Omã

Tudo é grande neste pequeno país da Península Arábica. Nesta viagem ao Omã, vais surpreender-te com a hospitalidade do seu povo e com as imponentes cadeias montanhosas, deslumbrar-te com os vastos desertos e com praias e lagoas encantadoras, que nunca imaginaste existirem nesta parte do mundo. Considerado um dos países menos explorados do mundo, a certeza é que vais sair daqui impressionado. De um país rural ao país que hoje vais encontrar, esta é uma história de sucesso, tal é a transformação e desenvolvimento, que se molda ao seu passado conflituoso.

Viagem ao Omã

De Mascate, a capital do Omã, a Wadi Beni Khalid, um vale com piscinas de água turquesa, quedas de água em cavernas e palmeiras, prosseguimos para Nizwa, onde encontrarás o forte mais visitado do país. Em Jebel Shams, encontrarás o segundo maior canyon do mundo e a imensidão das montanhas em redor vai deixar-te boquiaberto. Vamos perder-nos num deserto sem fim, fechar os olhos e sentir o silêncio, a tranquilidade e as cores do sol a desaparecer por detrás da areia dourada. Tudo isto, sempre acompanhado pelo aroma do Frankincense,

Aventura-te com o líder de viagens Rafael Polónia, nesta viagem pelo país que é, provavelmente, o maior segredo do Médio Oriente e deixa-te seduzir pelo país que viu os portugueses governarem durante 150 anos, palco de tantos conflitos armados, tal é a sua importância geográfica, riqueza em matérias primas e petróleo. 

  • O que iremos visitar em Omã

    • O Souq Muttrah
    • A grande mesquita Sultan Qaboos
    • O Museu Nacional do Omã
    • O vale de Wadi Shab
    • A vista sobre Sur 
    • Wadi Beni Khalid
    • O Forte de Nizwa
    • A aldeia em ruínas de Birkat al Mouz 
    • O Bahla Fort, Património da UNESCO 
    • Jebel Shams, o segundo maior canyon do mundo
    • O ambiente tropical de Salalah 
    • A antiga cidade portuária de Khor Rori
    • O deserto de Empty Quarter
    • Árvores de Frankincense
Ler MaisLer Menos
  • + 18
  • 4 - 12 pessoas
  • 9 dias
  • a partir de 1580€ / pessoa

Selecciona a viagem que procuras

  • VIAGEM OMÃ - O aroma do Médio Oriente
    2 a 10 Nov 2024
  • VIAGEM OMÃ - O aroma do Médio Oriente
    8 a 16 Fev 2025

Reserva aqui a tua viagem

VIAGEM OMÃ - O aroma do Médio Oriente

com Rafael Polónia

1 Vaga
2 a 10 Nov 2024
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

De Mascate, a capital do Omã, a Wadi Beni Khalid, um vale com piscinas de água turquesa, quedas de água em cavernas e palmeiras, prosseguimos para Nizwa, onde encontrarás o forte mais visitado do país. Em Jebel Shams, encontrarás o segundo maior canyon do mundo e a imensidão das montanhas em redor vai deixar-te boquiaberto. Vamos perder-nos num deserto sem fim, fechar os olhos e sentir o silêncio, a tranquilidade e as cores do sol a desaparecer por detrás da areia dourada. Tudo isto, sempre acompanhado pelo aroma do Frankincense.

Aventura-te com o líder de viagens Rafael Polónia, nesta viagem pelo país que é, provavelmente, o maior segredo do Médio Oriente e deixa-te seduzir pelo país que viu os portugueses governarem durante 150 anos, palco de tantos conflitos armados, tal é a sua importância geográfica, riqueza em matérias primas e petróleo. 

O que iremos visitar em Omã

  • O Souq Muttrah
  • A grande mesquita Sultan Qaboos
  • O Museu Nacional do Omã
  • O vale de Wadi Shab
  • A vista sobre Sur 
  • Wadi Beni Khalid
  • O Forte de Nizwa
  • A aldeia em ruínas de Birkat al Mouz 
  • O Bahla Fort, Património da UNESCO 
  • Jebel Shams, o segundo maior canyon do mundo
  • O ambiente tropical de Salalah 
  • A antiga cidade portuária de Khor Rori
  • O deserto de Empty Quarter
  • Árvores de Frankincense

O que está incluído?

Alojamento
7 noites em hotel/guesthouse e 1 em tenda

Refeições
Todos os pequenos-almoços e um jantar

Entradas e atividades descritas no programa

Transporte nas datas do programa

Voo Interno entre Muscat e Salalah

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais
  • Visto do Omã (VOA gratuito até 14 dias de viagem)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 25€/dia)
  • Transfers de/para os aeroportos
  • Despesas pessoais
  • Upgrade no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Mascate

Hoje chegarás ao Sultanato de Omã. Como é provável que o teu voo chegue bem pela manhã e ainda não será possível fazer o check-in, vamos aproveitar ainda as primeiras horas do dia para uma visita matinal ao alvoroço do souq, aquele que é considerado o mais movimentado e visitado do país e um dos mais antigos do mundo, o Souq Muttrah, onde podemos partir à descoberta de um dos melhores incensos do mundo, o frankincense, uma resina recolhida à mão na região de Dhofar e em tempos, mais caro que o ouro.

Por ali nos ambientamos com aquele que é o nosso primeiro contacto com a cultura omanita. Como tivemos o voo hoje e se regressarmos ao hotel, é certo que queremos descansar, nada melhor que escolhermos um restaurante onde almoçar e continuar a visita, numa lenta caminhada de 50 minutos pela Corniche de Mutrah, até à baía onde os portugueses decidiram proteger com fortes e onde neste momento, está o Palácio do Sultão e também o Museu Nacional do Omã, que visitaremos.

