Sikkim e Butão

Aos pés da maior e mais populosa cadeia montanhosa do mundo – os Himalaias – encontramos o estado indiano do Sikkim, situado entre o Nepal, Tibete e o Butão. Neste cantinho encontramos uma das maiores biodiversidades botânicas de todo o mundo, uma forte herança cultural budista tibetana, as suas imponentes montanhas, florestas alpinas e vales pitorescos.

É a norte deste estado que se ergue a terceira montanha mais alta do mundo, o Kanchenjunga, com 8586 metros de altitude. Rodeado por montanhas com mais de 5 e 6 mil metros, é no Parque Nacional do Kanchenjunga que nos lançamos para um dos mais impressionantes e remotos circuitos de trekking que os Himalaias têm para oferecer, o GoechaLa, onde subimos dos 1900 aos 5000 metros de altitude em 8 dias. Na companhia do nosso líder de viagens Miguel Neves, deixemo-nos guiar pelas bandeiras esvoaçantes tibetanas e pelos cânticos Om mani padme hum e cruzamos vilas de montanha remotas, templos budistas, convivemos com os locais nas suas Tea Houses e emergimos nesta rica cultura e tradição que carateriza a região.

Viagem ao Sikkim e Butão

A aventura não acaba por aqui, e finalizado o trekking, é hora de nos lançarmos a conhecer o místico Reino do Butão. Localizado no extremo Este da cordilheira dos Himalaias, este isolado país é conhecido pela felicidade do seu povo, pelos seu abundantes e fertéis vales e por paisagens dramáticas de alta Montanha. Serão 4 dias desde a cidade fronteiriça de Phuntsholing até ao Vale de Paro, com paragem no vale vizinho de Thimphu, onde vamos emergir nesta riquíssima cultura Budista, visitar antigos e históricos mosteiros e culminar a nossa viagem com uma caminhada ao icónico “Tiger’s nest monastery”.

O que iremos visitar no Sikkim e Butão

    • Darjeeling, Queen of the Hills
    • Estado do Sikkim, na India
    • Goechala Trek, India
    • Parque Nacional do Kanchenjunga
    • O maciço do Kanchenjunga (8.586 metros), a terceira montanha mais alta do mundo
    • Lago glaciar Laxmi Pokhari, nos Himalaias
    • O antigo Reino do Butão
    • Cidades de Thimphu e Paro, Butão
    • Caminhada ao Tiger’s Nest Monastery, o templo Budista mais importante do Butão
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  • + 16 anos
  • 4 - 12 pessoas
  • 16 dias
  • 2940€ / pessoa

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  • Trekking nos Himalaias | Sikkim e Butão
    30 Mar a 14 Abr 2025
  • Trekking nos Himalaias | Sikkim e Butão
    11 a 26 Out 2025

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Trekking nos Himalaias | Sikkim e Butão

com Miguel Neves

Viagem Nova
30 Mar a 14 Abr 2025
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Aos pés da maior e mais populosa cadeia montanhosa do mundo – os Himalaias – encontramos o estado indiano do Sikkim, situado entre o Nepal, Tibete e o Butão. Neste cantinho encontramos uma das maiores biodiversidades botânicas de todo o mundo, uma forte herança cultural budista tibetana, as suas imponentes montanhas, florestas alpinas e vales pitorescos.

É a norte deste estado que se ergue a terceira montanha mais alta do mundo, o Kanchenjunga, com 8586 metros de altitude. Rodeado por montanhas com mais de 5 e 6 mil metros, é no Parque Nacional do Kanchenjunga que nos lançamos para um dos mais impressionantes e remotos circuitos de trekking que os Himalaias têm para oferecer, o GoechaLa, onde subimos dos 1900 aos 5000 metros de altitude em 8 dias. Na companhia do nosso líder de viagens Miguel Neves, deixemo-nos guiar pelas bandeiras esvoaçantes tibetanas e pelos cânticos Om mani padme hum e cruzamos vilas de montanha remotas, templos budistas, convivemos com os locais nas suas Tea Houses e emergimos nesta rica cultura e tradição que carateriza a região.

A aventura não acaba por aqui, e finalizado o trekking, é hora de nos lançarmos a conhecer o místico Reino do Butão. Localizado no extremo Este da cordilheira dos Himalaias, este isolado país é conhecido pela felicidade do seu povo, pelos seu abundantes e fertéis vales e por paisagens dramáticas de alta Montanha. Serão 4 dias desde a cidade fronteiriça de Phuntsholing até ao Vale de Paro, com paragem no vale vizinho de Thimphu, onde vamos emergir nesta riquíssima cultura Budista, visitar antigos e históricos mosteiros e culminar a nossa viagem com uma caminhada ao icónico “Tiger’s nest monastery”.

O QUE VISITAMOS NO SIKKIM E BUTÃO

  • Darjeeling, Queen of the Hills
  • Estado do Sikkim, na India
  • Goechala Trek, India
  • Parque Nacional do Kanchenjunga
  • O maciço do Kanchenjunga (8.586 metros), a terceira montanha mais alta do mundo
  • Lago glaciar Laxmi Pokhari, nos Himalaias
  • O antigo Reino do Butão
  • Cidades de Thimphu e Paro, Butão
  • Caminhada ao Tiger’s Nest Monastery, o templo Budista mais importante do Butão

O QUE ESTÁ INCLUÍDO

Alojamento

  • 5 noites em Hotel
  • 2 noites Guesthouse
  • 8 noites em tenda, para 2 pessoas (Acampamento preparado por equipa local, com tenda de cozinha, tenda de espaço comum e tenda de casa de banho)

Refeições

  • Todos os pequenos almoços
  • Todas as refeições durante o trekking (dia 4 a 12)
  • Todos os jantares no Butão

Entradas e atividades seguintes:

  • Goechala Trek
  • Caminhada ao Tiger’s Nest Monastery

Todos os transportes descritos no programa

Transfers de/para o aeroporto (nas datas da viagem)

Exceto de carácter pessoal

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Todas as taxas e autorizações relativas ao Trekking no Sikkim

Guias Locais Certificados no Trekking e Butão (idioma inglês, certificado em curso de Montanhismo e Primeiros Socorros – para o trekking)

Equipa de carregadores locais (Para equipamento pessoal e mantimentos para o grupo)

Todas as taxas e visto relativas ao Butão

Acompanhamento do líder da Landescape

O QUE NÃO ESTÁ INCLUÍDO

Voos internacionais
Sugestão: Origem: – Nova Deli; Regresso: – Paro – Nova Deli – Origem

Voo interno sugerido no programa (Nova Deli – Bagdogra)

Visto para entrada na Índia (25 USD)

Atividades e visitas extras (não mencionadas no programa)

Alimentação não especificada

Despesas pessoais

Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Darjeeling

Este dia é reservado à tua chegada a Darjeeling. Depois de uma jornada que iniciaste no dia anterior, e após uma breve escala, irás voar em direção a Bagdogra, onde te espera um transfer para te levar pelas estradas de montanha até à famosa “Queen of the Hills”, Darjeeling. Pelo caminho passamos pelas plantações de chá e pequenas vilas na colina.

Aproveita para descansar da longa viagem e começar a habituar o corpo à altitude nos 2000 metros de Darjeeling.
Estadia: Hotel

Dia 2   DarjeelingAclimatização, visita a centro histórico

Situada na zona Norte do estado de West Bengal, aos 2000 metros de altitude, Darjeeling encara os Himalaias e principalmente o Kanchenjunga, que com 8586 metros de altitude é a terceira montanha mais alta do mundo. Criada pelo império britânico no século XIX, a riqueza cultural de Darjeeling provém dos povos do Sikkim, Nepal, Butão e Tibete e ficou mundialmente conhecida pela gigante indústria do chá que se instalou nestas colinas.

