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VIAGEM SRI LANKA – de praias a cidades perdidas na selva

Detalhes da Viagem

  • Sri Lanka
  • Cultural / Trekking
  • 14 dias / 13 noites
  • 1200€ / pessoa
  • 4 - 10
  • + 16
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Viagem ao Sri Lanka

Nesta viagem ao Sri Lanka vais descobrir um país apaixonante, de gente simpática e hospitaleira, onde abundam templos ancestrais, florestas exóticas, praias paradisíacas e plantações de chá. Um país que combina diversidade religiosa e cultural com uma natureza arrebatadora. Dos verdes imensos dos inúmeros parques naturais aos elefantes que passeiam livremente por entre as aldeias; dos picos de onde observamos tudo de cima – alguns deles com fortalezas milenares – ao azul turquesa do oceano Índico. 

O Sri Lanka pode parecer uma pequena ilha que se separou há milhões de anos do subcontinente indiano, mas que trouxe com ela toda a beleza e contrastes que a natureza é capaz de criar. Centro de uma diversidade religiosa invejável e berço do mais famoso chá do planeta, o Earl Grey, o país conseguiu ultrapassar a guerra civil que o massacrou durante décadas, e é hoje um dos maiores segredos da Ásia. Estamos ansiosos por ser o teu guia no Sri Lanka e dar-te a conhecer a antiga Taprobana, ou Reino do Ceilão como também ficou conhecida, que para sempre ficará eternizada na mais conhecida estrofe dos Lusíadas.

A nossa aventura começa com uma visita a Negombo e à cidade antiga de Sigiriya que serve de base à caminhada até à imponente Lion’s Rock. De seguida, partimos para Kandy, onde descobrimos a história e lendas por trás do Sri Dalada Maligawa, conhecido por todos como o Templo da Relíquia do Dente Sagrado. Descemos para o verde de Ella, pontuado por uma noite mais turística e a viagem prossegue em modo safari, rumo a sul, no Yala National Park, onde terás a oportunidade de ver alguns dos animais selvagens que aqui vivem. Depois de uns dias convidativos ao relaxamento e à prática de surf, se assim o desejares, nas praias paradisíacas do Sri Lanka, e antes de partirmos para Colombo onde termina a viagem, o líder de viagem Rafael Polónia leva-te ainda ao porto de Galle com todas as suas casas coloniais, hospitais, mesquitas e igrejas, que a UNESCO incluiu na sua lista.

O que iremos visitar no Sri Lanka:

  • Mercado de peixe e Igreja de Santa Maria, em Negombo
  • Subida a Pidurangala
  • Subida à Lion’s Rock
  • Complexo de templos de Dambulla
  • Complexo de jardins geométricos, piscinas, fontes e edifícios de Sigiriya
  • Complexo da dinastia Chola
  • Templo da Relíquia do Dente Sagrado, em Kandy
  • Viagem de comboio até Ella
  • Ponte dos Nove Arcos e Pequeno Pico de Adão, em Ella
  • Caminhada até Ella’s Rock
  • Caminhada pela linha de comboio, Haputale
  • Safari no Parque Nacional Yala
  • Centro histórico do porto de Galle
  • Templo de Gangarama, em Colombo
  • Hospital Holandês, em Colombo

Itinerário

1
Dia 1 | Origem - Negombo
Este dia está reservado para o teu voo até ao Sri Lanka, sendo que o aeroporto se situa na cidade de Negombo. Não há qualquer atividade planeada para hoje, por isso dependendo da tua hora de chegada e se chegares neste mesmo dia, um transfer levar-te-á até ao alojamento e, a partir daí, terás o resto do dia livre. Combinaremos depois uma hora para nos reunirmos.
Hotel
2
Dia 2 | Negombo - Sigiriya (Mercado do Peixe, Igreja de Santa Maria)
Hoje a manhã será dedicada a uma curta visita ao centro da cidade de Negombo. O nome da cidade vem da interpretação pelos portugueses do seu nome original – Neerkolombu – em Tamil, os autóctones desta área.