A meio da tarde, apanhamos um autocarro e regressamos ao nosso alojamento para fazer o check-in e descansarmos um pouco até à hora do jantar. Depois disso, o descanso merecido.
Estadia: Hotel

Dia 2   Mascate - Bimmah Sinkhole - Sur

O nosso dia começa bem cedo na parte moderna da cidade onde, num país de maioria muçulmana, a mesquita Sultan Qaboos é claramente um ponto obrigatório e um dos orgulhos dos omanitas. Demoramo-nos por ali e temos ainda a oportunidade de contemplar aquele que era, até há bem pouco tempo, o maior tapete persa do mundo, um trabalho que demorou quatro anos a ser completado e que empregou mais de 400 mulheres.

Dali, encaminhamo-nos para a estrada que nos leva a Sur, onde pernoitamos hoje. Até lá chegar, os primeiros deslumbres que a natureza neste país nos vai dar a oportunidade de experienciar. Um deles é o Bimmah Sinkhole, um lugar que não é mais do que um abatimento de terra, que fez com que uma pequena lagoa verde esmeralda se formasse no meio da rocha e onde nos podemos banhar.

Após um refrescante retiro nas águas mornas desta lagoa, voltamos à estrada para sul, direção Sur, uma cidade piscatória toda ela branca, que contraste com o imenso azul do mar, com montanhas de um castanho árido, por detrás. Uma paleta de cores fascinante que nos acolhe por duas noites.
Estadia: Hotel

Dia 3   Sur - Wadi Shabs - Sur

Após um reconfortante pequeno almoço, a manhã leva-nos a conhecer um pouco de Sur da melhor forma: caminhando. No século VI, a cidade de Sur tornou-se um importante centro de comércio com África Oriental, sendo que mais tarde o seu alcance expandiu-se por todo o Mar Arábico. Os barcos eram uma parte vital da vida da cidade, e uma próspera indústria de construção naval nasceu. Sur tornou-se famoso como um centro para a construção de dhows, o nome genérico dado a uma variedade de veleiros árabes tradicionais. A importância de Sur no centro das rotas comerciais principais, enfraqueceu ao longo dos anos, especialmente após a construção do Canal de Suez. O número de dhows construídos também diminuiu consideravelmente, embora a tradição de construção naval permanece intacta até aos dias de hoje. É o local onde se continua a construir estas embarcações que vamos visitar, embora hoje em dia a produção dos mesmos vise o turismo e não as rotas comerciais. Aproveitamos e visitamos também o Museu Marítimo de Sur e atravessamos a cidade de ponta a ponta, para irmos almoçar, com um imenso mar em frente.

Depois do almoço pegamos no nosso carro e conduzimos até uns 40 quilómetros na direção norte, a um sítio especial, chamado de Wadi Shab, um dos vales mais espetaculares do Omã, alimentado com água doce a maior parte do ano, que nos surge por entre palmeiras, cascatas e paredes rochosas e onde vamos poder nadar, banhando-nos nas águas mornas e de um verde esmeralda indescritível. Porém, para lá chegar, teremos de caminhar vale adentro e fazer uma pequena travessia de barco de pouco mais de três minutos.

Pelas 17h parte o último barco e é a essa hora que temos que estar no porto improvisado para voltar para a outra margem. Teremos ainda tempo de um mergulho no mar, na pequena foz que liga o vale ao mar. Regressamos depois a Sur, onde pernoitamos pela segunda noite.
Estadia: Hotel

Dia 4   Sur - Wadi Bani Khaled - Nizwa

Depois do check out, o nosso destino da manhã é Wadi Beni Khalid, a pouco menos de hora e meia de viagem dali, provavelmente o wadi mais visitado do país e também o mais acessível. Este é outro vale impressionante. A paisagem muda radicalmente à medida que a estrada nos leva ao interior do país. O deserto começa a ganhar terreno e a vegetação começa a ser escassa. Chegados, não vamos resistir a outro mergulho, pois claro, numa das muitas piscinas naturais, sendo que para as mais calmas e também as mais pequenas, teremos de caminhar vale adentro, algo que a maioria dos habitantes locais que visita este lugar, não está disposto a fazer. Ficamo-nos por ali e por ali almoçamos.

Deixamos depois o vale para trás para uma longa viagem que nos leva à cidade mais histórica do país, Nizwa, que servirá de base aos próximos dias e de onde vamos visitar todo um rol de fortes, cidades em ruínas, montanhas, além, claro, da própria cidade, toda ela um marco histórico. Chegamos já tarde, para jantar e descansar.
Estadia: Guesthouse

Dia 5   Birkat al Mouz - Jebel Akhdar - Bahla Fort - Nizwa

Hoje saímos bem cedo para vistar uma pequena povoação chamada Birkat al Mouz, que apesar da modernização do país, permanece com o seu charme entre a planície e a montanha, como um lembrar da beleza ancestral do Omã, com as ruínas da fortaleza de tijolos de barro e algumas portas coloridas, pintadas de forma complexa, os seus canais de irrigação e tamarareiras, que fazem desta pequena povoação, um must see no país. Dali, subimos a montanha para Jebel Akhdar, ao encontro de duas aldeias abandonadas, com os seus terraços de cultivo ancestrais, ainda em utilização. Chegados, fazemos uma pequena caminhada de pouco mais de 2 horas, calmamente, que nos fazem descer o vale e percorrer o caminho das duas povoações perdidas. De regresso às viaturas, descemos a montanha em direção à cidade onde almoçamos.

À tarde, é para a mais impressionante fortaleza que nos dirigimos e a única inscrita na lista de Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, o Bahla Fort, um exemplo perfeito do que foi uma estrutura militar construída pela tribo Banu Nebhan que dominou o país entre o século XII e XVII e que controlava todo o negócio de franquincenso.

