulcão, fazendo todo o caminho inverso a pé. Esta não é uma tarefa de subestimar, mas é bem mais fácil do que a do dia anterior e muito menos demorada. Depois desta etapa na nossa aventura, o que te vai saber melhor é regressar ao teu quarto do hotel, tomar um bom banho e estender as pernas, e é isso que vamos fazer.

O resto do dia é teu. Podes explorar a cidade por tua conta ou aproveitar a nossa sugestão de ir conhecer uma plantação de café (opção extra) e beber, provavelmente, o melhor café da tua vida, torrado no momento, em fogo de lenha pelas mãos de uma mulher Maia em sua casa. Haja energia, que vale muito a pena.

Nota: Se sentes que a aventura no Acatenango não é para ti, podemos conversar previamente e preparar para ti a subida ao vulcão Pacaya com guia local na manhã do dia 5, bem mais acessível, com regresso a Antigua cerca das 15h00 para explorares a cidade à tarde por tua conta. Passas a noite no hotel, e reencontras o grupo na manha seguinte (opção extra).
Tenda e Hotel
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Dia 7 | Antigua – Semuc Champey
Com as energias renovadas depois de uma noite muito bem dormida, saímos de manhã para um dos destinos mais paradisíacos deste país. Semuc Champey é um enclave natural localizado no município de Lankin, no rio Cahabón e a viagem para lá chegar é aquilo a que se chama uma verdadeira aventura! Das quase nove horas de transporte que te esperam, duas ou três horas são passadas em estradas de terra. Se vale a pena passar por todo este esforço? Tu o dirás. Para além das lagoas de um verde celeste, esta é uma zona habitada por uma população indígena rural muito ligada às suas raízes Maias, e isso é visível em muitos pormenores facilmente observáveis.

O dia-a-dia revela-se à frente dos nossos olhos em rituais tão simples como os banhos matinais, as construções humildes e a simpatia e interesse dos habitantes em conhecer os turistas que ali chegam.
Hostel
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Dia 8 | Semuc Champey
Semuc Champey é uma ponte de pedra natural com aproximadamente 500 metros de comprimento com o rio Cahabón a circular no subsolo, no que é conhecido como siguán. Na parte superior formaram-se uma grande variedade de piscinas naturais, de 1 a 3 metros de profundidade, alimentadas pelas nascentes das montanhas. Essas piscinas estão localizadas num pequeno desfiladeiro formado por rochas sedimentares e calcário, típicas das terras altas do vale Polochic e vão convidar-te, com toda a certeza, a muitos mergulhos.

Existem ainda pequenos trekkings que podes fazer sozinho ou em grupo e ainda fazer um river tubbing no rio Cahabón (opção extra).
Hostel
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Dia 9 | Semuch Champey – Rio Dulce, Izabal
Vamos para a região de Izabal, onde está o maior lago da Guatemala, com o mesmo nome, que se conecta ao Golfo das Honduras e mar do Caribe por um desfiladeiro selvagem.

Ao longo do caminho, a paisagem muda de florestas tropicais secas para temperadas, até chegarmos a umas das regiões mais selvagens e exóticas da Guatemala, e o nosso pouso será no incrível Rio Dulce, que desagua no lago Izabal.

A cidade onde chegamos, de nome Fronteras, é uma confusão deliciosa, e basta afastar-nos uns metros da caótica estrada principal, para percebermos que este lugar tem muito para oferecer. Há um mercado acessível por terra e água, muitos barcos, a maioria movida a motores, mas muitos chegam ao mercado remando à mão. O forte Castillo de San Felipe de Lara, construído para impedir que os piratas vindos do Caribe (sim, os piratas das caraíbas) entrassem no lago é a construção mais interessante e há alguns navios afundados antigos nas proximidades. A zona é o lar de várias espécies, incluindo o peixe-boi, a onça-pintada, o macaco-aranha, tucanos e o macaco bugio, e é um local popular para a observação de aves.

Depois de alojados, é possível alugar um caiaque e visitar povoamentos ou pequenas quedas de água próximas, caminhar na selva, nadar no rio ou simplesmente relaxar numa rede.
Hotel
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Dia 10 | Rio Dulce – Livingston – Rio Dulce
Começamos o dia cedo, de barco, pelas águas do rio Dulce abaixo, em direção ao Caribe. No curto trajeto, de cerca de 1 hora, passamos por um desfiladeiro cercado de selva densa, e com o som de animais selvagens como banda sonora, avistamos todo o tipo de pássaros e pequenas aldeias espalhadas ao longo da costa.