Chegados à ilha em 1505, os portugueses construíram um forte em Negombo, controlando o comércio de canela e convertendo a maioria da sua população ao cristianismo, estes que eram hindus e budistas. Por essa mesma razão, a cidade é conhecida como Pequena Roma, pois dois terços da sua população é cristã. O que resta hoje é quase nada, sendo que uma das ruas ainda contém algumas construções, mas somente da época holandesa e inglesa, e o canal que atravessa a cidade é, ainda hoje, um meio de comunicação. O nosso foco, nesta manhã, vai para o enorme e movimentado mercado do peixe, um dos ex-líbris da cidade, um espaço a céu aberto onde - na sua maioria homens - nos mostram o seu dia-a-dia, desde o momento em que partem para o mar, até à secagem, venda e preparação do peixe para o mercado e logo ali a uns metros, depois de passarmos pela Lagoa de Negombo, com a sua quantidade extensa de barcos coloridos em redor da mesma, a Igreja de Santa Maria, símbolo do catolicismo do país e referência artística e religiosa da cidade, tendo sido começada a construir em 1874 e concluída em 1922. A arte e arquitetura desta igreja é prova da amálgama cultural ao longo de séculos, influenciada sobretudo pela europeia, nos primeiros anos do século XX.

Depois disso, voltamos ao hotel e apanhamos um transporte para norte, para o verde que circunda alguns parques nacionais, em direcção a Sigiriya, onde chegamos ao fim da tarde.
Hotel
3
Dia 3 | Sigiriya (Pidurangala, Cidade antiga de Polonnaruwa)
Neste dia, acordamos ainda de madrugada para subir – de lanternas na mão – o Pidurangala, uma montanha 1 metro mais baixa que a afamada Lion’s Rock e de onde, no topo, teremos uma visão de toda a paisagem que rodeia a fortaleza sagrada. Uma caminhada de uma hora, degraus acima, que nos fará sentir no céu à chegada. Toda a envolvência é simplesmente magnífica. Descemos e retomamos ao hotel onde tomamos o nosso pequeno-almoço.

A meio da manhã viajamos até Polonnaruwa, a uma hora de viagem para sul, onde depois do almoço, visitamos o complexo da antiga capital da dinastia Chola, iniciada por Raja Raja Chola I após a conquista e destruição de Anuradhapura no século X. Inicialmente uma cidade hindu, foi já no século XI que, depois da derrota contra o exército de Vijayabahu I, a cidade se dedicou à filosofia budista. Todas as antigas ruínas desta antiga civilização estão em muito bom estado de conservação e a melhor forma de as percorrer é de bicicleta, já que todas estão a curta distância umas das outras e devidamente assinaladas. São mais de 1000 anos de história ao nosso redor.

São mosteiros, templos hindus, esculturas de Buda, piscinas para retenção de água, jardins, banhos públicos, palácios, num impressionante e gigante complexo que faz parte da lista da Unesco.

No fim da visita, regressamos a Sigiriya, onde escolhemos um local para jantar e descansamos.
Hotel
4
Dia 4 | Sigiriya - Dambulla - Kandy (Subida a Lion’s Rock, Complexo de caves de Dambulla)
O nosso dia começa de madrugada, uma vez mais. Demoramos cerca de hora e meia a subir os degraus que nos levam ao topo de Lion’s Rock, a fortaleza mandada construir sobre um impressionante maciço de origem vulcânica pelo rei Kashyapa I, no século V.

A fortaleza tem a forma de um leão prostrado e seria pela sua boca que a entrada era feita. Parte das imensas patas do leão são ainda hoje visíveis e para os que observam a impressionante rocha de longe, conseguem imaginar o animal por completo.

Sigiriya reúne, ainda, um grande complexo de jardins geométricos, piscinas, fontes e edifícios. Do seu alto, assim como no dia anterior de Pidurangala, consegue-se ter a noção da grandiosidade da cidade na altura da sua fundação, com todas as suas construções defensivas, áreas agrícolas e recintos para acumulação de água. Demoramos agora uma hora a descer os 370 metros da fortaleza incluída pela Unesco na sua longa lista.

Depois do almoço, partimos para Kandy e, pelo caminho, fazemos uma paragem, onde visitamos o maior e o mais bem preservado complexo de templos dentro de grutas no país, que a Unesco classificou como Património Mundial da Humanidade. São dezenas as grutas existentes na área que circunda o local que vamos ter o privilégio de visitar, sendo que somente cinco delas estão acessíveis ao público. Dentro destas, imagens de Buda, representadas com pinturas ou esculturas, relacionadas com a sua vida. Para lá chegarmos, teremos de subir uma longa escadaria, pois claro.

