Bolívia

Prepara-te para depois desta viagem à Bolívia, guardares para sempre os Andes no teu coração. Um país remoto, com a maior comunidade indígena de toda a América, berço da avançada civilização Inca, que concentra num só território selva amazónica, o maior lago navegável do mundo, cidades coloniais, minas intermináveis de prata a mais de 4.000 metros de altura e o fascinante deserto de sal de Uyuni. Assim é a Bolívia, um país pobre e agreste, mas genuíno e belo, à qual será impossível não te afeiçoares!

  • + 16 anos
  • 4-11 pessoas
  • 15 dias
  • A partir de 1.375€ / pessoa

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  • VIAGEM BOLÍVIA – A América do Sul num só país
    23 Out a 6 Nov 2022
  • VIAGEM BOLÍVIA – A América do Sul num só país
    11 a 25 Out 2023

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VIAGEM BOLÍVIA – A América do Sul num só país

com Carina Silva

Viagem Esgotada
23 Out a 6 Nov 2022
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

Começamos a nossa aventura, na companhia da líder de viagens Carina Silva, com a visita ao Lago Titicaca, bem na fronteira com o Peru. Aqui vais poder descobrir um dos mais sagrados locais para os Incas, a Isla del Sol, onde ficarás a pernoitar, e, no dia seguinte, explorar a cidade de Copacabana com guia, de onde saem todos os barcos rumo ao lago. É chegada a vez da viagem até La Paz, a capital geográfica da Bolívia, erguida num vale onde poderás contactar de perto com a fusão entre modernidade e tradição. É aqui que faremos o nosso trekking ao Valle de la Luna, que se assemelha à superfície lunar oferecendo tranquilidade e o contacto com a pachamama. Espera-nos a visita ao Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo, onde encontras vulcões, ilhas com catos gigantes, flamingos, lagoas coloridas e formações arenosas que nos remetem para as pinturas de Salvador Dali.

Mas nesta viagem queremos mostrar-te o melhor que a Bolívia tem para oferecer. Por isso, o nosso roteiro passa, ainda, pelo centro de exploração mineira do país, Potosí; pela capital constitucional Sucre, famosa pelos seus edifícios brancos coloniais; e por Samaipata, às portas do Parque Nacional de Amboró, uma das menos exploradas e mais biodiversas reservas mundiais protegidas. Estás preparado para a aventura de uma vida?

O que iremos visitar na Bolívia

  • Centro histórico e street art de La Paz
  • Visita a El Alto, usando os teleféricos da cidade
  • Trekking pelo Valle de la Luna
  • As ruínas de Tiwanaku
  • A Isla del Sol, sagrada para os Incas
  • A Basílica de Copacabana
  • Expedição de três dias no Deserto de Uyuni e Reserva Natural Eduardo Avaroa
  • A Casa Nacional da Moeda
  • Minas de Cerro Rico, em Potosí
  • A cidade colonial de Sucre
  • Parque Ecológico de las Cuevas, em Samaipata
  • Trekking no Parque Nacional Amboró

O que está incluído?

Alojamento
12 noites em hotel ou alojamento local
1 noite em refúgio básico, regime camarata
1 noite em autocarro nocturno

Refeições
Todos os pequenos-almoços
4 Almoços
3 Jantares

Entradas e atividades seguintes:

  • City tour pela cidade de La Paz
  • Visita ao Valle de La Luna
  • Visita às Ruínas de Tiwanaku com guia em espanhol
  • Tour de 3 dias no Salar de Uyuni e Reserva Natural Eduardo Avaroa
  • Visita à Casa Nacional da Moeda com guia em espanhol
  • Visita às Minas do Cerro Rico, em Potosí com guia em espanhol
  • Entrada no Parque Ecológico de Las Cuevas
  • Tour de 1 dia no Parque Nacional de Amboró com guia de montanha em espanhol

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Voo interno
Sucre – Santa Cruz de la Sierra

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Atividades e visitas extras
  • Bilhete de entrada no Parque Nacional Eduardo Avaroa (25€ pessoa)
  • Alimentação não especificada (Cerca de 15€/dia)
  • Despesas pessoais
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a La Paz

Hoje é o dia reservado à tua chegada à Bolívia.

La Paz está num vale profundo rodeado por montes e montanhas de grande altitude, pertencentes à Cordilheira dos Andes. Graças à sua geografia, é considerada a capital mais alta do mundo, com cerca de 4.000 metros em El Alto onde se localiza o aeroporto e 3.100 metros na área residencial mais baixa.

Aproveitaremos as horas que sobram do dia para a tua aclimatação à altitude e para um primeiro contacto com os locais e com a cultura boliviana. Sugiro assistirmos ao pôr do sol num dos muitos circuitos de teleférico que abastecem a cidade, antes de jantarmos e recolhermos ao descanso merecido depois dos voos. Nessa altura farei um briefing sobre aquilo que serão os nossos próximos dias.

Estadia: Hotel

Dia 2   La PazValle de la Luna e Mercado de las Brujas

No período da manhã iremos até ao Valle de la Luna, um sítio arqueológico que ganhou o nome devido às formações rochosas que se assemelham ao solo da lua.

Regressamos pela hora de almoço ao centro e caminharemos lentamente pela cidade, onde se encontram a Praça San Francisco que alberga diversos museus, a colonial Calle Jaene e a Praça Murillo, e, ainda, o Mercado de Las Brujas onde podes comprar amuletos, talismãs, folhas de coca e outros produtos locais. Este é também o local ideal para adquirires alguns produtos de artesanato local dado que a diversidade é grande.

Depois do jantar regressamos ao hotel para descansar.

Estadia: Hotel

Dia 3   La Paz - Tiwanaku - Copacabana

De manhã acordaremos cedo para apanhar um transfer privado que nos levará às Ruínas de Tiwanaku, Património Mundial da Unesco. Consideradas o último vestígio de uma das mais duradouras civilizações da América do Sul, são anteriores às construções megalíticas dos Incas e evocam o deus criador Viracocha.

