Camboja, Laos e Vietname

Entra nesta aventura de dezoito dias pelo Camboja, Laos e Vietname, que atravessa o Triângulo Dourado do Sudeste Asiático, a região da antiga Indochina. Dos inesquecíveis templos de Angkor ao legado atroz do regime dos Khmers Vermelhos; da tranquilidade das margens do rio Mekong à viagem até Hanói, capital do Vietname; sem esquecer, claro, a visita a Ninh Binh/Tam Coc com as suas incríveis paisagens que certamente te vão convidar a um passeio de bicicleta.

  • + 16 anos
  • 4-12 pessoas
  • 18 dias
  • 1.760€ / pessoa

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  • VIAGEM CAMBOJA, LAOS E VIETNAME – O triângulo dourado
    20 Out a 6 Nov 2022
  • VIAGEM CAMBOJA, LAOS E VIETNAME – O triângulo dourado
    20 Jan a 6 Fev 2023
  • VIAGEM CAMBOJA, LAOS E VIETNAME – O triângulo dourado
    11 a 28 Fev 2023

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VIAGEM CAMBOJA, LAOS E VIETNAME – O triângulo dourado

com Gabel Oliveira

Viagem Esgotada
20 Out a 6 Nov 2022
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

Nesta viagem pelo coração do Sudeste Asiático a líder de viagem Gabel Oliveira leva-te a assistir a rituais budistas; deslumbrar-te com impérios perdidos na selva; navegar o Mekong, um dos mais míticos rios do mundo, onde podes contemplar mais de 4000 ilhas ancoradas que te darão a sensação de que o tempo parou; degustar iguarias indescritíveis e desfrutar da comida de rua tão famosa nesta região da Ásia; ver o nascer do sol em locais idílicos e fotografar momentos que certamente vais querer recordar mais tarde; descer as águas de um rio por entre picos rochosos em tons de verde; apanhar um tuk tuk em busca de templos sagrados e, acima de tudo, descobrires Angkor Wat, Luang Prabang e Hoi An, uma das cidades mais encantadoras que iremos visitar no Vietname, onde o stress parece não existir.

Uma viagem inesquecível por três dos países mais fascinantes da Ásia, onde a hospitalidade, a gastronomia e a diversidade de paisagens vão certamente ficar na tua memória.

O que iremos visitar no Camboja, Laos e Vietname

  • Complexo dos Templos de Angkor
  • Explorar a região das 4000 ilhas em Si Phan Don
  • Sequência de quedas de água em Khon Pa Soi
  • Planalto de Bolaven, com cascatas e aldeias étnicas
  • Luang Prabang, a pérola do Laos
  • Ronda das Almas, Luang Prabang
  • Os mercados de artesanato e comida do Laos
  • Vila de Nong Khiaw
  • Passeio de bicicleta em Tam Coc
  • Explorar as ruas coloridas de Hoi An

O que está incluído?

Alojamento
16 noites em hotel ou alojamento local
1 noite em comboio

Refeições
Todos os pequenos-almoços

Atividades:

  • Templos de Angkor Wat (2 dias)
  • Todos os templos nas diversas cidades a visitar
  • Cidade antiga, Hoi An
  • Mua Caves, Nin Binh

Voos internos
Pakse – Luang Prabang
Luang Prabang – Hanói

Transporte durante toda a viagem 
Exceto de carácter pessoal

Transferes de/para o aeroporto no estrangeiro

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Visto do Camboja, Laos e Vietname (cerca de 100€)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transferes de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais e gorjetas
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Siem Reap

Hoje chegarás a uma das mais aliciantes aventuras da tua vida e eu vou fazer tudo aquilo que está ao meu alcance para que seja memorável.

Conforme a hora de chegada do teu voo e depois do check-in naquela que vai ser a tua casa durante as próximas duas noites, terás o resto do dia para relaxares, apreciando o movimento que rodeia a cidade ou, melhor ainda, trocar as primeiras impressões com o grupo que te vai acompanhar nas próximas duas semanas.

Siem Reap, a cidade que serve de base aos Templos de Angkor, é um aglomerado de restaurantes, bares e hotéis, mercados onde os locais passam o dia na sua azáfama diária e um sem número de turistas que ali encontram a sua base, assim como tu, ou não estivesses na “casa da partida” para a maior atração do sudeste asiático.
Estadia: Hotel

Dia 2   Siem ReapTemplos de Angkor

Este dia vai levar-te a Angkor Wat bem cedo, porque vamos lá querer estar, com toda a certeza, antes que a luz apareça, para um dos mais inacreditáveis nasceres do sol de que vais ter memória. Não deixes que a máquina fotográfica te tire o prazer do momento, porque é verdadeiramente único. Delicia-te.

Depois, o nosso tour continua e vai passar por alguns dos mais importantes templos do complexo de Angkor, assim como aqueles que se escondem por entre a selva imensa. Sabias que a primeira visita documentada de um ocidental a Angkor Wat aconteceu em 1586 e foi realizada pelo freire capuchinho português António da Madalena, muito antes de no século XIX, o naturalista francês Henri Mouhot dizer que o tinha descoberto? As impressões do freire foram recolhidas por um funcionário público e historiador português chamado Diogo do Couto, que as deixou por escrito:

“(…) uma construção de tal modo extraordinária que não é possível descrevê-la por escrito, (…) diferente de qualquer outro edifício no mundo. Possui torres, decoração e todos os refinamentos que o génio humano pode conceber.”

Uma construção indescritível.
Estadia: Hotel

Dia 3   Siem ReapTemplos de Angkor

Neste segundo dia, continuamos à descoberta dos templos que se misturam com a selva que, de forma impressionante, engolem as ruínas com as suas raízes poderosíssimas e destroem – como se a natureza mostrasse que, realmente, consegue ser mais forte do que o ser humano – vários edifícios, numa luta natureza vs homem, pela manutenção daquilo que ambos dizem ser seu.

Pelo meio, almoçamos num café à nossa escolha e perdemo-nos de paixão por uma das mais belas paisagens da terra. De regresso ao centro da cidade, o restante tempo é por tua conta, sendo que nos encontramos para jantar.
Estadia: Hotel e Autocarro

Dia 4   Siem Reap - Don Det

Hoje vamos acordar bem cedo e apanhar um autocarro que nos levará país adentro. O dia vai, a pouco e pouco, desvendar-nos a paisagem entre Siem Reap e o sul do Laos. São muitos os quilómetros que nos separam e por, essa mesma razão, alternamos o sono com as fotografias e dois dedos de conversa com os outros viajantes, enquanto não chegamos à fronteira, para tratarmos do nosso visto.

Já do lado de lá, mais uns quilómetros nos separam da embarcação que nos levará a Don Det, onde a paz de uma ilha sem carros nos vai deixar ainda mais relaxados. Como já estará escuro de certeza, nada melhor do que aproveitar para nos sentarmos numa qualquer varanda ou esplanada virada para o rio e descansar.
Estadia: Hotel

Dia 5   Don DetKayak no Mekong, Cascata Li-phi, Don Khone Pa Soi

Dia livre para explorar a belíssima região de Si Phan Don, mais conhecida como as 4000 ilhas. Podes fazê-lo de várias formas: a pé, de bicicleta ou acompanhando-me num passeio de kayak pelo Mekong, com várias paragens para caminhadas pelos campos e aldeias, e para mergulhos refrescantes (atividade extra).
Um dos percursos possíveis – seja a pé, de bicicleta ou de kayak – é atravessar de Don Det para Don Khone e daí para Don Lai, onde encontramos a cascata Li-phi e nos podemos deliciar com um refrescante mergulho numa das praias fluviais. De seguida, a pequena Don Khone Pa Soi, onde faremos um trilho que nos levará ao topo de uma sequência de pequenas quedas de água – Khon Pa Soi.

Em Don Khong podemos também apreciar a força imensa dos rápidos. Além da sua beleza, estas ilhas cativam-nos também pela pacatez das suas gentes, pela vida rural e autossuficiência das suas vilas e, não raras vezes, veremos locais de cultivo de arroz, açúcar de cana e vegetais, além da elaboração de roupas e têxteis com técnicas tradicionais.

A noite traz-nos o silêncio do Mekong.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Don Det – Planalto Bolaven

A manhã leva-nos a nós e à nossa bagagem, a viajar até ao interior do planalto de Bolaven, repleto de cascatas e aldeias étnicas. O planalto teve um papel importante na maior parte da história do Laos. Os três mais importantes que afetaram a área são a colonização francesa da região, a revolta Phu Mi Bun, e a Guerra do Vietname. Cada evento teve um efeito significativo, dando à região um carácter único. Nas suas entranhas dezenas de cascatas, etnias várias, maioritariamente Laven, mas também Alak, Katu, Taoy, e Suay.

Após alguns mergulhos refrescantes em verdadeiros cenários naturais, partimos à descoberta de pequenas aldeias animistas, onde o dia a dia decorre calmamente, indiferente à azáfama das cidades.

Vamos poder ver as famílias locais, observar o seu modo de vida, descobrir hábitos tribais, deslumbrar-nos com as plantações de café. Viver um dia em plena simplicidade, caminhando o mais que pudermos, sentindo as semelhanças e as diferenças entre o frenesim habitual das nossas vidas e o ritmo rotineiro destas povoações.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Planalto Bolaven - Paksé – Luang Prabang

Fazemos novamente as malas e vamos até Paksé, a capital da região de Champasak. Daí, apanhamos um voo até ao nosso próximo destino: Luang Prabang, a pérola do Laos, Património Mundial da Unesco.

Luang Prabang já foi capital do Laos, sendo actualmente uma cidade pequena, com menos de 30.000 habitantes, rodeada pelo grandioso rio Mekong, de um lado, e pelo rio Khan, do outro. É uma cidade mágica, onde se respira paz e tranquilidade, e que dá vontade de ficar sempre mais. Ficar para nos deixarmos envolver pelo seu ambiente, conversando com monges que envergam túnicas laranjas, com crianças que brincam nos rios ou que nos tentam vender pulseiras e artesanato ou, simplesmente, querem conversar e treinar o seu inglês. Ficar, para visitar uma vez mais os seus inúmeros templos, dar mais um mergulho no rio juntamente com os habitantes locais, saborear os petiscos, os sumos naturais numa esplanada, passear pelos mercados.