Depois da visita, partimos para Kandy, que no mapa parece mesmo ao lado, mas que fica a umas boas horas de transporte. Chegaremos ao fim do dia. O cansaço acumulado nestes 4 últimos dias começa a notar-se e vai saber bem descansar.
Hotel
5
Dia 5 | Kandy (Templo da Relíquia do Dente Sagrado, Centro histórico, Espectáculo de dança)
Kandy é a segunda maior cidade do país, conhecida por ter uma cultura muito própria, sendo que o que traz mais pessoas a este local é o Sri Dalada Maligawa, conhecido por todos como o Templo da Relíquia do Dente Sagrado.

Neste local, e depois de ter passado por várias outras cidades ao longo de centenas de anos, repousa agora aquele que se acredita ser um dos dentes caninos do próprio Buda, guardado num pequeno cofre de ouro e, por isso, motivo de visita de milhares de curiosos, mas sobretudo peregrinos, que enchem o mosteiro de cor, de cheiro das flores que servem de oferendas, e de rituais religiosos. É a um desses rituais que vamos ter a oportunidade de assistir logo pela manhã. Vamos, após o ritual, vaguear pelo templo e, logo a seguir, dar uma volta pelo centro histórico, em busca dos edifícios coloniais que se concentram no coração da antiga cidade.

Ao fim da tarde, vamos assistir um espectáculo de danças e rituais tradicionais desta zona do país. Um evento muito massificado pelo turismo, mas nem por isso menos interessante e etapa obrigatória nesta visita. À noite, um restaurante é escolhido por nós e o descanso merecido vem logo de seguida.
Hotel
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Dia 6 | Kandy - Nuwara Eliya - Ella (Comboio histórico)
Bem pela manhã partimos para Nuwara Eliya, uma cidade que se desenvolveu em redor do cultivo de chá. São quilómetros de plantações ao longo da viagem e esta cidade, para nós, é só um ponto de passagem e almoço, já que a estação onde vamos apanhar aquele que é o transporte mais fotografado do país, fica ali, a meia dúzia de quilómetros. Serão sensivelmente 3 horas de trajeto, com um verde intenso sempre como pano de fundo.

O comboio azul, como é conhecido, desbrava o terreno por entre plantações de chá e o seu transporte foi o seu propósito aquando da sua construção. Mais tarde, já na segunda metade do século, com a explosão demográfica, começou a ser utilizado sobretudo por pessoas e é neste momento o postal do Sri Lanka. Não será raro vermos turistas e locais arriscando a gravidade, pendurados do lado de fora do comboio, experimentando as mais diversas poses, para as quais, trazem até vestimenta apropriada.

Chegamos a Ella, uma cidade esquecida que, de um momento para o outro, teve um boom de turismo e parece-nos hoje uma espécie de Ocidente nesta pequena ilha do Índico. Deixaremos a bagagem no hotel e escolhemos um local para jantar e, quem sabe, outro para dançar.
Hotel
7
Dia 7 | Ella (Hiking para Ella’s Rock)
Neste dia em Ella, temos uma caminhada que nos vai tirar o fôlego, mas que nos vai permitir apreciar uma das paisagens mais bonitas da viagem.

Começamos por entrar na pequena estação de comboios e contrariando os sinais de proibição, metemo-nos a caminho pelos carris, assim como fazem os locais, em direção a Ella’s Rock, um penhasco que nos proporciona uma visão sobre o abismo.

A caminhada é muito bonita, por entre campos de arroz e uma floresta densa. Esta jornada vai tomar-nos pelo menos duas horas para subir e mais duas horas para descer.

O resto do dia é por tua conta. Desfruta do teu tempo para um livro, passear pelas lojas ou para uma caminhada ou simplesmente sentar-te num dos muitos cafés e aproveitar e trocar ideias com outros viajantes.

À noite, juntamo-nos para jantar.
Hotel
8
Dia 8 | Ella (Ponte dos Nove Arcos, Pequeno Pico de Adão)
Hoje o dia começa com uma descida à famosa Ponte dos Nove Arcos, uma obra de engenharia futurista, para a altura, desenvolvida por um local, que contrariou o conhecimento dos ingleses que acreditavam ser impossível a construção de tal engenho. O que é certo é que ainda hoje a ponte vê passar os comboios e milhares de pessoas que a querem eternizar com fotografias. Logo de seguida, montanha acima, o Pequeno Pico de Adão, uma caminhada fácil, por entre a natureza e claro, muitos campos de chá, que nos acompanham também na descida e se prolongam até onde a nossa vista alcança.