O dia é de aclimatização para os dias que se seguem. Vamos viver esta cidade e deambular pelas suas ruas cheias de vida, por mercados artesanais, provar comida local, conhecer a importância do montanhismo na região e deslumbrar-nos com paisagens sobre os campos de cultivo de chá e sobre os Himalaias.

Resta-nos ultimar os preparativos para o que temos pela frente, descansar, para podermos seguir para a nossa aventura de Trekking nos Himalaias do Sikkim.
Estadia: Hotel

Dia 3   Darjeeling - Yuksom

Hoje o dia começa cedo, depois do pequeno almoço em Darjeeling. Seguimos de jipe pelas imprevisíveis estradas de montanha até à região do Sikkim. O nosso destino é Yuksom, a vila que vai ser a nossa porta de entrada no Parque Nacional do Kanchenjunga.

Principalmente conhecida por ser ponto de partida para muitos trekkers e amantes da Natureza, esta vila tem uma grande importância histórica, como local onde nasceu o Sikkim e como primeira capital da região. Dependendo da nossa hora de chegada, podemos passear pela vila e conhecer os templos Budistas que ali se ergueram e conhecer um pouco mais da história do Sikkim.

Hora de beber o nosso chá e descansar para o início do nosso Trek.
Estadia: Guesthouse

Dia 4   Yuksom a SachenDistância: 8 km | Desnível: 800 m positivo + 150 m negativo | Duração: 4 a 6 horas

O dia de hoje marca o início do nosso trekking Goechala. Depois do pequeno almoço, reunimos com os nossos guias e com a equipa de Sherpas que nos vai acompanhar, e começamos gentilmente a nossa subida ao longo do vale Rio Rathong, altura em que atravessamos uma magnífica selva de magnólias, rododendros, fetos e muitas variedades de plantas. O trilho leva-nos através da famosa ponte ‘Pha Khola’, passamos o portão de entrada do Parque Nacional do Kanchenjunga e seguimos até ao refúgio Tibetano de Sachen (2255 metros), onde a nossa equipa vai montar acampamento e recuperamos as forças para o dia seguinte.
Estadia: Tenda

Dia 5   Sachen a Tshoka (via Bakhim)Distância: 8 km | Desnível: 1000 m positivo + 320 m negativo | Duração: 5 a 6 horas

Retomamos o inclinado trilho pela floresta de Rododendros, numa descida que nos leva a atravessar o rio Prek Chu para de seguida subirmos em direção a Bakhim, para a tradicional paragem para o ‘Chai’ com impressionantes paisagens sobre todo o vale. Reforçadas as energias seguimos viagem e, à medida que ganhamos elevação, o terreno e a vegetação que nos rodeia vai mudando até chegarmos à belíssima aldeia de Tshoka, local onde se estabeleceu um pequeno grupo de refugiados tibetanos.

Estamos num dos locais com maior biodiversidade do mundo, aos 3000 metros de altitude, onde as encostas estão preenchidas por florestas densas e com sorte podemos sentar-nos com um chá quentinho na mão a olhar para o pico nevado do Mount Pandim (6691 metros).
Estadia: Tenda

Dia 6   Tshoka a Dzongri (via Phedang)Distância: 9 km | Desnível: 1050 m positivo + 140 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje o dia começa cedo em Tshoka. Temos um dia longo e desafiante pela frente e temos de aproveitar o bom tempo matinal de montanha para galgar metros de elevação. Começamos por uma subida longa dentro da floresta de rododendros e marcamos encontro com os locais e Iaques que ali caminham diariamente.

O trilho inclinado leva-nos até ao prado de Phedang, onde encontramos uma pequena Tea House, descansamos as pernas e a mente com o cenário do vale do rio Prek Chu e os picos nevados que o seguem. Daqui resta-nos conquistar uma subida inclinada para depois descermos em direção ao nosso destino do dia, Dzongri (4000 metros), que será a nossa casa para as próximas 2 noites. Em Dzongri encontramos um refúgio grande onde podemos aquecer o corpo com uns noodles e um chá quentinho na companhia dos locais que nos recebem.

Pela tarde, se ainda tiveres energia e o tempo o permitir fazemos uma curta caminhada de aclimatização para observar os picos Kokthang (6148 metros), Rathong (6679 metros), Kabru (7412 metros), Kanchenjunga (8586 metros), Simvo (6855 metros) e Pandim (6691 metros).
Estadia: Tenda

Dia 7   Dzongri: 4030m - Excursão a Laxmi PokhariDistância: 7 km | Desnível: 300 m positivo + 300 m negativo | Duração: 3 a 5 horas

Para as almas madrugadoras o dia começa com uma ascensão ao topo de Dzongri, junto ao acampamento, para assistir ao nascer do sol e ver os picos nevados da cordilheira do Kanchenjunga a brilhar com as primeiras luzes do dia.

Descemos de volta ao acampamento mesmo a tempo de um reforçado pequeno-almoço. O dia de hoje está reservado para uma excursão a um dos impressionantes lagos glaciares dos Himalaias, Lakshmi Pokari (4200 metros). Absorve este momento e leva na memória as sensações inigualáveis de como o ar rarefeito dos Himalaias nos transporta para outra dimensão.

O nosso objetivo hoje é de aclimatização para nos preparar para os dias seguintes e para a ascensão que se segue.
Estadia: Tenda

Dia 8   Dzongri a ThangshingDistância: 10 km | Desnível: 380 m positivo + 410 m negativo | Duração: 4 a 6 horas

Depois de 2 dias passados na zona de Dzongri, continuamos entusiasmados para nos aproximarmos cada vez mais do objetivo final, Goechala. O trilho segue por prados deslumbrantes, rodeados de picos imponentes que continuam sempre presentes na nossa visão, até voltar a entrar numa floresta de rododendros e chegar a Kokchurong, onde vamos parar à beira do rio Prek Chu para o chá e biscoitos.

Cruzando o rio, temos pela frente a última subida do dia até ao amplo acampamento de Thansing, onde vamos pernoitar acompanhados pela parede nunca escalada do pico do Pandim (6.691 metros) de um lado e Kangchenjunga (8.586 metros) do outro.
Estadia: Tenda

Dia 9   Thangshing to Lamuney via Deuta GharDistância: 11,6 km | Desnível: 820 m positivo + 540 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje temos pela frente um dia mais fácil de caminhada. Já mais aclimatizados à altitude, seguimos o trilho tranquilamente pelos prados coloridos dos Himalaias e na companhia da terceira montanha mais alta do mundo mesmo ali ao teu lado.

Caminhamos ao longo do rio Prek Chu e a cada passo que damos as montanhas parecem mais e mais próximas. Ao fundo já vemos Lamuney, que vai ser a nossa última paragem antes da ascensão ao objetivo final. Acampamento montado, desfrutamos de uma refeição quentinha acompanhada de um chá enquanto apreciamos o cenário único e remoto que nos envolve.
Estadia: Tenda

Dia 10   Lamuney a Goechala (via Lago Samiti), regresso a KokchurungDistância: 12,2 km | Desnível: 420 m positivo + 880 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje é o dia! Para maximizar as nossas chances de bom tempo, vamos acordar ainda com as estrelas e sair no fresquinho dos Himalaias pela madrugada para a ascensão final a Goechala. Subimos a colina que passa atrás do Lago Samiti, um lago glaciar a 4200 metros de altitude e que é considerado sagrado pelo povo do Sikkim.