Depois da visita e já tarde no dia, regressamos a Nizwa, onde descansamos.
Estadia: Guesthouse

Dia 6   Nizwa - Jebel Shams - Misfah al Abriyyin - Nizwa

Deixamos de novo Nizwa para trás e apontamos a nossa direção a norte, para aquele que é o segundo maior canyon do mundo: Jebel Shams, a 3000 metros de altitude. Uma visão impressionante da montanha. Há o Omã e há Jebel Shams, uma realidade aparte. Chegamos e pasmamos com a força da natureza, um vale rasgado na montanha, uma visão sobre o abismo, uma caminhada por um trilho muito bem marcado e que vamos ter o prazer de fazer (informações em baixo). Teremos todo o tempo do mundo, mas esta é uma caminhada sobre o abismo e com a montanha precipitada sobre nós. A imponência deste vale e destas montanhas, uma imagem singular e memorável. O dia quase todo é, por isso, passado ali.

No regresso a Nizwa e se nos apetecer, paramos numa das mais charmosas e pitorescas aldeias de montanha do Omã: Misfah al Abriyyin, uma pequena povoação a 1000 metros de altitude, com os seus terraços agrícolas, becos labirínticos e casas antigas construídas sobre a rocha sólida, uma combinação de elementos que nos proporciona uma experiência no tempo e que faz de Misfah al Abriyyin uma paragem obrigatória. Vemos o sol desaparecer em Misfah al Abriyyin e deambolamos pelas pequenas lojas, pelas vielas enviesadas, pelas casas históricas recuperadas, pelos cafés e pela piscina natural onde também, se desejarmos, nos podemos banhar.

Regressamos depois a Nizwa cansados, para a nossa última noite na cidade.
Estadia: Guesthouse

NOTA: a caminhada em Jebel Shams, conhecida pelo Balcony Trail, é fácil e não exige qualquer aspeto técnico, a não ser preparação física. O total da mesma é de 8,2 quilómetros (ida e volta) sendo que acresce 800 metros, se quisermos ver a aldeia abandonada e a lagoa. A caminhada leva uma média de 4 horas a ser concretizada + paragens para snacks e fotografias.

Dia 7   Nizwa - Muscat - Salalah

Após 3 noites em Nizwa, é tempo de finalmente caminharmos um pouco pelo seu renovado Souq, onde à sexta-feira existe um leilão de gado e onde podemos também encontrar os famosos Khanjars, punhais esculpidos à mão. Visitamos ainda o forte da cidade, construído no final do século XVII pelo Imam Sultan Bin Saif Al Y`aribi, que foi responsável pela expulsão dos portugueses da região, sobre uma estrutura que remontava ao século XII e demorou 12 anos até estar completo, sendo neste momento o monumento mais visitado do país. Almoçamos por ali e regressamos à capital do país, uma viagem que demorará umas duas horas. Chegamos a meio da tarde e vamos diretos ao aeroporto e aguardamos o voo que nos fará viajar até Salalah, na outra ponta do país, quase na fronteira com o Iémen.

Chegamos ao final do dia e o que nos resta é o check-in, jantar e o descanso.
Estadia: Hotel

Dia 8   Taqa - Sumharam - Wadi Dirbat - Empty Quarter

O nosso dia começa bem de manhã com uma visita a uma casa típica da região do Dhofar, em Taqah, onde podemos ver como era a vida familiar e como se distribuíam no lar.

A nossa próxima paragem é a antiga Sumharam. Se o silêncio pudesse falar, a antiga cidade que foi um dos portos de maior importância há 2000 anos, e que viu milhares de embarcações comerciais atracarem nas suas margens, essencialmente de perfumes, em que se destaca o frankincense, narraria incontáveis relatos dos tempos áureos nesta urbe fortificada adjacente ao estuário de Khor Rori.

De seguida, visitamos Wadi Dirbat, lugar de uma variedade de plantas, árvores, pássaros e flores, um vale sereno pontuado com lagoas de água doce, cascatas que caem sobre a rocha calcária e uma série de caminhadas que entram pela natureza adentro.

Conduzimos depois 80 quilómetros deserto árido adentro, para almoçar e de lá, até ao Empty Quarter, o deserto partilhado entre o Omã, o Iémen, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, uma vastidão de nada até onde a nossa vista atinge. É lá que vemos o pôr do sol e ficamos esta noite, por entre as dunas do deserto.
Estadia: Tenda

Dia 9   Empty Quarter - Salalah - Origem

Hoje tomamos o pequeno almoço bem cedo, com as dunas como cenário de fundo e despedimo-nos do Empty Quarter, para regressarmos a Salalah, onde chegamos por volta da hora do almoço. Porém e antes de chegarmos, duas horas separam as dunas de uma árvore, cujo odor, dá o nome à viagem, as árvores de franquincenso. Depois do parque as mostra aos turistas, desviamo-nos da estrada principal por um atalho à esquerda e descobrimos umas duas ou três árvores sozinhas e é neste sítio que o nosso guia local nos vai dar uma explicação sobre o franquincenso, o valor do mesmo, o seu comércio ancestral e onde chegou o negócio do mesmo.

Chegamos depois a Salalah e regressamos ao nosso hotel sem, no entanto, fazermos qualquer check-out, visto que este é também o dia em que acaba a viagem e por isso um voo levar-nos-á a Portugal. Temos ainda o resto do dia por nossa conta, dependendo do horário do nosso voo, que será entre o meio da tarde e a noite. Temos ainda tempo de visitar alguns souqs na cidade e dar um último mergulho de mar.

Ao fim do dia temos o último jantar juntos e é hora de despedida. Resta-me agradecer a tua presença e confiança e desejar que nos encontremos em breve.

Obrigado

Reserva aqui a tua viagem


1.580€

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta é uma viagem com muitas paisagens dentro. Da cosmopolita Mascate às dunas do deserto, do alto do segundo maior canyon do mundo, às aguas das dezenas de lagoas verde-esmeralda ou ao mar arábico, a viagem pelo Omã é uma descoberta e um pasmar a cada quilómetro que passa. Num itinerário de 9 dias, tentámos criar um roteiro que incluísse a religião, a praia, cidades históricas e os bazares tão típicos desta região do Médio Oriente. Pela estrada, descobriremos um país de várias cores, vários contrastes, tradições e cultura milenar. Um país onde os portugueses passaram 150 anos e por isso com reminiscências da nossa história também. Vamos percorrer o país na sua zona mais a leste, voando depois nos últimos dias para o extremo oposto, acabando em Salalah. Uma viagem cultural e para viajantes que amam o Médio Oriente.