À tarde, apanhamos um transporte até uma das cascatas mais conhecidas da região, onde nos podemos banhar - se o tempo o permitir - e é por lá que, juntamente com os locais, nos demoramos no dia.

Regressados a Ella, escolhemos um local para o jantar.
Hotel
9
Dia 9 | Ella - Haputale - Kataragama (Railway Hiking)
Hoje viajamos até uns quilómetros ao lado, a uma pequena povoação chamada Haputale. Esta pequena povoação é rodeada de campos de chá e hoje vamos fazer uma caminhada pela linha de caminho de ferro, que nos vai tomar mais ou menos 2 horas, algumas vezes acompanhados pelos locais, mas quase sempre sozinhos. A paisagem é verde, pois claro. Campos de chá a perder de vista, numa manhã cheia de serenidade.

Depois do almoço, é hora de partir para sul, para a região que envolve o Parque Nacional Yala, no sul do país.
Hotel
10
Dia 10 | Kataragama - Mirissa (Safari no Yala)
Depois de uma noite de descanso merecido, partimos ainda de madrugada para o Parque Nacional Yala, onde teremos a oportunidade, se a sorte estiver do nosso lado, de ver alguns dos animais selvagens que habitam o país, entre eles elefantes, leopardos, búfalos, javalis, entre outros. A manhã é tomada pelo contacto com o mundo selvagem e por um disparar constante de fotografias.

Depois de regressados ao alojamento e partimos para Mirissa, ainda a tempo de um mergulho nas águas quentes do Mar das Laquedivas.

À noite, para quem quiser, a festa acontece até altas horas da madrugada. Aproveita, que o dia de amanhã é livre.
Guesthouse
11
Dia 11 | Mirissa
Hoje o dia é todo teu. Podes optar por várias coisas, entre elas o surf, mergulho, alugar uma scooter e descobrir outras praias em volta ou, simplesmente, apanhar sol estendido na areia. Disfruta.

Ao fim do dia encontramo-nos para jantar.
Hotel
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Dia 12 | Mirissa - Galle (Centro histórico)
Hoje partimos para Galle, o local onde os portugueses desembarcaram em 1505 e construíram um pequeno forte para defesa do porto. Mais tarde, derrotados pelos holandeses, partiram para norte, para Colombo e foi nessa altura que os holandeses decidiram ampliar o forte português e rodear a antiga cidade por muralhas. Dentro das muralhas, construíram uma cidade inteira, que a Unesco classificou como Património Mundial da Humanidade.

Demoramos menos de uma hora para chegar a Galle e depois de deixarmos a bagagem no alojamento, vamos explorar a pé a cidade antiga. Galle é, possivelmente, a cidade mais bonita do país, com todas as suas casas coloniais, hospitais, mesquitas, igrejas. É um deslumbre para os olhos e para a carteira, pois aqui encontrarás as lojas mais alternativas, com mais qualidade e mais tentadoras de toda a viagem. Vamos passar o resto do dia a explorar, rua a rua, este pequeno centro histórico.

No final do dia, o pôr-do-sol, sentados nas muralhas do forte.
Hotel
13
Dia 13 | Galle - Colombo (Templo Gangarama, Hospital Holandês, Galle Face)
Pela manhã, partimos para a gigante capital do país, a uma hora de Galle. Colombo tem mais de 5 milhões de habitantes e não sendo uma cidade com muito para se ver a nível histórico, é um chamar de novo à realidade, à confusão, à urbe verdadeira, como nós a conhecemos.

Vamos explorar calmamente aquele que é talvez o templo mais bizarro do Sri Lanka, o Gangarama, e percorrer depois o antigo centro histórico, onde podemos encontrar algumas construções coloniais, entre elas, o antigo Hospital Holandês, hoje transformado numa espécie de espaço alternativo com restaurantes e lojas, com um ambiente nocturno muito mais jovem.

É ali, a poucas centenas de metros, que fica a marginal, conhecida como Galle Face e de onde, ao final do dia, turistas e locais se cruzam em busca do melhor pôr-do-sol, mas também de comida de rua servida em pequenos estabelecimentos espalhados ao longo da marginal. Para jantar, podemos escolher entre a street food e um restaurante mais in, para acabar em bem a viagem!
Hotel
14
Dia 14 | Colombo - Origem
Hoje termina a tua viagem no Sri Lanka! Dependendo da hora do teu voo, um transfer levar-te-á ao aeroporto. Se o teu voo for só de tarde, aproveita ainda a manhã para uma última volta pela capital.

