Cabo Verde

Nesta viagem a Cabo Verde prepara-te para descobrires um povo que recebe com alegria e se diverte como nenhum outro, ao ritmo da morna e do funaná. Localizada ao largo do Senegal, a ilha de São Nicolau revela-se um caldeirão onde se consegue absorver um pouco da cultura das nove ilhas habitadas deste singular país ancorado em pleno Atlântico. Engana-se quem acha que este é um destino exclusivamente de resorts e esta aventura liderada pelo líder de viagens Miguel Judas vai demonstrar-te isso mesmo, dando-te a conhecer a faceta mais natural e cultural deste destino, com muito trekking nos nove dias desta aventura.

  • + 16 anos
  • 4-12 pessoas
  • 9 dias
  • 1.065€ / pessoa

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  • VIAGEM CABO VERDE – Ilhas de cultura e trekking
    27 Dez a 4 Jan 2023
  • VIAGEM CABO VERDE – Ilhas de cultura e trekking
    1 a 9 Dez 2023

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VIAGEM CABO VERDE – Ilhas de cultura e trekking

com Miguel Judas

Fim de ano
27 Dez a 4 Jan 2023
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

Começamos a viagem com uma visita ao Mindelo, cidade berço da morna e capital cultural do país. Vais surpreender-te com a amabilidade e simplicidade do povo cabo-verdiano, sempre disposto a participar de um convívio à mesa ou de um passo de dança. De lá prosseguimos para a visita à ilha de São Nicolau, mais propriamente para Tarrafal de São Nicolau. Está na hora de começarmos a exercitar o corpo com aquele que será o primeiro de cinco trekkings previstos no roteiro. Do Tarrafal à Ribeira Prata, da Praia Branca à Ribeira Brava, de lá até ao Juncalinho e novamente até ao Tarrafal e, por último, num percurso plano, à Praia Debaixo da Rocha.

Pelo caminho, passamos nestes dias de caminhada intensa, pelas ruínas do primeiro campo de concentração português, edificado durante o Estado Novo, pela peculiar Hortelã e ao fundo a aldeia da Fragata. Entramos vegetação adentro no Parque Natural de Monte Gordo, exploramos os segredos do Carbeirinho, considerado uma das sete maravilhas naturais de Cabo Verde e subimos a Assomada de Macebo, de onde teremos vistas de todo o vale da fajã. Depois disto e antes de regressar a São Vicente, onde começámos a viagem, nada melhor que uma cachupa quentinha para forrar o estômago. Contamos contigo?

Nesta viagem teremos, além de muitas subidas e descidas por paisagens idílicas, piscinas naturais onde nos banharmos e, claro está, a melhor gastronomia, sempre acompanhada ao ritmo da música que, também ela, é Património Cultural Imaterial da UNESCO.

O que iremos visitar em Cabo Verde

  • O centro histórico de Mindelo, capital cultural do país
  • As ruas da Ribeira Brava, na ilha de São Nicolau
  • Trekking Ribeira Brava ao Tarrafal
  • Trekking da Fragatinha
  • Trekking do Tarrafal a Praia Debaixo da Rocha
  • Trekking de Ribeira Brava ao Juncalinho
  • Piscinas naturais do Juncalinho
  • Museu da Pesca, no Tarrafal
  • As ruínas do primeiro campo de concentração em Cabo Verde
  • Ribeira de Calhaus, um dos vales mais férteis da ilha
  • Ribeira Prata, um dos mais encantadores lugares de São Nicolau
  • Carbeirinho, considerado uma das maravilhas naturais de Cabo Verde
  • Aldeia de Praia Branca

O que está incluído?

Alojamento
8 noites em hotel ou alojamento local

Refeições
Todos os pequenos-almoços
2 Almoços
2 Jantares
Pack merenda durante os trekkings

Todas as entradas descritas no programa

Guia local nos trekkings

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Voos internos | A partir de 120€ (comprados pela Landescape)
  • Taxa de Segurança Aeroportuária (Cerca de 31€)
  • Taxa turística aeroportuária
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Mindelo (São Vicente)

Este é o dia reservado à tua chegada a Mindelo e, por essa mesma razão, não existe qualquer atividade programada. Dependendo da hora do teu voo, poderás já aventurar-te nas ruas do centro histórico da cidade.

Quando todos chegarem, combinamos uma hora e um local – possivelmente já em redor da mesa de jantar – para nos juntarmos todos e assim apresentar de forma breve o que vão ser os próximos dias.