É necessário visto para entrar no país?

O visto para o Omã é gratuito até 14 dias de viagem, sendo que é obtido à chegada, quando se tratam de pessoas com passaporte português. Deve ter-se um seguro de viagem, marcação de noite em hotel e voo de regresso marcado.

É seguro viajar no Omã?

Viajar no Omã é bastante seguro e o povo é muito hospitaleiro e simpático. Mesmo nas zonas onde há mais gente, como os mercados, vais sentir-te super seguro. Estamos no Médio Oriente e fora um ou outro caso, estás possivelmente na região mais segura do mundo.

O Seguro Básico é suficiente para esta viagem?

Sim, o programa desta inesquecível aventura está coberto pelo Seguro Básico já incluído na viagem. No entanto, és livre de realizar atividades extras/não incluídas e, nesse caso, o que recomendamos é que faças o upgrade. Fica, contudo, com a nota de que se essas atividades que pretendes adicionar à viagem têm um carácter mais radical, então o Seguro Exploração é o adequado porque cobre sinistros resultantes de atividades como escalada, snorkeling, canyoning, slide, canoagem, paraquedismo, condução de veículos motorizados de duas ou moto quatro, ou outras atividades análogas no seu grau de perigosidade.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Porém, será feito um grupo com todos os elementos da viagem antecipadamente e podemos, no caso de o desejarem, enviar um transfer do hotel, que aguardará a tua chegada, com o teu nome ou da Landescape.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Nesta, como em qualquer outra viagem da Landescape, damos primazia à higiene, centralidade da localização, espírito familiar e comodidade, pelo que o número de estrelas que cada alojamento tem, não nos é relevante. Normalmente ficamos em alojamentos com divisão de quartos twin (2 camas separadas), mas pode acontecer de precisarmos, por questões logísticas, de ficarmos em quartos triplos (3 camas). Em alguns alojamentos podes também encontrar quartos para duas pessoas com 1 cama de casal e 1 cama individual.  Todos os quartos têm casa de banho privativa. Se vens acompanhado/a e pretendes ficar em cama de casal, deves solicitar-nos aquando da reserva.

Se pretenderes ficar hospedado em regime de quarto single, por favor contacta-nos para solicitar essa opção e entraremos em contacto com os nossos parceiros para aferir da disponibilidade. Lembramos, contudo, que será aplicado um suplemento de ocupação individual adicional à tarifa da viagem.

ATENÇÃO Nesta viagem em concreto, há uma noite que passamos em tenda, com camas e casa de banho.

Como são os transportes no país?

As deslocações dentro do país serão feitas numa viatura privada conduzida pelo líder da viagem. Usaremos o avião para voo interno entre Muscat e Salalah. A ida a Empty Quarter, será em viatura 4X4 conduzida por um guia local.

É uma viagem cansativa?

Não necessariamente, no sentido de que não é uma viagem com grande exigência física, porém como em todas as viagens da Landescape o ritmo é intenso e isso pode gerar algum cansaço. Há longas deslocações nos dias que nos levam pelas montanhas e pelo deserto, as quais nos podem maçar um pouco, mas que são imediatamente compensadas pela experiência a que nos levam. É uma viagem em que vamos passar muito tempo dentro de água, pois quase todos os lugares convidam a banhos de mar ou de rio e por isso, relaxante.

Qual a roupa mais adequada?

Aconselhamos que se opte por peças leves e soltas. As pessoas do sexo feminino tendem a sentir-me muito expostas e mais observadas com escolhas de peças curtas, justas ou decotadas. Assim, sugerimos que tanto homens como mulheres cubram ombros e joelhos, ou pelo menos evitem calções muito curtos, na maior parte dos lugares, para evitar confrontações culturais. Recomendamos levar roupa de banho para as lagoas e para a praia (às quais, a ida, vai ser quase diária) e não há problema no uso de biquíni ou fato de banho, apesar de aconselharmos sempre uma túnica por cima e leggings (para as mulheres) e t-shirt (para os homens). De resto, roupas como as que usariam em Portugal.

Aconselhamos vivamente a utilização de sapatilhas de caminhada e sandálias fechadas para a maioria dos locais, sendo que uns chinelos, de vez em quando, darão jeito. Aconselhamos também que tragam uma pequena toalha, tipo de caminhada, sintética, para os banhos, tanto de praia, como no deserto (onde não é fornecida toalha).

Que comida será servida?

A comida no Omã tem influência do sub-continente asiático, com o arroz como acompanhamento principal de carne bovina, carneiro, frango ou peixe. As especiarias são usadas para dar sabor à carne e ao peixe. Não há muita tradição no uso de picantes, mas sim temperos mais subtis e aromáticos como cardamomo, canela, cominho, gengibre, curcuma e açafrão. Os vegetarianos sentir-se-ão em casa, com muitas opções.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com profissionais da área médica, com formação em Medicina do Viajante, que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Omã. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Há alguma restrição cultural?

Apesar de ser um país aberto no que toca à visão sobre a religião, é natural que, tal como em Portugal, se respeite os locais religiosos e as pessoas e as suas crenças. Isso quer dizer que na visita a espaços como mesquitas ou pontos de peregrinação, deves – dependendo do teu sexo – cobrir-te mais. Homens não devem usar calções, mulheres devem tapar ombros, pernas e cabelo. Um Manual do Viajante será enviado a todas as pessoas que confirmem a reserva da viagem e aí especificaremos tudo acerca do vestuário e da cultura do país. De resto, o país é super relaxado.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Quase tudo está incluído na viagem, sendo que se tirares 25€ por dia para alimentação, o resto só tu poderás decidir o que levar. Os cartões funcionam nas caixas ATM e é possível pagar em alguns locais, mas aconselhamos sempre a que leves dinheiro no bolso e cambies no país.