Resta-me agradecer a tua confiança e a companhia dos últimos dias, e desejar-te boa viagem na esperança de que nos possamos reencontrar em breve.

O que está incluído?

  • Alojamento | 13 noites em hotel ou guesthouse (quartos twin/duplo ou triplos)
  • Todos os pequenos-almoços
  • Entradas e atividades seguintes:
  • - Safari no Parque Nacional Yala
  • - Templo Gangarama em Colombo
  • - Música/Dança tradicional em Kandy
  • Acompanhamento do líder da Landescape
  • Todos os transportes dentro do período da experiência (excepto de cariz pessoal)
  • Seguro Pessoal Básico de Viagem

O que não está incluído?

  • Voos internacionais | Recomendamos a Geostar (desde 850€)
  • Todas as actividades não incluídas (+- 80$):
  • - Complexo de Sigiriya (30$)
  • - Pidurandula (3$)
  • - Ruínas de Polonnaruwa (25$)
  • - Templo de Dambulla (10$)
  • - Relíquia do Dente Sagrado (10$)
  • Alimentação não especificada (+/- 20€ dia)
  • Despesas pessoais
  • Transfers de/para o aeroporto
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Testemunhos

Já fiz outras viagens com outros líderes fora da Landescape e achei que o Rafael foi o melhor. Na organização da viagem antes e durante, tivemos sempre o seu apoio, organizado, divertido e atento às necessidades de cada um. Um aspeto importante devo ressaltar, apesar de me lembrar de pouco… os apontamentos históricos de cada local para contextualizar foram e são sempre uma mais valia comparando com outros líderes.
Fátima R.
Desafiou-me o facto de não ter noção qual o limite do conceito "exploração". Fui constantemente surpreendida pela envolvência local, pelos cheiros, pelos sons e pela cultura que consegui sentir na própria pele. Ficaram em mim memórias fotográficas de lugares únicos e pessoas inesquecíveis. Senti que estive exatamente no sitio certo, no momento certo da minha vida.
Sofia S.
Detentor de grande flexibilidade e capacidade de adaptação, assim como uma grande dose de paciencia.
Maria R.
Bom comunicador, atento, conhecedor, bem humorado, gosto pela partilha de conhecimento e experiência, preocupado com o bem estar geral. É notório a paixão por viajar e conhecer culturas e pessoas, e consegue transmitir isso e aliciar ainda mais a viajar e descobrir
Ana R.