Bem-vindo/a.
Estadia: Hotel

Dia 2   Mindelo - São NicolauCentro histórico, Baía do Porto Grande, Tarrafal

Durante a manhã teremos tempo para explorar o centro histórico do Mindelo, cidade berço da morna e considerada a capital cultural de Cabo Verde. A segunda maior cidade do arquipélago fica situada na Baía do Porto Grande, um porto natural formado pela cratera submarina de um vulcão, com um diâmetro de quatro quilómetros. Numa ilha que luta eternamente contra a falta de água – o seu maior inimigo – e que viu somente a sua população aumentar a partir de meados do século XIX, com base no comércio com os ingleses e através do negócio de armazenamento e exploração de carvão, vais perceber que aqui se vive uma atmosfera única, inseparável do calor humano e da hospitalidade dos seus habitantes. É esta faceta de cidade “bon vivant” que lhe confere o rótulo de capital da diversão do país.

A meio da tarde apanhamos o barco para São Nicolau, a ilha que nos recebe nos próximos dias. Já depois de instalados, aquecemos as nossas pernas numa pequena caminhada pelas ruas do Tarrafal de São Nicolau, uma vila que ainda mantém bem viva a tradição piscatória e conheceremos as suas areias com propriedades terapêuticas.

O jantar será obviamente à beira mar.
Estadia: Alojamento local

Dia 3   Trekking Tarrafal - Ribeira Prata (16,5km | 1250m d+ | 1257m d-)

Hoje, depois do pequeno-almoço, partimos para o interior norte da ilha, naquele que é o nosso primeiro dia de trekking. Saímos do Tarrafal, onde teremos a oportunidade de visitar as ruínas daquele que foi o primeiro campo de concentração de Cabo Verde, construído em 1931 para albergar alguns dos participantes da Revolta da Madeira, uma das primeiras sublevações contra o regime de Salazar – os Revoltosos da Madeira – tendo sido desativado pouco depois, com os presos a serem transferidos para o antigo Seminário de Ribeira Brava, entretanto transformado em prisão, enquanto um novo campo era construído num outro Tarrafal, o da ilha de Santiago, onde entre 1936 e 1954 morreram 37 pessoas.

Dali, seguimos com o azimute do Monte Gordo, o ponto mais alto da ilha de São Nicolau, a 1312 metros de altitude. Chegados a Hortelã, caminharemos por cinzas vulcânicas até chegarmos à Ribeira de Calhaus, um dos vales mais ricos para agricultura em São Nicolau. Dali continuaremos a subir. No topo, vislumbramos finalmente o vale de Ribeira Prata e a aldeia de Fragata, enquanto navegamos por um mar agitado de rochas. No fundo do vale, na continuação do nosso trajeto, chegamos a Ribeira Prata, povoação que se destaca por ser a terra de mitos e da célebre morna “Mambia”, sendo igualmente terra de gente com apetência especial para a execução de instrumentos de corda. À chegada, teremos um petisco à nossa espera.

No regresso a Tarrafal fazemos ainda uma paragem em Carbeirinho, para explorar os segredos deste local, considerado uma das 7 maravilhas naturais de Cabo Verde, dando seguimento à expressão local “Criado por Deus, descoberto pelos homens”.
Estadia: Alojamento local

Dia 4   Trekking Praia Branca - Ribeira Brava (25 km | 1627m d+| 2087m d-)

Depois do pequeno-almoço que se deseja, neste dia em especial, bem recheado, começamos a caminhada mais desafiante de toda esta odisseia. O dia inicia-se na Praia Branca, terra onde foi escrita a mundialmente conhecida morna Sodade, eternizada por Cesária Évora no famoso refrão:
Sodade, sodade, Sodade dessa minha terra, São Nicolau
Sodade, sodade, Sodade dessa minha terra, São Nicolau

Atravessando campos agrícolas e de pastoreia ao longo de caminhos vicinais, chegaremos à Fragatinha e daí seguimos para Assomada de Macebo. Até chegar a este ponto, a caminhada é extenuante, mas a visão que se obtém de todo o vale de fajã é deslumbrante e, por isso, vale a pena todo o esforço que, física e psicologicamente, vamos despender. Segue-se uma descida até Campo Fajã onde vamos conhecer umas produtoras de doces e iguarias locais que nos vão permitir restabelecer a energia gasta até este ponto, antes de começarmos a emergir na vegetação do Parque Natural de Monte Gordo e subirmos até ao ponto mais alto da ilha, a 1312 metros acima do nível do mar. Daqui é literalmente sempre a descer até à Ribeira Brava, mas não sem antes fazermos uma pequena paragem no santuário do Monte Cintinha e, a quem queira testar a sua sorte, atirar uma moeda no cazador.

