Argélia

Com uma taxa de turismo quase inexistente e um património cultural riquíssimo, a Argélia é um daqueles países que precisamos de descobrir o quanto antes e que temos a certeza te irá surpreender. Extenso mas cheio de beleza e contrastes, o país estende-se da costa mediterrânica até ao mítico deserto do Sahara. Mas existem muitos pontos de interesse a visitar numa viagem pela Argélia, sobretudo se estiveres na companhia do líder Pedro Moreira.

  • + 16 anos
  • 4-10 pessoas
  • 12 dias
  • 1.250€ / pessoa

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  • VIAGEM ARGÉLIA – Do Mediterrâneo ao Saara
    28 Out a 8 Nov 2022
  • VIAGEM ARGÉLIA – Do Mediterrâneo ao Saara
    13 a 24 Mai 2023

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VIAGEM ARGÉLIA – Do Mediterrâneo ao Saara

com Pedro Moreira

Últimos Lugares
28 Out a 8 Nov 2022
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

Nesta viagem pela Argélia vamos começar pela capital Argel e explorar as suas ruas com edifícios coloniais, outrora conhecida como a Paris do Norte de África, assim como visitar Constantine e a sua Universidade, um complexo projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Queremos, em conjunto, escutar a história por detrás de algumas das cidades romanas mais bem preservadas do mundo, como Timgad, sem esquecer, claro, a visita às ruínas de Djémila. Destaque ainda para a visita a Biskra, longe dos olhares dos turistas; para o passeio com guia em Ghardaia, o tesouro milenar do vale do M’Zab com a sua impressionante cultura classificada pela Unesco; e a viagem até ao oásis vermelho de Timimoun, às portas do deserto do Sahara; ou o Vale de Ghoufi.

Embarca connosco nesta aventura pela Argélia, terra natal dos Magrebinos, um país feito de diferentes etnias, costumes e sonhos, que queremos muito dar a conhecer aos nossos viajantes.

O que iremos visitar na Argélia

  • Kasbah de Argel
  • Jardim Botânico e Memorial dos Mártires de Argel
  • Cidade romana de Djemila
  • Constantine, a cidade das pontes
  • Visita à garganta do rio Rhumel
  • Universidade Mentouri de Constantine
  • Cidade romana de Timgad
  • Vale de Ghoufi, junto ao rio Abioud
  • Biskra
  • Vale do M’Zab e as suas sete aldeias
  • Deserto do Sahara
  • Cidades fortificadas de Ghardaia
  • Pequeno povoado de Timimoun

O que está incluído?

Alojamento
11 noites em hotel ou alojamento local

Refeições
Todos os pequenos-almoços

Todas as atividades descritas no programa

Guias locais em francês ou inglês 

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Voos internos
Timimoun – Argel

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais
    Recomendamos a Geostar
  • Visto de entrada (cerca de 100€)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Argel

Este dia está reservada à tua chegada à capital da Argélia. Para este dia não está planeada qualquer atividade.

Dependendo da hora de chegada de cada um, será marcado um encontro para que possamos jantar todos juntos e falar sobre os dias seguintes.

Bem-vindo/a.
Estadia: Hotel

Dia 2   Argel

Será um dia completo passado na capital argelina. Depois do pequeno-almoço, caminhamos avenida fora para aquela que será a nossa primeira paragem, a Kasbah de Argel. Incluída na lista de Património Mundial da Unesco desde 1982, esta parte antiga da cidade, habitada desde o século VI, serviu de inspiração arquitetónica e de planeamento a muitas cidades no norte de África e Andaluzia. A kasbah é composta por ruelas que vão dar a sítio algum, fachadas degradadas, artesãos, sapateiros, padeiros, locais religiosos, miradouros, palácios e um sem fim de degraus que fazem desta cidadela um só labirinto.

Depois do almoço, vamos visitar o Jardim Botânico e, logo acima, o Memorial dos Mártires, um monumento com 92 metros de altura que homenageia os argelinos mortos durante a guerra pela independência do país, que aconteceu entre 1954 e 1962.