O nosso destino é Livignston, a cidade mais peculiar da Guatemala, berço da cultura Garifuna. A ascendência da maioria dos 18 000 habitantes de Livingston pode ser rastreada até escravos africanos naufragados na ilha de São Vicente, no século XVII, que originou uma população mista, de caribenhos africanos e indígenas. A cultura Garifuna é uma mistura única de idioma, religião, comida, música e costumes não replicados em nenhum lugar do mundo, e um pequeno passeio pelas ruas é como chegar a outro país. A cidade é pequena, por isso é fácil passear, visitar pequenos mercados, tirar fotos das casas coloridas ou simplesmente apreciar a brisa do Caribe. Depois de um almoço de algo bem típico, regressamos ao nosso refúgio no rio doce, de barco, pois não há estradas por aqui.
Hotel
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Dia 11 | Rio Dulce – El Remate, Petén
Deixamos mais um paraíso na terra, em direção à região de Petén, mais a norte da Guatemala. E estamos em mais uma estrada que deve ser encarada como uma aventura, com paisagens interessantes e sobretudo situações, como já estás habituado, nesta fase.

O nosso destino final, um recanto que parece tirado de um filme, é o pequeno povoado de El Remate, nas margens do lago PeténItza. Estamos em terra de Itzás, a estirpe Maia mais resistente e guerreira, e as selvas e águas aqui à volta guardam muitos segredos ainda escondidos, tanto de arqueólogos como de astrónomos. É, mesmo, outro mundo, e rapidamente vais perceber e entrar na vibra mágica do que nos espera neste lugar de deuses, reis e magos.

O pôr do sol neste lago será, provavelmente, o melhor de toda a viagem.
Hotel
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Dia 12 | Tikal, Petén
Tens toda a manhã para nadar no lago, passear a cavalo, ou simplesmente recuperar da folia dos últimos dias numa cama de rede. Almoçamos cedo, e de seguida partimos para o Parque Nacional de Tikal. Estamos à entrada do parque, praticamente, e durante a noite até podes ouvir os macacos uivadores (alouatta palliata) por isso o nosso trajecto é curto.

Tikal foi a maior das cidades Maias e, sendo uma das menos visitadas, é, sem dúvida alguma, a mais impressionante. A Unesco incluiu-a na lista de Património Mundial da Humanidade em 1979, de tão valiosa que é. Com um guia local da etnia Itzá vamos explorar a colecção de templos, palácios residenciais, túmulos, altares e estelas que se exibem gloriosamente diante dos nossos olhos incrédulos, e ouvir histórias e lendas sobre este povo impensável. A cidade, ou centro cerimonial Maia, é colossal e gigantesca, apenas com uma pequena percentagem escavada da selva que a engole. A certa altura ficamos praticamente sozinhos para ver o pôr do sol e a noite chegar, enquanto em nobre silêncio ficamos a ouvir os sons da selva mudarem.

Jantamos tarde, já no hotel, ainda incapazes de encapsular um dia que ficará na memória.
Hotel
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Dia 13 | El Remate, Petén
Hoje o dia é inteiramente livre. Se Tikal se impregnou em ti, o que é muito possível, sugerimos uma visita aos sítios arqueológicos de Yaxhá e Topoxté com guia (opção extra).

Podes também fazer um passeio a cavalo até à lagoa salgada, numa aventura pela selva centro-americana. Ou apanhar um colectivo e ir até Flores, que fica a sensivelmente 40 minutos de caminho.

Flores, a pequena ilha no meio do lago, capital da região de Petén, pode ser a preferida dos turistas pela animação, mas nada comparada com o nosso pedacinho do céu de El Remate. É um povoado muito bonito, onde os transportes são dispensáveis para deslocações. Tudo a pé.

Para adicionar glamour, sugerimos-te jantar num pequeno e sofisticado restaurante junto ao lago, digno de estrelas Michelin, com o dono/chef super anfitrião, que é bem capaz de se sentar à tua mesa. Desfruta e regressa a El Remate, para o descanso merecido.
Hotel
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Dia 14 | Flores – Origem
Hoje é o dia de regressar a casa. Conforme a hora do teu voo, um transfer levar-te-á ao aeroporto de Flores. É hora de nos despedirmos e de te deixar uma palavra de agradecimento.

Obrigado por embarcares nesta aventura.