Neste dia, sugiro um passeio pelo mercado noturno, cheio de produtos artesanais feitos na região. Quem vai resistir a trazer umas lembranças que nos recordarão esta magnífica viagem?
Estadia: Hotel

Dia 8   Luang PrabangRonda das Almas, Wat Xieng Thong, Phu Si

Este será vai certamente fazer parte das tuas melhores memórias de viagem. Alternativas não faltam.

Começamos por assistir, ou mesmo fazer parte, de um dos mais importantes rituais budistas de Luang Prabang. Diariamente, as ruas da cidade enchem-se de tons coloridos e de um ambiente místico, quando centenas de monges saem dos cerca de 36 templos da cidade, descalços e em trajes cor-de-laranja, desfilando humildemente pelas ruas, para receber as oferendas que os locais lhes fazem (maioritariamente arroz e fruta), que os alimentarão ao longo do dia. Porque não levares também a tua oferta e participares ativamente neste ritual, sentindo a magia e a paz deste espetáculo único?

Não podemos, também, perder uma visita ao mercado matinal, onde dominam as cores dos legumes, originais iguarias e comidas e, claro está, simpáticos vendedores de todas as idades. Faremos também um trekking nos arredores de Luang Prabang, mergulhando em algumas cascatas, conhecendo melhor as aldeias locais e passando parte do dia afastados do burburinho da pequena cidade.

No regresso a Luang Prabang, o resto do dia é por tua conta para aproveitares a cidade como quiseres. Podes espreitar o mais antigo templo da cidade: Wat Xieng Thong. Imperdível também é o Phu Si, no cimo de uma colina, que nos permite excelentes vistas sobre Luang Prabang e sobre os seus dois rios. É muito frequente encontrar monges a meditar sentados nos seus muros. Vale a pena subir os seus 328 degraus, para sentir a calma que se respira no local e apreciar as vistas que nos envolvem.

Um espetáculo digno de se ouvir e sentir é o ritual dos monges a cantar às 16h enquanto, se quiseres, usufruis de uma massagem num SPA (opção extra), junto ao templo Vat Sop.

Não te esqueças de provar as iguarias locais, por muito estranhas que possam parecer. As opções para vegetarianos também existem, claro. Batidos, sumos naturais e toda a gastronomia duma região que é digna de ser saboreada nesta cidade maravilhosa.

Desfrutemos.
Estadia: Hotel

Dia 9   Luang Prabang – Nong Khiaw

Hoje rumamos a Nong Khiaw, uma pequena e tranquila vila, ainda afastada das massas turísticas, encaixada entre estonteantes picos rochosos, nas margens do Rio Nam Ou. Este é o destino ideal para relaxarmos nos próximos dois dias.

Que tal fazermos uma caminhada monte acima para nos surpreendermos com um pôr-do-sol visto do topo de um dos seus picos rochosos? Uma sugestão para terminar o dia é experimentar um tradicional “banho de vapor de ervas aromáticas” (sauna laosiana) seguido de uma massagem.
Estadia: Hotel

Dia 10   Nong Khiaw

Hoje o dia é livre e podes escolher uma (ou mais) das várias atividades opcionais que este pequeno paraíso te oferece, ou simplesmente ficar a relaxar e a ler um livro.
Vais querer: relaxar à beira rio e explorar as ruelas desta pequena vila? Atrever-te a explorar uma das suas várias grutas, algumas das quais serviram de refúgio à população durante a Guerra da Indochina, nos anos 60? Passear de barco pelo rio Nam Ou, com paragens para visitar algumas aldeias tradicionais?

Alternativas para trekking por paisagens deslumbrantes também não faltam. A sugestão pode passar também por alugares uma bicicleta e pedalares ao sabor do vento, por trilhos encaixados em paisagens verdejantes. Se não és amante do exercício físico, podes também alugar uma mota e passear pelas aldeias vizinhas e explorar os arredores.

No final do dia, encontramo-nos para jantar.
Estadia: Hotel

Dia 11   Nong Khiaw - Luang Prabang - Hanói

Este é o nosso último dia no Laos, um país que te vai deixar saudades. À nossa frente, outro país fantástico para descobrir: o Vietname.

Aproveita a viagem de volta a Luang Prabang para te despedires das paisagens, das aldeias, do povo e para olhares para o infinito, perdido nas memórias que este país te deixou gravadas.

Vamos apanhar um voo para Hanói e preparar-nos para entrar no ritmo desta grande cidade do sudeste asiático. Se tivermos tempo, à noite, podemos assistir a um espectáculo ancestral incrível: o Teatro de Marionetas de Água.
Estadia: Hotel

Dia 12   Hanói – Ninh Binh e Tam Coc

Bem-vindo a Hanói, capital do Vietname.

Preparado para desfrutar desta cidade caoticamente mirabolante? Vamos a isso. Um local diferente de todos os que já viste, que mistura o caos com uma atmosfera vibrante e acolhedora.

Capital do Vietname, com mais de 6 milhões de habitantes, foi um dos primeiros assentamentos da região e existem indícios de comunidades que aqui habitavam há 3000 anos. Situada nas margens do Rio Vermelho, foi a água que ao longo dos tempos traçou a geografia da cidade. Curiosamente, em 1010, Lý Thái Tổ, o primeiro governante da Dinastia Lý, mudou a capital de Đại Việt (a Grande Viet, que deu nome ao Vietname) para o local da cidadela de Đại La (actual Hanói), sob a alegação de ter visto um dragão a subir o rio Vermelho, sendo que a cidade passou a chamar-se Thăng Long (Dragão Ascendente).

De manhã caminhamos até ao lago Hoan Kiem e dali seguimos para o labirinto de ruelas do bairro antigo, onde podemos encontrar um centro de comércio que data há mais de 1000 anos. Após toda a agitação desta cidade, é hora de voltar à natureza e rumar às deslumbrantes paisagens de Ninh Binh e Tam Coc.
Estadia: Hotel

Dia 13   Tam Coc

Prepara-te para um passeio de barco numa das paisagens mais alucinantes e fabulosas do Vietname. Tam Coc, uma pequena aldeia a 10 quilómetros de Ninh Binh que é abençoada por vistas espetaculares. Muitas pessoas não conseguem ver o Vietname sem Halong Bay, o seu principal postal, mas nós afirmamos que Tam Coc, na região de Ninh Binh é, sem dúvida, melhor, mais bonita e surpreendentemente menos turística, sendo que em vez de mar, nasce numa autêntica paisagem de arrozais. Formações rochosas cársticas entre braços de rio, lagoas e campos de arrozais, à medida que entramos grutas adentro, sendo levados por um habitante local que rema o seu barco lentamente.

Depois do almoço continuamos por entre estas montanhas em forma de cogumelos que se erguem no meio dos arrozais mas, desta vez, percorremos todo o caminho de bicicleta, explorando ruas desertas, feitas de verde arroz, muita água e picos rochosos que se elevam aos nossos pés.
Estadia: Hotel

Dia 14   Tam Coc

Espero que tenhas recuperado, pois temos mais um passeio de bicicleta nestas paisagens que serão das mais bonitas que percorreste até hoje. São alguns quilómetros, mas vale muito a pena. Subiremos depois a escadaria da Mua Cave, local que significa Caverna da Dança que não nos impressiona pela gruta em si, mas pelas vistas panorâmicas quando chegados ao topo. Uma escada de pedra ao lado da entrada da cave ziguezagueia pelo pico acima em quase 500 degraus até o altar simples de Quan Am. Lá de cima, onde tudo se alcança com os nossos olhos, podemos ver a oeste o rio Ngo Dong serpenteando Tam Coc.

O dia desliza por debaixo da nossa vontade de exploração e são muitos os caminhos por onde nos podemos meter à procura de natureza, mas também de pequenas comunidades.
À noite teremos uma longa viagem de comboio até Da Nang.
Estadia: Comboio noturno

Dia 15, 16 e 17   Da Nang - Hoi An

Chegados a Da Nang, temos mais uma hora de viagem pelas estradas do país até Hoi An, uma das cidades mais encantadoras do Sudeste Asiático onde o stress e a poluição quase não existem.

Hoi An foi uma cidade próspera graças ao seu porto, situada nas rotas marítimas do comércio da seda. Conheceu uma expansão no século XV, onde ricos mercadores se instalaram e construíram casas sólidas em madeira de vários estilos. Primeiro os japoneses e chineses e, mais tarde, os franceses, sendo que o comércio era feito com uma série de nacionalidades, em que os portugueses, claro está, faziam parte. É, por essa mesma razão, um cocktail de estilos, tanto na arquitetura, como na cultura da própria cidade, gastronomia e até nas caras dos habitantes. Património Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1999, conta com mais de 1100 construções históricas bem preservadas, entre templos, casas privadas de antigos comerciantes, museus, pontes e muito mais.

Estes quase três dias na cidade e arredores vão dar-nos a oportunidade de, além de descansar em algumas das suas mais belas praias nos arrabaldes da cidade, conhecer mais da sua história, mas também aproveitar este fim de viagem para as últimas compras, leituras e um recomeçar a ambientar-nos a um estilo mais europeu, com toques de vintage, que esta cidade nos proporciona.

Entre pedaladas até à praia e pelos arrozais em redor de Hoi An (a bicicleta vai ser um dos nossos meios de transporte mais usados nesta aventura, pois estamos no sudeste asiático e este é o meio de transporte por excelência e mais indicado para ver tudo em slow motion); apanhar um barco até às ilhas Cham, a pouco mais de 20 quilómetros dali (se o mar o permitir) com as suas praias de água transparente e vilas piscatórias; ou viajar até às Marble Mountains (actividade extra), que tem na sua Golden Bridge a sua mais recente e mundialmente conhecida atração; ou então ainda até ao My Son Sanctuary (atividade extra) – Património Mundial da Humanidade pela Unesco – um complexo de templos a uma hora de viagem para o interior, que remonta ao Reino Champa, que teve o seu auge entre os séculos IV e XIII, uma cultura única que tem as suas origens espirituais no hinduísmo indiano e que se desenvolveu na costa do actual Vietname. O complexo consiste numa série de Torres-Templo localizados na região de Duy Phu, num local dramático que foi a capital política e religiosa do reino durante a maior parte de sua existência.