A noite traz-nos sossego e palavras saboreadas em redor de uma mesa, talvez até ao som de uma morna, que por aqui é tocada a quase toda a hora.
Estadia: Alojamento local

Dia 5   Trekking Ribeira Brava - Juncalinho (25km | 972m d+| 901m d-)

Segundo dia seguido com um longo trekking, que faremos ao nosso ritmo, sem pressas, como manda o espírito do arquipélago. Saímos da Ribeira Brava e caminhamos com os olhos apontados a Porto de Lapa, local onde os primeiros habitantes de São Nicolau assentaram arraiais. Segue-se uma passagem pela maior cratera vulcânica da ilha, com uma vista impressionante sobre a baía de São Jorge. É tempo de parar para descansar, comer um snack e tomar um pouco do nosso tempo para aproveitar este lugar tão especial.

Retomamos a caminhada sobre calçada e, no topo da ilha, avistamos tanto a costa norte como a sul, enquanto somos surpreendidos por íngremes penhascos e inúmeros vulcões ao longo do caminho. Seguimos para oeste até avistarmos a aldeia de Juncalinho. É aí que começamos a descer até ao nosso destino final, tendo como “prémio” um lanche à base de marisco, embalados por uma tocatina.

Antes de regressarmos ao alojamento ainda teremos oportunidade de recuperar energia nas piscinas naturais do Juncalinho.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Trekking Ribeira Brava – Tarrafal (15km | 606m d+| 716m d-)

Hoje partimos para o lado oposto da ilha. Saímos da Vila de Ribeira Brava cruzando ruas estreitas e passando pelo Antigo Seminário, um casarão de dois pisos, que data da fundação em 1866, um legado do tipo “casa de vila” da arquitetura portuguesa da região de Lisboa, influência do que pelos portugueses foi sendo construído no século XIX. Incluía uma pequena capela e é atualmente considerado “o maior monumento da história da ilha”, pelo seu contributo para a formação das elites intelectuais e cultura dos sanicolaenses, com especial destaque na preparação do que viria a ficar conhecido como consciência nacional cabo-verdiana.
Chegando a Caleijão, encontramos o antigo orfanato da Rainha Santa Isabel, uma instituição de cariz puramente religiosa fundada em 1943 e que perdurou até aos anos 70, acolhendo crianças do sexo feminino que eram entregues aos cuidados das religiosas do Amor de Deus. Foi um modelo na educação cívica e cristã bem como na moral e nos bons costumes e era visto como uma fonte de formação feminina onde se aprendia a arte de bem-estar, bem-fazer e bem-servir.
Dali, começamos a subir e no topo, à chegada a Fontainhas, encontramos um dos caminhos vicinais mais bem preservados de São Nicolau. Segue-se uma longa descida, sentindo o calor característico do Tarrafal de São Nicolau e com o mar azul sempre em plano de fundo.
Chegados ao Tarrafal é tempo de visitar o museu da pesca e almoçar com vista para o mar.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Trekking Tarrafal (São Nicolau) – Praia Debaixo de Rocha (10 km – plano)

Depois de dias seguidos com trekkings extenuantes, que exigiram de nós e ao mesmo tempo nos mostraram paisagens memoráveis e selvagens, eis que hoje a manhã nos apresenta um programa mais relaxado, com uma caminhada à beira-mar, até à praia Debaixo de Rocha, uma das poucas com areia branca em toda a ilha. Chegamos cedo e, por essa mesma razão, o resto do dia é por tua conta para que possas aproveitar a praia, vaguear com as fotografias debaixo de olho, comprar recordações ou simplesmente descansar no nosso alojamento.

Combinaremos uma hora para nos juntarmos ao final da tarde e encontrarmos um restaurante onde jantar.
Estadia: Alojamento local

Dia 8   Tarrafal (São Nicolau) – Mindelo (São Vicente)

O barco parte de manhã bem cedo e teremos novamente tempo para explorar o património cultural de São Vicente, palpitante espaço cosmopolita, económico, cultural e natural, onde é possível encontrar exemplos preciosos de tradição africana, mas que aqui foi muito mais marcada por contributos de outras origens, não só a portuguesa, mas também a inglesa, a brasileira, e até a japonesa.

Quem preferir, pode aventurar-se até a ilha mais próxima, Santo Antão. O ferry corre pelo menos duas vezes por dia e por isso tens de tomar atenção ao regresso ao fim da tarde. Quem optar por ficar em São Vicente pode, além da já visitada Mindelo, percorrer as suas praias: Baía das Gatas, Salamansa, Praia Grande, Calhau, São Pedro, Topim ou, mesmo ali em frente, a Laginha.

À noite, em São Vicente, iremos jantar num local muito especial e como esta é a última noite desta viagem, deixemo-nos embalar pelos ritmos cabo verdianos.
Estadia: Hotel

Dia 9   Mindelo (São Vicente) – Origem

Do alojamento para o aeroporto, um transfer levar-te-á a percorrer os últimos metros desta semana cheia. Resta-me agradecer-te a confiança e esperar ver-te de novo num caminho por aí.