Outras informações relevantes.

Tenta trazer uma mala ou mochila que respeite as medidas de mala de cabine (55cmx40cmx20cm) e pensamos que é mais que suficiente, sendo que na maioria dos locais, podes lavar roupa. É importante respeitar esta regra por forma a agilizarmos melhor a nossa aventura e caber tudo nos nossos transportes. Traz também uma mochila pequena para os nossos passeios diários e a noite no deserto, onde poderás guardar os teus pequenos snacks, água, máquina fotográfica e uma muda de roupa.

seguros-de-viagem-landescape

SEGURO DE VIAGEM

Descobre qual o seguro de viagem que melhor se adequa às tuas necessidades.

consulta-do-viajante-landescape

CONSULTA DO VIAJANTE

Agenda já a tua consulta para ficares a par dos cuidados de saúde recomendados e obrigatórios desta viagem.

Queres que entre em contacto contigo?

A nossa equipa irá acompanhar-te e dar-te todo o apoio necessário.

Sobre o Líder


Rafael Polónia

Vejo na viagem uma oportunidade para me tornar um ser humano melhor. Saber mais

Outros destinos que lidera

VIAGEM OMÃ - O aroma do Médio Oriente

com Rafael Polónia

Nova Data
8 a 16 Fev 2025
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

De Mascate, a capital do Omã, a Wadi Beni Khalid, um vale com piscinas de água turquesa, quedas de água em cavernas e palmeiras, prosseguimos para Nizwa, onde encontrarás o forte mais visitado do país. Em Jebel Shams, encontrarás o segundo maior canyon do mundo e a imensidão das montanhas em redor vai deixar-te boquiaberto. Vamos perder-nos num deserto sem fim, fechar os olhos e sentir o silêncio, a tranquilidade e as cores do sol a desaparecer por detrás da areia dourada. Tudo isto, sempre acompanhado pelo aroma do Frankincense.

Aventura-te com o líder de viagens Rafael Polónia, nesta viagem pelo país que é, provavelmente, o maior segredo do Médio Oriente e deixa-te seduzir pelo país que viu os portugueses governarem durante 150 anos, palco de tantos conflitos armados, tal é a sua importância geográfica, riqueza em matérias primas e petróleo. 

O que iremos visitar em Omã

  • O Souq Muttrah
  • A grande mesquita Sultan Qaboos
  • O Museu Nacional do Omã
  • O vale de Wadi Shab
  • A vista sobre Sur 
  • Wadi Beni Khalid
  • O Forte de Nizwa
  • A aldeia em ruínas de Birkat al Mouz 
  • O Bahla Fort, Património da UNESCO 
  • Jebel Shams, o segundo maior canyon do mundo
  • O ambiente tropical de Salalah 
  • A antiga cidade portuária de Khor Rori
  • O deserto de Empty Quarter
  • Árvores de Frankincense

O que está incluído?

Alojamento
7 noites em hotel/guesthouse e 1 em tenda

Refeições
Todos os pequenos-almoços e um jantar

Entradas e atividades descritas no programa

Transporte nas datas do programa

Voo Interno entre Muscat e Salalah

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais
  • Visto do Omã (VOA gratuito até 14 dias de viagem)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 25€/dia)
  • Transfers de/para os aeroportos
  • Despesas pessoais
  • Upgrade no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Mascate

Hoje chegarás ao Sultanato de Omã. Como é provável que o teu voo chegue bem pela manhã e ainda não será possível fazer o check-in, vamos aproveitar ainda as primeiras horas do dia para uma visita matinal ao alvoroço do souq, aquele que é considerado o mais movimentado e visitado do país e um dos mais antigos do mundo, o Souq Muttrah, onde podemos partir à descoberta de um dos melhores incensos do mundo, o frankincense, uma resina recolhida à mão na região de Dhofar e em tempos, mais caro que o ouro.

Por ali nos ambientamos com aquele que é o nosso primeiro contacto com a cultura omanita. Como tivemos o voo hoje e se regressarmos ao hotel, é certo que queremos descansar, nada melhor que escolhermos um restaurante onde almoçar e continuar a visita, numa lenta caminhada de 50 minutos pela Corniche de Mutrah, até à baía onde os portugueses decidiram proteger com fortes e onde neste momento, está o Palácio do Sultão e também o Museu Nacional do Omã, que visitaremos.

A meio da tarde, apanhamos um autocarro e regressamos ao nosso alojamento para fazer o check-in e descansarmos um pouco até à hora do jantar. Depois disso, o descanso merecido.
Estadia: Hotel

Dia 2   Mascate - Bimmah Sinkhole - Sur

O nosso dia começa bem cedo na parte moderna da cidade onde, num país de maioria muçulmana, a mesquita Sultan Qaboos é claramente um ponto obrigatório e um dos orgulhos dos omanitas. Demoramo-nos por ali e temos ainda a oportunidade de contemplar aquele que era, até há bem pouco tempo, o maior tapete persa do mundo, um trabalho que demorou quatro anos a ser completado e que empregou mais de 400 mulheres.

Dali, encaminhamo-nos para a estrada que nos leva a Sur, onde pernoitamos hoje. Até lá chegar, os primeiros deslumbres que a natureza neste país nos vai dar a oportunidade de experienciar. Um deles é o Bimmah Sinkhole, um lugar que não é mais do que um abatimento de terra, que fez com que uma pequena lagoa verde esmeralda se formasse no meio da rocha e onde nos podemos banhar.