É hora de regressar ao centro da cidade e passearmo-nos calmamente por entre os edifícios coloniais que nos fazem lembrar a capital francesa ou não tivesse Alger sido conhecida como a Paris do Norte de África.
Estadia: Hotel

Dia 3   Argel - Djemila - Constantine

Hoje pela manhã partimos para este, em direção a Djemila que vem do árabe “A Bela”, como era conhecida. Trata-se da cidade romana mais bem preservada do norte de África e está dividida em 3 espaços distintos.

Habitada durante cinco séculos, vamos saber um pouco mais da história desta pequena povoação e calcorrear durante duas horas aquele que vai ser um dos pontos altos desta viagem.

Terminada a visita, partimos para Constantine, a duas horas de viagem dali, onde chegamos a meio da tarde. Depois do check-in feito, passeamos um pouco pelo centro da cidade.
Estadia: Hotel

Dia 4   Constantine

O dia vai ser passado naquela que é conhecida como a Cidade das Pontes.
Precipitando-se no abismo criado pela garganta do rio Rhumel, esta cidade, a que o Imperador Constantino deu o nome, é mundialmente famosa pelas pontes que a atravessam, que nos proporcionam fotografias únicas sobre os edifícios da cidade e o vazio do precipício. Pelo meio dos seus edifícios coloniais, saltam à vista o Palácio de Ahmed Bey, construído durante o período otomano, que visitamos, com toda a sua arquitetura característica.

Se o tempo nos permitir, apanhamos o metro e deslocamo-nos até à Universidade Mentouri de Constantine, um complexo projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Aqui teremos de ser acompanhados por dois elementos: a sorte, primeiro, e um segurança ou professor depois, se nos permitirem a breve visita. São uma série de 7 edifícios desenhados pelo arquiteto aquando de uma encomenda do presidente argelino Houari Boumédiène a Oscar Niemeyer com a intenção de projetar a Argélia como um país de futuro.

Regressados ao centro de Constantine, escolhemos um restaurante e acabamos a noite à conversa.
Estadia: Hotel

Dia 5   Constantine - Timgad - Vale do Ghoufi - Biskra

Saímos bem de manhã de Constantine e tomamos a direção Sul, Pelo caminho, a um par de horas de viagem, a cidade romana de Timgad. Se em Djemila já havíamos ficado impressionados com a dimensão, em Timgad sentimo-nos esmagados pelo planeamento da cidade e pela preservação da mesma.

Considerada uma das últimas cidades a ser abandonada pelo império romano no norte de África, Timgad que foi mandada construir durante o reinado de Trajano, servia de base militar e de defesa do império a este, assim como de defesa à população contra os berberes. Foi abandonada no século VIII após a invasão árabe.

Mais a sul, começa aquela que é uma das estradas mais bonitas e que tem o seu auge na Garganta do Ghoufi, um vale com casas escavadas na rocha, palmeirais e o rio Abioud que marca e rasga a terra há milhares de anos.

É já com o pôr-do-sol ao longe que continuamos a descer para a localidade onde vamos pernoitar, num hotel especial que viu já muita gente famosa dormir nos seus quartos.
Estadia: Hotel

Dia 6   Biskra - Ghardaia

Depois do pequeno-almoço, um transporte levar-nos-á até ao impressionante Vale do M’zab que a Unesco incluiu na sua lista em 1982.

Pelo caminho o deserto do Sahara dá os seus primeiros passos de invasão de uma região, já por si, muito árida. É na pele que o sentimos, esse calor tórrido que só África nos oferece.

Chegamos ao final do dia a tempo de fazermos o check-in no nosso alojamento e jantarmos. O descanso merecido acaba por chegar, depois de dois dias completos na estrada.
Estadia: Alojamento local

Dia 7 e 8   Ghardaia

São 7 as aldeias que fazem parte do vale do M’zab sendo que nestes dois dias iremos palmilhar as pequenas ruas estreitas de 5 delas: Ghardaia, Melika, Beni Isguen, Bou Noura e El-Atteuf.