Hoi An é também o paraíso dos tecidos e o local perfeito para encomendas vestidos, camisas ou outra qualquer peça à tua medida, de um dia para o outro. Escolhes o estampado e o tecido que mais gostas, entras numa das muitas lojas com alfaiates e no dia seguinte, a tua encomenda está preparada.

Um dos dias vai ser livre e por isso vais ter também tempo de gozares a cidade ao teu ritmo, sem qualquer pressa, porque afinal de contas, esta é a tua viagem e a Landescape dá importância a isso mesmo.

No final do terceiro dia regressamos a Da Nang, onde pernoitamos e de onde, no dia seguinte, a viagem terá o seu término.
Estadia: Hotel

Dia 18   Da Nang - Origem

Chegou a hora da partida.

Um transporte levar-te-á ao aeroporto de onde partirás. Se o teu intuito é ficar mais uns dias, a Landescape pode ajudar-te a planear. Se o teu voo parte hoje de regresso a casa, resta-me desejar-te uma boa viagem e agradecer a tua companhia ao longo destes dias.
Estou certa de que recordarás o Sudeste Asiático pelas melhores razões. Até breve.

Esta viagem encontra-se esgotada.
Caso pretendas ficar em lista de espera para a mesma, entra por favor em contacto connosco.

Landescape Exploração

As viagens Landescape Exploração são uma nova vertente nas propostas da Landescape que visa a descoberta de um novo destino, juntamente com um líder da Landescape e que, futuramente, será lançado ao público em geral. Estas, como o nome diz, são viagens feitas para explorar um destino pela primeira vez, tendo já o líder estado no local ou não, sendo que o percurso, assim como todos os tempos de deslocação e visitas/actividades propostas, são planeados à distância. Convém chamar a atenção para a possibilidade de o percurso poder sofrer alterações, assim como a sequência das visitas e/ou dias. Não é regra que tudo esteja marcado nestas viagens (alojamentos, visitas, tours, etc.), embora a Landescape parta sempre com uma margem de controlo muito grande, que possibilita que tudo o que está ao nosso alcance, corra bem. Tentamos que todos os valores excluídos no preço da viagem, estejam dentro daquilo que calculámos, embora possam existir contratempos que exijam que os viajantes despendam de montantes adicionais. São viagens que apresentam um valor de venda mais baixo do que aquele que será posteriormente colocado ao público.

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta viagem é muito rica culturalmente. A visita aos majestosos Templos de Angkor é sem dúvida, um dos ex-líbris da viagem. A dura realidade do genocídio que o Camboja sofreu não te vai deixar indiferente de todo, sendo que a simpatia do povo e o seu sorriso sempre presente vai ajudar-te a “ultrapassar” o desconforto. Depois entramos no Laos com as suas paisagens pitorescas, onde vais poder apreciar o quotidiano rural. É interessante constatar as diferenças entre os dois países, Laos e Camboja. Finalmente, terminamos no Vietname, um país muito diverso nas suas paisagens que nos vai permitir mergulhar na quietude de Sapa, com os seus arrozais a perder de vista, mas também em Ninh Binh onde o tempo parece ter parado. Esta viagem vai fazer-te sentir o choque cultural, ver formas diferentes de vida e testar as tuas pupilas gustativas. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar nestes países?

Os cidadãos portugueses necessitam de visto de entrada para todos os países. Podes obter o visto de duas maneiras: diretamente no portal de cada país (no caso do Vietname, é obrigatório ser aqui) ou à chegada ao aeroporto, na imigração. De uma forma ou de outra o processo é fácil e vem explicado em detalhe no Manual de Viajante que te enviamos aquando da inscrição. Para além do visto, deves ter em conta a validade do teu passaporte, que deve ter mais de 6 meses de validade a contar da data de regresso e tem que ter pelo menos 6 páginas em branco.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos serão divididos entre guesthouses e hotéis em quartos twin ou triplos privados (camas separadas com casa de banho privada). Não é garantido ar condicionado em todos os alojamentos. É importante que tenhas consciência que os padrões asiáticos são diferentes dos padrões ocidentais, no entanto a Landescape na escolha dos seus alojamentos, não descura a limpeza e o conforto mesmo que o sítio seja mais básico. Os alojamentos não têm rede mosquiteira pelo que se fores sensível recomendamos que tragas de casa. Uma das noites será passada em comboio, sendo que este é muito confortável. Podes levar contigo uma almofada de viagem e eventualmente um agasalho para colocares por cima durante a viagem, embora os comboios estejam equipados com esse material. Mediante disponibilidade dos alojamentos e do pagamento de um suplemento adicional, o viajante pode requerer junto da Landescape a opção de quarto individual.

Como são os transportes no país?

Os transportes são um mix entre tuk-tuks, autocarros, táxis partilhados, comboio e voos internos. A aproximação aos locais é essencial para uma viagem e por essa mesma razão a Landescape dá prioridade aos transportes locais para que a experiência seja fantástica.

É seguro viajar nestes países?

Todos são países bastante seguros para o viajante. No entanto deves sempre manter as habituais precauções do senso comum em viagem.

É uma viagem cansativa?

A viagem requer algum espírito de aventura. São algumas horas de autocarro, sendo que as estradas no Laos nem sempre têm as melhores condições, pelo que te pedimos alguma descontração. Como temos que cumprir horários de transportes e actividades, é também normal que tenhas dias em que sintas algum cansaço por acordar cedo. Em termos de esforço físico temos a subida a uma encosta montanhosa (que vai puxar mais por ti) mas de lá chegaremos a um miradouro onde pudemos ver o pôr-do-sol. Se optares pela actividade de caiaque em Don Det (actividade extra), lembra-te que esta tomará parte do dia. Quem não se sentir capaz ou confortável pode pedir à líder que arranje uma pessoa para remar por si. Este serviço faz-se mediante pagamento extra.

Qual a roupa mais adequada?

Recomendamos a utilização de roupa confortável, leve e discreta. Nos templos não podes ter os ombros e os joelhos à mostra (válido também para os homens). Nas vilas/cidades o vestuário ocidental é bem aceite, sendo que deves manter-te discreto de forma a não ferir susceptibilidades. Mais informações estarão disponíveis para consulta no Manual de Viajante que te enviaremos aquando da inscrição.

Que comida será servida?

Nestes países, a base de todos os pratos é o arroz, podendo ser acompanhado com carne de vaca, de frango, de porco, camarão, peixe ou opção vegetariana. Vais ter a oportunidade de experimentar as deliciosas e famosas sandes Bánh Mi ou a sopa Pho e beber sumos naturais das mais variadas frutas. Em termos gastronómicos, comida deliciosa não falta e, para além disso, pode-se petiscar gafanhotos, tarântulas, baratas, larvas, rãs e sapos. Para quem for vegetariano, as opções disponíveis são imensas, pelo que a alimentação não será um problema.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Sudeste Asiático. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Os 3 países que compõem esta viagem são acessíveis ao nível da alimentação. Os gastos que poderás ter adicionalmente prendem-se com recordações que também não nos parecem avultados. O melhor será levares algum dinheiro para cambiar no país e um ou dois cartões de débito/crédito para levantamento, sendo que terás que ter em conta as taxas locais e do teu banco.

Outras informações relevantes.

O Sudeste Asiático é das regiões mais turísticas do continente, ainda assim é natural que possas encontrar muitas diferenças na qualidade das unidades hoteleiras e restaurantes. Viajar é também isso, adaptares-te, por isso vem de coração e mente abertos para poderes desfrutar em pleno de todo o programa que preparamos para ti.

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Sobre o Líder


Gabel Oliveira

Viajar provoca-me uma explosão de sentimentos. Aprendi a dar atenção ao outro e aos pormenores. Saber mais

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Uma viagem inesquecível por três dos países mais fascinantes da Ásia, onde a hospitalidade, a gastronomia e a diversidade de paisagens vão certamente ficar na tua memória.

O que iremos visitar no Camboja, Laos e Vietname

  • Complexo dos Templos de Angkor
  • Explorar a região das 4000 ilhas em Si Phan Don
  • Sequência de quedas de água em Khon Pa Soi
  • Planalto de Bolaven, com cascatas e aldeias étnicas
  • Luang Prabang, a pérola do Laos
  • Ronda das Almas, Luang Prabang
  • Os mercados de artesanato e comida do Laos
  • Vila de Nong Khiaw
  • Passeio de bicicleta em Tam Coc
  • Explorar as ruas coloridas de Hoi An

O que está incluído?

Alojamento
16 noites em hotel ou alojamento local
1 noite em comboio

Refeições
Todos os pequenos-almoços

Atividades:

  • Templos de Angkor Wat (2 dias)
  • Todos os templos nas diversas cidades a visitar
  • Cidade antiga, Hoi An
  • Mua Caves, Nin Binh

Voos internos
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  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transferes de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais e gorjetas
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Siem Reap

Hoje chegarás a uma das mais aliciantes aventuras da tua vida e eu vou fazer tudo aquilo que está ao meu alcance para que seja memorável.

Conforme a hora de chegada do teu voo e depois do check-in naquela que vai ser a tua casa durante as próximas duas noites, terás o resto do dia para relaxares, apreciando o movimento que rodeia a cidade ou, melhor ainda, trocar as primeiras impressões com o grupo que te vai acompanhar nas próximas duas semanas.

Siem Reap, a cidade que serve de base aos Templos de Angkor, é um aglomerado de restaurantes, bares e hotéis, mercados onde os locais passam o dia na sua azáfama diária e um sem número de turistas que ali encontram a sua base, assim como tu, ou não estivesses na “casa da partida” para a maior atração do sudeste asiático.
Estadia: Hotel

Dia 2   Siem ReapTemplos de Angkor

Este dia vai levar-te a Angkor Wat bem cedo, porque vamos lá querer estar, com toda a certeza, antes que a luz apareça, para um dos mais inacreditáveis nasceres do sol de que vais ter memória. Não deixes que a máquina fotográfica te tire o prazer do momento, porque é verdadeiramente único. Delicia-te.