Após um refrescante retiro nas águas mornas desta lagoa, voltamos à estrada para sul, direção Sur, uma cidade piscatória toda ela branca, que contraste com o imenso azul do mar, com montanhas de um castanho árido, por detrás. Uma paleta de cores fascinante que nos acolhe por duas noites.
Estadia: Hotel

Dia 3   Sur - Wadi Shabs - Sur

Após um reconfortante pequeno almoço, a manhã leva-nos a conhecer um pouco de Sur da melhor forma: caminhando. No século VI, a cidade de Sur tornou-se um importante centro de comércio com África Oriental, sendo que mais tarde o seu alcance expandiu-se por todo o Mar Arábico. Os barcos eram uma parte vital da vida da cidade, e uma próspera indústria de construção naval nasceu. Sur tornou-se famoso como um centro para a construção de dhows, o nome genérico dado a uma variedade de veleiros árabes tradicionais. A importância de Sur no centro das rotas comerciais principais, enfraqueceu ao longo dos anos, especialmente após a construção do Canal de Suez. O número de dhows construídos também diminuiu consideravelmente, embora a tradição de construção naval permanece intacta até aos dias de hoje. É o local onde se continua a construir estas embarcações que vamos visitar, embora hoje em dia a produção dos mesmos vise o turismo e não as rotas comerciais. Aproveitamos e visitamos também o Museu Marítimo de Sur e atravessamos a cidade de ponta a ponta, para irmos almoçar, com um imenso mar em frente.

Depois do almoço pegamos no nosso carro e conduzimos até uns 40 quilómetros na direção norte, a um sítio especial, chamado de Wadi Shab, um dos vales mais espetaculares do Omã, alimentado com água doce a maior parte do ano, que nos surge por entre palmeiras, cascatas e paredes rochosas e onde vamos poder nadar, banhando-nos nas águas mornas e de um verde esmeralda indescritível. Porém, para lá chegar, teremos de caminhar vale adentro e fazer uma pequena travessia de barco de pouco mais de três minutos.

Pelas 17h parte o último barco e é a essa hora que temos que estar no porto improvisado para voltar para a outra margem. Teremos ainda tempo de um mergulho no mar, na pequena foz que liga o vale ao mar. Regressamos depois a Sur, onde pernoitamos pela segunda noite.
Estadia: Hotel

Dia 4   Sur - Wadi Bani Khaled - Nizwa

Depois do check out, o nosso destino da manhã é Wadi Beni Khalid, a pouco menos de hora e meia de viagem dali, provavelmente o wadi mais visitado do país e também o mais acessível. Este é outro vale impressionante. A paisagem muda radicalmente à medida que a estrada nos leva ao interior do país. O deserto começa a ganhar terreno e a vegetação começa a ser escassa. Chegados, não vamos resistir a outro mergulho, pois claro, numa das muitas piscinas naturais, sendo que para as mais calmas e também as mais pequenas, teremos de caminhar vale adentro, algo que a maioria dos habitantes locais que visita este lugar, não está disposto a fazer. Ficamo-nos por ali e por ali almoçamos.

Deixamos depois o vale para trás para uma longa viagem que nos leva à cidade mais histórica do país, Nizwa, que servirá de base aos próximos dias e de onde vamos visitar todo um rol de fortes, cidades em ruínas, montanhas, além, claro, da própria cidade, toda ela um marco histórico. Chegamos já tarde, para jantar e descansar.
Estadia: Guesthouse

Dia 5   Birkat al Mouz - Jebel Akhdar - Bahla Fort - Nizwa

Hoje saímos bem cedo para vistar uma pequena povoação chamada Birkat al Mouz, que apesar da modernização do país, permanece com o seu charme entre a planície e a montanha, como um lembrar da beleza ancestral do Omã, com as ruínas da fortaleza de tijolos de barro e algumas portas coloridas, pintadas de forma complexa, os seus canais de irrigação e tamarareiras, que fazem desta pequena povoação, um must see no país. Dali, subimos a montanha para Jebel Akhdar, ao encontro de duas aldeias abandonadas, com os seus terraços de cultivo ancestrais, ainda em utilização. Chegados, fazemos uma pequena caminhada de pouco mais de 2 horas, calmamente, que nos fazem descer o vale e percorrer o caminho das duas povoações perdidas. De regresso às viaturas, descemos a montanha em direção à cidade onde almoçamos.

À tarde, é para a mais impressionante fortaleza que nos dirigimos e a única inscrita na lista de Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, o Bahla Fort, um exemplo perfeito do que foi uma estrutura militar construída pela tribo Banu Nebhan que dominou o país entre o século XII e XVII e que controlava todo o negócio de franquincenso.

Depois da visita e já tarde no dia, regressamos a Nizwa, onde descansamos.
Estadia: Guesthouse

Dia 6   Nizwa - Jebel Shams - Misfah al Abriyyin - Nizwa

Deixamos de novo Nizwa para trás e apontamos a nossa direção a norte, para aquele que é o segundo maior canyon do mundo: Jebel Shams, a 3000 metros de altitude. Uma visão impressionante da montanha. Há o Omã e há Jebel Shams, uma realidade aparte. Chegamos e pasmamos com a força da natureza, um vale rasgado na montanha, uma visão sobre o abismo, uma caminhada por um trilho muito bem marcado e que vamos ter o prazer de fazer (informações em baixo). Teremos todo o tempo do mundo, mas esta é uma caminhada sobre o abismo e com a montanha precipitada sobre nós. A imponência deste vale e destas montanhas, uma imagem singular e memorável. O dia quase todo é, por isso, passado ali.

No regresso a Nizwa e se nos apetecer, paramos numa das mais charmosas e pitorescas aldeias de montanha do Omã: Misfah al Abriyyin, uma pequena povoação a 1000 metros de altitude, com os seus terraços agrícolas, becos labirínticos e casas antigas construídas sobre a rocha sólida, uma combinação de elementos que nos proporciona uma experiência no tempo e que faz de Misfah al Abriyyin uma paragem obrigatória. Vemos o sol desaparecer em Misfah al Abriyyin e deambolamos pelas pequenas lojas, pelas vielas enviesadas, pelas casas históricas recuperadas, pelos cafés e pela piscina natural onde também, se desejarmos, nos podemos banhar.