De Tiwanaku seguimos para Copacabana, onde ficamos a dormir nesta noite, e que nos serve de base a uma visita muito especial – a Isla del Sol. A viagem de autocarro tem uma duração média de três horas, pelo que chegamos a Copacabana já ao final da tarde. Podes levar a totalidade da bagagem contigo ou apenas o essencial para a estadia em Copacabana e Isla del Sol, ficando o restante armazenado no nosso hotel em La Paz onde regressamos daqui a dois dias.

Estadia: Hotel

Dia 4   Isla del SolTrekking

Durante o Império Inca, a Isla del Sol era considerada um santuário onde estava o templo dedicado ao deus Sol. Hoje, a ilha é habitada por comunidades de origem quéchua e aimará, que se dedicam basicamente à agricultura, ao turismo, ao artesanato e à criação de lamas e outros mamíferos.

A ilha, vista como uma das pérolas deste país, fica a 20 quilómetros de Copacabana, distância que é percorrida em ferry boat. Hoje dormimos aqui, na Comunidade Yumani, situada no sul da Ilha. Até lá chegarmos, temos uma caminhada pela frente, ao ritmo de cada um, porque a ideia é desfrutar da visita. A altitude vai fazer-se sentir, mas quanto mais subimos mais a vista é impressionante.

Depois de almoço, a tarde será de descanso e de fotografias para quem for adepto. Convido-te mais tarde a irmos assistir ao pôr do sol, um cenário de beleza ímpar refletido nas águas do lago.

Estadia: Alojamento local

Dia 5   Copacabana - La Paz - Vila de Uyuni

Depois de navegarmos as águas cristalinas do Lago Titicaca, no regresso a Copacabana, voltamos à cidade de Laz Paz em autocarro.

O período da tarde reserva-nos uma surpresa! Vamos degustar a comida tradicional boliviana, em ambiente familiar, por isso guarda a barriga que a comida promete ser deliciosa.

Já de noite, apanhamos um autocarro com direção à vila de Uyuni onde chegaremos ao início da manhã. É importante deixares nesse dia a mala feita apenas com o que necessitas para os três dias da expedição, uma vez que a bagagem na sua totalidade poderá não seguir connosco nos jipes por falta de espaço.

Estadia: Autocarro noturno

Dia 6   Salar de Uyuni

Hoje começa uma aventura de três dias pela imensidão da paisagem boliviana, o maior highlight de toda esta nossa aventura pelos Andes. Vamos, juntos, explorar o deserto de Uyuni, considerado o maior deserto de sal do mundo, e a Reserva Natural Eduardo Avaroa, um verdadeiro deslumbre para os amantes de natureza no seu estado mais puro.
Sairemos do hotel após o pequeno-almoço com direção a Colchani, uma pequena vila que subsiste graças à extração de sal. Segue-se o cemitério de comboios, onde desde os anos 50 estão estacionadas diversas carruagens, em fim de vida, que serviam de carga ao minério abundante na região, num cenário que faz lembrar o Mad Max.

Depois do almoço, seguimos para o Salar onde teremos a tarde inteira para contemplar este incrível espelho de água, que na época seca muda de aspeto apresentando belíssimos hexágonos criados pelo acumular do sal. Dar-te-ei algumas sugestões de fotos para mais tarde recordares esta viagem.

A noite será passada num alojamento local, onde também jantaremos.

Estadia: Hotel

Dia 7   Reserva Natural de Eduardo Avaroa

em cedo, damos continuidade à nossa expedição. Passamos pelas pequenas cidades de San Juan e Chiguana para entrar no deserto de Siloli, onde se encontra a famosa Arbol de Piedra. Logo de seguida, acedemos às lagoas coloridas Hedionda, Chiar Kota e Ramaditas cuja tonalidade se deve aos metais que por lá abundam.

Depois do almoço, entramos na Reserva de Eduardo Avaroa onde fica localizado o alojamento desta noite. Visitamos a Laguna Colorada e o Laguna Roja onde existem milhares de flamingos a pintar a paisagem.

Nesta noite dormimos num dos refúgios básicos da Reserva, em regime de camarata. O alojamento é muito simples, mas para aqueles que não prescindem do comodismo há a possibilidade de pedirem um quarto twin privado com WC (extra).

Estadia: Refúgio básico em regime de camarata

Dia 8   Reserva Natural de Eduardo Avaroa - Vila de Uyuni

O último dia começa ainda de madrugada, perto das 04h30 da manhã, de forma a vermos os geisers em plena potência pelo contacto com o ar fresco da alvorada. A paragem seguinte faz-se nas termas naturais de água quente que te ajudarão a recarregar baterias e a aquecer-te o corpo. Prepara o biquíni, os chinelos e a toalha para um revigorante banho.

Continuamos para a Laguna Verde, protegida pelo Vulcão de Lincabur, e, de lá, para o surreal deserto de Salvador Dali, último ponto de visita desta expedição.

O regresso à cidade de Uyuni é feito ao final da tarde, perto das 18 horas, mesmo a tempo de fazer check-in e esticar as pernas num pequeno passeio em direção ao nosso restaurante. Hoje vamos experimentar as delícias da cozinha de fusão dos Andes.

Estadia: Alojamento local

Dia 9   Vila de Uyuni - PotosíCasa Nacional da Moeda

Sairemos de Uyuni, logo após o pequeno-almoço, prevendo-se a chegada a Potosí por hora de almoço.

Potosi tem a marca de ser uma das cidades mais altas do mundo com 4.100 metros de altitude. Isso obriga-nos a cuidados redobrados devido à falta de oxigénio no ar e às temperaturas frias, pelo que recomendo que caminhes lentamente para o corpo se adaptar e que leves agasalhos.

Aproveitaremos a tarde para visitar o centro histórico e conhecer a Casa Nacional da Moeda que explica o processo de extração mineira, principal motor económico da região desde os tempos dos Conquistadores Espanhóis, e como foram cunhadas aqui as primeiras moedas do mundo.

