Pamir Highway

Nesta viagem pelo Tajiquistão, o líder de viagem Miguel Neves leva-nos a explorar aquela que é, talvez, uma das cinco estradas a nível mundial com um simbolismo único entre viajantes: a Pamir Highway, no mesmo patamar de outras famosas como a Friendship Highway, entre o Tibete e o Nepal ou a Karakorum Highway, entre a China e o Paquistão. A experiência que te propomos é arrebatadora: ter à nossa volta uma imensidão de picos nevados, percorrer áreas desérticas a 4000 metros de altitude e viver o isolamento da imensa M41 que atravessa uma das maiores cadeias montanhosas do mundo.

Viagem pelo Pamir Highway

Usada há centenas de anos, a Pamir Highway fez parte de um dos trajetos da Rota da Seda e é a segunda estrada internacional a maior altitude do planeta. Nesta aventura, vamos percorrê-la a partir da capital do Tajiquistão, Dushanbe, ficando em pequenas povoações, observando lagos glaciares e sentindo na pele o queimar da altitude. Um país com tradições nómadas, dos mais belos do mundo, localizado em plena Ásia Central, à espera de ser descoberto.

Na viagem à Pamir Highway, uma das primeiras paragens faz-se em Khorog, uma das mais pequenas cidades do mundo, rodeada por montanhas rochosas. As montanhas Pamir são, a seguir aos Himalaias, a segunda cadeia de montanhas povoadas mais altas do mundo e a vida dura neste habitat, tornou as tradições diferentes da do povo Tajique.

Nesta viagem, o pasmar é constante, num trajeto que passa por lagos de um impacto deslumbrante como o é o Karakul e picos nevados acima dos 6000 metros, que se elevam de paisagens que parecem desertos. Seremos acompanhados pela sabedoria local, que nos explicará algumas curiosidades sobre a fauna e os hábitos destas pequenas comunidades.

O que iremos visitar no Tajiquistão

  • Avenida Rudaki, em Dushanbe
  • Lago Iskanderkul e cascatas em redor
  • Aldeia de Kalai Khum
  • A mítica Pamir Highway
  • Khorog, na confluência de 3 rios: Shokdara, Ghund e Pyani
  • Aldeia de Langar
  • Lagos Yashil Kul e Bulunkul
  • Dunas e lagos de sal no caminho para Rangkul
  • Lago Karakul
  • Caminhada com vista para os picos Engels e Marx
  • Caminhada no Vale Jizev
  • Vista para aldeias afegãs
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  • + 16 anos
  • 6 -12 pessoas
  • 13 dias
  • 2430€ / pessoa

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  • VIAGEM PAMIR HIGHWAY – Tajiquistão, no teto do mundo
    4 a 16 Ago 2024

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VIAGEM PAMIR HIGHWAY – Tajiquistão, no teto do mundo

com Miguel Neves

Últimos Lugares
4 a 16 Ago 2024
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Usada há centenas de anos, a Pamir Highway fez parte de um dos trajetos da Rota da Seda e é a segunda estrada internacional a maior altitude do planeta. Nesta aventura, vamos percorrê-la a partir da capital do Tajiquistão, Dushanbe, ficando em pequenas povoações, observando lagos glaciares e sentindo na pele o queimar da altitude. Um país com tradições nómadas, dos mais belos do mundo, localizado em plena Ásia Central, à espera de ser descoberto.

Na viagem à Pamir Highway, uma das primeiras paragens faz-se em Khorog, uma das mais pequenas cidades do mundo, rodeada por montanhas rochosas. As montanhas Pamir são, a seguir aos Himalaias, a segunda cadeia de montanhas povoadas mais altas do mundo e a vida dura neste habitat, tornou as tradições diferentes da do povo Tajique.

Nesta viagem, o pasmar é constante, num trajeto que passa por lagos de um impacto deslumbrante como o é o Karakul e picos nevados acima dos 6000 metros, que se elevam de paisagens que parecem desertos. Seremos acompanhados pela sabedoria local, que nos explicará algumas curiosidades sobre a fauna e os hábitos destas pequenas comunidades.

O que iremos visitar no Tajiquistão

  • Avenida Rudaki, em Dushanbe
  • Lago Iskanderkul e cascatas em redor
  • Aldeia de Kalai Khum
  • A mítica Pamir Highway
  • Khorog, na confluência de 3 rios: Shokdara, Ghund e Pyani
  • Aldeia de Langar
  • Lagos Yashil Kul e Bulunkul
  • Dunas e lagos de sal no caminho para Rangkul
  • Lago Karakul
  • Trekking com vista para os picos Engels e Marx
  • Vale Jizev
  • Vista para aldeias afegãs

O que está incluído?