O vale tem personalidade própria. Habitado pelos mzabitas há mais de mil anos, crescendo de cima para baixo, onde a mesquita – símbolo máximo da religião ibadita – se situa sempre no topo, vendo depois todas as casas descendo encosta abaixo, nas suas várias fases de construção devido ao aumento demográfico, a sua arquitetura respeita vários padrões que vão da defesa da população à privacidade dos seus habitantes. Não esquecendo o calor e, por isso, o material com que são construídas, assim como as formas que toma, ou não fosse esta uma região às portas do maior deserto do mundo.
Sempre acompanhados por um guia local, vamos poder perceber melhor esta comunidade tão fechada sobre si, as suas raízes, costumes, tradições e realidade. Dos pequenos bazares aos leilões a céu aberto, dos homens com os seus trajes tradicionais às mulheres que, após o casamento, se cobrem com um manto branco da cabeça aos pés – o haik – que as faz olhar o mundo apenas com um olho a partir de então, as 5 aldeias do M’zab são um dos segredos mais bem preservados do mundo.

A tarde do segundo dia estará reservada para ti. A nossa proposta vai para o mercado que abre depois da sesta e que vende artesanato local, roupa e, claro, muitos tapetes coloridos.
Estadia: Alojamento local

Dia 9   Ghardaia - Timimoun

Saímos de Ghardaia e concentramo-nos no sul.

Timimoun será a nossa próxima paragem mas, até lá, uma longa viagem pela frente. O Sahara, na sua verdadeira força, começa aqui. À chegada, uma localidade em tons de vermelho, atravessada por estradas largas que atiram a cidade velha para longe, portas abertas para as palmeiras e as dunas.

Não vamos fazer qualquer atividade hoje que não seja aproveitar o nosso alojamento e relaxar.
Estadia: Hotel

Dia 10   Timimoun

Hoje pela manhã vamos conhecer um pouco mais de Timimoun e das suas construções em terra que fazem deste local uma cidade tão especial, que dividia o norte do sul, com a sua famosa Porta do Sudão, ou seja, os povos do sul, a África Negra.
Deliciamo-nos com a arquitetura e visitamos um espaço que luta pela preservação das construções tradicionais, ensinando a estudantes de arquitetura e arqueologia os métodos usados desde sempre na região e que começaram a perder-se há dezenas de anos.

O resto do dia é por tua conta e as opções são várias. Podes assistir ao pôr-do-sol no deserto ou visitar algumas aldeias abandonadas em redor de Timimoun (opções extra) ou então desfrutar da vista e das condições do nosso alojamento e descansar, apenas.

À noite juntamo-nos para jantar.
Estadia: Hotel

Dia 11   Timimoun - Argel

Depois do pequeno-almoço tomado, um táxi leva-nos ao aeroporto, de onde voamos para Argel. Serão quase duas horas a sobrevoar o deserto e só depois as cidades começam a aparecer.

Chegamos a Argel a meio da tarde, mesmo a tempo de comermos qualquer coisa e visitarmos, caso seja possível, a Catedral de Notre Dame da África, construída no século XIX, em estilo romântico e bizantino, com vista para o mar, bem lá em cima.

Descidos ao centro, retemos as últimas memórias, já que é a nossa última noite no país.
Estadia: Hotel

Dia 12   Argel - Origem

Hoje é dia de regressares a casa.

Conforme a hora do teu voo, é tempo de me despedir de ti e agradecer a tua confiança.
A Argélia é um país que estando distante do turismo de massas, vale seguramente uma viagem por isso e, portanto, espero que saias desta experiência feliz e de sorriso na cara pelas memórias que levas.

Até já.

Landescape Exploração

As viagens Landescape Exploração são uma nova vertente nas propostas da Landescape que visa a descoberta de um novo destino, juntamente com um líder da Landescape e que, futuramente, será lançado ao público em geral. Estas, como o nome diz, são viagens feitas para explorar um destino pela primeira vez, tendo já o líder estado no local ou não, sendo que o percurso, assim como todos os tempos de deslocação e visitas/actividades propostas, são planeados à distância. Convém chamar a atenção para a possibilidade de o percurso poder sofrer alterações, assim como a sequência das visitas e/ou dias. Não é regra que tudo esteja marcado nestas viagens (alojamentos, visitas, tours, etc.), embora a Landescape parta sempre com uma margem de controlo muito grande, que possibilita que tudo o que está ao nosso alcance, corra bem. Tentamos que todos os valores excluídos no preço da viagem, estejam dentro daquilo que calculámos, embora possam existir contratempos que exijam que os viajantes despendam de montantes adicionais. São viagens que apresentam um valor de venda mais baixo do que aquele que será posteriormente colocado ao público.