Pela noite escolhemos um restaurante para jantar e partilhamos algumas das memórias que se começam a acumular nesta jornada.

Estadia: Hotel

Dia 10   Potosí - SucreDescida ao Cerro Rico

Acompanhados de um guia, antigo trabalhador e membro atual da cooperativa, faremos a visita às minas ativas de Cerro Rico, “a montanha que come homens”. Aqui conhecerás as duras condições de trabalho destes mineiros, assim como as tradições relacionados com o El Tio que está representado em todas as minas. A vista a partir do topo do Cerro Rico vai deixar-te boquiaberto.

Depois de tomarmos banho para nos limparmos da poeira dos confins subterrâneos da terra e, depois de um merecido almoço para reconfortar o estômago, seguimos para a cidade colonial de Sucre onde vamos ficar as duas próximas noites. Chegaremos ao final da tarde e depois do check-in aproveitaremos para dar um pequeno passeio.

Estadia: Hotel

Dia 11   SucreParque Simón Bolivar e Praça Pedro de Anzúrez

Sucre é uma cidade de grande importância na Bolívia, capital constitucional do país e também uma das mais belas. Nela existem várias casas coloniais, museus e igrejas que merecem uma visita, assim como o centro histórico que inclui a Plaza de las Armas, a Catedral, e o Mercado que apresenta algumas das maiores iguarias da cozinha andina, ou o Museu Casa de la Liberdade.

Finalmente começamos a reduzir a altitude da viagem, o que se faz também sentir nas temperaturas mais amenas que encontramos. O dia é livre, porém, se me quiseres acompanhar farei um pequeno city tour de manhã pelo Mercado e Parque Simón Bolivar, e no período da tarde iremos até à Praça Pedro de Anzúrez onde podes visitar o Museu de la Recoleta (atividade extra). Em alternativa podes visitar outros monumentos da cidade ou aproveitar para comprar recuerdos, agora que a viagem se aproxima do seu final.

Ao final da tarde, cerveja fria na mão e um pôr-do-sol maravilhoso a embalar-nos para o jantar.

Estadia: Hotel

Dia 12   Sucre - Samaipata

Hoje é dia de voarmos em direção à nossa última paragem, Santa Cruz de La Sierra, evitando assim a ligação terrestre entre Sucre e Samaipata que é, infelizmente, longa e penosa.

Chegados ao aeroporto de Santa Cruz de la Sierra, faremos um transfer em minibus até à pequena vila de Samaipata, às portas de três parques nacionais, trecho que tem a duração de sensivelmente 3 horas. Prepara a máquina fotográfica porque vais querer, com certeza, parar pelo caminho para registar as paisagens. Aqui ficaremos alojados bem no centro, num espaço cuja atmosfera é perfeita para relaxar nestes últimos dias da viagem e desfrutar do contacto com a natureza.

Vais deixar-te contagiar pelo cheiro a plantas aromáticas, pelo clima tropical convidativo a caminhadas e mergulhos na água, pelas frutas exóticas que lembram a paleta de cores do arco-íris e pelo ar relaxado dos habitantes desta pequena vila.

Estadia: Alojamento local

Dia 13   SamaipataParque Ecológico de Las Cuevas e El Refúgio

A manhã será passada no Parque Ecológico de Las Cuevas onde desfrutamos de alguns banhos de sol nas cascatas que por lá existem.

Depois de almoço, tarde livre para piscina e massagens.

Se aceitares o meu convite, convido-te a visitar o El Refúgio, um espaço de preservação e recuperação de animais selvagens onde poderás contactar de perto com macacos, araras, pavões, cavalos e outros animais, apoiando assim a causa. A caminhada até lá é muito bonita e vale a pena.

À noite, escolhemos um restaurante junto à praça e relaxamos ao sabor de um copo de vinho. Quem sabe, não embalamos numa dança com os músicos de rua que por aqui costumam estar.

Estadia: Alojamento local

Dia 14   Tour Parque Nacional de Amboró

O Parque Nacional de Amboró é uma obra ecológica com mais de meio milhão de hectares. Graças à sua localização geográfica, nele confluem três ecossistemas distintos: a Amazónia, o Norte de Chaco e os Andes, o que lhe permite ter uma biodiversidade impossível de encontrar noutra parte do globo.

Teremos o dia para explorar esta região protegida da Bolívia, na companhia de um guia experiente de montanha, desfrutando da natureza e da serenidade que ela nos provoca.
Regressaremos já perto da hora da jantar, com o coração cheio e as baterias recarregadas para aquela que será a nossa última noite. Proponho fazermos um jantar caseiro, adquirindo os produtos locais no mercado. Um churrasco, que me dizem?

Estadia: Alojamento local

Dia 15   Samaipata - Santa Cruz de la Sierra - Origem

A nossa viagem chega hoje ao fim. Em função dos horários dos voos de regresso a partir de Santa Cruz de la Sierra, tomamos um pequeno-almoço reforçado ou almoçamos e seguimos em transfer privado.

Foi um enorme prazer ter-vos recebido e espero que, como eu, guardem a Bolívia no coração, porque de facto este país é mágico e especial. Obrigado pelo voto de confiança e, quem sabe, não nos voltamos a encontrar noutra parte do globo. Até já.

Esta viagem encontra-se esgotada.
Caso pretendas ficar em lista de espera para a mesma, entra por favor em contacto connosco.

Perguntas Frequentes

É necessário visto para entrar no país?

Os países da União Europeia não necessitam de visto para entrar na Bolívia, apenas passaporte válido por 6 meses, contados a partir da data de regresso, e com pelo menos duas páginas vazias onde será carimbada a entrada e saída do país. Se o teu voo (tanto de ida como regresso) fizer escala nos EUA terás de fazer o ESTA. É um processo simples, feito online, e tem um custo de cerca de 12€. Para escalas no Canadá terás de fazer o eTA online. Tem um custo sensivelmente de 4,50€.