Obrigado!

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Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

O roteiro da viagem a Cabo Verde incide especialmente na ilha de São Nicolau, uma das menos exploradas pelo turismo e consequentemente uma das mais autênticas para se visitar. O programa foi desenhado para amantes de caminhadas na natureza e por essa razão apresenta cinco trekkings de dificuldade moderada. Queremos promover-te uma verdadeira imersão na biodiversidade desta ilha, levando-te a explorar trilhos de pura beleza. A somar a esta proposta juntamos a ilha de São Vicente para que possas sentir um pouco da cultura cabo-verdiana, sobretudo no que à música e gastronomia diz respeito. Devido às constantes alterações nos voos da TAP e inter-ilhas, poderá dar-se a necessidade de reajustar o programa de forma a começar e terminar na ilha de Santiago, em vez da ilha de São Vicente, o que em nada altera o tipo de atividades previstos em programa. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no país?

Os cidadãos da União Europeia e Reino Unido estão isentos de visto para estadias até 30 dias. No entanto, existe a necessidade de pagar a Taxa de Segurança Aeroportuária (TSA), que os cidadãos estrangeiros que desembarquem em Cabo Verde ou estejam a viajar entre ilhas terão de pagar. Para tal é necessário teres passaporte válido e fazer um pré-registo e pagamento online, ou pagar diretamente quando entras no país. Nos voos internacionais, a TSA tem um valor de 3.400 escudos cabo-verdianos (cerca de 31 euros) e será cobrada no acto de realização do pré-registo na plataforma online EASE. Deverá ser efectuado até 5 dias antes da data de início da viagem para Cabo Verde. Caso não faças anteriormente o pagamento poderás fazê-lo no momento da entrada, embora possa demorar um pouco mais.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos são todos em quartos twin ou triplos com casa de banho privada. Não se garante ar condicionado em todos os quartos, tendo como alternativa a ventoinha. Os alojamentos irão variar entre hotel em São Vicente, e residenciais ou alojamentos locais em São Nicolau. Todos, porém, prezam pela higiene, sustentabilidade local e ambiente familiar, que é isso que mais valorizamos na Landescape.

Como são os transportes no país?

Ao longo da nossa viagem usaremos transporte privado, sendo que usaremos também travessias de barco. Existe um voo interno em que o valor estará a cargo do viajante, sendo contudo a Landescape a proceder à sua compra.

Cabo Verde é seguro?

Cabo Verde é um destino bastante seguro, recomendando-se apenas o bom senso e as precauções habituais em qualquer viagem a um país estrangeiro.

É uma viagem cansativa?

A resposta é sim, no sentido em que se trata de uma viagem de trekking e como tal muito física, em que todos os dias terão de ser percorridas longas distâncias a pé, por trilhos de montanha ou caminhos rurais. Esta é uma viagem de trekking especificamente indicada para aqueles que estão em boas condições para a fazerem, pois além das distâncias percorridas diariamente, o desnível acumulado em alguns dias, é grande, o que vai exigir de ti condições físicas que te garantam a concretização dos percursos.

Qual a roupa mais adequada?

Roupa e calçado confortável, adequado à prática de trekking. Recomenda-se o uso de roupas leves e frescas durante a estação seca e um impermeável e um agasalho durante a época das chuvas. O uso de calçado apropriado para caminhadas em montanha é altamente recomendado. Devido ao tipo de terreno encontrado e por vezes com fortes inclinações, é aconselhável o uso de bastões. No Manual do Viajante que enviaremos no momento da inscrição, terás mais informações sobre o tipo de roupa, equipamento e calçado a levar.

Que comida será servida?

A gastronomia de Cabo Verde tem opções para todos, mas particularmente em São Nicolau a gastronomia é muito à base de peixe e marisco (em especial atum), carne de cabrito (com a qual se confeciona o famoso “Modje” de São Nicolau) e um sem fim de vegetais cultivados na ilha, que servem de guarnição a todos os pratos e garantem diversas opções vegetarianas.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar em Cabo Verde. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Como faço se me quiser inscrever sozinho e com quem divido o quarto?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece a maioria das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos são sempre divididos com outro ou outros viajantes (em casos excepcionais em que os quartos são triplos) e só se o viajante assim o solicitar é que terá um quarto só para si, pagando para o efeito o suplemento de ocupação individual.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

A moeda nacional é o Escudo Cabo-verdiano (CVE). A cotação do Escudo Cabo-verdiano está atualmente indexada ao euro sendo que o valor de 1 EUR equivale a 110,265 CVE. Os levantamentos podem ser efetuados em caixas ATM, mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em São Nicolau existem caixas ATM na Ribeira Brava e no Tarrafal.