Alojamento
12 noites em hotel, alojamento local e casas de família

Refeições
Pequenos-almoços, Almoços e Jantares
Água potável durante toda a viagem

Todas as entradas descritas no programa

Guias locais em inglês do 3º ao 12º dia

Todos os transportes descritos no programa
Exceto de carácter pessoal

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação extra
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Visto do Tajiquistão (+/- 50€)
  • Permissão GBAO – Pamir Highway (+/- 25€)
  • Despesas pessoais
  • Upgrade no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Dushanbe

Chegarás hoje ao Tajiquistão. Como não existem atividades programadas para este dia, resta-te o descanso, pois chegarás com toda a certeza muito tarde. Uma hora e o ponto de encontro serão marcados antecipadamente pelo líder.

Se o teu voo chegar mais cedo, poderás vaguear pela cidade ao teu ritmo.
Estadia: Hotel

Dia 2   Dushanbe

Hoje o dia vai ser muito relaxado. Tomamos o pequeno-almoço tarde e saímos para a rua em busca da alma da capital. Curiosamente, Dushanbe, que até há uns anos atrás era uma cidade duvidosa em termos de pequenos delitos, é agora uma das capitais mais prazerosas e seguras da Ásia Central.

Muito verde, com vários bazares e pouco ligada à religião, tudo de interessante se concentra em volta da Avenida Rudaki. Vamos caminhar ao longo da avenida, descobrindo ruelas, mercados, rostos, gastronomia e temas para fotografar.
Estadia: Hotel

Dia 3   Dushanbe – Norak – Kalai Khum

A manhã leva-nos até à aldeia de Kalai Khum, onde vamos poder ver o reservatório de água Norak, também conhecido por Mar do Tajiquistão. Dali, seguimos até à passagem Shuraba a 2267 metros e a odisseia pela fronteira do Afeganistão começa.

Esta parte da viagem é impressionante pelas suas montanhas únicas. Estamos no território das montanhas Pamir, a cordilheira que é chamada por muitos viajantes de “oceano de montanhas brancas e azuis”. Ao longo dos séculos, este território tem inspirado os maiores exploradores do mundo: Marco Polo, Hsuan Tsang, Mirza Muhammad Haidar e agora é a tua oportunidade de a descobrires, viajando ao longo da fronteira natural, o rio Pyanj.

A noite é passada em alojamento local.
Estadia: Alojamento local

Dia 4   Kalai Khum – Khorog

Pela manhã continuamos ao longo da fronteira, apreciando as vistas do Afeganistão. A estrada para Khorog levará cerca de 5 a 6 horas a percorrer. Khorog é, talvez, uma das menores cidades do mapa mundial. É cercada por montanhas rochosas nos quatro lados. A cidade foi construída na confluência de 3 rios, sendo que o rio Shokhdara e o rio Gund desembocam no rio Panj. Entre os Pamiris, há um alto percentual de pessoas com cabelos loiros, pele clara e olhos azuis, o que alimenta a teoria da descendência do exército de Alexandre, o Grande. As montanhas Pamir são as montanhas habitadas mais altas do mundo depois dos Himalaias, no Tibete. A vida nas montanhas mudou as tradições dos habitantes locais.

O jantar vai ser num restaurante local e a noite vai ser passada em guesthouse.
Estadia: Guesthouse

Dia 5   Khorog - Iskashim - Langar

Continuamos a nossa aventura em direção ao vale Wakhan, que serviu como uma zona intermédia entre os impérios russo e britânico no século XIX. Localizada no coração da Ásia, a Pamir é um espaço de “arranha-céus”, majestosas montanhas cobertas de neve, lagos e rios de águas azuis cristalinas, amplos vales e desertos secos. Durante centenas de anos, as pessoas referiram-se a estas montanhas como o “Teto do Mundo”. Hoje você vamos entender a razão.