Como funcionam os transfers de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Existem múltiplas formas de sair do aeroporto com direção ao hotel, e atualmente com a rede de teleféricos distribuída pela cidade este percurso tornou-se ainda mais cómodo. Porém, penso que dado o impacto da altitude e considerando que La Paz é uma cidade muito grande e caótica, o ideal será apanhares um táxi que às vezes pode demorar até 1 hora devido ao trânsito, embora a distância seja realmente curta. Podemos enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente. O preço não deve ultrapassar os 80 BOB que correspondem a cerca de 10€.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Todos os quartos serão twin (camas separadas), duplos ou triplos (em casos especiais como o da Isla del Sol) com casa de banho privativa (com toalhas), excepto no Deserto de Uyuni que será em refúgios básicos e/ou casas familiares, e onde será necessário levar uma toalha de banho, que servirá também para as fontes termais da Reserva Natural Eduardo Avaroa e as cascatas de Samaipata. Notem que a primeira noite do tour oferece garantidamente quartos twin, com casa de banho partilhada e duches quentes mediante o pagamento de uma taxa adicional de 10 Bolivianos (pouco mais de 1€), ao passo que a segunda noite é feita em regime de camarata com 4 a 6 camas e também com casa de banho partilhada. Aqui não é possível tomar banho e teremos ainda restrições de eletricidade, que normalmente se interrompe a partir das 21h30, devido à localização remota do abrigo. Por ser uma noite apenas, julgo que todos nos conseguimos adaptar uma vez que todos os tours são feitos desta forma, mas se houver alguém que não consiga mesmo prescindir da comodidade há a opção de ficarem num quarto twin com WC privado, mediante o pagamento de uma taxa adicional de 30$ por pessoa. Relembro que as condições da Bolívia e da Europa não são as mesmas. O que para nós é um hotel de 2 estrelas, para a Bolívia é um de 4.

Como são os transportes no país?

Na viagem à Bolívia usamos vários meios de transporte, todos eles de características locais e não turísticos. Teremos na sua grande maioria deslocações de autocarro entre cidades, que oferecem condições mínimas de conforto, com lugares numerados. Usaremos um transfer de ferry boat e barco na deslocação a Copacabana e Isla del Sol, que para os mais susceptíveis a enjoos poderá obrigar à toma de um comprimido. Entre Sucre e Santa Cruz de la Sierra teremos um voo interno com direito a bagagem de porão de 23Kg. Dentro das cidades estaremos maioritariamente a caminhar, pese embora usemos teleférico em La Paz e algumas vans locais para pequenos trajetos.

É seguro viajar na Bolívia?

A Bolívia é genericamente um país seguro para turistas, embora seja importante manter as habituais precauções em viagem para evitar situações desagradáveis. É de considerar o risco de roubo de bens, em especial nas grandes cidades.

É uma viagem cansativa?

Considerando que estaremos 2/3 da viagem a mais de 2.500 metros de altitude o cansaço é inevitável porque se prende com a adaptação do organismo às condições do território. Algumas pessoas sentem mais esse impacto da altitude que outras, por isso recomendo a quem é mais suscetível a profilaxia da altitude com Acetazolamida antes de viajarem. Durante a estadia o consumo de chá de folhas de coca bem como de Sorochi que é um comprimido natural feito à base de plantas que pode ser comprado nas farmácia locais também ajuda a aliviar os sintomas. Aparte esta questão, não existem grandes caminhadas que obriguem a um esforço físico redobrado e os alojamentos são geralmente cómodos o que permite a reposição do sono durante a noite. Costumo dizer que quem viaja e não regressa cansado, afinal de contas não foi viajar mas neste caso o cansaço tem a ver com o ritmo da viagem.

Que comida será servida?

A comida boliviana é muito diversificada e varia conforme a região em que estamos. Trata-se de uma mistura de gastronomia indígena com influência da cozinha espanhola. É baseada em tubérculos como a batata e a mandioca, mas também se come muito milho, quinoa e um tipo de pimenta chamado ‘ají‘. É habitual a mistura do doce com salgado, além do uso de queijo coalhado. Há algumas comidas típicas cuja origem é compartilhada com o Peru. Fiquem descansados que irão provar um pouco de tudo, das salteñas ao plato paceño.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Bolívia. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Há alguma restrição cultural?

Não existe nenhuma restrição cultural a destacar. Lembro, contudo, que por ser um país muito indígena, é natural que o choque cultural seja maior.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

A maioria dos custos inerentes à viagem está já coberta no valor pago à Landescape aquando da inscrição, pelo que o valor adicional que cada viajante deverá levar depende muito dos seus consumos, nomeadamente se come muito, consome muito álcool ou se tem intenção de trazer muitas lembranças. Regra geral, 15€ por dia são suficientes para refeições e snacks.

Outras informações relevantes.
Como é o roteiro da viagem?

A Bolívia é dos países mais autênticos da América do Sul, com uma forte percentagem de população índigena e onde os costumes e tradições andinas continuam a ecoar ao longo dos séculos. Nesta viagem ao coração dos Andes, damos-te a conhecer as diferentes facetas de um país que muitos só conhecem por causa do Salar de Uyuni, mas que é muito mais que isso. Começamos em altitude na visita à frenética cidade de La Paz e depois de navegarmos as águas do Lago Titicaca descemos em direcção à Reserva Natural de Eduardo Avaroa que nos vai tirar a respiração com a imensidão da sua paisagem. Descobrimos depois os ecos da exploração mineira em Potosi e os traços da arquitetura colonial em Sucre. A viagem termina de forma relaxada, num ambiente de pura natureza selvagem, na visita ao pequeno pueblo de Samaipata. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou. Lembramos também que o primeiro dia está reservado à chegada, pelo que só iniciaremos as actividades no dia seguinte.

Qual a roupa mais adequada?