Depois, o nosso tour continua e vai passar por alguns dos mais importantes templos do complexo de Angkor, assim como aqueles que se escondem por entre a selva imensa. Sabias que a primeira visita documentada de um ocidental a Angkor Wat aconteceu em 1586 e foi realizada pelo freire capuchinho português António da Madalena, muito antes de no século XIX, o naturalista francês Henri Mouhot dizer que o tinha descoberto? As impressões do freire foram recolhidas por um funcionário público e historiador português chamado Diogo do Couto, que as deixou por escrito:

“(…) uma construção de tal modo extraordinária que não é possível descrevê-la por escrito, (…) diferente de qualquer outro edifício no mundo. Possui torres, decoração e todos os refinamentos que o génio humano pode conceber.”

Uma construção indescritível.
Estadia: Hotel

Dia 3   Siem ReapTemplos de Angkor

Neste segundo dia, continuamos à descoberta dos templos que se misturam com a selva que, de forma impressionante, engolem as ruínas com as suas raízes poderosíssimas e destroem – como se a natureza mostrasse que, realmente, consegue ser mais forte do que o ser humano – vários edifícios, numa luta natureza vs homem, pela manutenção daquilo que ambos dizem ser seu.

Pelo meio, almoçamos num café à nossa escolha e perdemo-nos de paixão por uma das mais belas paisagens da terra. De regresso ao centro da cidade, o restante tempo é por tua conta, sendo que nos encontramos para jantar.
Estadia: Hotel e Autocarro

Dia 4   Siem Reap - Don Det

Hoje vamos acordar bem cedo e apanhar um autocarro que nos levará país adentro. O dia vai, a pouco e pouco, desvendar-nos a paisagem entre Siem Reap e o sul do Laos. São muitos os quilómetros que nos separam e por, essa mesma razão, alternamos o sono com as fotografias e dois dedos de conversa com os outros viajantes, enquanto não chegamos à fronteira, para tratarmos do nosso visto.

Já do lado de lá, mais uns quilómetros nos separam da embarcação que nos levará a Don Det, onde a paz de uma ilha sem carros nos vai deixar ainda mais relaxados. Como já estará escuro de certeza, nada melhor do que aproveitar para nos sentarmos numa qualquer varanda ou esplanada virada para o rio e descansar.
Estadia: Hotel

Dia 5   Don DetKayak no Mekong, Cascata Li-phi, Don Khone Pa Soi

Dia livre para explorar a belíssima região de Si Phan Don, mais conhecida como as 4000 ilhas. Podes fazê-lo de várias formas: a pé, de bicicleta ou acompanhando-me num passeio de kayak pelo Mekong, com várias paragens para caminhadas pelos campos e aldeias, e para mergulhos refrescantes (atividade extra).
Um dos percursos possíveis – seja a pé, de bicicleta ou de kayak – é atravessar de Don Det para Don Khone e daí para Don Lai, onde encontramos a cascata Li-phi e nos podemos deliciar com um refrescante mergulho numa das praias fluviais. De seguida, a pequena Don Khone Pa Soi, onde faremos um trilho que nos levará ao topo de uma sequência de pequenas quedas de água – Khon Pa Soi.

Em Don Khong podemos também apreciar a força imensa dos rápidos. Além da sua beleza, estas ilhas cativam-nos também pela pacatez das suas gentes, pela vida rural e autossuficiência das suas vilas e, não raras vezes, veremos locais de cultivo de arroz, açúcar de cana e vegetais, além da elaboração de roupas e têxteis com técnicas tradicionais.

A noite traz-nos o silêncio do Mekong.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Don Det – Planalto Bolaven

A manhã leva-nos a nós e à nossa bagagem, a viajar até ao interior do planalto de Bolaven, repleto de cascatas e aldeias étnicas. O planalto teve um papel importante na maior parte da história do Laos. Os três mais importantes que afetaram a área são a colonização francesa da região, a revolta Phu Mi Bun, e a Guerra do Vietname. Cada evento teve um efeito significativo, dando à região um carácter único. Nas suas entranhas dezenas de cascatas, etnias várias, maioritariamente Laven, mas também Alak, Katu, Taoy, e Suay.

Após alguns mergulhos refrescantes em verdadeiros cenários naturais, partimos à descoberta de pequenas aldeias animistas, onde o dia a dia decorre calmamente, indiferente à azáfama das cidades.

Vamos poder ver as famílias locais, observar o seu modo de vida, descobrir hábitos tribais, deslumbrar-nos com as plantações de café. Viver um dia em plena simplicidade, caminhando o mais que pudermos, sentindo as semelhanças e as diferenças entre o frenesim habitual das nossas vidas e o ritmo rotineiro destas povoações.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Planalto Bolaven - Paksé – Luang Prabang

Fazemos novamente as malas e vamos até Paksé, a capital da região de Champasak. Daí, apanhamos um voo até ao nosso próximo destino: Luang Prabang, a pérola do Laos, Património Mundial da Unesco.

Luang Prabang já foi capital do Laos, sendo actualmente uma cidade pequena, com menos de 30.000 habitantes, rodeada pelo grandioso rio Mekong, de um lado, e pelo rio Khan, do outro. É uma cidade mágica, onde se respira paz e tranquilidade, e que dá vontade de ficar sempre mais. Ficar para nos deixarmos envolver pelo seu ambiente, conversando com monges que envergam túnicas laranjas, com crianças que brincam nos rios ou que nos tentam vender pulseiras e artesanato ou, simplesmente, querem conversar e treinar o seu inglês. Ficar, para visitar uma vez mais os seus inúmeros templos, dar mais um mergulho no rio juntamente com os habitantes locais, saborear os petiscos, os sumos naturais numa esplanada, passear pelos mercados.

Neste dia, sugiro um passeio pelo mercado noturno, cheio de produtos artesanais feitos na região. Quem vai resistir a trazer umas lembranças que nos recordarão esta magnífica viagem?
Estadia: Hotel

Dia 8   Luang PrabangRonda das Almas, Wat Xieng Thong, Phu Si

Este será vai certamente fazer parte das tuas melhores memórias de viagem. Alternativas não faltam.

Começamos por assistir, ou mesmo fazer parte, de um dos mais importantes rituais budistas de Luang Prabang. Diariamente, as ruas da cidade enchem-se de tons coloridos e de um ambiente místico, quando centenas de monges saem dos cerca de 36 templos da cidade, descalços e em trajes cor-de-laranja, desfilando humildemente pelas ruas, para receber as oferendas que os locais lhes fazem (maioritariamente arroz e fruta), que os alimentarão ao longo do dia. Porque não levares também a tua oferta e participares ativamente neste ritual, sentindo a magia e a paz deste espetáculo único?

Não podemos, também, perder uma visita ao mercado matinal, onde dominam as cores dos legumes, originais iguarias e comidas e, claro está, simpáticos vendedores de todas as idades. Faremos também um trekking nos arredores de Luang Prabang, mergulhando em algumas cascatas, conhecendo melhor as aldeias locais e passando parte do dia afastados do burburinho da pequena cidade.

No regresso a Luang Prabang, o resto do dia é por tua conta para aproveitares a cidade como quiseres. Podes espreitar o mais antigo templo da cidade: Wat Xieng Thong. Imperdível também é o Phu Si, no cimo de uma colina, que nos permite excelentes vistas sobre Luang Prabang e sobre os seus dois rios. É muito frequente encontrar monges a meditar sentados nos seus muros. Vale a pena subir os seus 328 degraus, para sentir a calma que se respira no local e apreciar as vistas que nos envolvem.

Um espetáculo digno de se ouvir e sentir é o ritual dos monges a cantar às 16h enquanto, se quiseres, usufruis de uma massagem num SPA (opção extra), junto ao templo Vat Sop.

Não te esqueças de provar as iguarias locais, por muito estranhas que possam parecer. As opções para vegetarianos também existem, claro. Batidos, sumos naturais e toda a gastronomia duma região que é digna de ser saboreada nesta cidade maravilhosa.

Desfrutemos.
Estadia: Hotel

Dia 9   Luang Prabang – Nong Khiaw

Hoje rumamos a Nong Khiaw, uma pequena e tranquila vila, ainda afastada das massas turísticas, encaixada entre estonteantes picos rochosos, nas margens do Rio Nam Ou. Este é o destino ideal para relaxarmos nos próximos dois dias.

Que tal fazermos uma caminhada monte acima para nos surpreendermos com um pôr-do-sol visto do topo de um dos seus picos rochosos? Uma sugestão para terminar o dia é experimentar um tradicional “banho de vapor de ervas aromáticas” (sauna laosiana) seguido de uma massagem.
Estadia: Hotel

Dia 10   Nong Khiaw

Hoje o dia é livre e podes escolher uma (ou mais) das várias atividades opcionais que este pequeno paraíso te oferece, ou simplesmente ficar a relaxar e a ler um livro.
Vais querer: relaxar à beira rio e explorar as ruelas desta pequena vila? Atrever-te a explorar uma das suas várias grutas, algumas das quais serviram de refúgio à população durante a Guerra da Indochina, nos anos 60? Passear de barco pelo rio Nam Ou, com paragens para visitar algumas aldeias tradicionais?

Alternativas para trekking por paisagens deslumbrantes também não faltam. A sugestão pode passar também por alugares uma bicicleta e pedalares ao sabor do vento, por trilhos encaixados em paisagens verdejantes. Se não és amante do exercício físico, podes também alugar uma mota e passear pelas aldeias vizinhas e explorar os arredores.

No final do dia, encontramo-nos para jantar.
Estadia: Hotel

Dia 11   Nong Khiaw - Luang Prabang - Hanói

Este é o nosso último dia no Laos, um país que te vai deixar saudades. À nossa frente, outro país fantástico para descobrir: o Vietname.

Aproveita a viagem de volta a Luang Prabang para te despedires das paisagens, das aldeias, do povo e para olhares para o infinito, perdido nas memórias que este país te deixou gravadas.