Perguntas Frequentes

O roteiro da viagem
Esta viagem foi pensada para ser um misto entre conforto e aventura, nunca esquecendo a exploração. Aliámos por isso os transportes públicos aos transportes privados, juntando muitos trekkings moderados, mas uns mais puxados, descobrindo a história das diferentes dinastias, das conquistas coloniais, mas nunca esquecendo o presente, deambulando por locais que a UNESCO juntou à sua longa lista, desfrutando do imenso da natureza e percorrendo trajectos idílicos por entre plantações de chá a bordo de um dos comboios mais míticos do mundo.
É necessário visto para entrar no país?
Para viajar para o Sri Lanka, é necessária uma autorização prévia online, a ETA (Electronic Travel Authorization) que é válida por 30 dias, a contar da data de entrada no país. O custo do visto, para cidadãos portugueses, é de 35$ (2020).
Como funcionam os transfers de/para o aeroporto?
Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail pelo viajante. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder de forma a que possam articular entre todos a divisão de táxis, se assim for mais conveniente
Como são os alojamentos durante a viagem?
Todos os quartos são duplos (com cama matrimonial para as pessoas que assim solicitem) ou twin (com duas camas individuais). Pode também haver a hipótese de ficarem em quartos triplos, se assim desejarem ou se a necessidade o exigir, sendo que a Landescape avisará com antecedência sempre que assim for. Todos os quartos fornecem toalhas, roupa de cama e têm casa de banho privativa. A nossa escolha vai para hotéis centrais ou que estejam perto dos locais mais interessantes e práticos para os viajantes. A ideia é que sejam higiénicos e que tenham, sempre que possível, ambiente familiar. Nota: um dos alojamentos usados não tem água quente e ar condicionado, pelo estilo de construção e ideal que oferece.
Como são os transportes no país?
O transporte nesta viagem é feita em carrinha privada, já que os transportes públicos e os destinos que escolhemos, não são fáceis de alcançar nos horários que desejamos e com o máximo de comodidade. São usados também tuktuks e claro, comboio.
É seguro viajar no Sri Lanka?
O Sri Lanka é dos países mais seguros no planeta. Naturalmente que as notícias dos atentados terroristas de 2019 vieram trazer algum receio à população e turistas, mas foi um caso único e que acontece em qualquer lugar sem que o possamos prever. Tanto dentro das cidades como nas zonas mais rurais, o país vive uma grande estabilidade e mesmo entre os diferentes grupos religiosos, esta é bem visível.
É uma viagem cansativa?
A viagem ao Sri Lanka é muito relaxante e não é o facto de ter apontamentos que puxam mais pela nossa parte física que a torna mais cansativa. Diríamos até que os momentos de trekking que temos pela frente, nas situações em que são feitos, se tornam uma descarga tão positiva de energia acumulada, que saímos destes muito mais leves. É somente por esta razão que todas as subidas que exijam mais de nós, são extras, para que o viajante possa decidir se quer faze-la ou não, sem que anteriormente pague por isso.
Qual a roupa mais adequada?
Toda a informação acerca da roupa a levar na viagem segue no nosso Manual do Viajante que será entregue mal a pessoa interessada se inscreva na viagem.
Que comida será servida?
A comida no Sri Lanka tem um nome: rice and curry e este é o prato nacional por excelência, que os locais comem ao pequeno-almoço, almoço e jantar. Como estamos em ilha de especiarias, de trocas comerciais milenares, de conquistas e reconquistas por inúmeros reinos ao longo dos séculos, é natural que a gastronomia aqui seja um mix de todas as culturas e seja carne, peixe, marisco ou vegetais, o intenso do picante estará sempre presente.
Quanto ao dinheiro
Na viagem está incluído tudo aquilo que supomos que todos consigam fazer, ficando de fora tudo o que achamos que cada um pode decidir por si comprar ou fazer. Assim, nas despesas da viagem não estão incluídas entradas que exijam mais esforço físico, para que não nos sintamos injustos ao incluir algo que como viajante, até posso nem querer fazer ou não ter capacidade física para o fazer. Os valores são mais ou menos estes, sendo que podem sofrer alterações: - Complexo de Sigiriya (30$) - Pidurandula (3$) - Ruínas de Polonnaruwa (25$) - Templo de Dambulla (10$) - Relíquia do Dente Sagrado (10$) e mais ou menos 20$ pelas refeições diárias. O dinheiro deve ser cambiado no país.
Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?
A Landescape tem uma parceria estabelecida com a Dra. Andreia Castro, médica com formação em Medicina do Viajante e blogger de viagens. Dessa forma, podes agendar com ela uma Consulta do Viajante Online que tem um custo de 30€ por pessoa, 50€ para 2 pessoas, 70€ para 3 pessoas e 80€ para 4 pessoas.

Como complemento, a Landescape disponibiliza-te ainda a possibilidade de integrares uma sessão de esclarecimento online que inclui a preparação do kit de viagem, a prescrição de medicação, a discussão sobre a vacinação a efetuar e respetiva prescrição e, ainda, um espaço para esclarecer eventuais dúvidas sobre os cuidados de saúde a ter no destino a visitar. Esta sessão tem um custo de 20€ por pessoa, 30€ para duas pessoas em simultâneo, 40€ para três pessoas e 50€ para quatro pessoas.
Há alguma restrição cultural?
Num país de várias religiões e uma cultura tão variada, é natural que as possíveis restrições são mais a nível religioso, mas nada que nos impeça de viajar ou visitar algum local. Teremos que ter os cuidados comuns quando entramos em templos budistas, mesquitas ou igrejas, mas nada que não façamos normalmente numa outra viagem. No que toca a roupa, a lei não nos obriga a nada que não seja o bom senso.
Outras Informações
Perguntas Frequentes

Marcação

InícioFimEstadoPreço
Data Domingo 3 Jul, 2022 Sábado 16 Jul, 2022 Preço 1200€ Agendar
Data Segunda-feira 31 Out, 2022 Domingo 13 Nov, 2022 Preço 1200€ Agendar

O Líder

Rafael Polónia

Curioso, observador, bem disposto e sempre pronto para novas aventuras, os destinos que lidero surgem-me quando me apaixono por um país.
Mais informação sobre o líder