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1.250€

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

A Argélia não é um país óbvio e daí a necessidade de estarmos preparados para tudo o que possa acontecer e para aquilo que está previsto e que talvez não aconteça. É um país que não tem turismo e que por isso não é pensado para o mesmo. Rico em recursos naturais mas com uma população empobrecida, a Argélia surpreende-nos pela sua simpatia e disponibilidade. A viagem será por isso uma aventura feita de pequenos imprevistos e pequenas surpresas, com toda a certeza. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no país?

Sim, é necessário visto para os cidadãos de nacionalidade portuguesa, que deve ser tirado em Lisboa (no caso de viveres em Portugal) na embaixada da Argélia. O visto tem uma duração de 90 dias e um custo de cerca de 72€ e demora mais ou menos uma semana a fazer, sendo que o passaporte terá de ficar na embaixada. Por política da Landescape, o nosso Gabinete de Apoio ao Viajante contacta com todos aqueles que se inscreveram, informando de todos os procedimentos necessários à obtenção do visto de forma independente.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente. Podes adicionalmente utilizar serviços como o BOLT e UBER.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Variam entre hotel e guesthouse, em localidades mais afastadas dos grandes centros urbanos. Tentamos sempre que todos os alojamentos sejam centrais e os quartos sejam sempre com casa de banho incluída, o que nem sempre é possível. Acima de tudo, tentamos que tenham carisma e sejam limpos. Os quartos serão por defeito twin, com duas camas separadas, pelo que se preferires ficar num duplo ou triplo solicitamos que entres em contacto connosco previamente por e-mail geral@landescape.pt a fazer esse pedido.

Como são os transportes no país?

Vamos viajar pelo país das mais diferentes maneiras: avião, autocarro público, táxis partilhados ou outros, se assim se justificar. Muitos dos transportes são usados pelos locais, pelo que as condições são aquelas que o país nos dá e não aquelas que estamos habituados na Europa.

A Argélia é segura?

A resposta é sim. As zonas por onde vamos andar estão dentro dos limites daquilo que as autoridades do país consideram ser seguro. A região mais a sul de Timimoun e as regiões fronteiriças, apesar de visitáveis, exigem que sejamos escoltados, já que é quase tudo deserto e os limites de cada país não são rigorosos e os grupos que por aí vagueiam, são motivo de desconfiança por parte do governo.

É uma viagem cansativa?

A Argélia é o maior país africano. Quer isto dizer que mesmo que na nossa viagem não cheguemos sequer a meio do país, mas as viagens podem moer de alguma maneira, principalmente a que nos liga a Timimoun. Nas restantes, as distâncias não são enormes, mas o conforto do transporte, a inexistência de cafés, restaurantes e casas de banho com qualidade pelo meio dos trajetos, faz com que se tenha que vir obrigatoriamente com espírito para aceitar a viagem como ela é.

Qual a roupa mais adequada?

Recomendamos a utilização de roupa confortável, leve e discreta. Costuma estar quente durante o dia, no entanto as noites podem ser mais frias. Por isso o melhor é levares roupa de Verão, mas aconselhamos que tenhas um bom casaco e uma camisola mais quente. Outros detalhes serão fornecidos no Manual de Viajante que enviamos aquando da inscrição na viagem.

Que comida será servida?

É uma região com influência mediterrânica e bérbere, sendo que os franceses estiveram no país muitos anos, o que acabou por dar um toque à gastronomia nacional também. Os couscous são uma das bases nacionais, mas também o pão. Nas carnes, os destaques vão para a galinha e, claro, o carneiro. Mas na região sul, existe também camelo e, na costa, peixe. De lembrar que muitos pratos se podem encontrar em casas de família, mas muito raramente em restaurantes, que têm por vezes menus muito limitados. Os vegetarianos podem sofrer um pouco, embora haja sempre uma alternativa, quanto mais não seja nas pizzas, que são uma “infestação” no país inteiro.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Argélia. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online que tem um custo de 30€ por pessoa, 50€ para 2 pessoas, 70€ para 3 pessoas e 80€ para 4 pessoas.