Vamos apanhar um voo para Hanói e preparar-nos para entrar no ritmo desta grande cidade do sudeste asiático. Se tivermos tempo, à noite, podemos assistir a um espectáculo ancestral incrível: o Teatro de Marionetas de Água.
Estadia: Hotel

Dia 12   Hanói – Ninh Binh e Tam Coc

Bem-vindo a Hanói, capital do Vietname.

Preparado para desfrutar desta cidade caoticamente mirabolante? Vamos a isso. Um local diferente de todos os que já viste, que mistura o caos com uma atmosfera vibrante e acolhedora.

Capital do Vietname, com mais de 6 milhões de habitantes, foi um dos primeiros assentamentos da região e existem indícios de comunidades que aqui habitavam há 3000 anos. Situada nas margens do Rio Vermelho, foi a água que ao longo dos tempos traçou a geografia da cidade. Curiosamente, em 1010, Lý Thái Tổ, o primeiro governante da Dinastia Lý, mudou a capital de Đại Việt (a Grande Viet, que deu nome ao Vietname) para o local da cidadela de Đại La (actual Hanói), sob a alegação de ter visto um dragão a subir o rio Vermelho, sendo que a cidade passou a chamar-se Thăng Long (Dragão Ascendente).

De manhã caminhamos até ao lago Hoan Kiem e dali seguimos para o labirinto de ruelas do bairro antigo, onde podemos encontrar um centro de comércio que data há mais de 1000 anos. Após toda a agitação desta cidade, é hora de voltar à natureza e rumar às deslumbrantes paisagens de Ninh Binh e Tam Coc.
Estadia: Hotel

Dia 13   Tam Coc

Prepara-te para um passeio de barco numa das paisagens mais alucinantes e fabulosas do Vietname. Tam Coc, uma pequena aldeia a 10 quilómetros de Ninh Binh que é abençoada por vistas espetaculares. Muitas pessoas não conseguem ver o Vietname sem Halong Bay, o seu principal postal, mas nós afirmamos que Tam Coc, na região de Ninh Binh é, sem dúvida, melhor, mais bonita e surpreendentemente menos turística, sendo que em vez de mar, nasce numa autêntica paisagem de arrozais. Formações rochosas cársticas entre braços de rio, lagoas e campos de arrozais, à medida que entramos grutas adentro, sendo levados por um habitante local que rema o seu barco lentamente.

Depois do almoço continuamos por entre estas montanhas em forma de cogumelos que se erguem no meio dos arrozais mas, desta vez, percorremos todo o caminho de bicicleta, explorando ruas desertas, feitas de verde arroz, muita água e picos rochosos que se elevam aos nossos pés.
Estadia: Hotel

Dia 14   Tam Coc

Espero que tenhas recuperado, pois temos mais um passeio de bicicleta nestas paisagens que serão das mais bonitas que percorreste até hoje. São alguns quilómetros, mas vale muito a pena. Subiremos depois a escadaria da Mua Cave, local que significa Caverna da Dança que não nos impressiona pela gruta em si, mas pelas vistas panorâmicas quando chegados ao topo. Uma escada de pedra ao lado da entrada da cave ziguezagueia pelo pico acima em quase 500 degraus até o altar simples de Quan Am. Lá de cima, onde tudo se alcança com os nossos olhos, podemos ver a oeste o rio Ngo Dong serpenteando Tam Coc.

O dia desliza por debaixo da nossa vontade de exploração e são muitos os caminhos por onde nos podemos meter à procura de natureza, mas também de pequenas comunidades.
À noite teremos uma longa viagem de comboio até Da Nang.
Estadia: Comboio noturno

Dia 15, 16 e 17   Da Nang - Hoi An

Chegados a Da Nang, temos mais uma hora de viagem pelas estradas do país até Hoi An, uma das cidades mais encantadoras do Sudeste Asiático onde o stress e a poluição quase não existem.

Hoi An foi uma cidade próspera graças ao seu porto, situada nas rotas marítimas do comércio da seda. Conheceu uma expansão no século XV, onde ricos mercadores se instalaram e construíram casas sólidas em madeira de vários estilos. Primeiro os japoneses e chineses e, mais tarde, os franceses, sendo que o comércio era feito com uma série de nacionalidades, em que os portugueses, claro está, faziam parte. É, por essa mesma razão, um cocktail de estilos, tanto na arquitetura, como na cultura da própria cidade, gastronomia e até nas caras dos habitantes. Património Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1999, conta com mais de 1100 construções históricas bem preservadas, entre templos, casas privadas de antigos comerciantes, museus, pontes e muito mais.

Estes quase três dias na cidade e arredores vão dar-nos a oportunidade de, além de descansar em algumas das suas mais belas praias nos arrabaldes da cidade, conhecer mais da sua história, mas também aproveitar este fim de viagem para as últimas compras, leituras e um recomeçar a ambientar-nos a um estilo mais europeu, com toques de vintage, que esta cidade nos proporciona.

Entre pedaladas até à praia e pelos arrozais em redor de Hoi An (a bicicleta vai ser um dos nossos meios de transporte mais usados nesta aventura, pois estamos no sudeste asiático e este é o meio de transporte por excelência e mais indicado para ver tudo em slow motion); apanhar um barco até às ilhas Cham, a pouco mais de 20 quilómetros dali (se o mar o permitir) com as suas praias de água transparente e vilas piscatórias; ou viajar até às Marble Mountains (actividade extra), que tem na sua Golden Bridge a sua mais recente e mundialmente conhecida atração; ou então ainda até ao My Son Sanctuary (atividade extra) – Património Mundial da Humanidade pela Unesco – um complexo de templos a uma hora de viagem para o interior, que remonta ao Reino Champa, que teve o seu auge entre os séculos IV e XIII, uma cultura única que tem as suas origens espirituais no hinduísmo indiano e que se desenvolveu na costa do actual Vietname. O complexo consiste numa série de Torres-Templo localizados na região de Duy Phu, num local dramático que foi a capital política e religiosa do reino durante a maior parte de sua existência.

Hoi An é também o paraíso dos tecidos e o local perfeito para encomendas vestidos, camisas ou outra qualquer peça à tua medida, de um dia para o outro. Escolhes o estampado e o tecido que mais gostas, entras numa das muitas lojas com alfaiates e no dia seguinte, a tua encomenda está preparada.

Um dos dias vai ser livre e por isso vais ter também tempo de gozares a cidade ao teu ritmo, sem qualquer pressa, porque afinal de contas, esta é a tua viagem e a Landescape dá importância a isso mesmo.

No final do terceiro dia regressamos a Da Nang, onde pernoitamos e de onde, no dia seguinte, a viagem terá o seu término.
Estadia: Hotel

Dia 18   Da Nang - Origem

Chegou a hora da partida.

Um transporte levar-te-á ao aeroporto de onde partirás. Se o teu intuito é ficar mais uns dias, a Landescape pode ajudar-te a planear. Se o teu voo parte hoje de regresso a casa, resta-me desejar-te uma boa viagem e agradecer a tua companhia ao longo destes dias.
Estou certa de que recordarás o Sudeste Asiático pelas melhores razões. Até breve.

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1.760€

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta viagem é muito rica culturalmente. A visita aos majestosos Templos de Angkor é sem dúvida, um dos ex-líbris da viagem. A dura realidade do genocídio que o Camboja sofreu não te vai deixar indiferente de todo, sendo que a simpatia do povo e o seu sorriso sempre presente vai ajudar-te a “ultrapassar” o desconforto. Depois entramos no Laos com as suas paisagens pitorescas, onde vais poder apreciar o quotidiano rural. É interessante constatar as diferenças entre os dois países, Laos e Camboja. Finalmente, terminamos no Vietname, um país muito diverso nas suas paisagens que nos vai permitir mergulhar na quietude de Sapa, com os seus arrozais a perder de vista, mas também em Ninh Binh onde o tempo parece ter parado. Esta viagem vai fazer-te sentir o choque cultural, ver formas diferentes de vida e testar as tuas pupilas gustativas. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar nestes países?

Os cidadãos portugueses necessitam de visto de entrada para todos os países. Podes obter o visto de duas maneiras: diretamente no portal de cada país (no caso do Vietname, é obrigatório ser aqui) ou à chegada ao aeroporto, na imigração. De uma forma ou de outra o processo é fácil e vem explicado em detalhe no Manual de Viajante que te enviamos aquando da inscrição. Para além do visto, deves ter em conta a validade do teu passaporte, que deve ter mais de 6 meses de validade a contar da data de regresso e tem que ter pelo menos 6 páginas em branco.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos serão divididos entre guesthouses e hotéis em quartos twin ou triplos privados (camas separadas com casa de banho privada). Não é garantido ar condicionado em todos os alojamentos. É importante que tenhas consciência que os padrões asiáticos são diferentes dos padrões ocidentais, no entanto a Landescape na escolha dos seus alojamentos, não descura a limpeza e o conforto mesmo que o sítio seja mais básico. Os alojamentos não têm rede mosquiteira pelo que se fores sensível recomendamos que tragas de casa. Uma das noites será passada em comboio, sendo que este é muito confortável. Podes levar contigo uma almofada de viagem e eventualmente um agasalho para colocares por cima durante a viagem, embora os comboios estejam equipados com esse material. Mediante disponibilidade dos alojamentos e do pagamento de um suplemento adicional, o viajante pode requerer junto da Landescape a opção de quarto individual.

Como são os transportes no país?

Os transportes são um mix entre tuk-tuks, autocarros, táxis partilhados, comboio e voos internos. A aproximação aos locais é essencial para uma viagem e por essa mesma razão a Landescape dá prioridade aos transportes locais para que a experiência seja fantástica.

É seguro viajar nestes países?

Todos são países bastante seguros para o viajante. No entanto deves sempre manter as habituais precauções do senso comum em viagem.

É uma viagem cansativa?