Caminhamos agora acima do lago, sob a sombra do Pandim (6691 metros) no Planalto Zemathang, naqueles que são os últimos passos até ao nosso objetivo, o miradouro em Goechala. Estamos quase a 5000 metros perante a cordilheira mais alta do mundo, com o maciço do Kangchenjunga bem perto de nós. Resta-nos a descida, de coração cheio caminhamos os trilhos que nos trouxeram aqui e, depois de uma paragem em Lamurey, seguimos até Kokchurong, onde vamos pernoitar hoje.
Estadia: Tenda

Dia 11   Kokchurang a TshokaDistância: 10.9 km | Desnível: 450 m positivo + 1.220 m negativo | Duração: 4 a 5 horas

Acordamos de manhã cedo para tomar o nosso pequeno almoço, deixamos para trás o Goechala e continuamos o nosso trekking com o Kangchenjunga na paisagem. O dia é longo, vamos descer todo o caminho de volta até Tshoka (3000 metros) e voltamos a reentrar nas florestas onde caminhámos há uns dias atrás. Tudo volta a mudar, mais oxigénio, vegetação mais viva e a paisagem verde volta a envolver-nos à medida que nos aproximamos do final desta caminhada.
Estadia: Tenda

Dia 12   Tshoka a YuksomDistância: 10,6 km | Desnível: 330 m positivo + 1.600 m negativo | Duração: 4 a 5 horas

Hoje terminamos esta aventura inesquecível de Trekking! Aproveita ao máximo estes últimos momentos de caminhada nesta paisagem de Natureza abundante dos Himalaias. Percorremos os mesmos trilhos do primeiro dia e sentimo-los diferentes e tão refrescantes na nossa mente.

Depois de algumas horas de descida alcançamos de novo a aldeia de Yuksom, onde teremos a nossa cama de hotel à nossa espera com um bom jantar para celebrarmos o Trek que terminamos 9 dias depois.
Estadia: Guesthouse

Dia 13   Yuksom a Phuntsholing (Butão)

Renovados e de pequeno almoço tomado, despedimo-nos da maravilhosa equipa de Sherpas que nos acompanhou desde Yuksom e também do Sikkim. É hora de uma nova aventura, o antigo Reino do Butão!

Espera-nos uma longa viagem de carro até à fronteira, onde os nossos guias locais nos vão receber na cidade de Phuntsholing, localizado aos pés deste incrível país nos Himalaias. Aqui o progresso do país mede-se pela “Gross National Happiness”, a felicidade do seu povo. Para além da enriquecedora espiritualidade e crenças Budistas, o Butão é também casa de paisagens dramáticas, antigos mosteiros e impressionantes “dzongs”. Sê bem-vindo à capital da felicidade do mundo.

Dependendo da nossa hora de chegada, podemos ainda visitar um pouco da segunda maior cidade do país e considerada a sua capital económica.
Estadia: Hotel

Dia 14   Thimphu

Hoje acordamos no Butão. Depois do pequeno almoço seguimos viagem em direção à capital do último Reino dos Himalaias, Thimphu. Um autêntico reduto da arte, arquitetura e cultura tradicional do Butão, Thimphu é a maior e mais moderna cidade do país, onde vamos encontrar uma grande variedade de restaurantes e cafés que são vizinhas de antigas fortalezas, mosteiros e florestas.

Aqui os butaneses vivem em perfeita harmonia com o mundo e a natureza, sendo a conservação do ambiente um modo de vida e um dos pilares do seu índice de felicidade. Abertos a novas ideias e filosofias, preservar a sua cultura está no centro das suas políticas públicas e isso é visível na maneira orgulhosa como todos ainda usam os fatos tradicionais butanesas. Passamos a tarde a percorrer a cidade para visitar museus, mercados e mosteiros.
Estadia: Hotel

Dia 15   Paro - Tiger’s nest monastery hikeDistância: 6,4 km | Desnível: 520 m positivo + 520 m negativo | Duração: 5 a 7 horas

A manhã é mais lenta hoje. Acordamos em Thimphu, tomamos um bom pequeno almoço e temos tempo para respirar os ares desta cidade pela manhã. Uma viagem de cerca de uma hora vai levar-nos até ao apaixonante Vale de Paro, conhecido como um dos vales mais férteis e históricos do Butão, e como lar de cerca de 155 templos e mosteiros que datam do século XIV e também do único aeroporto internacional do país. Este belo destino é coberto de socalcos de arroz e casas de campo pitorescas espalhadas por todo o vale, enquanto mais acima podemos ver florestas de coníferas.

Deixamos as nossas malas no hotel e seguimos para a principal razão da fama de Paro. Na parte mais a Norte do vale situa-se o icónico “Taktsang Lhakhang”, também conhecido como “The Tiger’s Nest”. É assim o local mais sagrado do Butão, a prestar homenagem ao Guru Padmasambhava, o impulsionador do budismo no Butão. A caminhada até o templo leva-nos por uma floresta densa e emergimos na beira de um abismo rochoso, continuando até ao miradouro que encara o mosteiro do outro lado do penhasco. Mais do que toda a riqueza histórica, o mosteiro oferece paisagens magníficas sobre vales verdejantes e montanhas acentuadas.

Regressamos a Paro para conhecer um pouco desta cidade e todos juntos jantarmos e brindarmos a esta maravilhosa aventura que passámos.
Estadia: Hotel

Dia 16   Paro - Origem

O teu regresso a Portugal começa hoje. Deixamos os Himalaias repletos de memórias de aventura, amizade e montanha. Leva para a vida esta experiência única que passaste.

Esperamos voltar a ver-te em breve numa outra viagem da Landescape. Até já!

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Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

O roteiro da viagem é focado numa experiência de trekking única nos Himalaias do Sikkim, no Parque Nacional do Kangchenjunga, uma região ainda pouco explorada e por isso muito pura na sua cultura de hospitalidade e montanha, e posteriormente com a visita ao Butão, com 3 dias para conhecer as 3 principais cidades do país. Seremos sempre acompanhados de guias locais.

Numa primeira fase da viagem focamo-nos no espírito aventureiro com um circuito de trekking bastante famoso nos Himalaias Indianos. Começamos por conhecer a emblemática cidade de Darjeeling onde, para além de podermos visitar alguns dos principais pontos de atração da cidade, iremos preparar-nos para um trekking de 9 dias nos Himalaias Siquimeses. Este circuito é um dos mais transcendentes na Índia, tanto pela sua envolvente apaixonante de alta montanha, como pela proximidade do maciço da terceira montanha mais alta do mundo, o Kangchenjunga (8586 metros).

Terminado este circuito de trekking, os nossos guias vão levar-nos à fronteira com o Butão, onde teremos uma equipa local que nos vai guiar e acompanhar nos últimos 4 dias de viagem neste misterioso país. Para além da cidade de Phuntsholing, vamos principalmente conhecer Thimphu e Paro, mergulhando nesta cultura Budista tão pura e repleta de felicidade.

É necessário visto para esta viagem?

Os cidadãos portugueses precisam de visto para entrar na Índia. Recomendamos pedir online o “e-Tourist Visa”, que será válido para uma estadia de 1 mês (dupla entrada) e tem um custo de 25 USD. Este visto deve ser pedido pelo menos 4 dias antes da viagem, para entradas no país nos 120 dias seguintes ao pedido. Para obter este visto apenas necessitas de um passaporte válido por um período mínimo de 6 meses a partir da data de chegada à Índia e do bilhete de regresso.