Como faço se me quiser inscrever sozinho e com quem divido o quarto?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece a maioria das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos são sempre divididos com outro ou outros viajantes (em casos excepcionais em que os quartos são triplos) e só se o viajante assim o solicitar é que terá um quarto só para si, pagando para o efeito o suplemento de ocupação individual.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Podes levar euros para a viagem, sendo que existem as normais casas de câmbio e bancos para trocar pela moeda local. Não aconselhamos a que o faças no teus país de origem, por causa das taxas e da taxa de câmbio que não são boas.

Outras informações relevantes.

Viajar na Argélia é ter a oportunidade de descobrir um país onde praticamente não existe turismo. Claro que isso representa um maior desafio mas por isso mesmo o acto de viajar neste país se torna tão aliciante. Esquece o conforto da Europa e prepara-te para um misto de aventura e cultura!

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A nossa equipa irá acompanhar-te e dar-te todo o apoio necessário.

Sobre o Líder


Pedro Moreira

Aquilo que trago de mim no regresso de cada viagem, partilho em histórias. Saber mais

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VIAGEM ARGÉLIA – Do Mediterrâneo ao Saara

com Pedro Moreira

Viagem Confirmada
13 a 24 Mai 2023
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Nesta viagem pela Argélia vamos começar pela capital Argel e explorar as suas ruas com edifícios coloniais, outrora conhecida como a Paris do Norte de África, assim como visitar Constantine e a sua Universidade, um complexo projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Queremos, em conjunto, escutar a história por detrás de algumas das cidades romanas mais bem preservadas do mundo, como Timgad, sem esquecer, claro, a visita às ruínas de Djémila. Destaque ainda para a visita a Biskra, longe dos olhares dos turistas; para o passeio com guia em Ghardaia, o tesouro milenar do vale do M’Zab com a sua impressionante cultura classificada pela Unesco; e a viagem até ao oásis vermelho de Timimoun, às portas do deserto do Sahara; ou o Vale de Ghoufi.

Embarca connosco nesta aventura pela Argélia, terra natal dos Magrebinos, um país feito de diferentes etnias, costumes e sonhos, que queremos muito dar a conhecer aos nossos viajantes.

O que iremos visitar na Argélia

  • Kasbah de Argel
  • Jardim Botânico e Memorial dos Mártires de Argel
  • Cidade romana de Djemila
  • Constantine, a cidade das pontes
  • Visita à garganta do rio Rhumel
  • Universidade Mentouri de Constantine
  • Cidade romana de Timgad
  • Vale de Ghoufi, junto ao rio Abioud
  • Biskra
  • Vale do M’Zab e as suas sete aldeias
  • Deserto do Sahara
  • Cidades fortificadas de Ghardaia
  • Pequeno povoado de Timimoun

O que está incluído?

Alojamento
11 noites em hotel ou alojamento local

Refeições
Todos os pequenos-almoços

Todas as atividades descritas no programa

Guias locais em francês ou inglês 

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Voos internos
Timimoun – Argel

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Visto de entrada (cerca de 100€)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Argel

Este dia está reservada à tua chegada à capital da Argélia. Para este dia não está planeada qualquer atividade.

Dependendo da hora de chegada de cada um, será marcado um encontro para que possamos jantar todos juntos e falar sobre os dias seguintes.

Bem-vindo/a.
Estadia: Hotel

Dia 2   Argel

Será um dia completo passado na capital argelina. Depois do pequeno-almoço, caminhamos avenida fora para aquela que será a nossa primeira paragem, a Kasbah de Argel. Incluída na lista de Património Mundial da Unesco desde 1982, esta parte antiga da cidade, habitada desde o século VI, serviu de inspiração arquitetónica e de planeamento a muitas cidades no norte de África e Andaluzia. A kasbah é composta por ruelas que vão dar a sítio algum, fachadas degradadas, artesãos, sapateiros, padeiros, locais religiosos, miradouros, palácios e um sem fim de degraus que fazem desta cidadela um só labirinto.