A viagem requer algum espírito de aventura. São algumas horas de autocarro, sendo que as estradas no Laos nem sempre têm as melhores condições, pelo que te pedimos alguma descontração. Como temos que cumprir horários de transportes e actividades, é também normal que tenhas dias em que sintas algum cansaço por acordar cedo. Em termos de esforço físico temos a subida a uma encosta montanhosa (que vai puxar mais por ti) mas de lá chegaremos a um miradouro onde pudemos ver o pôr-do-sol. Se optares pela actividade de caiaque em Don Det (actividade extra), lembra-te que esta tomará parte do dia. Quem não se sentir capaz ou confortável pode pedir à líder que arranje uma pessoa para remar por si. Este serviço faz-se mediante pagamento extra.

Qual a roupa mais adequada?

Recomendamos a utilização de roupa confortável, leve e discreta. Nos templos não podes ter os ombros e os joelhos à mostra (válido também para os homens). Nas vilas/cidades o vestuário ocidental é bem aceite, sendo que deves manter-te discreto de forma a não ferir susceptibilidades. Mais informações estarão disponíveis para consulta no Manual de Viajante que te enviaremos aquando da inscrição.

Que comida será servida?

Nestes países, a base de todos os pratos é o arroz, podendo ser acompanhado com carne de vaca, de frango, de porco, camarão, peixe ou opção vegetariana. Vais ter a oportunidade de experimentar as deliciosas e famosas sandes Bánh Mi ou a sopa Pho e beber sumos naturais das mais variadas frutas. Em termos gastronómicos, comida deliciosa não falta e, para além disso, pode-se petiscar gafanhotos, tarântulas, baratas, larvas, rãs e sapos. Para quem for vegetariano, as opções disponíveis são imensas, pelo que a alimentação não será um problema.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Sudeste Asiático. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Os 3 países que compõem esta viagem são acessíveis ao nível da alimentação. Os gastos que poderás ter adicionalmente prendem-se com recordações que também não nos parecem avultados. O melhor será levares algum dinheiro para cambiar no país e um ou dois cartões de débito/crédito para levantamento, sendo que terás que ter em conta as taxas locais e do teu banco.

Outras informações relevantes.

O Sudeste Asiático é das regiões mais turísticas do continente, ainda assim é natural que possas encontrar muitas diferenças na qualidade das unidades hoteleiras e restaurantes. Viajar é também isso, adaptares-te, por isso vem de coração e mente abertos para poderes desfrutar em pleno de todo o programa que preparamos para ti.

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Sobre o Líder


Gabel Oliveira

Viajar provoca-me uma explosão de sentimentos. Aprendi a dar atenção ao outro e aos pormenores. Saber mais

Outros destinos que lidera

VIAGEM CAMBOJA, LAOS E VIETNAME – O triângulo dourado

com Gabel Oliveira

Viagem Esgotada
11 a 28 Fev 2023
Saber mais sobre esta edição Fechar informação desta edição

Nesta viagem pelo coração do Sudeste Asiático a líder de viagem Gabel Oliveira leva-te a assistir a rituais budistas; deslumbrar-te com impérios perdidos na selva; navegar o Mekong, um dos mais míticos rios do mundo, onde podes contemplar mais de 4000 ilhas ancoradas que te darão a sensação de que o tempo parou; degustar iguarias indescritíveis e desfrutar da comida de rua tão famosa nesta região da Ásia; ver o nascer do sol em locais idílicos e fotografar momentos que certamente vais querer recordar mais tarde; descer as águas de um rio por entre picos rochosos em tons de verde; apanhar um tuk tuk em busca de templos sagrados e, acima de tudo, descobrires Angkor Wat, Luang Prabang e Hoi An, uma das cidades mais encantadoras que iremos visitar no Vietname, onde o stress parece não existir.

Uma viagem inesquecível por três dos países mais fascinantes da Ásia, onde a hospitalidade, a gastronomia e a diversidade de paisagens vão certamente ficar na tua memória.

O que iremos visitar no Camboja, Laos e Vietname

  • Complexo dos Templos de Angkor
  • Explorar a região das 4000 ilhas em Si Phan Don
  • Sequência de quedas de água em Khon Pa Soi
  • Planalto de Bolaven, com cascatas e aldeias étnicas
  • Luang Prabang, a pérola do Laos
  • Ronda das Almas, Luang Prabang
  • Os mercados de artesanato e comida do Laos
  • Vila de Nong Khiaw
  • Passeio de bicicleta em Tam Coc
  • Explorar as ruas coloridas de Hoi An

O que está incluído?

Alojamento
16 noites em hotel ou alojamento local
1 noite em comboio

Refeições
Todos os pequenos-almoços

Atividades:

  • Templos de Angkor Wat (2 dias)
  • Todos os templos nas diversas cidades a visitar
  • Cidade antiga, Hoi An
  • Mua Caves, Nin Binh

Voos internos
Pakse – Luang Prabang
Luang Prabang – Hanói

Transporte durante toda a viagem 
Exceto de carácter pessoal

Transferes de/para o aeroporto no estrangeiro

Seguro Pessoal Básico de Viagem

Acompanhamento do líder da Landescape

O que não está incluído?

  • Voos internacionais 
    Recomendamos a Geostar
  • Visto do Cambodja, Laos e Vietname (cerca de 100€)
  • Atividades e visitas extras
  • Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
  • Transferes de/para o aeroporto
  • Despesas pessoais e gorjetas
  • Upgrade Covid19 no Seguro Pessoal Básico de Viagem

Diário de Bordo

Dia 1   Chegada a Siem Reap

Hoje chegarás a uma das mais aliciantes aventuras da tua vida e eu vou fazer tudo aquilo que está ao meu alcance para que seja memorável.

Conforme a hora de chegada do teu voo e depois do check-in naquela que vai ser a tua casa durante as próximas duas noites, terás o resto do dia para relaxares, apreciando o movimento que rodeia a cidade ou, melhor ainda, trocar as primeiras impressões com o grupo que te vai acompanhar nas próximas duas semanas.

Siem Reap, a cidade que serve de base aos Templos de Angkor, é um aglomerado de restaurantes, bares e hotéis, mercados onde os locais passam o dia na sua azáfama diária e um sem número de turistas que ali encontram a sua base, assim como tu, ou não estivesses na “casa da partida” para a maior atração do sudeste asiático.
Estadia: Hotel

Dia 2   Siem ReapTemplos de Angkor

Este dia vai levar-te a Angkor Wat bem cedo, porque vamos lá querer estar, com toda a certeza, antes que a luz apareça, para um dos mais inacreditáveis nasceres do sol de que vais ter memória. Não deixes que a máquina fotográfica te tire o prazer do momento, porque é verdadeiramente único. Delicia-te.

Depois, o nosso tour continua e vai passar por alguns dos mais importantes templos do complexo de Angkor, assim como aqueles que se escondem por entre a selva imensa. Sabias que a primeira visita documentada de um ocidental a Angkor Wat aconteceu em 1586 e foi realizada pelo freire capuchinho português António da Madalena, muito antes de no século XIX, o naturalista francês Henri Mouhot dizer que o tinha descoberto? As impressões do freire foram recolhidas por um funcionário público e historiador português chamado Diogo do Couto, que as deixou por escrito:

“(…) uma construção de tal modo extraordinária que não é possível descrevê-la por escrito, (…) diferente de qualquer outro edifício no mundo. Possui torres, decoração e todos os refinamentos que o génio humano pode conceber.”

Uma construção indescritível.
Estadia: Hotel

Dia 3   Siem ReapTemplos de Angkor

Neste segundo dia, continuamos à descoberta dos templos que se misturam com a selva que, de forma impressionante, engolem as ruínas com as suas raízes poderosíssimas e destroem – como se a natureza mostrasse que, realmente, consegue ser mais forte do que o ser humano – vários edifícios, numa luta natureza vs homem, pela manutenção daquilo que ambos dizem ser seu.

Pelo meio, almoçamos num café à nossa escolha e perdemo-nos de paixão por uma das mais belas paisagens da terra. De regresso ao centro da cidade, o restante tempo é por tua conta, sendo que nos encontramos para jantar.
Estadia: Hotel e Autocarro

Dia 4   Siem Reap - Don Det

Hoje vamos acordar bem cedo e apanhar um autocarro que nos levará país adentro. O dia vai, a pouco e pouco, desvendar-nos a paisagem entre Siem Reap e o sul do Laos. São muitos os quilómetros que nos separam e por, essa mesma razão, alternamos o sono com as fotografias e dois dedos de conversa com os outros viajantes, enquanto não chegamos à fronteira, para tratarmos do nosso visto.

Já do lado de lá, mais uns quilómetros nos separam da embarcação que nos levará a Don Det, onde a paz de uma ilha sem carros nos vai deixar ainda mais relaxados. Como já estará escuro de certeza, nada melhor do que aproveitar para nos sentarmos numa qualquer varanda ou esplanada virada para o rio e descansar.
Estadia: Hotel

Dia 5   Don DetKayak no Mekong, Cascata Li-phi, Don Khone Pa Soi

Dia livre para explorar a belíssima região de Si Phan Don, mais conhecida como as 4000 ilhas. Podes fazê-lo de várias formas: a pé, de bicicleta ou acompanhando-me num passeio de kayak pelo Mekong, com várias paragens para caminhadas pelos campos e aldeias, e para mergulhos refrescantes (actividade extra).

Um dos percursos possíveis – seja a pé, de bicicleta ou de kayak – é atravessar de Don Det para Don Khone e daí para Don Lai, onde encontramos a cascata Li-phi e nos podemos deliciar com um refrescante mergulho numa das praias fluviais. De seguida, a pequena Don Khone Pa Soi, onde faremos um trilho que nos levará ao topo de uma sequência de pequenas quedas de água – Khon Pa Soi.

Em Don Khong podemos também apreciar a força imensa dos rápidos. Além da sua beleza, estas ilhas cativam-nos também pela pacatez das suas gentes, pela vida rural e autossuficiência das suas vilas e, não raras vezes, veremos locais de cultivo de arroz, açúcar de cana e vegetais, além da elaboração de roupas e têxteis com técnicas tradicionais.