Graças às condições do território, nesta viagem teremos a sensação de atravessar as quatro estações do ano em apenas quinze dias. Em altitude o frio faz-se sentir e, sobretudo em Uyuni, quando formos visitar a Reserva Natural Eduardo Avaroa estaremos a mais de 4.000 metros de altitude por isso de noite até poderás ter uma sensação térmica semelhante à de neve. Em compensação, em Samaipata, o clima é muito tropical e húmido por isso prepara-te para suar e ter o biquíni ou calções de banho à mão. Desta forma, é recomendável que adaptes a mochila a todas as condições: chuva, frio, calor e temperaturas intermédias. Mais indicações sobre o que levar na mochila estão identificadas no Manual de Viajante que é enviado aquando da inscrição.

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Sobre o Líder


Carina Silva

O que me motiva a viajar são as pessoas e as experiências que elas me proporcionam. Saber mais

Outros destinos que lidera

VIAGEM BOLÍVIA – A América do Sul num só país

com Carina Silva

Nova Data
11 a 25 Out 2023
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Começamos a nossa aventura, na companhia da líder de viagens Carina Silva, com a visita ao Lago Titicaca, bem na fronteira com o Peru. Aqui vais poder descobrir um dos mais sagrados locais para os Incas, a Isla del Sol, onde ficarás a pernoitar, e, no dia seguinte, explorar a cidade de Copacabana com guia, de onde saem todos os barcos rumo ao lago. É chegada a vez da viagem até La Paz, a capital geográfica da Bolívia, erguida num vale onde poderás contactar de perto com a fusão entre modernidade e tradição. É aqui que faremos o nosso trekking ao Valle de la Luna, que se assemelha à superfície lunar oferecendo tranquilidade e o contacto com a pachamama. Espera-nos a visita ao Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo, onde encontras vulcões, ilhas com catos gigantes, flamingos, lagoas coloridas e formações arenosas que nos remetem para as pinturas de Salvador Dali.

Mas nesta viagem queremos mostrar-te o melhor que a Bolívia tem para oferecer. Por isso, o nosso roteiro passa, ainda, pelo centro de exploração mineira do país, Potosí; pela capital constitucional Sucre, famosa pelos seus edifícios brancos coloniais; e por Samaipata, às portas do Parque Nacional de Amboró, uma das menos exploradas e mais biodiversas reservas mundiais protegidas! Estás preparado para a aventura de uma vida?

O que iremos visitar na Bolívia

  • Centro histórico e street art de La Paz
  • Visita a El Alto, usando os teleféricos da cidade
  • Trekking pelo Valle de la Luna
  • As ruínas de Tiwanaku
  • A Isla del Sol, sagrada para os Incas
  • A Basílica de Copacabana
  • Expedição de três dias no Deserto de Uyuni e Reserva Natural Eduardo Avaroa
  • A Casa Nacional da Moeda
  • Minas de Cerro Rico, em Potosí
  • A cidade colonial de Sucre
  • Parque Ecológico de las Cuevas, em Samaipata
  • Trekking no Parque Nacional Amboró

O que está incluído?

Alojamento
12 noites em hotel ou alojamento local
1 noite em refúgio básico, regime camarata
1 noite em autocarro nocturno

Refeições
Todos os pequenos-almoços
4 Almoços
3 Jantares

Entradas e atividades seguintes:

  • City tour pela cidade de La Paz
  • Visita ao Valle de La Luna
  • Visita às Ruínas de Tiwanaku com guia em espanhol
  • Tour de 3 dias no Salar de Uyuni e Reserva Natural Eduardo Avaroa
  • Visita à Casa Nacional da Moeda com guia em espanhol
  • Visita às Minas do Cerro Rico, em Potosí com guia em espanhol
  • Entrada no Parque Ecológico de Las Cuevas
  • Tour de 1 dia no Parque Nacional de Amboró com guia de montanha em espanhol

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Voo interno
Sucre – Santa Cruz de la Sierra

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Atividades e visitas extras
  • Bilhete de entrada no Parque Nacional Eduardo Avaroa (25€ pessoa)
  • Alimentação não especificada (Cerca de 15€/dia)
  • Despesas pessoais
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a La Paz

Hoje é o dia reservado à tua chegada à Bolívia.

La Paz está num vale profundo rodeado por montes e montanhas de grande altitude, pertencentes à Cordilheira dos Andes. Graças à sua geografia, é considerada a capital mais alta do mundo, com cerca de 4.000 metros em El Alto onde se localiza o aeroporto e 3.100 metros na área residencial mais baixa.

Aproveitaremos as horas que sobram do dia para a tua aclimatação à altitude e para um primeiro contacto com os locais e com a cultura boliviana. Sugiro assistirmos ao pôr do sol num dos muitos circuitos de teleférico que abastecem a cidade, antes de jantarmos e recolhermos ao descanso merecido depois dos voos. Nessa altura farei um briefing sobre aquilo que serão os nossos próximos dias.
Estadia: Hotel

Dia 2   La PazValle de la Luna e Mercado de las Brujas

No período da manhã iremos até ao Valle de la Luna, um sítio arqueológico que ganhou o nome devido às formações rochosas que se assemelham ao solo da lua.

Regressamos pela hora de almoço ao centro e caminharemos lentamente pela cidade, onde se encontram a Praça San Francisco que alberga diversos museus, a colonial Calle Jaene e a Praça Murillo, e, ainda, o Mercado de Las Brujas onde podes comprar amuletos, talismãs, folhas de coca e outros produtos locais. Este é também o local ideal para adquirires alguns produtos de artesanato local dado que a diversidade é grande.

Depois do jantar regressamos ao hotel para descansar.
Estadia: Hotel

Dia 3   La Paz - Tiwanaku - Copacabana

De manhã acordaremos cedo para apanhar um transfer privado que nos levará às Ruínas de Tiwanaku, Património Mundial da Unesco. Consideradas o último vestígio de uma das mais duradouras civilizações da América do Sul, são anteriores às construções megalíticas dos Incas e evocam o deus criador Viracocha.