Estou certa que foi uma viagem inesquecível!

O que está incluído?

  • Alojamento | 11 Noites em hotéis (quartos twin e/ou dormitório de 3 ou 4 camas) + 2 noites em tendas
  • Refeições | Todos os pequenos-almoços + 1 almoço + 1 jantar
  • Tour em Antigua (em inglês ou espanhol)
  • Complexo histórico de Tikal
  • Trekking ao vulcão Acatenango
  • Guia de montanha na subida ao vulcão Acatenango (em inglês)
  • Entrada nas Lagoas de Semuc Champey
  • Visita às grutas em Semuc Champey
  • Mapa em relevo na cidade da Guatemala
  • Acompanhamento do líder da Landescape
  • Todos os transportes no país em van privada e/ou autocarro público (exceto de carácter pessoal)
  • Seguro Pessoal Básico de Viagem

O que não está incluído?

  • Voos internacionais | Recomendamos a Geostar (desde 650€)
  • Atividades indicadas como Opção Extra
  • Transporte interno Flores - Cidade da Guatemala (normalmente avião)
  • Alimentação não especificada
  • Despesas pessoais
  • Seguro pessoal de viagem | Obrigatório
  • Transfers de/para o aeroporto da cidade da Guatemala

Testemunhos

Uma das melhores viagens que já fiz...considerando o país, as experiências, líder e grupo.
Paula L.
Superou as minhas expectativas. Muita maturidade, sensatez, partilha de experiências. Parabéns!
Regina F.