A noite traz-nos o silêncio do Mekong.
Estadia: Alojamento local

Dia 6   Don Det – Planalto Bolaven

A manhã leva-nos a nós e à nossa bagagem, a viajar até ao interior do planalto de Bolaven, repleto de cascatas e aldeias étnicas. O planalto teve um papel importante na maior parte da história do Laos. Os três mais importantes que afetaram a área são a colonização francesa da região, a revolta Phu Mi Bun, e a Guerra do Vietname. Cada evento teve um efeito significativo, dando à região um carácter único. Nas suas entranhas dezenas de cascatas, etnias várias, maioritariamente Laven, mas também Alak, Katu, Taoy, e Suay.

Após alguns mergulhos refrescantes em verdadeiros cenários naturais, partimos à descoberta de pequenas aldeias animistas, onde o dia a dia decorre calmamente, indiferente à azáfama das cidades.

Vamos poder ver as famílias locais, observar o seu modo de vida, descobrir hábitos tribais, deslumbrar-nos com as plantações de café. Viver um dia em plena simplicidade, caminhando o mais que pudermos, sentindo as semelhanças e as diferenças entre o frenesim habitual das nossas vidas e o ritmo rotineiro destas povoações.
Estadia: Alojamento local

Dia 7   Planalto Bolaven - Paksé – Luang Prabang

Fazemos novamente as malas e vamos até Paksé, a capital da região de Champasak. Daí, apanhamos um voo até ao nosso próximo destino: Luang Prabang, a pérola do Laos, Património Mundial da Unesco.

Luang Prabang já foi capital do Laos, sendo actualmente uma cidade pequena, com menos de 30.000 habitantes, rodeada pelo grandioso rio Mekong, de um lado, e pelo rio Khan, do outro. É uma cidade mágica, onde se respira paz e tranquilidade, e que dá vontade de ficar sempre mais. Ficar para nos deixarmos envolver pelo seu ambiente, conversando com monges que envergam túnicas laranjas, com crianças que brincam nos rios ou que nos tentam vender pulseiras e artesanato ou, simplesmente, querem conversar e treinar o seu inglês. Ficar, para visitar uma vez mais os seus inúmeros templos, dar mais um mergulho no rio juntamente com os habitantes locais, saborear os petiscos, os sumos naturais numa esplanada, passear pelos mercados.

Neste dia, sugiro um passeio pelo mercado noturno, cheio de produtos artesanais feitos na região. Quem vai resistir a trazer umas lembranças que nos recordarão esta magnífica viagem?
Estadia: Hotel

Dia 8   Luang PrabangRonda das Almas, Wat Xieng Thong, Phu Si

Este será vai certamente fazer parte das tuas melhores memórias de viagem. Alternativas não faltam.

Começamos por assistir, ou mesmo fazer parte, de um dos mais importantes rituais budistas de Luang Prabang. Diariamente, as ruas da cidade enchem-se de tons coloridos e de um ambiente místico, quando centenas de monges saem dos cerca de 36 templos da cidade, descalços e em trajes cor-de-laranja, desfilando humildemente pelas ruas, para receber as oferendas que os locais lhes fazem (maioritariamente arroz e fruta), que os alimentarão ao longo do dia. Porque não levares também a tua oferta e participares ativamente neste ritual, sentindo a magia e a paz deste espetáculo único?

Não podemos, também, perder uma visita ao mercado matinal, onde dominam as cores dos legumes, originais iguarias e comidas e, claro está, simpáticos vendedores de todas as idades. Faremos também um trekking nos arredores de Luang Prabang, mergulhando em algumas cascatas, conhecendo melhor as aldeias locais e passando parte do dia afastados do burburinho da pequena cidade.

No regresso a Luang Prabang, o resto do dia é por tua conta para aproveitares a cidade como quiseres. Podes espreitar o mais antigo templo da cidade: Wat Xieng Thong. Imperdível também é o Phu Si, no cimo de uma colina, que nos permite excelentes vistas sobre Luang Prabang e sobre os seus dois rios. É muito frequente encontrar monges a meditar sentados nos seus muros. Vale a pena subir os seus 328 degraus, para sentir a calma que se respira no local e apreciar as vistas que nos envolvem.
Um espetáculo digno de se ouvir e sentir é o ritual dos monges a cantar às 16h enquanto, se quiseres, usufruis de uma massagem num SPA (opção extra), junto ao templo Vat Sop.

Não te esqueças de provar as iguarias locais, por muito estranhas que possam parecer. As opções para vegetarianos também existem, claro. Batidos, sumos naturais e toda a gastronomia duma região que é digna de ser saboreada nesta cidade maravilhosa. Desfrutemos.
Estadia: Hotel

Dia 9   Luang Prabang – Nong Khiaw

Hoje rumamos a Nong Khiaw, uma pequena e tranquila vila, ainda afastada das massas turísticas, encaixada entre estonteantes picos rochosos, nas margens do Rio Nam Ou. Este é o destino ideal para relaxarmos nos próximos dois dias.

Que tal fazermos uma caminhada monte acima para nos surpreendermos com um pôr-do-sol visto do topo de um dos seus picos rochosos? Uma sugestão para terminar o dia é experimentar um tradicional “banho de vapor de ervas aromáticas” (sauna laosiana) seguido de uma massagem.
Estadia: Hotel

Dia 10   Nong Khiaw

Hoje o dia é livre e podes escolher uma (ou mais) das várias actividades opcionais que este pequeno paraíso te oferece, ou simplesmente ficar a relaxar e a ler um livro.
Vais querer: relaxar à beira rio e explorar as ruelas desta pequena vila? Atrever-te a explorar uma das suas várias grutas, algumas das quais serviram de refúgio à população durante a Guerra da Indochina, nos anos 60? Passear de barco pelo rio Nam Ou, com paragens para visitar algumas aldeias tradicionais?

Alternativas para trekking por paisagens deslumbrantes também não faltam. A sugestão pode passar também por alugares uma bicicleta e pedalares ao sabor do vento, por trilhos encaixados em paisagens verdejantes. Se não és amante do exercício físico, podes também alugar uma mota e passear pelas aldeias vizinhas e explorar os arredores.

No final do dia, encontramo-nos para jantar.
Estadia: Hotel

Dia 11   Nong Khiaw - Luang Prabang - Hanói

Este é o nosso último dia no Laos, um país que te vai deixar saudades. À nossa frente, outro país fantástico para descobrir: o Vietname.

Aproveita a viagem de volta a Luang Prabang para te despedires das paisagens, das aldeias, do povo e para olhares para o infinito, perdido nas memórias que este país te deixou gravadas.

Vamos apanhar um voo para Hanói e preparar-nos para entrar no ritmo desta grande cidade do sudeste asiático. Se tivermos tempo, à noite, podemos assistir a um espectáculo ancestral incrível: o Teatro de Marionetas de Água.
Estadia: Hotel

Dia 12   Hanói – Ninh Binh e Tam Coc

Bem-vindo a Hanói, capital do Vietname.

Preparado para desfrutar desta cidade caoticamente mirabolante? Vamos a isso. Um local diferente de todos os que já viste, que mistura o caos com uma atmosfera vibrante e acolhedora.

Capital do Vietname, com mais de 6 milhões de habitantes, foi um dos primeiros assentamentos da região e existem indícios de comunidades que aqui habitavam há 3000 anos. Situada nas margens do Rio Vermelho, foi a água que ao longo dos tempos traçou a geografia da cidade. Curiosamente, em 1010, Lý Thái Tổ, o primeiro governante da Dinastia Lý, mudou a capital de Đại Việt (a Grande Viet, que deu nome ao Vietname) para o local da cidadela de Đại La (actual Hanói), sob a alegação de ter visto um dragão a subir o rio Vermelho, sendo que a cidade passou a chamar-se Thăng Long (Dragão Ascendente).

De manhã caminhamos até ao lago Hoan Kiem e dali seguimos para o labirinto de ruelas do bairro antigo, onde podemos encontrar um centro de comércio que data há mais de 1000 anos. Após toda a agitação desta cidade, é hora de voltar à natureza e rumar às deslumbrantes paisagens de Ninh Binh e Tam Coc.
Estadia: Hotel

Dia 13   Tam Coc

Prepara-te para um passeio de barco numa das paisagens mais alucinantes e fabulosas do Vietname. Tam Coc, uma pequena aldeia a 10 quilómetros de Ninh Binh que é abençoada por vistas espectaculares. Muitas pessoas não conseguem ver o Vietname sem Halong Bay, o seu principal postal, mas nós afirmamos que Tam Coc, na região de Ninh Binh é, sem dúvida, melhor, mais bonita e surpreendentemente menos turística, sendo que em vez de mar, nasce numa autêntica paisagem de arrozais. Formações rochosas cársticas entre braços de rio, lagoas e campos de arrozais, à medida que entramos grutas adentro, sendo levados por um habitante local que rema o seu barco lentamente.

Depois do almoço continuamos por entre estas montanhas em forma de cogumelos que se erguem no meio dos arrozais mas, desta vez, percorremos todo o caminho de bicicleta, explorando ruas desertas, feitas de verde arroz, muita água e picos rochosos que se elevam aos nossos pés.
Estadia: Hotel

Dia 14   Tam Coc

Espero que tenhas recuperado, pois temos mais um passeio de bicicleta nestas paisagens que serão das mais bonitas que percorreste até hoje. São alguns quilómetros, mas vale muito a pena. Subiremos depois a escadaria da Mua Cave, local que significa Caverna da Dança que não nos impressiona pela gruta em si, mas pelas vistas panorâmicas quando chegados ao topo. Uma escada de pedra ao lado da entrada da cave ziguezagueia pelo pico acima em quase 500 degraus até o altar simples de Quan Am. Lá de cima, onde tudo se alcança com os nossos olhos, podemos ver a oeste o rio Ngo Dong serpenteando Tam Coc.

O dia desliza por debaixo da nossa vontade de exploração e são muitos os caminhos por onde nos podemos meter à procura de natureza, mas também de pequenas comunidades.

À noite teremos uma longa viagem de comboio até Da Nang.
Estadia: Comboio nocturno

Dia 15, 16 e 17   Da Nang - Hoi An

Chegados a Da Nang, temos mais uma hora de viagem pelas estradas do país até Hoi An, uma das cidades mais encantadoras do Sudeste Asiático onde o stress e a poluição quase não existem.