Outras informações relevantes.

Viajar por Cabo Verde é encontrar um pedaço de Portugal perdido no Atlântico de África. Terra de gente hospitaleira e de sorriso fácil, que nos lembra do quão simples pode ser feita a felicidade. Prepara-te para voltar com este cantinho guardado no coração e quiçá regressares mais vezes.

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Sobre o Líder


Miguel Judas

Sou especialmente atraído pelas zonas menos conhecidas, onde há sempre algo de novo por revelar. Saber mais

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VIAGEM CABO VERDE – Ilhas de cultura e trekking

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Nova Data
1 a 9 Dez 2023
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Começamos a viagem com uma visita ao Mindelo, cidade berço da morna e capital cultural do país. Vais surpreender-te com a amabilidade e simplicidade do povo cabo-verdiano, sempre disposto a participar de um convívio à mesa ou de um passo de dança. De lá prosseguimos para a visita à ilha de São Nicolau, mais propriamente para Tarrafal de São Nicolau. Está na hora de começarmos a exercitar o corpo com aquele que será o primeiro de cinco trekkings previstos no roteiro. Do Tarrafal à Ribeira Prata, da Praia Branca à Ribeira Brava, de lá até ao Juncalinho e novamente até ao Tarrafal e, por último, num percurso plano, à Praia Debaixo da Rocha.

Pelo caminho, passamos nestes dias de caminhada intensa, pelas ruínas do primeiro campo de concentração português, edificado durante o Estado Novo, pela peculiar Hortelã e ao fundo a aldeia da Fragata. Entramos vegetação adentro no Parque Natural de Monte Gordo, exploramos os segredos do Carbeirinho, considerado uma das sete maravilhas naturais de Cabo Verde e subimos a Assomada de Macebo, de onde teremos vistas de todo o vale da fajã. Depois disto e antes de regressar a São Vicente, onde começámos a viagem, nada melhor que uma cachupa quentinha para forrar o estômago. Contamos contigo?

Nesta viagem teremos, além de muitas subidas e descidas por paisagens idílicas, piscinas naturais onde nos banharmos e, claro está, a melhor gastronomia, sempre acompanhada ao ritmo da música que, também ela, é Património Cultural Imaterial da UNESCO.

O que iremos visitar em Cabo Verde

  • O centro histórico de Mindelo, capital cultural do país
  • As ruas da Ribeira Brava, na ilha de São Nicolau
  • Trekking Ribeira Brava ao Tarrafal
  • Trekking da Fragatinha
  • Trekking do Tarrafal a Praia Debaixo da Rocha
  • Trekking de Ribeira Brava ao Juncalinho
  • Piscinas naturais do Juncalinho
  • Museu da Pesca, no Tarrafal
  • As ruínas do primeiro campo de concentração em Cabo Verde
  • Ribeira de Calhaus, um dos vales mais férteis da ilha
  • Ribeira Prata, um dos mais encantadores lugares de São Nicolau
  • Carbeirinho, considerado uma das maravilhas naturais de Cabo Verde
  • Aldeia de Praia Branca

O que está incluído?

Alojamento
8 noites em hotel ou alojamento local

Refeições
Todos os pequenos-almoços
2 Almoços
2 Jantares
Pack merenda durante os trekkings

Todas as entradas descritas no programa

Guia local nos trekkings

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

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O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Voos internos | A partir de 120€ (comprados pela Landescape)
  • Taxa de Segurança Aeroportuária (Cerca de 31€)
  • Taxa turística aeroportuária
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Mindelo (São Vicente)

Este é o dia reservado à tua chegada a Mindelo e, por essa mesma razão, não existe qualquer atividade programada. Dependendo da hora do teu voo, poderás já aventurar-te nas ruas do centro histórico da cidade.

Quando todos chegarem, combinamos uma hora e um local – possivelmente já em redor da mesa de jantar – para nos juntarmos todos e assim apresentar de forma breve o que vão ser os próximos dias.

Bem-vindo/a.
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Dia 2   Mindelo - São NicolauCentro histórico, Baía do Porto Grande, Tarrafal

Durante a manhã teremos tempo para explorar o centro histórico do Mindelo, cidade berço da morna e considerada a capital cultural de Cabo Verde. A segunda maior cidade do arquipélago fica situada na Baía do Porto Grande, um porto natural formado pela cratera submarina de um vulcão, com um diâmetro de quatro quilómetros. Numa ilha que luta eternamente contra a falta de água – o seu maior inimigo – e que viu somente a sua população aumentar a partir de meados do século XIX, com base no comércio com os ingleses e através do negócio de armazenamento e exploração de carvão, vais perceber que aqui se vive uma atmosfera única, inseparável do calor humano e da hospitalidade dos seus habitantes. É esta faceta de cidade “bon vivant” que lhe confere o rótulo de capital da diversão do país.