De Tiwanaku seguimos para Copacabana, onde ficamos a dormir nesta noite, e que nos serve de base a uma visita muito especial – a Isla del Sol. A viagem de autocarro tem uma duração média de três horas, pelo que chegamos a Copacabana já ao final da tarde. Podes levar a totalidade da bagagem contigo ou apenas o essencial para a estadia em Copacabana e Isla del Sol, ficando o restante armazenado no nosso hotel em La Paz onde regressamos daqui a dois dias.
Estadia: Hotel

Dia 4   Isla del SolTrekking

Durante o Império Inca, a Isla del Sol era considerada um santuário onde estava o templo dedicado ao deus Sol. Hoje, a ilha é habitada por comunidades de origem quéchua e aimará, que se dedicam basicamente à agricultura, ao turismo, ao artesanato e à criação de lamas e outros mamíferos.

A ilha, vista como uma das pérolas deste país, fica a 20 quilómetros de Copacabana, distância que é percorrida em ferry boat. Hoje dormimos aqui, na Comunidade Yumani, situada no sul da Ilha. Até lá chegarmos, temos uma caminhada pela frente, ao ritmo de cada um, porque a ideia é desfrutar da visita. A altitude vai fazer-se sentir, mas quanto mais subimos mais a vista é impressionante.

Depois de almoço, a tarde será de descanso e de fotografias para quem for adepto. Convido-te mais tarde a irmos assistir ao pôr do sol, um cenário de beleza ímpar refletido nas águas do lago.
Estadia: Alojamento local

Dia 5   Copacabana - La Paz - Vila de Uyuni

Depois de navegarmos as águas cristalinas do Lago Titicaca, no regresso a Copacabana, voltamos à cidade de Laz Paz em autocarro.

O período da tarde reserva-nos uma surpresa. Vamos degustar a comida tradicional boliviana, em ambiente familiar, por isso guarda a barriga que a comida promete ser deliciosa.

Já de noite, apanhamos um autocarro com direção à vila de Uyuni onde chegaremos ao início da manhã. É importante deixares nesse dia a mala feita apenas com o que necessitas para os três dias da expedição, uma vez que a bagagem na sua totalidade poderá não seguir connosco nos jipes por falta de espaço.
Estadia: Hotel + Autocarro noturno

Dia 6   Salar de Uyuni

Hoje começa uma aventura de três dias pela imensidão da paisagem boliviana, o maior highlight de toda esta nossa aventura pelos Andes. Vamos, juntos, explorar o deserto de Uyuni, considerado o maior deserto de sal do mundo, e a Reserva Natural Eduardo Avaroa, um verdadeiro deslumbre para os amantes de natureza no seu estado mais puro.
Sairemos do hotel após o pequeno-almoço com direção a Colchani, uma pequena vila que subsiste graças à extração de sal. Segue-se o cemitério de comboios, onde desde os anos 50 estão estacionadas diversas carruagens, em fim de vida, que serviam de carga ao minério abundante na região, num cenário que faz lembrar o Mad Max.

Depois do almoço, seguimos para o Salar onde teremos a tarde inteira para contemplar este incrível espelho de água, que na época seca muda de aspeto apresentando belíssimos hexágonos criados pelo acumular do sal. Dar-te-ei algumas sugestões de fotos para mais tarde recordares esta viagem.

A noite será passada num alojamento local, onde também jantaremos.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Reserva Natural de Eduardo Avaroa

em cedo, damos continuidade à nossa expedição. Passamos pelas pequenas cidades de San Juan e Chiguana para entrar no deserto de Siloli, onde se encontra a famosa Arbol de Piedra. Logo de seguida, acedemos às lagoas coloridas Hedionda, Chiar Kota e Ramaditas cuja tonalidade se deve aos metais que por lá abundam.

Depois do almoço, entramos na Reserva de Eduardo Avaroa onde fica localizado o alojamento desta noite. Visitamos a Laguna Colorada e o Laguna Roja onde existem milhares de flamingos a pintar a paisagem.

Nesta noite dormimos num dos refúgios básicos da Reserva, em regime de camarata. O alojamento é muito simples, mas para aqueles que não prescindem do comodismo há a possibilidade de pedirem um quarto twin privado com WC (extra).
Estadia: Refúgio básico em regime de camarata

Dia 8   Reserva Natural de Eduardo Avaroa - Vila de Uyuni

O último dia começa ainda de madrugada, perto das 04h30 da manhã, de forma a vermos os geisers em plena potência pelo contacto com o ar fresco da alvorada. A paragem seguinte faz-se nas termas naturais de água quente que te ajudarão a recarregar baterias e a aquecer-te o corpo. Prepara o biquíni, os chinelos e a toalha para um revigorante banho.

Continuamos para a Laguna Verde, protegida pelo Vulcão de Lincabur, e, de lá, para o surreal deserto de Salvador Dali, último ponto de visita desta expedição.

O regresso à cidade de Uyuni é feito ao final da tarde, perto das 18 horas, mesmo a tempo de fazer check-in e esticar as pernas num pequeno passeio em direção ao nosso restaurante. Hoje vamos experimentar as delícias da cozinha de fusão dos Andes.
Estadia: Estadia: Hotel

Dia 9   Vila de Uyuni - PotosíCasa Nacional da Moeda

Sairemos de Uyuni, logo após o pequeno-almoço, prevendo-se a chegada a Potosí por hora de almoço.

Potosi tem a marca de ser uma das cidades mais altas do mundo com 4.100 metros de altitude. Isso obriga-nos a cuidados redobrados devido à falta de oxigénio no ar e às temperaturas frias, pelo que recomendo que caminhes lentamente para o corpo se adaptar e que leves agasalhos.

Aproveitaremos a tarde para visitar o centro histórico e conhecer a Casa Nacional da Moeda que explica o processo de extração mineira, principal motor económico da região desde os tempos dos Conquistadores Espanhóis, e como foram cunhadas aqui as primeiras moedas do mundo.

Pela noite escolhemos um restaurante para jantar e partilhamos algumas das memórias que se começam a acumular nesta jornada.
Estadia: Hotel

Dia 10   Potosí - SucreDescida ao Cerro Rico

Acompanhados de um guia, antigo trabalhador e membro atual da cooperativa, faremos a visita às minas ativas de Cerro Rico, “a montanha que come homens”. Aqui conhecerás as duras condições de trabalho destes mineiros, assim como as tradições relacionados com o El Tio que está representado em todas as minas. A vista a partir do topo do Cerro Rico vai deixar-te boquiaberto.