No caminho, paramos na fortaleza Kah-Kakha que remonta ao século III. Aqui podes ter uma vista deslumbrante do lado afegão do Wakhan. Continuando o caminho, faremos um desvio subindo a colina para visitar as fortalezas de Yamchun e mais abaixo na encosta, a fonte termal Bibi Fatima. Na aldeia de Yamg, visitamos a casa reconstruída do místico sufi Mubarak Kadam, falecido em 1910. Perto desta casa há um pilar de pedra com um buraco, que o próprio usou para calcular o calendário solar. Paramos ainda na vila de Vrang. Aqui está um complexo budista que data dos séculos IV a VII.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Caminhada com vista para os Picos Engels e Marx

Hoje teremos um dia inteiro de caminhada. De manhã, após o pequeno-almoço, caminhamos pelo vale em busca da vista sobre os picos Engels e Marx. São duas as possibilidades que temos pela frente, sendo que um sendo mais curto, é mais duro, pelo seu percurso mais íngreme e o mais longo, possivelmente o que escolheremos, é mais suave e com muito menos inclinação. Um tem início em Langar e o outro na vila de Zong.

Independentemente do caminho que escolheres, nunca serão menos de 5 horas de caminhada, sendo que estaremos quase sempre acima dos 4000 metros. É daqui também que teremos uma vista sobre a cordilheira de Hindukush no Paquistão.

Regressamos depois ao alojamento local, onde descansamos.
Estadia: Alojamento Local

Dia 7   Khorog – Lago Yashil Kul – Lago Bulunkul – Murgab

O vale Khargush é por onde continuamos a nossa jornada de manhã, depois de um modesto pequeno-almoço. A passagem Khargush (4344 m) é um dos locais que fica no nosso trajeto nesta manhã, assim como dois lagos importantíssimos na Ásia Central, ambos na região de Murghab, como o são o Yashilkul e o Bulunkul – com as suas águas num azul violeta raro – que refletem o céu a 3700 de altitude.

Pelo caminho terás já reparado numa espécie de animais que, não sendo vacas nem búfalos, parecem um cocktail entre ambos, com um pêlo enorme que lhes cai sobre o corpo musculado. Os iaques, estes mamíferos que fazem da montanha o seu habitat natural, são como animais domésticos, utilizados como animais de carga e fonte de alimento das comunidades, que lhes extrai o leite e dali os seus derivados, assim como a carne ou o pêlo.

Já nas margens do lago, caminhamos calmamente em redor deste, num percurso de duas horas.

Regressamos depois a Murgab, ao longo da lendária Pamir Highway.
Estadia: Guesthouse

Dia 8   Murgab – Lago Karakul – Murgab

Hoje passamos por aquele que é um dos lagos manis bonitos do mundo e também um dos mais altos, juntamente com os lagos no Tibete ou o de Titicaca na fronteira entre a Bolívia e o Peru, pousando a 3815 metros de altitude. No caminho para o lago, fica também a passagem mais alta desta viagem, o Ak Baital, a 4655 metros.

O lago, curiosamente um dos mais recentes do mundo, está situado na cratera de um meteorito e é cercado por um verde dos campos e um azul do céu, impressionantes. Em volta é fácil avistar pequenos riachos e rios, muitos situados entre os 3500 e os 4000 metros, assim como uma fauna riquíssima, gelo e alguma neve, que moldam a paisagem de uma forma natural. Assim como em muito neste aventura, caminhamos até onde os nossos pés no levarem, em redor deste, sendo que já cansados, regressamos à nossa guesthouse em Murghab.

Esta é uma aventura de contemplação, onde o que importa é a ligação entre a pessoa e a natureza, de forma serena e, a maioria das vezes, silenciosa.
Estadia: Guesthouse

Dia 9   Murgab – Khorog

De manhã, saímos para Khorog continuando pela mítica M41, onde nos temos movimentado até este momento. No dia de hoje, parte do percurso faz-se por um caminho já por nós conhecido, já que nos é impossibilitada a entrada no Quirguistão por terra.

A M41, ou Pamir Highway é, juntamente com as estradas de alta montanha do Tibete, a estrada circulável mais alta do mundo e apesar de ser percorrida há milhares de anos, servindo de rota comercial para os povos de montanha que habitam esta região há séculos, teve o seu maior impacto no mundo ocidental, aquando do confronto – conhecido como o Grande Jogo – entre os impérios russo e britânico, pela conquista e domínio dos territórios da ásia central. Ambos os impérios geraram uma desconfiança no seu opositor, seja o Império Britânico que acedeu a informações que os russos teriam interessa na invasão da Índia, seja o Império Russo que por sua vez tinha informações que os britânicos queriam expandir-se para a Ásia Central. Foi então a partir do século XIX que a estrada usada há milénios por locais, sofreu uma melhoria, para que os exércitos pudessem circular com mais facilidade, protegendo assim as suas fronteiras.