Os cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Butão. Os vistos serão tratados pela nossa equipa parceira local, sendo apenas necessário fornecer uma cópia do passaporte, uma fotografia recente e uma cópia do seguro de viagem. A aprovação do visto demora entre 3 a 5 dias úteis e os viajantes devem-se fazer acompanhar de uma cópia em papel do visto.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transferes desde o aeroporto de Bagdogra até Darjeeling estão incluídos no programa e serão garantidos pela equipa local que nos vai acompanhar no trekking. Será realizado num carro privado e tem uma duração de cerca de 3 horas.

Em Paro, no Butão, também está incluído no programa um transfer da cidade para o aeroporto.

Como são os alojamentos durante a viagem?

A estadia será feita em hotéis ou guesthouses, exceto durante o trekking, onde ficaremos em tendas.

Serão 7 noites em hotéis/guesthouses quando nos encontremos em cidades, e estes oferecem as comodidades básicas necessárias. Todos os quartos serão com casas de banho privativas e serão twin (com camas separadas) ou de casal (quando solicitado). Em relação às noites no trekking, a equipa de guias e carregadores que nos acompanha, vai preparar diariamente o nosso acampamento, com tendas (tenda tipo campismo com colchão de trekking no chão) para 2 pessoas, uma tenda de cozinha para preparação de refeições, uma tenda comum (para refeições e espaço comum) e ainda tenda de casa de banho (nos casos onde não existam infraestruturas). Em alguns dos locais de acampamento existirão Teahouses, onde podes passar tempo, beber um chá com biscoitos ou até uma sopa de Noodles.

Como são os transportes no país?

Os transportes durante a nossa viagem serão todos privados, providenciados pela equipa local que nos acompanha, tanto na Índia como no Butão. Importante referir que estaremos sempre em zona de Montanha e alguns locais pouco desenvolvidos onde, para além de estradas com muitas curvas­, estas nem sempre estão nas melhores condições…de todo. Por estas razões, as viagens serão normalmente longas e requerem todo o nosso espírito aventureiro.

São países seguros?

A Índia é um país seguro. O cuidado a ter é o normal, num país onde a pobreza é, infelizmente muita, o que leva muitas vezes à prática de pequenos delitos. As notícias que nos chegam por vezes de atentados contra mulheres são, felizmente, casos isolados e que não fazem da Índia um país a ter receios de maior. Sair em zonas com pouca gente noite adentro é desaconselhado. Darjeeling é, no entanto, um dos locais mais seguros do país, assim como a zona dos Himalaias, no Sikkim que foi considerado pelo Livro dos Recordes do Guiness como o primeiro estado do mundo “free of crime”

O Butão é também um país seguro, com um baixo nível de criminalidade. Os cuidados a ter são os habituais de quando visitamos qualquer outro país do mundo.

É uma viagem cansativa?

Esta é uma viagem focada no trekking em altitude, onde iremos subir até perto dos 5 mil metros de altitude. Contudo, haverá uma distribuição entre dias de caminhada longos e curtos, bem como o foco em dias que vão servir para te aclimatizares à altitude, tanto antes como durante o circuito de trekking. Os dias de caminhada serão feitos à tua velocidade, para poderes tirar o máximo proveito desta experiência inesquecível.

A estadia em tenda durante o trekking vai requerer também todo o teu espírito aventureiro, face a estarmos a caminhar nalguns dos mais puros e remotos locais do planeta onde a acessibilidade é bastante limitada. Ainda assim, teremos sempre uma maravilhosa equipa de Sherpas e guias locais que vão fazer de tudo para garantir que teremos todas as comodidades e conforto quanto possível.

É, no entanto, necessária uma boa condição física, com prática de exercício regular e alguma experiência neste tipo de aventuras do trekking. Não sendo técnico, exige do corpo e por isso, qualquer maleita física pode condicionar a boa concretização do mesmo.

Estarei apto para esta viagem?

Para o circuito de trekking é importante ter em mente que vais caminhar em Alta Montanha, com terrenos técnicos e inclinados, numa zona de clima imprevisível. Dito isto, se andares à procura de aventura, emoções fortes e o contacto com a natureza no estado mais puro, serás imensamente recompensado. De forma a facilitar e aproveitar ao máximo a experiência, é sempre benéfico habituar o corpo a caminhar e se possível em ambiente de serra/montanha.

Em termos de mochila, para além da mochila grande, só precisas levar uma mochila pequena (máx. 20 litros) para o dia com snacks, garrafa de água, medicamentos, óculos de sol, impermeável e outros itens ou roupas que possas precisar durante a etapa do dia.

Qual a roupa mais adequada?

Receberás, após a concretização da reserva, um manual do viajante onde te explicaremos tudo o que precisas para esta odisseia. Porém, podemos adiantar que como é um percurso feito em altitude, vais precisar de roupa como se estivesse Verão e Inverno no mesmo dia.

ATENÇÃO: não se pode viajar com trolley de rodinhas/mala rígida e o máximo por pessoa é de 15kg, distribuído por 10kg na bagagem que o porter leva na caminhada e o restante que o viajante leva consigo.

Para as pessoas que levem mais peso, podem sempre deixar o peso extra no alojamento em Yuksom e recolher aquando do regresso, levando consigo somente o que necessitem. Pode exigir um pagamento de uma taxa extra no alojamento

E quanto à alimentação?

Em Darjeeling e no Butão fazemos as nossas refeições em restaurantes locais que oferecem pratos de todo o mundo. No entanto, vamos dar prioridade a experiências gastronómicas típicas da Índia, Nepal, Tibete e Butão, confeccionadas com produtos locais e com todo o carinho.

Durante o trekking, vamos ser acompanhados por uma equipa de cozinheiros que nos vai preparar diariamente todas as refeições, numa tenda de cozinha montada para o efeito. As refeições serão variadas, mas claro principalmente focadas nos produtos abundantes nesta região dos Himalaias, como o delicioso dal, arroz, ovos e legumes locais, cozinhados por quem melhor sabe. Durante o dia teremos várias pausas para chá e biscoitos, água fervida própria para consumo e não nos faltará nada.

NOTA IMPORTANTE: Se tiveres alguma necessidade dietética especial, informa-nos antes de fazer a reserva para que possamos fazer os preparativos.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com consultas de Medicina de Viagem online e que, se for do teu interesse, te podem aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Índia e no Butão. Dessa forma, podes agendar uma Consulta de Viagem Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas. Esta informação é posteriormente cedida pelo Gabinete de Apoio à Viagem.

Não há vacinação obrigatória, no entanto o trekking no Sikkim atinge altitudes elevadas, onde existe o risco de sermos afetados pela Doença de Altitude. O itinerário está projetado para permitir que todos se aclimatem a essas altitudes, mas deves estar ciente de que ainda é possível que possas ser afetado.

Posso inscrever-me individualmente?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece muitas das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos/tendas são sempre divididos com outras pessoas desta viagem e por sexo, e só se tiver sido solicitado suplemento de ocupação individual, mediante o pagamento da respetiva taxa, é que fica sozinho/a.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Quase tudo está incluído nesta viagem: alojamento, alimentação (excepto as não mencionadas), atividades, transportes (excluindo os pontos mencionados no item Não Incluído). Precisarás por isso apenas de dinheiro adicional para as tuas compras, memórias, bens pessoais, mas pouco mais. Para alimentação extra fora os dias de trekking, 20€ dia são suficientes.

Em Darjeeling vai ser possível levantar Rupias Indianas (que também podem ser usadas no Butão) e o cartão Revolut é a opção mais em conta para o fazer.

Outras informações relevantes?