Depois de tomarmos banho para nos limparmos da poeira dos confins subterrâneos da terra e, depois de um merecido almoço para reconfortar o estômago, seguimos para a cidade colonial de Sucre onde vamos ficar as duas próximas noites. Chegaremos ao final da tarde e depois do check-in aproveitaremos para dar um pequeno passeio.
Estadia: Hotel

Dia 11   SucreParque Simón Bolivar e Praça Pedro de Anzúrez

Sucre é uma cidade de grande importância na Bolívia, capital constitucional do país e também uma das mais belas. Nela existem várias casas coloniais, museus e igrejas que merecem uma visita, assim como o centro histórico que inclui a Plaza de las Armas, a Catedral, e o Mercado que apresenta algumas das maiores iguarias da cozinha andina, ou o Museu Casa de la Liberdade.
Finalmente começamos a reduzir a altitude da viagem, o que se faz também sentir nas temperaturas mais amenas que encontramos. O dia é livre, porém, se me quiseres acompanhar farei um pequeno city tour de manhã pelo Mercado e Parque Simón Bolivar, e no período da tarde iremos até à Praça Pedro de Anzúrez onde podes visitar o Museu de la Recoleta (atividade extra). Em alternativa podes visitar outros monumentos da cidade ou aproveitar para comprar recuerdos, agora que a viagem se aproxima do seu final.

Ao final da tarde, cerveja fria na mão e um pôr-do-sol maravilhoso a embalar-nos para o jantar.
Estadia: Hotel

Dia 12   Sucre - Samaipata

Hoje é dia de voarmos em direção à nossa última paragem, Santa Cruz de La Sierra, evitando assim a ligação terrestre entre Sucre e Samaipata que é, infelizmente, longa e penosa.

Chegados ao aeroporto de Santa Cruz de la Sierra, faremos um transfer em minibus até à pequena vila de Samaipata, às portas de três parques nacionais, trecho que tem a duração de sensivelmente 3 horas. Prepara a máquina fotográfica porque vais querer, com certeza, parar pelo caminho para registar as paisagens. Aqui ficaremos alojados bem no centro, num espaço cuja atmosfera é perfeita para relaxar nestes últimos dias da viagem e desfrutar do contacto com a natureza.

Vais deixar-te contagiar pelo cheiro a plantas aromáticas, pelo clima tropical convidativo a caminhadas e mergulhos na água, pelas frutas exóticas que lembram a paleta de cores do arco-íris e pelo ar relaxado dos habitantes desta pequena vila.
Estadia: Alojamento local

Dia 13   SamaipataParque Ecológico de Las Cuevas e El Refúgio

A manhã será passada no Parque Ecológico de Las Cuevas onde desfrutamos de alguns banhos de sol nas cascatas que por lá existem.

Depois de almoço, tarde livre para piscina e massagens.

Se aceitares o meu convite, convido-te a visitar o El Refúgio, um espaço de preservação e recuperação de animais selvagens onde poderás contactar de perto com macacos, araras, pavões, cavalos e outros animais, apoiando assim a causa. A caminhada até lá é muito bonita e vale a pena.

À noite, escolhemos um restaurante junto à praça e relaxamos ao sabor de um copo de vinho. Quem sabe, não embalamos numa dança com os músicos de rua que por aqui costumam estar.
Estadia: Alojamento local

Dia 14   Tour Parque Nacional de Amboró

O Parque Nacional de Amboró é uma obra ecológica com mais de meio milhão de hectares. Graças à sua localização geográfica, nele confluem três ecossistemas distintos: a Amazónia, o Norte de Chaco e os Andes, o que lhe permite ter uma biodiversidade impossível de encontrar noutra parte do globo.

Teremos o dia para explorar esta região protegida da Bolívia, na companhia de um guia experiente de montanha, desfrutando da natureza e da serenidade que ela nos provoca.
Regressaremos já perto da hora da jantar, com o coração cheio e as baterias recarregadas para aquela que será a nossa última noite. Proponho fazermos um jantar caseiro, adquirindo os produtos locais no mercado. Um churrasco, que me dizem?
Estadia: Alojamento local

Dia 15   Samaipata - Santa Cruz de la Sierra - Origem

A nossa viagem chega hoje ao fim. Em função dos horários dos voos de regresso a partir de Santa Cruz de la Sierra, tomamos um pequeno-almoço reforçado ou almoçamos e seguimos em transfer privado.

Foi um enorme prazer ter-vos recebido e espero que, como eu, guardem a Bolívia no coração, porque de facto este país é mágico e especial. Obrigado pelo voto de confiança e, quem sabe, não nos voltamos a encontrar noutra parte do globo. Até já.

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Perguntas Frequentes

É necessário visto para entrar no país?

Os países da União Europeia não necessitam de visto para entrar na Bolívia, apenas passaporte válido por 6 meses, contados a partir da data de regresso, e com pelo menos duas páginas vazias onde será carimbada a entrada e saída do país. Se o teu voo (tanto de ida como regresso) fizer escala nos EUA terás de fazer o ESTA. É um processo simples, feito online, e tem um custo de cerca de 12€. Para escalas no Canadá terás de fazer o eTA online. Tem um custo sensivelmente de 4,50€.