Na viagem podem ver-se ainda reminiscências destes confrontos, como o são ainda em muitos locais, as minas antipessoais. Porém, é de vida que cada vez se fazem mais estas paragens e por isso a diversidade única de vida selvagem, como a população cada vez maior de ovelhas Marco Polo, a maior ovelha do mundo, e uma forte população do quase extinto leopardo-das-neves.
Estadia: Alojamento local

Dia 10   Khorog - Bartang - caminhada no vale Jizev

Hoje vamos ser presenteados pelo vale de Bartang. O vale é um dos mais selvagens dos Pamirs ocidentais. São os próprios habitantes locais que consideram o vale de Bartang como a região talvez mais dura de se habitar, merecendo até o respeito dos habitantes da vila de Khorog, que vivem de forma muito mais cómoda.

A caminhada de hoje, que levará umas 3 horas, faz-se de um dos vales laterais à vila e que nos leva até lá. O nosso transporte segue até ao nosso alojamento, onde chegaremos mais tarde e onde pernoitamos, naquela que pode ser (mediante disponibilidade) uma verdadeira experiência num casa tradicional de Pamir.
Estadia: Casa de família

Dia 11   Jizev – Kalai Khum

De manhã e após o pequeno-almoço modesto, caminhamos até à estrada, onde o nosso transporte estará à nossa espera. Dali seguimos pela segunda vez por uma dejá-vu, já que estamos a voltar para trás na mesma estrada que nos levou, antes, na direção oposta. À nossa volta, picos com mais de 6000 metros, fazem-nos disparar de novo as fotografias.

É deduzível a vida difícil que estas comunidades têm e mesmo no século XXI e apesar de toda a tecnologia, o tempo por vezes parece não passar. Teremos a rara oportunidade não só de admirar a beleza da natureza, mas também de conhecer mais sobre a etnografia, a história e a vida das comunidades. As paragens em pequenas aldeias repete-se, pois só assim teremos oportunidade de absorver o dia-a-dia dos locais, os seus hábitos, os seus desafios.

Do outro lado do rio, avistamos aldeias afegãs, que parecem – essas sim – terem ficado num tempo que já só se pode ler nos livros de história.
Estadia: Guesthouse

Dia 12   Kalai Khum - Kuborobot - Dushanbe

De manhã, partimos para a capital do Tajiquistão, onde acabará a viagem, por uma outra estrada de montanha, que nos permitirá passar pelo alto do Khoburubot Pass, a 3252 metros de altitude. Este é talvez o trajeto mais pitoresco da viagem, como um acalmar de uma viagem dura e exigente. Pelo caminho, claro está, pequenas aldeias nas suas lides diárias, onde a vida dos tajiques, por natureza, trabalhadores árduos, hospitaleiros e de bom coração, não pára e a qual não queremos perturbar.

Após 10 dias a percorrer a mítica estrada das Pamir, percebemos que esta aventura nos desafia as condições que estamos normalmente habituados, pela sua intensidade, horas na estrada e dureza do caminho, sendo que é principalmente para aqueles que não buscam uma viagem comum, mas sim uma experiência memorável e irrepetível.
Estadia: Hotel

Dia 13   Dushanbe - Origem

Hoje é o dia de regressares a casa e por isso, dependendo da hora do teu voo, um transfer levar-te-á ao aeroporto.

Da minha parte, resta-me despedir-me de ti e agradecer-te a confiança. Espero que saias desta viagem feliz e com vontade de voltar a fazer a mochila e descobrir mais do mundo.

Até breve!

Viagem Landescape Exploração

As viagens Landescape Exploração são uma vertente nas propostas da Landescape que visa a descoberta de um novo destino, juntamente com um líder da Landescape e que, futuramente, será lançado ao público em geral. Estas, como o nome diz, são viagens feitas para explorar um destino pela primeira vez, tendo já o líder estado no local ou não, sendo que o percurso, assim como todos os tempos de deslocação e visitas/atividades propostas, são planeados à distância. Convém chamar a atenção para a possibilidade de o percurso poder sofrer alterações, assim como a sequência das visitas e/ou dias. Não é regra que tudo esteja marcado nestas viagens (alojamentos, visitas, tours, etc.), embora a Landescape parta sempre com uma margem de controlo muito grande, que possibilita que tudo o que está ao nosso alcance, corra bem. Tentamos que todos os valores excluídos no preço da viagem, estejam dentro daquilo que calculámos, embora possam existir contratempos que exijam que os viajantes despendam de montantes adicionais.