A meio da tarde apanhamos o barco para São Nicolau, a ilha que nos recebe nos próximos dias. Já depois de instalados, aquecemos as nossas pernas numa pequena caminhada pelas ruas do Tarrafal de São Nicolau, uma vila que ainda mantém bem viva a tradição piscatória e conheceremos as suas areias com propriedades terapêuticas.

O jantar será obviamente à beira mar.
Estadia: Alojamento local

Dia 3   Trekking Tarrafal - Ribeira Prata (16,5km | 1250m d+ | 1257m d-)

Hoje, depois do pequeno-almoço, partimos para o interior norte da ilha, naquele que é o nosso primeiro dia de trekking. Saímos do Tarrafal, onde teremos a oportunidade de visitar as ruínas daquele que foi o primeiro campo de concentração de Cabo Verde, construído em 1931 para albergar alguns dos participantes da Revolta da Madeira, uma das primeiras sublevações contra o regime de Salazar – os Revoltosos da Madeira – tendo sido desativado pouco depois, com os presos a serem transferidos para o antigo Seminário de Ribeira Brava, entretanto transformado em prisão, enquanto um novo campo era construído num outro Tarrafal, o da ilha de Santiago, onde entre 1936 e 1954 morreram 37 pessoas.

Dali, seguimos com o azimute do Monte Gordo, o ponto mais alto da ilha de São Nicolau, a 1312 metros de altitude. Chegados a Hortelã, caminharemos por cinzas vulcânicas até chegarmos à Ribeira de Calhaus, um dos vales mais ricos para agricultura em São Nicolau. Dali continuaremos a subir. No topo, vislumbramos finalmente o vale de Ribeira Prata e a aldeia de Fragata, enquanto navegamos por um mar agitado de rochas. No fundo do vale, na continuação do nosso trajeto, chegamos a Ribeira Prata, povoação que se destaca por ser a terra de mitos e da célebre morna “Mambia”, sendo igualmente terra de gente com apetência especial para a execução de instrumentos de corda. À chegada, teremos um petisco à nossa espera.

No regresso a Tarrafal fazemos ainda uma paragem em Carbeirinho, para explorar os segredos deste local, considerado uma das 7 maravilhas naturais de Cabo Verde, dando seguimento à expressão local “Criado por Deus, descoberto pelos homens”.
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Dia 4   Trekking Praia Branca - Ribeira Brava (25 km | 1627m d+| 2087m d-)

Depois do pequeno-almoço que se deseja, neste dia em especial, bem recheado, começamos a caminhada mais desafiante de toda esta odisseia. O dia inicia-se na Praia Branca, terra onde foi escrita a mundialmente conhecida morna Sodade, eternizada por Cesária Évora no famoso refrão:
Sodade, sodade, Sodade dessa minha terra, São Nicolau
Sodade, sodade, Sodade dessa minha terra, São Nicolau

Atravessando campos agrícolas e de pastoreia ao longo de caminhos vicinais, chegaremos à Fragatinha e daí seguimos para Assomada de Macebo. Até chegar a este ponto, a caminhada é extenuante, mas a visão que se obtém de todo o vale de fajã é deslumbrante e, por isso, vale a pena todo o esforço que, física e psicologicamente, vamos despender. Segue-se uma descida até Campo Fajã onde vamos conhecer umas produtoras de doces e iguarias locais que nos vão permitir restabelecer a energia gasta até este ponto, antes de começarmos a emergir na vegetação do Parque Natural de Monte Gordo e subirmos até ao ponto mais alto da ilha, a 1312 metros acima do nível do mar. Daqui é literalmente sempre a descer até à Ribeira Brava, mas não sem antes fazermos uma pequena paragem no santuário do Monte Cintinha e, a quem queira testar a sua sorte, atirar uma moeda no cazador.

A noite traz-nos sossego e palavras saboreadas em redor de uma mesa, talvez até ao som de uma morna, que por aqui é tocada a quase toda a hora.
Estadia: Alojamento local

Dia 5   Trekking Ribeira Brava - Juncalinho (25km | 972m d+| 901m d-)

Segundo dia seguido com um longo trekking, que faremos ao nosso ritmo, sem pressas, como manda o espírito do arquipélago. Saímos da Ribeira Brava e caminhamos com os olhos apontados a Porto de Lapa, local onde os primeiros habitantes de São Nicolau assentaram arraiais. Segue-se uma passagem pela maior cratera vulcânica da ilha, com uma vista impressionante sobre a baía de São Jorge. É tempo de parar para descansar, comer um snack e tomar um pouco do nosso tempo para aproveitar este lugar tão especial.