Depois do almoço, vamos visitar o Jardim Botânico e, logo acima, o Memorial dos Mártires, um monumento com 92 metros de altura que homenageia os argelinos mortos durante a guerra pela independência do país, que aconteceu entre 1954 e 1962.
É hora de regressar ao centro da cidade e passearmo-nos calmamente por entre os edifícios coloniais que nos fazem lembrar a capital francesa ou não tivesse Alger sido conhecida como a Paris do Norte de África.
Estadia: Hotel

Dia 3   Argel - Djemila - Constantine

Hoje pela manhã partimos para este, em direção a Djemila que vem do árabe “A Bela”, como era conhecida. Trata-se da cidade romana mais bem preservada do norte de África e está dividida em 3 espaços distintos.

Habitada durante cinco séculos, vamos saber um pouco mais da história desta pequena povoação e calcorrear durante duas horas aquele que vai ser um dos pontos altos desta viagem.

Terminada a visita, partimos para Constantine, a duas horas de viagem dali, onde chegamos a meio da tarde. Depois do check-in feito, passeamos um pouco pelo centro da cidade.
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Dia 4   Constantine

O dia vai ser passado naquela que é conhecida como a Cidade das Pontes.
Precipitando-se no abismo criado pela garganta do rio Rhumel, esta cidade, a que o Imperador Constantino deu o nome, é mundialmente famosa pelas pontes que a atravessam, que nos proporcionam fotografias únicas sobre os edifícios da cidade e o vazio do precipício. Pelo meio dos seus edifícios coloniais, saltam à vista o Palácio de Ahmed Bey, construído durante o período otomano, que visitamos, com toda a sua arquitetura característica.

Se o tempo nos permitir, apanhamos o metro e deslocamo-nos até à Universidade Mentouri de Constantine, um complexo projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Aqui teremos de ser acompanhados por dois elementos: a sorte, primeiro, e um segurança ou professor depois, se nos permitirem a breve visita. São uma série de 7 edifícios desenhados pelo arquiteto aquando de uma encomenda do presidente argelino Houari Boumédiène a Oscar Niemeyer com a intenção de projetar a Argélia como um país de futuro.

Regressados ao centro de Constantine, escolhemos um restaurante e acabamos a noite à conversa.
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Dia 5   Constantine - Timgad - Vale do Ghoufi - Biskra

Saímos bem de manhã de Constantine e tomamos a direção Sul, Pelo caminho, a um par de horas de viagem, a cidade romana de Timgad. Se em Djemila já havíamos ficado impressionados com a dimensão, em Timgad sentimo-nos esmagados pelo planeamento da cidade e pela preservação da mesma.

Considerada uma das últimas cidades a ser abandonada pelo império romano no norte de África, Timgad que foi mandada construir durante o reinado de Trajano, servia de base militar e de defesa do império a este, assim como de defesa à população contra os berberes. Foi abandonada no século VIII após a invasão árabe.

Mais a sul, começa aquela que é uma das estradas mais bonitas e que tem o seu auge na Garganta do Ghoufi, um vale com casas escavadas na rocha, palmeirais e o rio Abioud que marca e rasga a terra há milhares de anos.

É já com o pôr-do-sol ao longe que continuamos a descer para a localidade onde vamos pernoitar, num hotel especial que viu já muita gente famosa dormir nos seus quartos.
Estadia: Hotel

Dia 6   Biskra - Ghardaia

Depois do pequeno-almoço, um transporte levar-nos-á até ao impressionante Vale do M’zab que a Unesco incluiu na sua lista em 1982.

Pelo caminho o deserto do Sahara dá os seus primeiros passos de invasão de uma região, já por si, muito árida. É na pele que o sentimos, esse calor tórrido que só África nos oferece.

Chegamos ao final do dia a tempo de fazermos o check-in no nosso alojamento e jantarmos. O descanso merecido acaba por chegar, depois de dois dias completos na estrada.
Estadia: Alojamento local

Dia 7 e 8   Ghardaia

São 7 as aldeias que fazem parte do vale do M’zab sendo que nestes dois dias iremos palmilhar as pequenas ruas estreitas de 5 delas: Ghardaia, Melika, Beni Isguen, Bou Noura e El-Atteuf.