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Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta viagem é acessível a todos, porém com o espírito de aventura sincronizado, estarás muito mais bem preparado. A ideia é percorrer uma das estradas de montanha a maior altitude do mundo e se a viagem será feita num veículo adaptado à odisseia, a verdade é que as paragens, a altitude, as aldeias, a alimentação, podem exigir de ti uma maior adaptação. Conquistarás, no entanto, o céu, de tão perto dele que estarás, num percurso que mistura a natureza com a cultura deste país ainda tão tradicional, montanhas nevadas com lagos salgados, estradas a perder de vista, com povoações perdidas no tempo.

Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no Tajiquistão?

A resposta é sim. Porém, o nosso parceiro no país tratará disso mediante o pagamento do serviço. É também necessário, além do visto do país, uma permissão especial para se atravessar a Pamir Highway. Mais informações serão enviadas diretamente pelo nosso Gabinete de Apoio ao Viajante depois da inscrição.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos vão variar entre o hotel, na capital, casas de famílias que negoceiam os quartos e pequenas guesthouses, também elas familiares, nas comunidades por onde vamos passando. Os quartos serão, na sua maioria, básicos, com roupa de cama e toalhas, sendo que aconselhamos sempre a que tragam uma proteção de lençol e toalha própria, se desejarem. Muitas vezes os quartos serão partilhados com viajantes do mesmo grupo (podendo ser entre o twin, o triplo e o quádruplo) e algumas casas de banhos não são privadas para o nosso grupo, mas partilhadas por todos os que estiverem no alojamento.

Como são os transportes no país?

Todo o percurso será feito em transporte privado e possivelmente um ou outro transporte público dentro da capital.

O Tajiquistão é seguro?

Sim, é seguro viajar no Tajiquistão. Com toda a certeza passarás por muita gente a viajar de bicicleta, o que demonstra que andam sozinhos no “meio do nada” e que por isso tudo está bem. Passaremos também por muitos check points, uma forma de controlar quem passa, quando passa e quem vai nos veículos. Em Dushanbe a segurança é absoluta e nas pequenas povoações, é como se estivesses em pequenas aldeias no teu país.

O seguro básico de viagem é suficiente para esta viagem?

Não, tendo em conta que o programa desta viagem prevê a realização de atividades de aventura que o Seguro Básico não cobre. Recomendamos por isso que procedas a um upgrade para o Seguro Exploração para ficares protegido de qualquer acidente que possa ocorrer durante a prática destas atividades. Em alternativa, podes adquirir um seguro adaptado a esta viagem disponível noutra seguradora.

Qual a roupa mais adequada?

Receberás, após a inscrição, um manual do viajante onde te explicaremos tudo o que precisas para esta odisseia. Porém, podemos adiantar que como é um percurso feito em altura, vais precisar de roupa como se estivesse Verão e Inverno no mesmo dia.

Que comida será servida?

A comida na Ásia central é muito básica, sendo que o cordeiro e o arroz são os pratos mais tradicionais e aqueles que vais encontrar em todo o lado, todos os dias. A sopa com algumas leguminosas, batata e, claro, carne de cordeiro ou iaque, é também um dos pratos mais escolhidos. Plov, um arroz com legumes frito com ou sem carne. Algumas espetadas grelhadas. A Ásia central é fonte de uma gastronomia muito rica mas que foi completamente destruída pela ocupação soviética durante muitos anos e o que vemos hoje é uma ínfima parte do que restou, sendo que o que restou, foi o mais pobre. Para os vegetarianos, a aventura chega a ser estratosférica.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com uma médica que faz sessões de Medicina do Viajante e que, se for do teu interesse, te pode aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Tajiquistão. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas. Esta informação é posteriormente cedida pelo Gabinete de Apoio ao Viajante.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Quase tudo está incluído nesta viagem: alojamento, alimentação, atividades, transportes (excluindo os que estão no item Não Incluído). Precisarás para as tuas compras, memórias, bens pessoais, mas pouco mais. Para alimentação extra, 20€ dia é suficiente. Aconselhamos sempre a cambiar dinheiro em lojas locais e nunca em Portugal ou no aeroporto. Porém, daremos toda essa informação mais especificamente, depois.

Outras informações relevantes?

Esta é uma viagem que exige muita adaptação pelas condições do território e fracas acessibilidades pensadas para o turismo. Porém e também por essa razão, é imperdível, porque nos transporta para uma época mais remota do turismo de massas, onde a espontaneidade e imprevisibilidade da viagem ainda se sentem a toda a hora.

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Sobre o Líder


Miguel Neves

Sou fascinado pelas mais belas e variadas formas que a natureza toma.
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