Perguntas Frequentes

O roteiro da viagem
A Guatemala é o país da Eterna Primavera! As pessoas são simpáticas, curiosas e amistosas. E é provavelmente disto que mais te vais lembrar no final! Não é um país muito turístico e portanto ainda apresenta infraestruturas rodoviárias muito básicas e as condições de higiene em espaços públicos nem sempre são as desejáveis. O Belize é bem diferente da Guatemala. Vais notar que são dois mundos diferentes. De uma cultura maioritariamente indígena, vamos mudar para uma mistura cultural intensa e enorme! É um país muito mais caro e onde o turismo está muito mais virado para a população americana. A tentativa foi a de encontrar um equilíbrio entre os dois países. Go slow é o lema! Não somos aquele tipo de líderes previsíveis e perceberão que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer é que seja nos dias que no roteiro descrevemos, naquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou! Para além disso gostamos de dar tempo para que cada um, se quiser, tenha tempo para si. Seja para um café, para visitar um mercado, passear pela cidade ou descansar. É uma viagem em grupo, mas é sobretudo a tua viagem. Vem de coração aberto e sem as formatações porque vai ser desta forma que vais aproveitar melhor esta experiência.
É necessário visto para entrar no país?
Os países da Comunidade Europeia não necessitam de visto para entrar na Guatemala, apenas passaporte válido por 6 meses, contados a partir da data de regresso e com pelo menos duas páginas vazias onde será declarada a entrada e saída do país. À saída do Belize os viajantes têm uma taxa de 20 euros. NOTA: Se o teu voo (tanto de ida como regresso) fizer escala nos EUA terás de fazer o ESTA. É um processo simples, feito online, e tem um custo de US$14. Escalas no Canadá: terás de fazer o eTA. Tem um custo de CAD $7, e podes fazê-lo online.
Se o meu voo fizer escala nos EUA necessito tirar o ESTA?
Sim, é obrigatório para entrada nos EUA. O ESTA é um processo muito simples, feito online. Tem um custo de US $14 e pode ser feito em https://esta.cbp.dhs.gov/esta/ Escalas no Canadá: terás de fazer o eTA. Tem um custo de CAD $7, e podes fazê-lo em https://www.canada.ca/en/immigration-refugees-citizenship/services/visit-canada/eta/apply.html
É seguro viajar nesses países?
As condições de segurança são mais satisfatórias do que a maioria da informação disponibilizada oficialmente possa fazer parecer, mas há que ter precauções quando se trata de viajar pela América Central. Sobretudo no que toca a pequenos delitos, como furto de bens, o risco é diretamente proporcional ao grau de isolamento e à falta de cuidados adequados. É aconselhável o respeito das recomendações habituais de segurança, usar do bom senso alargado, não ostentar jóias, grandes quantidades de dinheiro ou objetos de valor, máquinas fotográficas ou outros que chamem a atenção. É também desaconselhável afastares-te do grupo e andares sozinho em locais isolados, sobretudo durante a noite. No que diz respeito a valores, mantém sempre as portas e janelas do teu quarto de hotel fechadas quando te ausentares e à noite. Anda com fotocópias do teu passaporte e documentos de viagem, os originais deixa no quarto em local seguro. Ao caminhar nas ruas e nos transportes evita levar bolsas ou mochilas nas costas, privilegia o uso à frente. Não compres e/ou consumas drogas. A posse ou consumo de droga é severamente punida por lei.
Como funcionam os transfers de/para o aeroporto?
Existem várias formas de chegar a Antígua desde o aeroporto de Aurora, na cidade da Guatemala (a cerca de 2h00): Opção 1) Apanhas um táxi no aeroporto, que te vai custar algo como 37€ para 1 ou 2 pessoas, na rua à saída, mesmo em frente - há que negociar, começam por pedir perto de 60€, dependendo de quão à nora te virem. Opção 2) Apanhar um shuttle partilhado. Das 09h00 às 22h00 há dois balcões a anunciar shuttles para Antígua ainda dentro do aeroporto, a seguir à recolha de bagagens. Custam cerca de 10€ por pessoa e saem apenas quando reunirem um mínimo de 4 pessoas. O shuttle deixa-te à porta do hotel. Opção 3) Ter um motorista à tua espera, com uma placa a identificar o teu nome e que te levará directamente até ao hotel onde será feito o nosso ponto de encontro. Custa cerca de 27€ para 1 ou 2 pessoas e cerca de 65€ para 4 pessoas. Para isso, terás apenas que nos efectuar este pedido com alguma antecedência.
Como são os transportes no país?
O transporte será feito maioritariamente em transportes privados ou mini vans. A não ser a primeira viagem que será feita em chicken bus (o transporte dos locais por excelência) sendo que sempre que necessário, utilizaremos também outros meios, como autocarros locais e barcos no Lago Atitlan. As estradas são más e, às vezes, curtas distancias demoram mais do que o desejado. Mas aparte isso vais divertir-te imenso!
Como são os alojamentos durante a viagem?
Toda a estadia nos dois países é feita em hotéis familiares ou guesthouses, preferencialmente com localização central. Todos os quartos serão twin (com duas camas separadas), duplos ou triplos (em casos especiais), com casa de banho privativa (com toalhas) expecto em Lanquim, onde ficamos num eco hostel com casas de banho partilhadas. Temos adicionalmente duas noites de campismo, no Vulcão Acatenango e no parque de Tikal. Em ambos os casos os banhos não são possíveis e o uso de electricidade é restrito.
É uma viagem muito cansativa?
Esta é uma viagem de aventura, e como tal requer um espírito aberto. O maior desafio desta viagem é a subida ao vulcão Acatenango onde, à chegada ao topo, vamos pernoitar. A subida é desafiante e dura, levando por vezes seis horas de caminhada mas, se sentires que não és capaz de o fazer, há sempre a possibilidade de ires de cavalo, mediante o pagamento de uma taxa extra, acompanhado por um dos homens da aldeia de onde partimos. Há ainda actividades desportivas extra, como river tubing e mergulho.
Qual a roupa mais adequada?
Apesar de ser época seca, conta com pequenos aguaceiros quase diários e temperaturas entre os 25 e 30ºC nas terras baixas, que podem descer aos 15ºC nos fins de dia nas terras altas, como Antígua e o Lago Atitlan. Leva roupa prática e confortável. Aconselho a que leves uma camisola, um par de meias mais quentes e um corta-vento/impermeável leve. Além de úteis noutras ocasiões, definitivamente nos shuttles ou autocarros "de luxo" há tendência para exagerar no ar condicionado. Quanto a calçado, sandálias ou sapatilhas já usadas e confortáveis. Para a subida ao vulcão Acatenango, ou um circuito de 3 horas pela selva na região de Petén e se planeias faze-lo no tempo extra, aconselho bota de trekking.
Que comida será servida?
Não se deixem enganar, a comida não é o forte da Guatemala. Mas isso não quer dizer que vamos comer mal. De todo! A comida tradicional deste país é influenciada maioritariamente pela culinária Maya, onde se destacam o milho, os feijões, abacate, pimentos e até o cacau. A comida tradicional é mais servida nos mercados, na rua e em pequenos comedores. Encontramos desde tamales, pepian, tortilhas e tacos. Mas os espanhóis chegaram e vieram trazer a galinha, o porco, o arroz e a vaca. Com todas estas misturas, hoje os Guatemaltecos são mais fãs de frango frito e de pizzas, e por isso vamos ver restaurantes de fast food por todo o lado nas cidades principais. Em Antígua encontramos de tudo: desde comida guatemalteca a asiática, e os restaurantes são muito bons e a bons preços! Os vegetarianos não terão muitos problemas em encontrar opções para eles.
Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?
Não existem cuidados especiais de saúde a assinalar, porém é recomendada a Consulta do Viajante.