O vale tem personalidade própria. Habitado pelos mzabitas há mais de mil anos, crescendo de cima para baixo, onde a mesquita – símbolo máximo da religião ibadita – se situa sempre no topo, vendo depois todas as casas descendo encosta abaixo, nas suas várias fases de construção devido ao aumento demográfico, a sua arquitetura respeita vários padrões que vão da defesa da população à privacidade dos seus habitantes. Não esquecendo o calor e, por isso, o material com que são construídas, assim como as formas que toma, ou não fosse esta uma região às portas do maior deserto do mundo.

Sempre acompanhados por um guia local, vamos poder perceber melhor esta comunidade tão fechada sobre si, as suas raízes, costumes, tradições e realidade. Dos pequenos bazares aos leilões a céu aberto, dos homens com os seus trajes tradicionais às mulheres que, após o casamento, se cobrem com um manto branco da cabeça aos pés – o haik – que as faz olhar o mundo apenas com um olho a partir de então, as 5 aldeias do M’zab são um dos segredos mais bem preservados do mundo.

A tarde do segundo dia estará reservada para ti. A nossa proposta vai para o mercado que abre depois da sesta e que vende artesanato local, roupa e, claro, muitos tapetes coloridos.
Estadia: Alojamento local

Dia 9   Ghardaia - Timimoun

Saímos de Ghardaia e concentramo-nos no sul.

Timimoun será a nossa próxima paragem mas, até lá, uma longa viagem pela frente. O Sahara, na sua verdadeira força, começa aqui. À chegada, uma localidade em tons de vermelho, atravessada por estradas largas que atiram a cidade velha para longe, portas abertas para as palmeiras e as dunas.

Não vamos fazer qualquer atividade hoje que não seja aproveitar o nosso alojamento e relaxar.
Estadia: Hotel

Dia 10   Timimoun

Hoje pela manhã vamos conhecer um pouco mais de Timimoun e das suas construções em terra que fazem deste local uma cidade tão especial, que dividia o norte do sul, com a sua famosa Porta do Sudão, ou seja, os povos do sul, a África Negra.

Deliciamo-nos com a construção em terra das casas e visitamos um espaço que luta pela preservação das construções tradicionais, ensinando a estudantes os métodos usados desde sempre na região e que começaram a perder-se há dezenas de anos.

O resto do dia é por tua conta e as opções são várias. Podes assistir ao pôr-do-sol no deserto ou visitar algumas aldeias abandonadas em redor de Timimoun (opções extra) ou então desfrutar da vista e das condições do nosso alojamento e descansar, apenas.

À noite reunimo-nos para jantar.
Estadia: Hotel

Dia 11   Timimoun - Argel

Depois do pequeno-almoço tomado, um táxi leva-nos ao aeroporto, de onde voamos para Argel. Serão quase duas horas a sobrevoar o deserto e só depois as cidades começam a aparecer.

Chegamos a Argel a meio da tarde, mesmo a tempo de comermos qualquer coisa e visitarmos, caso seja possível, a Catedral de Notre Dame da África, construída no século XIX, em estilo romântico e bizantino, com vista para o mar, bem lá em cima.

Descidos ao centro, retemos as últimas memórias, já que é a nossa última noite no país.
Estadia: Hotel

Dia 12   Argel - Origem

Hoje é dia de regressares a casa.

Conforme a hora do teu voo, é tempo de me despedir de ti e agradecer a tua confiança. A Argélia é um país que estando distante do turismo de massas, vale seguramente uma viagem por isso e, portanto, espero que saias desta experiência feliz e de sorriso na cara pelas memórias que levas.

Até já.

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Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

A Argélia não é um país óbvio e daí a necessidade de estarmos preparados para tudo o que possa acontecer e para aquilo que está previsto e que talvez não aconteça. É um país que não tem turismo e que por isso não é pensado para o mesmo. Rico em recursos naturais mas com uma população empobrecida, a Argélia surpreende-nos pela sua simpatia e disponibilidade. A viagem será por isso uma aventura feita de pequenos imprevistos e pequenas surpresas, com toda a certeza. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no país?