Hoi An foi uma cidade próspera graças ao seu porto, situada nas rotas marítimas do comércio da seda. Conheceu uma expansão no século XV, onde ricos mercadores se instalaram e construíram casas sólidas em madeira de vários estilos. Primeiro os japoneses e chineses e, mais tarde, os franceses, sendo que o comércio era feito com uma série de nacionalidades, em que os portugueses, claro está, faziam parte. É, por essa mesma razão, um cocktail de estilos, tanto na arquitetura, como na cultura da própria cidade, gastronomia e até nas caras dos habitantes. Património Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1999, conta com mais de 1100 construções históricas bem preservadas, entre templos, casas privadas de antigos comerciantes, museus, pontes e muito mais.

Estes quase três dias na cidade e arredores vão dar-nos a oportunidade de, além de descansar em algumas das suas mais belas praias nos arrabaldes da cidade, conhecer mais da sua história, mas também aproveitar este fim de viagem para as últimas compras, leituras e um recomeçar a ambientar-nos a um estilo mais europeu, com toques de vintage, que esta cidade nos proporciona.

Entre pedaladas até à praia e pelos arrozais em redor de Hoi An (a bicicleta vai ser um dos nossos meios de transporte mais usados nesta aventura, pois estamos no sudeste asiático e este é o meio de transporte por excelência e mais indicado para ver tudo em slow motion); apanhar um barco até às ilhas Cham, a pouco mais de 20 quilómetros dali (se o mar o permitir) com as suas praias de água transparente e vilas piscatórias; ou viajar até às Marble Mountains (atividade extra), que tem na sua Golden Bridge a sua mais recente e mundialmente conhecida atração; ou então ainda até ao My Son Sanctuary (atividade extra) – Património Mundial da Humanidade pela Unesco – um complexo de templos a uma hora de viagem para o interior, que remonta ao Reino Champa, que teve o seu auge entre os séculos IV e XIII, uma cultura única que tem as suas origens espirituais no hinduísmo indiano e que se desenvolveu na costa do atual Vietname. O complexo consiste numa série de Torres-Templo localizados na região de Duy Phu, num local dramático que foi a capital política e religiosa do reino durante a maior parte de sua existência.

Hoi An é também o paraíso dos tecidos e o local perfeito para encomendas vestidos, camisas ou outra qualquer peça à tua medida, de um dia para o outro. Escolhes o estampado e o tecido que mais gostas, entras numa das muitas lojas com alfaiates e no dia seguinte, a tua encomenda está preparada.

Um dos dias vai ser livre e por isso vais ter também tempo de gozares a cidade ao teu ritmo, sem qualquer pressa, porque afinal de contas, esta é a tua viagem e a Landescape dá importância a isso mesmo.

No final do terceiro dia regressamos a Da Nang, onde pernoitamos e de onde, no dia seguinte, a viagem terá o seu término.
Estadia: Hotel

Dia 18   Da Nang - Origem

Chegou a hora da partida.

Um transporte levar-te-á ao aeroporto de onde partirás. Se o teu intuito é ficar mais uns dias, a Landescape pode ajudar-te a planear. Se o teu voo parte hoje de regresso a casa, resta-me desejar-te uma boa viagem e agradecer a tua companhia ao longo destes dias.
Estou certa de que recordarás o Sudeste Asiático pelas melhores razões.

Até breve.

Esta viagem encontra-se esgotada.
Caso pretendas ficar em lista de espera para a mesma, entra por favor em contacto connosco.

Perguntas Frequentes

Como é o roteiro da viagem?

Esta viagem é muito rica culturalmente. A visita aos majestosos Templos de Angkor é sem dúvida, um dos ex-líbris da viagem. A dura realidade do genocídio que o Camboja sofreu não te vai deixar indiferente de todo, sendo que a simpatia do povo e o seu sorriso sempre presente vai ajudar-te a “ultrapassar” o desconforto. Depois entramos no Laos com as suas paisagens pitorescas, onde vais poder apreciar o quotidiano rural. É interessante constatar as diferenças entre os dois países, Laos e Camboja. Finalmente, terminamos no Vietname, um país muito diverso nas suas paisagens que nos vai permitir mergulhar na quietude de Sapa, com os seus arrozais a perder de vista, mas também em Ninh Binh onde o tempo parece ter parado. Esta viagem vai fazer-te sentir o choque cultural, ver formas diferentes de vida e testar as tuas pupilas gustativas. Na Landescape, não somos daquele tipo de líderes previsíveis, ou seja, não nos guiamos pelo que está escrito no roteiro ou pelos dias. Vão perceber que muitas vezes nos adaptamos ao desejo do grupo e até ao momento. Visitamos tudo o que está descrito, não querendo dizer, contudo, que seja nos dias que no roteiro descrevemos, por aquela ordem e, se ficar para trás alguma coisa, é porque houve algo melhor que o justificou.

É necessário visto para entrar no país?

Os cidadãos portugueses necessitam de visto de entrada para todos os países. Podes obter o visto de duas maneiras: diretamente no portal de cada país (no caso do Vietname, é obrigatório ser aqui) ou à chegada ao aeroporto, na imigração. De uma forma ou de outra o processo é fácil e vem explicado em detalhe no Manual de Viajante que te enviamos aquando da inscrição. Para além do visto, deves ter em conta a validade do teu passaporte, que deve ter mais de 6 meses de validade a contar da data de regresso e tem que ter pelo menos 6 páginas em branco.

Como funcionam os transferes de/para o aeroporto?

Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, contudo, enviar um táxi a partir do hotel, desde que o mesmo nos seja previamente solicitado por e-mail. Informamos também que antes mesmo da viagem acontecer é criado um grupo de WhatsApp com viajantes e líder, de forma a que possam articular entre vocês a divisão de táxis, se assim for mais conveniente.

Como são os alojamentos durante a viagem?

Os alojamentos serão divididos entre guesthouses e hotéis em quartos twin ou triplos privados (camas separadas com casa de banho privada). Não é garantido ar condicionado em todos os alojamentos. É importante que tenhas consciência que os padrões asiáticos são diferentes dos padrões ocidentais, no entanto a Landescape na escolha dos seus alojamentos, não descura a limpeza e o conforto mesmo que o sítio seja mais básico. Os alojamentos não têm rede mosquiteira pelo que se fores sensível recomendamos que tragas de casa. Uma das noites será passada em comboio, sendo que este é muito confortável. Podes levar contigo uma almofada de viagem e eventualmente um agasalho para colocares por cima durante a viagem, embora os comboios estejam equipados com esse material. Mediante disponibilidade dos alojamentos e do pagamento de um suplemento adicional, o viajante pode requerer junto da Landescape a opção de quarto individual.

Como são os transportes no país?

Os transportes são um mix entre tuk-tuks, autocarros, táxis partilhados, comboio e voos internos. A aproximação aos locais é essencial para uma viagem e por essa mesma razão a Landescape dá prioridade aos transportes locais para que a experiência seja fantástica.

É seguro viajar nestes países?

Todos são países bastante seguros para o viajante. No entanto deves sempre manter as habituais precauções do senso comum em viagem.

É uma viagem cansativa?

A viagem requer algum espírito de aventura. São algumas horas de autocarro, sendo que as estradas no Laos nem sempre têm as melhores condições, pelo que te pedimos alguma descontração. Como temos que cumprir horários de transportes e actividades, é também normal que tenhas dias em que sintas algum cansaço por acordar cedo. Em termos de esforço físico temos a subida a uma encosta montanhosa (que vai puxar mais por ti) mas de lá chegaremos a um miradouro onde pudemos ver o pôr-do-sol. Se optares pela actividade de caiaque em Don Det (actividade extra), lembra-te que esta tomará parte do dia. Quem não se sentir capaz ou confortável pode pedir à líder que arranje uma pessoa para remar por si. Este serviço faz-se mediante pagamento extra.

Qual a roupa mais adequada?

Recomendamos a utilização de roupa confortável, leve e discreta. Nos templos não podes ter os ombros e os joelhos à mostra (válido também para os homens). Nas vilas/cidades o vestuário ocidental é bem aceite, sendo que deves manter-te discreto de forma a não ferir susceptibilidades. Mais informações estarão disponíveis para consulta no Manual de Viajante que te enviaremos aquando da inscrição.

Que comida será servida?

Nestes países, a base de todos os pratos é o arroz, podendo ser acompanhado com carne de vaca, de frango, de porco, camarão, peixe ou opção vegetariana. Vais ter a oportunidade de experimentar as deliciosas e famosas sandes Bánh Mi ou a sopa Pho e beber sumos naturais das mais variadas frutas. Em termos gastronómicos, comida deliciosa não falta e, para além disso, pode-se petiscar gafanhotos, tarântulas, baratas, larvas, rãs e sapos. Para quem for vegetariano, as opções disponíveis são imensas, pelo que a alimentação não será um problema.

Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

A Landescape tem uma parceria estabelecida com duas médicas formadas em Medicina do Viajante que te podem melhor aconselhar sobre todos os cuidados de saúde necessários e eventuais vacinas de prevenção para viajar no Sudeste Asiático. Dessa forma, podes agendar uma Consulta do Viajante Online na data e hora que te for mais conveniente com uma delas.

Quanto ao dinheiro para a viagem?

Os 3 países que compõem esta viagem são acessíveis ao nível da alimentação. Os gastos que poderás ter adicionalmente prendem-se com recordações que também não nos parecem avultados. O melhor será levares algum dinheiro para cambiar no país e um ou dois cartões de débito/crédito para levantamento, sendo que terás que ter em conta as taxas locais e do teu banco.

Outras informações relevantes.

O Sudeste Asiático é das regiões mais turísticas do continente, ainda assim é natural que possas encontrar muitas diferenças na qualidade das unidades hoteleiras e restaurantes. Viajar é também isso, adaptares-te, por isso vem de coração e mente abertos para poderes desfrutar em pleno de todo o programa que preparamos para ti.

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Sobre o Líder


Gabel Oliveira

Viajar provoca-me uma explosão de sentimentos. Aprendi a dar atenção ao outro e aos pormenores. Saber mais

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