A Landescape tem uma parceria estabelecida com a Dra. Andreia Castro, médica com formação em Medicina do Viajante e blogger de viagens. Dessa forma, podes agendar com ela uma Consulta do Viajante Online que tem um custo de 30€ por pessoa, 50€ para 2 pessoas, 70€ para 3 pessoas e 80€ para 4 pessoas.

Como complemento, a Landescape disponibiliza-te ainda a possibilidade de integrares uma sessão de esclarecimento online que inclui a preparação do kit de viagem, a prescrição de medicação, a discussão sobre a vacinação a efetuar e respetiva prescrição e, ainda, um espaço para esclarecer eventuais dúvidas sobre os cuidados de saúde a ter no destino a visitar. Esta sessão tem um custo de 20€ por pessoa, 30€ para duas pessoas em simultâneo, 40€ para três pessoas e 50€ para quatro pessoas.
Há alguma restrição cultural?
Não existe nenhuma restrição cultural que mereça destaque.
Quanto ao dinheiro para a viagem?
Conta com cerca de 20€ por dia para refeições e snacks não incluídos. Somando uns pequenos souvenirs, conta com uns 300€ para a totalidade da viagem. É igualmente necessário teres em linha de conta o custo das Actividades Extra como: O Blue Hole no Belize é capaz de ser um dos locais de mergulho mais aclamados no Mundo. O valor ronda os 280€, é negociável no local dependendo do número de pessoas, e é preciso pelo menos um certificado de mergulho PADI Open Water para o fazer. Se queres faze-lo, avisa-nos o quanto antes para articularmos com os nossos parceiros, ou te coloramos em contacto com eles. Sem certificado é possível fazer snorkeling ou um baptismo de mergulho, mas na nossa perspectiva perde-se o mais espetacular, que é poder mergulhar na falha geológica em profundidade, e então é caro para o que se obtém. O tour a uma plantação de café sustentável que indicamos para o dia livre. Custa 23€, com 0,450Kg de café artesanal de €9 incluído. Quando chegamos a El Remate há a possibilidade de ires numa exploração a cavalo de 2h num biótopo ou reserva protegida na selva até uma lagoa espetacular. Custa perto de 22€.
Outras informações que consideres relevantes?
Traz no máximo 12Kg de bagagem total, vamos andar de transportes públicos, e és tu que carregas a tua mochila para cima das carrinhas e afins. Traz também uma mochila mais pequena que dê para colocar alguns snacks, água e protector solar. Vai dar jeito nas nossas visitas. Lembra-te de levar a lanterna, a luz tende a falhar na Guatemala e sem o poder carregar, não há iPhone que nos valha. A subida ao vulcão Acatenango é uma das coisas mais emblemáticas a fazer na Guatemala (e na vida). É um trekking para ver um vulcão ativo a expelir fogo e o nascer do sol a quase 4000 metros entre outros dois vulcões. A subida é dura, a descida provavelmente mais, e a dormida não será a noite mais confortável da tua vida, mas vale muito a pena! Se queres mais informação ou falar sobre alternativas caso não planeies subir ao Acatenango connosco, e preferes subir, por exemplo, ao Pacaya, um vulcão também espetacular, mais acessível, entra em contacto connosco. Outras informações podem ser consultadas online em: Perguntas Frequentes

Marcação

InícioFimEstadoPreço
Data Domingo 14 Nov, 2021 Sábado 27 Nov, 2021 Vagas 2 Preço 1370€ Agendar
Data Sábado 19 Fev, 2022 Sexta-feira 4 Mar, 2022 Vagas 11 Preço 1390€ Agendar

O Líder

Liliana Ascensão

Desejo criar um impacto global positivo com experiências inspiradoras e incentivar pessoas, pelo exemplo, ao exercício da sua autenticidade e liberdade de serem quem quiserem, nesta incrível experiência que é estar vivo aqui e agora.
Mais informação sobre o líder