Retomamos a caminhada sobre calçada e, no topo da ilha, avistamos tanto a costa norte como a sul, enquanto somos surpreendidos por íngremes penhascos e inúmeros vulcões ao longo do caminho. Seguimos para oeste até avistarmos a aldeia de Juncalinho. É aí que começamos a descer até ao nosso destino final, tendo como “prémio” um lanche à base de marisco, embalados por uma tocatina.

Antes de regressarmos ao alojamento ainda teremos oportunidade de recuperar energia nas piscinas naturais do Juncalinho.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Trekking Ribeira Brava – Tarrafal (15km | 606m d+| 716m d-)

Hoje partimos para o lado oposto da ilha. Saímos da Vila de Ribeira Brava cruzando ruas estreitas e passando pelo Antigo Seminário, um casarão de dois pisos, que data da fundação em 1866, um legado do tipo “casa de vila” da arquitetura portuguesa da região de Lisboa, influência do que pelos portugueses foi sendo construído no século XIX. Incluía uma pequena capela e é atualmente considerado “o maior monumento da história da ilha”, pelo seu contributo para a formação das elites intelectuais e cultura dos sanicolaenses, com especial destaque na preparação do que viria a ficar conhecido como consciência nacional cabo-verdiana.

Chegando a Caleijão, encontramos o antigo orfanato da Rainha Santa Isabel, uma instituição de cariz puramente religiosa fundada em 1943 e que perdurou até aos anos 70, acolhendo crianças do sexo feminino que eram entregues aos cuidados das religiosas do Amor de Deus. Foi um modelo na educação cívica e cristã bem como na moral e nos bons costumes e era visto como uma fonte de formação feminina onde se aprendia a arte de bem-estar, bem-fazer e bem-servir.

Dali, começamos a subir e no topo, à chegada a Fontainhas, encontramos um dos caminhos vicinais mais bem preservados de São Nicolau. Segue-se uma longa descida, sentindo o calor característico do Tarrafal de São Nicolau e com o mar azul sempre em plano de fundo.

Chegados ao Tarrafal é tempo de visitar o museu da pesca e almoçar com vista para o mar.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Trekking Tarrafal (São Nicolau) – Praia Debaixo de Rocha (10 km – plano)

Depois de dias seguidos com trekkings extenuantes, que exigiram de nós e ao mesmo tempo nos mostraram paisagens memoráveis e selvagens, eis que hoje a manhã nos apresenta um programa mais relaxado, com uma caminhada à beira-mar, até à praia Debaixo de Rocha, uma das poucas com areia branca em toda a ilha. Chegamos cedo e, por essa mesma razão, o resto do dia é por tua conta para que possas aproveitar a praia, vaguear com as fotografias debaixo de olho, comprar recordações ou simplesmente descansar no nosso alojamento.

Combinaremos uma hora para nos juntarmos ao final da tarde e encontrarmos um restaurante onde jantar.
Estadia: Alojamento local

Dia 8   Tarrafal (São Nicolau) – Mindelo (São Vicente)

O barco parte de manhã bem cedo e teremos novamente tempo para explorar o património cultural de São Vicente, palpitante espaço cosmopolita, económico, cultural e natural, onde é possível encontrar exemplos preciosos de tradição africana, mas que aqui foi muito mais marcada por contributos de outras origens, não só a portuguesa, mas também a inglesa, a brasileira, e até a japonesa.

Quem preferir, pode aventurar-se até a ilha mais próxima, Santo Antão. O ferry corre pelo menos duas vezes por dia e por isso tens de tomar atenção ao regresso ao fim da tarde. Quem optar por ficar em São Vicente pode, além da já visitada Mindelo, percorrer as suas praias: Baía das Gatas, Salamansa, Praia Grande, Calhau, São Pedro, Topim ou, mesmo ali em frente, a Laginha.

À noite, em São Vicente, iremos jantar num local muito especial e como esta é a última noite desta viagem, deixemo-nos embalar pelos ritmos cabo verdianos.
Estadia: Hotel

Dia 9   Mindelo (São Vicente) – Origem

Do alojamento para o aeroporto, um transfer levar-te-á a percorrer os últimos metros desta semana cheia. Resta-me agradecer-te a confiança e esperar ver-te de novo num caminho por aí.

Obrigado.