A cordilheira dos Himalaias no Sikkim são uma região ainda não muito explorada, como outras. Deixa o conforto de lado, prepara-te fisica e mentalmente para o desgaste que o trekking te vai trazer e abraça com a maior força do mundo esta experiência única e mágica que prometo que irás levar na tua memória para toda a vida.

O esforço e algum desconforto que possas ter vão ser recompensados por paisagens remotas e idílicas, bem como pelo companheirismo que vais criar com todos os membros da equipa. É disso que se trata o Montanhismo e estaremos sempre juntos com a nossa equipa local, que vai garantir toda a nossa segurança e bem-estar.

Na montanha, é tradição dar uma gorjeta a equipa de carregadores no final da viagem. Tendo em conta os padrões locais, sugerimos que reserves cerca de 20€ para isso, por favor.

ATENÇÃO: mais uma vez referimos que não se pode viajar com trolley de rodinhas/mala rígida e o peso máximo aconselhado por pessoa é de 15kg, distribuído por 10kg na bagagem que o porter leva na caminhada e o restante que o viajante leva consigo.

Para as pessoas que levem mais peso, podem sempre deixar o peso extra no alojamento em Yuksom e recolher aquando do regresso do Trek, levando consigo somente o que necessitem. Pode exigir um pagamento de uma taxa extra no alojamento.

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Sobre o Líder


Miguel Neves

Sou fascinado pelas mais belas e variadas formas que a natureza toma.
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11 a 26 Out 2025
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Aos pés da maior e mais populosa cadeia montanhosa do mundo – os Himalaias – encontramos o estado indiano do Sikkim, situado entre o Nepal, Tibete e o Butão. Neste cantinho encontramos uma das maiores biodiversidades botânicas de todo o mundo, uma forte herança cultural budista tibetana, as suas imponentes montanhas, florestas alpinas e vales pitorescos.

É a norte deste estado que se ergue a terceira montanha mais alta do mundo, o Kanchenjunga, com 8586 metros de altitude. Rodeado por montanhas com mais de 5 e 6 mil metros, é no Parque Nacional do Kanchenjunga que nos lançamos para um dos mais impressionantes e remotos circuitos de trekking que os Himalaias têm para oferecer, o GoechaLa, onde subimos dos 1900 aos 5000 metros de altitude em 8 dias. Na companhia do nosso líder de viagens Miguel Neves, deixemo-nos guiar pelas bandeiras esvoaçantes tibetanas e pelos cânticos Om mani padme hum e cruzamos vilas de montanha remotas, templos budistas, convivemos com os locais nas suas Tea Houses e emergimos nesta rica cultura e tradição que carateriza a região.

A aventura não acaba por aqui, e finalizado o trekking, é hora de nos lançarmos a conhecer o místico Reino do Butão. Localizado no extremo Este da cordilheira dos Himalaias, este isolado país é conhecido pela felicidade do seu povo, pelos seu abundantes e fertéis vales e por paisagens dramáticas de alta Montanha. Serão 4 dias desde a cidade fronteiriça de Phuntsholing até ao Vale de Paro, com paragem no vale vizinho de Thimphu, onde vamos emergir nesta riquíssima cultura Budista, visitar antigos e históricos mosteiros e culminar a nossa viagem com uma caminhada ao icónico “Tiger’s nest monastery”.

O QUE VISITAMOS NO SIKKIM E BUTÃO

  • Darjeeling, Queen of the Hills
  • Estado do Sikkim, na India
  • Goechala Trek, India
  • Parque Nacional do Kanchenjunga
  • O maciço do Kanchenjunga (8.586 metros), a terceira montanha mais alta do mundo
  • Lago glaciar Laxmi Pokhari, nos Himalaias
  • O antigo Reino do Butão
  • Cidades de Thimphu e Paro, Butão
  • Caminhada ao Tiger’s Nest Monastery, o templo Budista mais importante do Butão

O QUE ESTÁ INCLUÍDO

Alojamento

  • 5 noites em Hotel
  • 2 noites Guesthouse
  • 8 noites em tenda, para 2 pessoas (Acampamento preparado por equipa local, com tenda de cozinha, tenda de espaço comum e tenda de casa de banho)

Refeições

  • Todos os pequenos almoços
  • Todas as refeições durante o trekking (dia 4 a 12)
  • Todos os jantares no Butão

Entradas e atividades seguintes:

  • Goechala Trek
  • Caminhada ao Tiger’s Nest Monastery

Todos os transportes descritos no programa

Transfers de/para o aeroporto (nas datas da viagem)

Exceto de carácter pessoal

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Todas as taxas e autorizações relativas ao Trekking no Sikkim

Guias Locais Certificados no Trekking e Butão (idioma inglês, certificado em curso de Montanhismo e Primeiros Socorros – para o trekking)

Equipa de carregadores locais (Para equipamento pessoal e mantimentos para o grupo)

Todas as taxas e visto relativas ao Butão

Acompanhamento do líder da Landescape

O QUE NÃO ESTÁ INCLUÍDO

Voos internacionais
Sugestão: Origem: – Nova Deli; Regresso: – Paro – Nova Deli – Origem

Voo interno sugerido no programa (Nova Deli – Bagdogra)

Visto para entrada na Índia (25 USD)

Atividades e visitas extras (não mencionadas no programa)

Alimentação não especificada

Despesas pessoais

Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Darjeeling

Este dia é reservado à tua chegada a Darjeeling. Depois de uma jornada que iniciaste no dia anterior, e após uma breve escala, irás voar em direção a Bagdogra, onde te espera um transfer para te levar pelas estradas de montanha até à famosa “Queen of the Hills”, Darjeeling. Pelo caminho passamos pelas plantações de chá e pequenas vilas na colina.

Aproveita para descansar da longa viagem e começar a habituar o corpo à altitude nos 2000 metros de Darjeeling.
Estadia: Hotel

Dia 2   DarjeelingAclimatização, visita a centro histórico

Situada na zona Norte do estado de West Bengal, aos 2000 metros de altitude, Darjeeling encara os Himalaias e principalmente o Kanchenjunga, que com 8586 metros de altitude é a terceira montanha mais alta do mundo. Criada pelo império britânico no século XIX, a riqueza cultural de Darjeeling provém dos povos do Sikkim, Nepal, Butão e Tibete e ficou mundialmente conhecida pela gigante indústria do chá que se instalou nestas colinas.

O dia é de aclimatização para os dias que se seguem. Vamos viver esta cidade e deambular pelas suas ruas cheias de vida, por mercados artesanais, provar comida local, conhecer a importância do montanhismo na região e deslumbrar-nos com paisagens sobre os campos de cultivo de chá e sobre os Himalaias.

Resta-nos ultimar os preparativos para o que temos pela frente, descansar, para podermos seguir para a nossa aventura de Trekking nos Himalaias do Sikkim.
Estadia: Hotel

Dia 3   Darjeeling - Yuksom

Hoje o dia começa cedo, depois do pequeno almoço em Darjeeling. Seguimos de jipe pelas imprevisíveis estradas de montanha até à região do Sikkim. O nosso destino é Yuksom, a vila que vai ser a nossa porta de entrada no Parque Nacional do Kanchenjunga.

Principalmente conhecida por ser ponto de partida para muitos trekkers e amantes da Natureza, esta vila tem uma grande importância histórica, como local onde nasceu o Sikkim e como primeira capital da região. Dependendo da nossa hora de chegada, podemos passear pela vila e conhecer os templos Budistas que ali se ergueram e conhecer um pouco mais da história do Sikkim.