Regressamos depois a Nizwa cansados, para a nossa última noite na cidade.
Estadia: Guesthouse

NOTA: a caminhada em Jebel Shams, conhecida pelo Balcony Trail, é fácil e não exige qualquer aspeto técnico, a não ser preparação física. O total da mesma é de 8,2 quilómetros (ida e volta) sendo que acresce 800 metros, se quisermos ver a aldeia abandonada e a lagoa. A caminhada leva uma média de 4 horas a ser concretizada + paragens para snacks e fotografias.

Dia 7   Nizwa - Muscat - Salalah

Após 3 noites em Nizwa, é tempo de finalmente caminharmos um pouco pelo seu renovado Souq, onde à sexta-feira existe um leilão de gado e onde podemos também encontrar os famosos Khanjars, punhais esculpidos à mão. Visitamos ainda o forte da cidade, construído no final do século XVII pelo Imam Sultan Bin Saif Al Y`aribi, que foi responsável pela expulsão dos portugueses da região, sobre uma estrutura que remontava ao século XII e demorou 12 anos até estar completo, sendo neste momento o monumento mais visitado do país. Almoçamos por ali e regressamos à capital do país, uma viagem que demorará umas duas horas. Chegamos a meio da tarde e vamos diretos ao aeroporto e aguardamos o voo que nos fará viajar até Salalah, na outra ponta do país, quase na fronteira com o Iémen.

Chegamos ao final do dia e o que nos resta é o check-in, jantar e o descanso.
Estadia: Hotel

Dia 8   Taqa - Sumharam - Wadi Dirbat - Empty Quarter

O nosso dia começa bem de manhã com uma visita a uma casa típica da região do Dhofar, em Taqah, onde podemos ver como era a vida familiar e como se distribuíam no lar.

A nossa próxima paragem é a antiga Sumharam. Se o silêncio pudesse falar, a antiga cidade que foi um dos portos de maior importância há 2000 anos, e que viu milhares de embarcações comerciais atracarem nas suas margens, essencialmente de perfumes, em que se destaca o frankincense, narraria incontáveis relatos dos tempos áureos nesta urbe fortificada adjacente ao estuário de Khor Rori.

De seguida, visitamos Wadi Dirbat, lugar de uma variedade de plantas, árvores, pássaros e flores, um vale sereno pontuado com lagoas de água doce, cascatas que caem sobre a rocha calcária e uma série de caminhadas que entram pela natureza adentro.

Conduzimos depois 80 quilómetros deserto árido adentro, para almoçar e de lá, até ao Empty Quarter, o deserto partilhado entre o Omã, o Iémen, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, uma vastidão de nada até onde a nossa vista atinge. É lá que vemos o pôr do sol e ficamos esta noite, por entre as dunas do deserto.
Estadia: Tenda

Dia 9   Empty Quarter - Salalah - Origem

Hoje tomamos o pequeno almoço bem cedo, com as dunas como cenário de fundo e despedimo-nos do Empty Quarter, para regressarmos a Salalah, onde chegamos por volta da hora do almoço. Porém e antes de chegarmos, duas horas separam as dunas de uma árvore, cujo odor, dá o nome à viagem, as árvores de franquincenso. Depois do parque as mostra aos turistas, desviamo-nos da estrada principal por um atalho à esquerda e descobrimos umas duas ou três árvores sozinhas e é neste sítio que o nosso guia local nos vai dar uma explicação sobre o franquincenso, o valor do mesmo, o seu comércio ancestral e onde chegou o negócio do mesmo.

Chegamos depois a Salalah e regressamos ao nosso hotel sem, no entanto, fazermos qualquer check-out, visto que este é também o dia em que acaba a viagem e por isso um voo levar-nos-á a Portugal. Temos ainda o resto do dia por nossa conta, dependendo do horário do nosso voo, que será entre o meio da tarde e a noite. Temos ainda tempo de visitar alguns souqs na cidade e dar um último mergulho de mar.

Ao fim do dia temos o último jantar juntos e é hora de despedida. Resta-me agradecer a tua presença e confiança e desejar que nos encontremos em breve.

Obrigado

Reserva aqui a tua viagem


1.600€

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta é uma viagem com muitas paisagens dentro. Da cosmopolita Mascate às dunas do deserto, do alto do segundo maior canyon do mundo, às aguas das dezenas de lagoas verde-esmeralda ou ao mar arábico, a viagem pelo Omã é uma descoberta e um pasmar a cada quilómetro que passa. Num itinerário de 9 dias, tentámos criar um roteiro que incluísse a religião, a praia, cidades históricas e os bazares tão típicos desta região do Médio Oriente. Pela estrada, descobriremos um país de várias cores, vários contrastes, tradições e cultura milenar. Um país onde os portugueses passaram 150 anos e por isso com reminiscências da nossa história também. Vamos percorrer o país na sua zona mais a leste, voando depois nos últimos dias para o extremo oposto, acabando em Salalah. Uma viagem cultural e para viajantes que amam o Médio Oriente.

É necessário visto para entrar no país?

O visto para o Omã é gratuito até 14 dias de viagem, sendo que é obtido à chegada, quando se tratam de pessoas com passaporte português. Deve ter-se um seguro de viagem, marcação de noite em hotel e voo de regresso marcado.

É seguro viajar no Omã?

Viajar no Omã é bastante seguro e o povo é muito hospitaleiro e simpático. Mesmo nas zonas onde há mais gente, como os mercados, vais sentir-te super seguro. Estamos no Médio Oriente e fora um ou outro caso, estás possivelmente na região mais segura do mundo.

O Seguro Básico é suficiente para esta viagem?