Sim, é necessário visto para os cidadãos de nacionalidade portuguesa, que deve ser tirado em Lisboa (no caso de viveres em Portugal) na embaixada da Argélia. O visto tem uma duração de 90 dias e um custo de cerca de 72€ e demora mais ou menos uma semana a fazer, sendo que o passaporte terá de ficar na embaixada. Por política da Landescape, o nosso Gabinete de Apoio ao Viajante contacta com todos aqueles que se inscreveram, informando de todos os procedimentos necessários à obtenção do visto de forma independente.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente. Podes adicionalmente utilizar serviços como o BOLT e UBER.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Variam entre hotel e guesthouse, em localidades mais afastadas dos grandes centros urbanos. Tentamos sempre que todos os alojamentos sejam centrais e os quartos sejam sempre com casa de banho incluída, o que nem sempre é possível. Acima de tudo, tentamos que tenham carisma e sejam limpos. Os quartos serão por defeito twin, com duas camas separadas, pelo que se preferires ficar num duplo ou triplo solicitamos que entres em contacto connosco previamente por e-mail geral@landescape.pt a fazer esse pedido.

Como são os transportes no país?

Vamos viajar pelo país das mais diferentes maneiras: avião, autocarro público, táxis partilhados ou outros, se assim se justificar. Muitos dos transportes são usados pelos locais, pelo que as condições são aquelas que o país nos dá e não aquelas que estamos habituados na Europa.

A Argélia é segura?

A resposta é sim. As zonas por onde vamos andar estão dentro dos limites daquilo que as autoridades do país consideram ser seguro. A região mais a sul de Timimoun e as regiões fronteiriças, apesar de visitáveis, exigem que sejamos escoltados, já que é quase tudo deserto e os limites de cada país não são rigorosos e os grupos que por aí vagueiam, são motivo de desconfiança por parte do governo.

É uma viagem cansativa?

A Argélia é o maior país africano. Quer isto dizer que mesmo que na nossa viagem não cheguemos sequer a meio do país, as viagens podem moer de alguma maneira, principalmente a que nos liga a Timimoun. Nas restantes, as distâncias não são enormes, mas o conforto do transporte, a inexistência de cafés, restaurantes e casas de banho com qualidade pelo meio dos trajetos, faz com que se tenha que vir obrigatoriamente com espírito para aceitar a viagem como ela é.

Qual a roupa mais adequada?

Recomendamos a utilização de roupa confortável, leve e discreta. Costuma estar quente durante o dia, no entanto as noites podem ser mais frias. Por isso o melhor é levares roupa de Verão, mas aconselhamos que tenhas um bom casaco e uma camisola mais quente. Outros detalhes serão fornecidos no Manual de Viajante que enviamos aquando da inscrição na viagem.

Que comida será servida?

É uma região com influência mediterrânica e bérbere, sendo que os franceses estiveram no país muitos anos, o que acabou por dar um toque à gastronomia nacional também. Os couscous são uma das bases nacionais, mas também o pão. Nas carnes, os destaques vão para a galinha e, claro, o carneiro. Mas na região sul, existe também camelo e, na costa, peixe. De lembrar que muitos pratos se podem encontrar em casas de família, mas muito raramente em restaurantes, que têm por vezes menus muito limitados. Os vegetarianos podem sofrer um pouco, embora haja sempre uma alternativa, quanto mais não seja nas pizzas, que são uma “infestação” no país inteiro.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Argélia. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Como faço se me quiser inscrever sozinho e com quem divido o quarto?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece a maioria das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos são sempre divididos com outro ou outros viajantes (em casos excepcionais em que os quartos são triplos) e só se o viajante assim o solicitar é que terá um quarto só para si, pagando para o efeito o suplemento de ocupação individual.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Podes levar euros para a viagem, sendo que existem as normais casas de câmbio e bancos para trocar pela moeda local. Não aconselhamos a que o faças no teus país de origem, por causa das taxas e da taxa de câmbio que não são boas.

Outras informações relevantes.

Viajar na Argélia é ter a oportunidade de descobrir um país onde praticamente não existe turismo. Claro que isso representa um maior desafio mas por isso mesmo o acto de viajar neste país se torna tão aliciante. Esquece o conforto da Europa e prepara-te para um misto de aventura e cultura!

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Sobre o Líder


Pedro Moreira

Aquilo que trago de mim no regresso de cada viagem, partilho em histórias. Saber mais

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