Hora de beber o nosso chá e descansar para o início do nosso Trek.
Estadia: Guesthouse

Dia 4   Yuksom a SachenDistância: 8 km | Desnível: 800 m positivo + 150 m negativo | Duração: 4 a 6 horas

O dia de hoje marca o início do nosso trekking Goechala. Depois do pequeno almoço, reunimos com os nossos guias e com a equipa de Sherpas que nos vai acompanhar, e começamos gentilmente a nossa subida ao longo do vale Rio Rathong, altura em que atravessamos uma magnífica selva de magnólias, rododendros, fetos e muitas variedades de plantas. O trilho leva-nos através da famosa ponte ‘Pha Khola’, passamos o portão de entrada do Parque Nacional do Kanchenjunga e seguimos até ao refúgio Tibetano de Sachen (2255 metros), onde a nossa equipa vai montar acampamento e recuperamos as forças para o dia seguinte.
Estadia: Tenda

Dia 5   Sachen a Tshoka (via Bakhim)Distância: 8 km | Desnível: 1000 m positivo + 320 m negativo | Duração: 5 a 6 horas

Retomamos o inclinado trilho pela floresta de Rododendros, numa descida que nos leva a atravessar o rio Prek Chu para de seguida subirmos em direção a Bakhim, para a tradicional paragem para o ‘Chai’ com impressionantes paisagens sobre todo o vale. Reforçadas as energias seguimos viagem e, à medida que ganhamos elevação, o terreno e a vegetação que nos rodeia vai mudando até chegarmos à belíssima aldeia de Tshoka, local onde se estabeleceu um pequeno grupo de refugiados tibetanos.

Estamos num dos locais com maior biodiversidade do mundo, aos 3000 metros de altitude, onde as encostas estão preenchidas por florestas densas e com sorte podemos sentar-nos com um chá quentinho na mão a olhar para o pico nevado do Mount Pandim (6691 metros).
Estadia: Tenda

Dia 6   Tshoka a Dzongri (via Phedang)Distância: 9 km | Desnível: 1050 m positivo + 140 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje o dia começa cedo em Tshoka. Temos um dia longo e desafiante pela frente e temos de aproveitar o bom tempo matinal de montanha para galgar metros de elevação. Começamos por uma subida longa dentro da floresta de rododendros e marcamos encontro com os locais e Iaques que ali caminham diariamente.

O trilho inclinado leva-nos até ao prado de Phedang, onde encontramos uma pequena Tea House, descansamos as pernas e a mente com o cenário do vale do rio Prek Chu e os picos nevados que o seguem. Daqui resta-nos conquistar uma subida inclinada para depois descermos em direção ao nosso destino do dia, Dzongri (4000 metros), que será a nossa casa para as próximas 2 noites. Em Dzongri encontramos um refúgio grande onde podemos aquecer o corpo com uns noodles e um chá quentinho na companhia dos locais que nos recebem.

Pela tarde, se ainda tiveres energia e o tempo o permitir fazemos uma curta caminhada de aclimatização para observar os picos Kokthang (6148 metros), Rathong (6679 metros), Kabru (7412 metros), Kanchenjunga (8586 metros), Simvo (6855 metros) e Pandim (6691 metros).
Estadia: Tenda

Dia 7   Dzongri: 4030m - Excursão a Laxmi PokhariDistância: 7 km | Desnível: 300 m positivo + 300 m negativo | Duração: 3 a 5 horas

Para as almas madrugadoras o dia começa com uma ascensão ao topo de Dzongri, junto ao acampamento, para assistir ao nascer do sol e ver os picos nevados da cordilheira do Kanchenjunga a brilhar com as primeiras luzes do dia.

Descemos de volta ao acampamento mesmo a tempo de um reforçado pequeno-almoço. O dia de hoje está reservado para uma excursão a um dos impressionantes lagos glaciares dos Himalaias, Lakshmi Pokari (4200 metros). Absorve este momento e leva na memória as sensações inigualáveis de como o ar rarefeito dos Himalaias nos transporta para outra dimensão.

O nosso objetivo hoje é de aclimatização para nos preparar para os dias seguintes e para a ascensão que se segue.
Estadia: Tenda

Dia 8   Dzongri a ThangshingDistância: 10 km | Desnível: 380 m positivo + 410 m negativo | Duração: 4 a 6 horas

Depois de 2 dias passados na zona de Dzongri, continuamos entusiasmados para nos aproximarmos cada vez mais do objetivo final, Goechala. O trilho segue por prados deslumbrantes, rodeados de picos imponentes que continuam sempre presentes na nossa visão, até voltar a entrar numa floresta de rododendros e chegar a Kokchurong, onde vamos parar à beira do rio Prek Chu para o chá e biscoitos.

Cruzando o rio, temos pela frente a última subida do dia até ao amplo acampamento de Thansing, onde vamos pernoitar acompanhados pela parede nunca escalada do pico do Pandim (6.691 metros) de um lado e Kangchenjunga (8.586 metros) do outro.
Estadia: Tenda

Dia 9   Thangshing to Lamuney via Deuta GharDistância: 11,6 km | Desnível: 820 m positivo + 540 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje temos pela frente um dia mais fácil de caminhada. Já mais aclimatizados à altitude, seguimos o trilho tranquilamente pelos prados coloridos dos Himalaias e na companhia da terceira montanha mais alta do mundo mesmo ali ao teu lado.

Caminhamos ao longo do rio Prek Chu e a cada passo que damos as montanhas parecem mais e mais próximas. Ao fundo já vemos Lamuney, que vai ser a nossa última paragem antes da ascensão ao objetivo final. Acampamento montado, desfrutamos de uma refeição quentinha acompanhada de um chá enquanto apreciamos o cenário único e remoto que nos envolve.
Estadia: Tenda

Dia 10   Lamuney a Goechala (via Lago Samiti), regresso a KokchurungDistância: 12,2 km | Desnível: 420 m positivo + 880 m negativo | Duração: 6 a 8 horas

Hoje é o dia! Para maximizar as nossas chances de bom tempo, vamos acordar ainda com as estrelas e sair no fresquinho dos Himalaias pela madrugada para a ascensão final a Goechala. Subimos a colina que passa atrás do Lago Samiti, um lago glaciar a 4200 metros de altitude e que é considerado sagrado pelo povo do Sikkim.

Caminhamos agora acima do lago, sob a sombra do Pandim (6691 metros) no Planalto Zemathang, naqueles que são os últimos passos até ao nosso objetivo, o miradouro em Goechala. Estamos quase a 5000 metros perante a cordilheira mais alta do mundo, com o maciço do Kangchenjunga bem perto de nós. Resta-nos a descida, de coração cheio caminhamos os trilhos que nos trouxeram aqui e, depois de uma paragem em Lamurey, seguimos até Kokchurong, onde vamos pernoitar hoje.
Estadia: Tenda

Dia 11   Kokchurang a TshokaDistância: 10.9 km | Desnível: 450 m positivo + 1.220 m negativo | Duração: 4 a 5 horas

Acordamos de manhã cedo para tomar o nosso pequeno almoço, deixamos para trás o Goechala e continuamos o nosso trekking com o Kangchenjunga na paisagem. O dia é longo, vamos descer todo o caminho de volta até Tshoka (3000 metros) e voltamos a reentrar nas florestas onde caminhámos há uns dias atrás. Tudo volta a mudar, mais oxigénio, vegetação mais viva e a paisagem verde volta a envolver-nos à medida que nos aproximamos do final desta caminhada.
Estadia: Tenda

Dia 12   Tshoka a YuksomDistância: 10,6 km | Desnível: 330 m positivo + 1.600 m negativo | Duração: 4 a 5 horas

Hoje terminamos esta aventura inesquecível de Trekking! Aproveita ao máximo estes últimos momentos de caminhada nesta paisagem de Natureza abundante dos Himalaias. Percorremos os mesmos trilhos do primeiro dia e sentimo-los diferentes e tão refrescantes na nossa mente.