Sim, o programa desta inesquecível aventura está coberto pelo Seguro Básico já incluído na viagem. No entanto, és livre de realizar atividades extras/não incluídas e, nesse caso, o que recomendamos é que faças o upgrade. Fica, contudo, com a nota de que se essas atividades que pretendes adicionar à viagem têm um carácter mais radical, então o Seguro Exploração é o adequado porque cobre sinistros resultantes de atividades como escalada, snorkeling, canyoning, slide, canoagem, paraquedismo, condução de veículos motorizados de duas ou moto quatro, ou outras atividades análogas no seu grau de perigosidade.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Porém, será feito um grupo com todos os elementos da viagem antecipadamente e podemos, no caso de o desejarem, enviar um transfer do hotel, que aguardará a tua chegada, com o teu nome ou da Landescape.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Nesta, como em qualquer outra viagem da Landescape, damos primazia à higiene, centralidade da localização, espírito familiar e comodidade, pelo que o número de estrelas que cada alojamento tem, não nos é relevante. Normalmente ficamos em alojamentos com divisão de quartos twin (2 camas separadas), mas pode acontecer de precisarmos, por questões logísticas, de ficarmos em quartos triplos (3 camas). Em alguns alojamentos podes também encontrar quartos para duas pessoas com 1 cama de casal e 1 cama individual.  Todos os quartos têm casa de banho privativa. Se vens acompanhado/a e pretendes ficar em cama de casal, deves solicitar-nos aquando da reserva.

Se pretenderes ficar hospedado em regime de quarto single, por favor contacta-nos para solicitar essa opção e entraremos em contacto com os nossos parceiros para aferir da disponibilidade. Lembramos, contudo, que será aplicado um suplemento de ocupação individual adicional à tarifa da viagem.

ATENÇÃO Nesta viagem em concreto, há uma noite que passamos em tenda, com camas e casa de banho.

Como são os transportes no país?

As deslocações dentro do país serão feitas numa viatura privada conduzida pelo líder da viagem. Usaremos o avião para voo interno entre Muscat e Salalah. A ida a Empty Quarter, será em viatura 4X4 conduzida por um guia local.

É uma viagem cansativa?

Não necessariamente, no sentido de que não é uma viagem com grande exigência física, porém como em todas as viagens da Landescape o ritmo é intenso e isso pode gerar algum cansaço. Há longas deslocações nos dias que nos levam pelas montanhas e pelo deserto, as quais nos podem maçar um pouco, mas que são imediatamente compensadas pela experiência a que nos levam. É uma viagem em que vamos passar muito tempo dentro de água, pois quase todos os lugares convidam a banhos de mar ou de rio e por isso, relaxante.

Qual a roupa mais adequada?

Aconselhamos que se opte por peças leves e soltas. As pessoas do sexo feminino tendem a sentir-me muito expostas e mais observadas com escolhas de peças curtas, justas ou decotadas. Assim, sugerimos que tanto homens como mulheres cubram ombros e joelhos, ou pelo menos evitem calções muito curtos, na maior parte dos lugares, para evitar confrontações culturais. Recomendamos levar roupa de banho para as lagoas e para a praia (às quais, a ida, vai ser quase diária) e não há problema no uso de biquíni ou fato de banho, apesar de aconselharmos sempre uma túnica por cima e leggings (para as mulheres) e t-shirt (para os homens). De resto, roupas como as que usariam em Portugal.

Aconselhamos vivamente a utilização de sapatilhas de caminhada e sandálias fechadas para a maioria dos locais, sendo que uns chinelos, de vez em quando, darão jeito. Aconselhamos também que tragam uma pequena toalha, tipo de caminhada, sintética, para os banhos, tanto de praia, como no deserto (onde não é fornecida toalha).

Que comida será servida?

A comida no Omã tem influência do sub-continente asiático, com o arroz como acompanhamento principal de carne bovina, carneiro, frango ou peixe. As especiarias são usadas para dar sabor à carne e ao peixe. Não há muita tradição no uso de picantes, mas sim temperos mais subtis e aromáticos como cardamomo, canela, cominho, gengibre, curcuma e açafrão. Os vegetarianos sentir-se-ão em casa, com muitas opções.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com profissionais da área médica, com formação em Medicina do Viajante, que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Omã. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Há alguma restrição cultural?

Apesar de ser um país aberto no que toca à visão sobre a religião, é natural que, tal como em Portugal, se respeite os locais religiosos e as pessoas e as suas crenças. Isso quer dizer que na visita a espaços como mesquitas ou pontos de peregrinação, deves – dependendo do teu sexo – cobrir-te mais. Homens não devem usar calções, mulheres devem tapar ombros, pernas e cabelo. Um Manual do Viajante será enviado a todas as pessoas que confirmem a reserva da viagem e aí especificaremos tudo acerca do vestuário e da cultura do país. De resto, o país é super relaxado.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Quase tudo está incluído na viagem, sendo que se tirares 25€ por dia para alimentação, o resto só tu poderás decidir o que levar. Os cartões funcionam nas caixas ATM e é possível pagar em alguns locais, mas aconselhamos sempre a que leves dinheiro no bolso e cambies no país.

Outras informações relevantes.

Tenta trazer uma mala ou mochila que respeite as medidas de mala de cabine (55cmx40cmx20cm) e pensamos que é mais que suficiente, sendo que na maioria dos locais, podes lavar roupa. É importante respeitar esta regra por forma a agilizarmos melhor a nossa aventura e caber tudo nos nossos transportes. Traz também uma mochila pequena para os nossos passeios diários e a noite no deserto, onde poderás guardar os teus pequenos snacks, água, máquina fotográfica e uma muda de roupa.

seguros-de-viagem-landescape

SEGURO DE VIAGEM

Descobre qual o seguro de viagem que melhor se adequa às tuas necessidades.

consulta-do-viajante-landescape

CONSULTA DO VIAJANTE

Agenda já a tua consulta para ficares a par dos cuidados de saúde recomendados e obrigatórios desta viagem.

Queres que entre em contacto contigo?

A nossa equipa irá acompanhar-te e dar-te todo o apoio necessário.

Sobre o Líder


Rafael Polónia

Vejo na viagem uma oportunidade para me tornar um ser humano melhor. Saber mais

Outros destinos que lidera

Testemunhos

Reserva aqui a tua viagem

Este site utiliza cookies, ao continuares estás a permitir a sua utilização. Quero saber mais Ok