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Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

O roteiro da viagem a Cabo Verde incide especialmente na ilha de São Nicolau, uma das menos exploradas pelo turismo e consequentemente uma das mais autênticas para se visitar. O programa foi desenhado para amantes de caminhadas na natureza e por essa razão apresenta cinco trekkings de dificuldade moderada. Queremos promover-te uma verdadeira imersão na biodiversidade desta ilha, levando-te a explorar trilhos de pura beleza. A somar a esta proposta juntamos a ilha de São Vicente para que possas sentir um pouco da cultura cabo-verdiana, sobretudo no que à música e gastronomia diz respeito. Devido às constantes alterações nos voos da TAP e inter-ilhas, poderá dar-se a necessidade de reajustar o programa de forma a começar e terminar na ilha de Santiago, em vez da ilha de São Vicente, o que em nada altera o tipo de atividades previstos em programa. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no país?

Os cidadãos da União Europeia e Reino Unido estão isentos de visto para estadias até 30 dias. No entanto, existe a necessidade de pagar a Taxa de Segurança Aeroportuária (TSA), que os cidadãos estrangeiros que desembarquem em Cabo Verde ou estejam a viajar entre ilhas terão de pagar. Para tal é necessário teres passaporte válido e fazer um pré-registo e pagamento online, ou pagar diretamente quando entras no país. Nos voos internacionais, a TSA tem um valor de 3.400 escudos cabo-verdianos (cerca de 31 euros) e será cobrada no acto de realização do pré-registo na plataforma online EASE. Deverá ser efectuado até 5 dias antes da data de início da viagem para Cabo Verde. Caso não faças anteriormente o pagamento poderás fazê-lo no momento da entrada, embora possa demorar um pouco mais.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos são todos em quartos twin ou triplos com casa de banho privada. Não se garante ar condicionado em todos os quartos, tendo como alternativa a ventoinha. Os alojamentos irão variar entre hotel em São Vicente, e residenciais ou alojamentos locais em São Nicolau. Todos, porém, prezam pela higiene, sustentabilidade local e ambiente familiar, que é isso que mais valorizamos na Landescape.

Como são os transportes no país?

Ao longo da nossa viagem usaremos transporte privado, sendo que usaremos também travessias de barco. Existe um voo interno em que o valor estará a cargo do viajante, sendo contudo a Landescape a proceder à sua compra.

Cabo Verde é um país seguro?

Cabo Verde é um destino bastante seguro, recomendando-se apenas o bom senso e as precauções habituais em qualquer viagem a um país estrangeiro.

É uma viagem cansativa?

A resposta é sim, no sentido em que se trata de uma viagem de trekking e como tal muito física, em que todos os dias terão de ser percorridas longas distâncias a pé, por trilhos de montanha ou caminhos rurais. Esta é uma viagem de trekking especificamente indicada para aqueles que estão em boas condições para a fazerem, pois além das distâncias percorridas diariamente, o desnível acumulado em alguns dias, é grande, o que vai exigir de ti condições físicas que te garantam a concretização dos percursos.

Qual a roupa mais adequada?

Roupa e calçado confortável, adequado à prática de trekking. Recomenda-se o uso de roupas leves e frescas durante a estação seca e um impermeável e um agasalho durante a época das chuvas. O uso de calçado apropriado para caminhadas em montanha é altamente recomendado. Devido ao tipo de terreno encontrado e por vezes com fortes inclinações, é aconselhável o uso de bastões. No Manual do Viajante que enviaremos no momento da inscrição, terás mais informações sobre o tipo de roupa, equipamento e calçado a levar.

Que comida será servida?

A gastronomia de Cabo Verde tem opções para todos, mas particularmente em São Nicolau a gastronomia é muito à base de peixe e marisco (em especial atum), carne de cabrito (com a qual se confeciona o famoso “Modje” de São Nicolau) e um sem fim de vegetais cultivados na ilha, que servem de guarnição a todos os pratos e garantem diversas opções vegetarianas.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar em Cabo Verde. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Como faço se me quiser inscrever sozinho e com quem divido o quarto?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece a maioria das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos são sempre divididos com outro ou outros viajantes (em casos excepcionais em que os quartos são triplos) e só se o viajante assim o solicitar é que terá um quarto só para si, pagando para o efeito o suplemento de ocupação individual.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

A moeda nacional é o Escudo Cabo-verdiano (CVE). A cotação do Escudo Cabo-verdiano está atualmente indexada ao euro sendo que o valor de 1 EUR equivale a 110,265 CVE. Os levantamentos podem ser efetuados em caixas ATM, mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em São Nicolau existem caixas ATM na Ribeira Brava e no Tarrafal.

Outras informações relevantes.

Viajar por Cabo Verde é encontrar um pedaço de Portugal perdido no Atlântico de África. Terra de gente hospitaleira e de sorriso fácil, que nos lembra do quão simples pode ser feita a felicidade. Prepara-te para voltar com este cantinho guardado no coração e quiçá regressares mais vezes.

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Sobre o Líder


Miguel Judas

Sou especialmente atraído pelas zonas menos conhecidas, onde há sempre algo de novo por revelar. Saber mais

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