Depois de algumas horas de descida alcançamos de novo a aldeia de Yuksom, onde teremos a nossa cama de hotel à nossa espera com um bom jantar para celebrarmos o Trek que terminamos 9 dias depois.
Estadia: Guesthouse

Dia 13   Yuksom a Phuntsholing (Butão)

Renovados e de pequeno almoço tomado, despedimo-nos da maravilhosa equipa de Sherpas que nos acompanhou desde Yuksom e também do Sikkim. É hora de uma nova aventura, o antigo Reino do Butão!

Espera-nos uma longa viagem de carro até à fronteira, onde os nossos guias locais nos vão receber na cidade de Phuntsholing, localizado aos pés deste incrível país nos Himalaias. Aqui o progresso do país mede-se pela “Gross National Happiness”, a felicidade do seu povo. Para além da enriquecedora espiritualidade e crenças Budistas, o Butão é também casa de paisagens dramáticas, antigos mosteiros e impressionantes “dzongs”. Sê bem-vindo à capital da felicidade do mundo.

Dependendo da nossa hora de chegada, podemos ainda visitar um pouco da segunda maior cidade do país e considerada a sua capital económica.
Estadia: Hotel

Dia 14   Thimphu

Hoje acordamos no Butão. Depois do pequeno almoço seguimos viagem em direção à capital do último Reino dos Himalaias, Thimphu. Um autêntico reduto da arte, arquitetura e cultura tradicional do Butão, Thimphu é a maior e mais moderna cidade do país, onde vamos encontrar uma grande variedade de restaurantes e cafés que são vizinhas de antigas fortalezas, mosteiros e florestas.

Aqui os butaneses vivem em perfeita harmonia com o mundo e a natureza, sendo a conservação do ambiente um modo de vida e um dos pilares do seu índice de felicidade. Abertos a novas ideias e filosofias, preservar a sua cultura está no centro das suas políticas públicas e isso é visível na maneira orgulhosa como todos ainda usam os fatos tradicionais butanesas. Passamos a tarde a percorrer a cidade para visitar museus, mercados e mosteiros.
Estadia: Hotel

Dia 15   Paro - Tiger’s nest monastery hikeDistância: 6,4 km | Desnível: 520 m positivo + 520 m negativo | Duração: 5 a 7 horas

A manhã é mais lenta hoje. Acordamos em Thimphu, tomamos um bom pequeno almoço e temos tempo para respirar os ares desta cidade pela manhã. Uma viagem de cerca de uma hora vai levar-nos até ao apaixonante Vale de Paro, conhecido como um dos vales mais férteis e históricos do Butão, e como lar de cerca de 155 templos e mosteiros que datam do século XIV e também do único aeroporto internacional do país. Este belo destino é coberto de socalcos de arroz e casas de campo pitorescas espalhadas por todo o vale, enquanto mais acima podemos ver florestas de coníferas.

Deixamos as nossas malas no hotel e seguimos para a principal razão da fama de Paro. Na parte mais a Norte do vale situa-se o icónico “Taktsang Lhakhang”, também conhecido como “The Tiger’s Nest”. É assim o local mais sagrado do Butão, a prestar homenagem ao Guru Padmasambhava, o impulsionador do budismo no Butão. A caminhada até o templo leva-nos por uma floresta densa e emergimos na beira de um abismo rochoso, continuando até ao miradouro que encara o mosteiro do outro lado do penhasco. Mais do que toda a riqueza histórica, o mosteiro oferece paisagens magníficas sobre vales verdejantes e montanhas acentuadas.

Regressamos a Paro para conhecer um pouco desta cidade e todos juntos jantarmos e brindarmos a esta maravilhosa aventura que passámos.
Estadia: Hotel

Dia 16   Paro - Origem

O teu regresso a Portugal começa hoje. Deixamos os Himalaias repletos de memórias de aventura, amizade e montanha. Leva para a vida esta experiência única que passaste.

Esperamos voltar a ver-te em breve numa outra viagem da Landescape. Até já!

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2.940€

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

O roteiro da viagem é focado numa experiência de trekking única nos Himalaias do Sikkim, no Parque Nacional do Kangchenjunga, uma região ainda pouco explorada e por isso muito pura na sua cultura de hospitalidade e montanha, e posteriormente com a visita ao Butão, com 3 dias para conhecer as 3 principais cidades do país. Seremos sempre acompanhados de guias locais.

Numa primeira fase da viagem focamo-nos no espírito aventureiro com um circuito de trekking bastante famoso nos Himalaias Indianos. Começamos por conhecer a emblemática cidade de Darjeeling onde, para além de podermos visitar alguns dos principais pontos de atração da cidade, iremos preparar-nos para um trekking de 9 dias nos Himalaias Siquimeses. Este circuito é um dos mais transcendentes na Índia, tanto pela sua envolvente apaixonante de alta montanha, como pela proximidade do maciço da terceira montanha mais alta do mundo, o Kangchenjunga (8586 metros).

Terminado este circuito de trekking, os nossos guias vão levar-nos à fronteira com o Butão, onde teremos uma equipa local que nos vai guiar e acompanhar nos últimos 4 dias de viagem neste misterioso país. Para além da cidade de Phuntsholing, vamos principalmente conhecer Thimphu e Paro, mergulhando nesta cultura Budista tão pura e repleta de felicidade.

É necessário visto para esta viagem?

Os cidadãos portugueses precisam de visto para entrar na Índia. Recomendamos pedir online o “e-Tourist Visa”, que será válido para uma estadia de 1 mês (dupla entrada) e tem um custo de 25 USD. Este visto deve ser pedido pelo menos 4 dias antes da viagem, para entradas no país nos 120 dias seguintes ao pedido. Para obter este visto apenas necessitas de um passaporte válido por um período mínimo de 6 meses a partir da data de chegada à Índia e do bilhete de regresso.

Os cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Butão. Os vistos serão tratados pela nossa equipa parceira local, sendo apenas necessário fornecer uma cópia do passaporte, uma fotografia recente e uma cópia do seguro de viagem. A aprovação do visto demora entre 3 a 5 dias úteis e os viajantes devem-se fazer acompanhar de uma cópia em papel do visto.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transferes desde o aeroporto de Bagdogra até Darjeeling estão incluídos no programa e serão garantidos pela equipa local que nos vai acompanhar no trekking. Será realizado num carro privado e tem uma duração de cerca de 3 horas.

Em Paro, no Butão, também está incluído no programa um transfer da cidade para o aeroporto.

Como são os alojamentos durante a viagem?

A estadia será feita em hotéis ou guesthouses, exceto durante o trekking, onde ficaremos em tendas.

Serão 7 noites em hotéis/guesthouses quando nos encontremos em cidades, e estes oferecem as comodidades básicas necessárias. Todos os quartos serão com casas de banho privativas e serão twin (com camas separadas) ou de casal (quando solicitado). Em relação às noites no trekking, a equipa de guias e carregadores que nos acompanha, vai preparar diariamente o nosso acampamento, com tendas (tenda tipo campismo com colchão de trekking no chão) para 2 pessoas, uma tenda de cozinha para preparação de refeições, uma tenda comum (para refeições e espaço comum) e ainda tenda de casa de banho (nos casos onde não existam infraestruturas). Em alguns dos locais de acampamento existirão Teahouses, onde podes passar tempo, beber um chá com biscoitos ou até uma sopa de Noodles.