Como funcionam os transfers de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Existem múltiplas formas de sair do aeroporto com direção ao hotel, e atualmente com a rede de teleféricos distribuída pela cidade este percurso tornou-se ainda mais cómodo. Porém, penso que dado o impacto da altitude e considerando que La Paz é uma cidade muito grande e caótica, o ideal será apanhares um táxi que às vezes pode demorar até 1 hora devido ao trânsito, embora a distância seja realmente curta. Podemos enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente. O preço não deve ultrapassar os 80 BOB que correspondem a cerca de 10€.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Todos os quartos serão twin (camas separadas), duplos ou triplos (em casos especiais como o da Isla del Sol) com casa de banho privativa (com toalhas), excepto no Deserto de Uyuni que será em refúgios básicos e/ou casas familiares, e onde será necessário levar uma toalha de banho, que servirá também para as fontes termais da Reserva Natural Eduardo Avaroa e as cascatas de Samaipata. Notem que a primeira noite do tour oferece garantidamente quartos twin, com casa de banho partilhada e duches quentes mediante o pagamento de uma taxa adicional de 10 Bolivianos (pouco mais de 1€), ao passo que a segunda noite é feita em regime de camarata com 4 a 6 camas e também com casa de banho partilhada. Aqui não é possível tomar banho e teremos ainda restrições de eletricidade, que normalmente se interrompe a partir das 21h30, devido à localização remota do abrigo. Por ser uma noite apenas, julgo que todos nos conseguimos adaptar uma vez que todos os tours são feitos desta forma, mas se houver alguém que não consiga mesmo prescindir da comodidade há a opção de ficarem num quarto twin com WC privado, mediante o pagamento de uma taxa adicional de 30$ por pessoa. Relembro que as condições da Bolívia e da Europa não são as mesmas. O que para nós é um hotel de 2 estrelas, para a Bolívia é um de 4.

Como são os transportes no país?

Na viagem à Bolívia usamos vários meios de transporte, todos eles de características locais e não turísticos. Teremos na sua grande maioria deslocações de autocarro entre cidades, que oferecem condições mínimas de conforto, com lugares numerados. Usaremos um transfer de ferry boat e barco na deslocação a Copacabana e Isla del Sol, que para os mais susceptíveis a enjoos poderá obrigar à toma de um comprimido. Entre Sucre e Santa Cruz de la Sierra teremos um voo interno com direito a bagagem de porão de 23Kg. Dentro das cidades estaremos maioritariamente a caminhar, pese embora usemos teleférico em La Paz e algumas vans locais para pequenos trajetos.

É seguro viajar na Bolívia?

A Bolívia é genericamente um país seguro para turistas, embora seja importante manter as habituais precauções em viagem para evitar situações desagradáveis. É de considerar o risco de roubo de bens, em especial nas grandes cidades.

É uma viagem cansativa?

Considerando que estaremos 2/3 da viagem a mais de 2.500 metros de altitude o cansaço é inevitável porque se prende com a adaptação do organismo às condições do território. Algumas pessoas sentem mais esse impacto da altitude que outras, por isso recomendo a quem é mais suscetível a profilaxia da altitude com Acetazolamida antes de viajarem. Durante a estadia o consumo de chá de folhas de coca bem como de Sorochi que é um comprimido natural feito à base de plantas que pode ser comprado nas farmácia locais também ajuda a aliviar os sintomas. Aparte esta questão, não existem grandes caminhadas que obriguem a um esforço físico redobrado e os alojamentos são geralmente cómodos o que permite a reposição do sono durante a noite. Costumo dizer que quem viaja e não regressa cansado, afinal de contas não foi viajar mas neste caso o cansaço tem a ver com o ritmo da viagem.

Que comida será servida?

A comida boliviana é muito diversificada e varia conforme a região em que estamos. Trata-se de uma mistura de gastronomia indígena com influência da cozinha espanhola. É baseada em tubérculos como a batata e a mandioca, mas também se come muito milho, quinoa e um tipo de pimenta chamado ‘ají‘. É habitual a mistura do doce com salgado, além do uso de queijo coalhado. Há algumas comidas típicas cuja origem é compartilhada com o Peru. Fiquem descansados que irão provar um pouco de tudo, das salteñas ao plato paceño.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Bolívia. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Há alguma restrição cultural?

Não existe nenhuma restrição cultural a destacar. Lembro, contudo, que por ser um país muito indígena, é natural que o choque cultural seja maior.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

A maioria dos custos inerentes à viagem está já coberta no valor pago à Landescape aquando da inscrição, pelo que o valor adicional que cada viajante deverá levar depende muito dos seus consumos, nomeadamente se come muito, consome muito álcool ou se tem intenção de trazer muitas lembranças. Regra geral, 15€ por dia são suficientes para refeições e snacks.

Outras informações relevantes.
Como é o roteiro da viagem?

A Bolívia é dos países mais autênticos da América do Sul, com uma forte percentagem de população índigena e onde os costumes e tradições andinas continuam a ecoar ao longo dos séculos. Nesta viagem ao coração dos Andes, damos-te a conhecer as diferentes facetas de um país que muitos só conhecem por causa do Salar de Uyuni, mas que é muito mais que isso. Começamos em altitude na visita à frenética cidade de La Paz e depois de navegarmos as águas do Lago Titicaca descemos em direcção à Reserva Natural de Eduardo Avaroa que nos vai tirar a respiração com a imensidão da sua paisagem. Descobrimos depois os ecos da exploração mineira em Potosi e os traços da arquitetura colonial em Sucre. A viagem termina de forma relaxada, num ambiente de pura natureza selvagem, na visita ao pequeno pueblo de Samaipata. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou. Lembramos também que o primeiro dia está reservado à chegada, pelo que só iniciaremos as actividades no dia seguinte.

Qual a roupa mais adequada?

Graças às condições do território, nesta viagem teremos a sensação de atravessar as quatro estações do ano em apenas quinze dias. Em altitude o frio faz-se sentir e, sobretudo em Uyuni, quando formos visitar a Reserva Natural Eduardo Avaroa estaremos a mais de 4.000 metros de altitude por isso de noite até poderás ter uma sensação térmica semelhante à de neve. Em compensação, em Samaipata, o clima é muito tropical e húmido por isso prepara-te para suar e ter o biquíni ou calções de banho à mão. Desta forma, é recomendável que adaptes a mochila a todas as condições: chuva, frio, calor e temperaturas intermédias. Mais indicações sobre o que levar na mochila estão identificadas no Manual de Viajante que é enviado aquando da inscrição.

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Sobre o Líder


Carina Silva

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