Como são os transportes no país?

Os transportes durante a nossa viagem serão todos privados, providenciados pela equipa local que nos acompanha, tanto na Índia como no Butão. Importante referir que estaremos sempre em zona de Montanha e alguns locais pouco desenvolvidos onde, para além de estradas com muitas curvas­, estas nem sempre estão nas melhores condições…de todo. Por estas razões, as viagens serão normalmente longas e requerem todo o nosso espírito aventureiro.

São países seguros?

A Índia é um país seguro. O cuidado a ter é o normal, num país onde a pobreza é, infelizmente muita, o que leva muitas vezes à prática de pequenos delitos. As notícias que nos chegam por vezes de atentados contra mulheres são, felizmente, casos isolados e que não fazem da Índia um país a ter receios de maior. Sair em zonas com pouca gente noite adentro é desaconselhado. Darjeeling é, no entanto, um dos locais mais seguros do país, assim como a zona dos Himalaias, no Sikkim que foi considerado pelo Livro dos Recordes do Guiness como o primeiro estado do mundo “free of crime”

O Butão é também um país seguro, com um baixo nível de criminalidade. Os cuidados a ter são os habituais de quando visitamos qualquer outro país do mundo.

É uma viagem cansativa?

Esta é uma viagem focada no trekking em altitude, onde iremos subir até perto dos 5 mil metros de altitude. Contudo, haverá uma distribuição entre dias de caminhada longos e curtos, bem como o foco em dias que vão servir para te aclimatizares à altitude, tanto antes como durante o circuito de trekking. Os dias de caminhada serão feitos à tua velocidade, para poderes tirar o máximo proveito desta experiência inesquecível.

A estadia em tenda durante o trekking vai requerer também todo o teu espírito aventureiro, face a estarmos a caminhar nalguns dos mais puros e remotos locais do planeta onde a acessibilidade é bastante limitada. Ainda assim, teremos sempre uma maravilhosa equipa de Sherpas e guias locais que vão fazer de tudo para garantir que teremos todas as comodidades e conforto quanto possível.

É, no entanto, necessária uma boa condição física, com prática de exercício regular e alguma experiência neste tipo de aventuras do trekking. Não sendo técnico, exige do corpo e por isso, qualquer maleita física pode condicionar a boa concretização do mesmo.

Estarei apto para esta viagem?

Para o circuito de trekking é importante ter em mente que vais caminhar em Alta Montanha, com terrenos técnicos e inclinados, numa zona de clima imprevisível. Dito isto, se andares à procura de aventura, emoções fortes e o contacto com a natureza no estado mais puro, serás imensamente recompensado. De forma a facilitar e aproveitar ao máximo a experiência, é sempre benéfico habituar o corpo a caminhar e se possível em ambiente de serra/montanha.

Em termos de mochila, para além da mochila grande, só precisas levar uma mochila pequena (máx. 20 litros) para o dia com snacks, garrafa de água, medicamentos, óculos de sol, impermeável e outros itens ou roupas que possas precisar durante a etapa do dia.

Qual a roupa mais adequada?

Receberás, após a concretização da reserva, um manual do viajante onde te explicaremos tudo o que precisas para esta odisseia. Porém, podemos adiantar que como é um percurso feito em altitude, vais precisar de roupa como se estivesse Verão e Inverno no mesmo dia.

ATENÇÃO: não se pode viajar com trolley de rodinhas/mala rígida e o máximo por pessoa é de 15kg, distribuído por 10kg na bagagem que o porter leva na caminhada e o restante que o viajante leva consigo.

Para as pessoas que levem mais peso, podem sempre deixar o peso extra no alojamento em Yuksom e recolher aquando do regresso, levando consigo somente o que necessitem. Pode exigir um pagamento de uma taxa extra no alojamento

E quanto à alimentação?

Em Darjeeling e no Butão fazemos as nossas refeições em restaurantes locais que oferecem pratos de todo o mundo. No entanto, vamos dar prioridade a experiências gastronómicas típicas da Índia, Nepal, Tibete e Butão, confeccionadas com produtos locais e com todo o carinho.

Durante o trekking, vamos ser acompanhados por uma equipa de cozinheiros que nos vai preparar diariamente todas as refeições, numa tenda de cozinha montada para o efeito. As refeições serão variadas, mas claro principalmente focadas nos produtos abundantes nesta região dos Himalaias, como o delicioso dal, arroz, ovos e legumes locais, cozinhados por quem melhor sabe. Durante o dia teremos várias pausas para chá e biscoitos, água fervida própria para consumo e não nos faltará nada.

NOTA IMPORTANTE: Se tiveres alguma necessidade dietética especial, informa-nos antes de fazer a reserva para que possamos fazer os preparativos.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com consultas de Medicina de Viagem online e que, se for do teu interesse, te podem aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar na Índia e no Butão. Dessa forma, podes agendar uma Consulta de Viagem Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas. Esta informação é posteriormente cedida pelo Gabinete de Apoio à Viagem.

Não há vacinação obrigatória, no entanto o trekking no Sikkim atinge altitudes elevadas, onde existe o risco de sermos afetados pela Doença de Altitude. O itinerário está projetado para permitir que todos se aclimatem a essas altitudes, mas deves estar ciente de que ainda é possível que possas ser afetado.

Posso inscrever-me individualmente?

A maioria dos nossos viajantes inscreve-se individualmente e é na viagem que conhece muitas das pessoas com quem começa a viajar posteriormente. Os quartos/tendas são sempre divididos com outras pessoas desta viagem e por sexo, e só se tiver sido solicitado suplemento de ocupação individual, mediante o pagamento da respetiva taxa, é que fica sozinho/a.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Quase tudo está incluído nesta viagem: alojamento, alimentação (excepto as não mencionadas), atividades, transportes (excluindo os pontos mencionados no item Não Incluído). Precisarás por isso apenas de dinheiro adicional para as tuas compras, memórias, bens pessoais, mas pouco mais. Para alimentação extra fora os dias de trekking, 20€ dia são suficientes.

Em Darjeeling vai ser possível levantar Rupias Indianas (que também podem ser usadas no Butão) e o cartão Revolut é a opção mais em conta para o fazer.

Outras informações relevantes?

A cordilheira dos Himalaias no Sikkim são uma região ainda não muito explorada, como outras. Deixa o conforto de lado, prepara-te fisica e mentalmente para o desgaste que o trekking te vai trazer e abraça com a maior força do mundo esta experiência única e mágica que prometo que irás levar na tua memória para toda a vida.

O esforço e algum desconforto que possas ter vão ser recompensados por paisagens remotas e idílicas, bem como pelo companheirismo que vais criar com todos os membros da equipa. É disso que se trata o Montanhismo e estaremos sempre juntos com a nossa equipa local, que vai garantir toda a nossa segurança e bem-estar.

Na montanha, é tradição dar uma gorjeta a equipa de carregadores no final da viagem. Tendo em conta os padrões locais, sugerimos que reserves cerca de 20€ para isso, por favor.

ATENÇÃO: mais uma vez referimos que não se pode viajar com trolley de rodinhas/mala rígida e o peso máximo aconselhado por pessoa é de 15kg, distribuído por 10kg na bagagem que o porter leva na caminhada e o restante que o viajante leva consigo.

Para as pessoas que levem mais peso, podem sempre deixar o peso extra no alojamento em Yuksom e recolher aquando do regresso do Trek, levando consigo somente o que necessitem. Pode exigir um pagamento de uma taxa extra no alojamento.

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Sobre o Líder


Miguel Neves

Sou fascinado pelas mais belas e variadas formas que a natureza toma.
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